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Hükümet Meydanı ve Çevresinin Mevcut Değerleri

Belgede ANKARA ÜNİVERSİTESİ (sayfa 95-102)

5. TARİHSEL GELİŞİM SÜRECİ SONUNDA ALANIN DEĞERLERİ VE

5.1 Hükümet Meydanı ve Çevresinin Mevcut Değerleri

Como se disse, essa rede chega a contar com um lócus ins- titucionalizado de interação e articulação (Conselho Nacional), além da Secretaria ter sido originalmente concebida como espaço de coordenação dessa articulação com os demais atores estatais e não estatais. Na prática, porém, a coordenação da rede apresenta fragilidades, algumas delas internas à própria Senaes, ao CNES e às demais organizações de Economia Solidária, outras de caráter externo, mas que afetam a capacidade de governança da rede.

Em parte, os avanços e dificuldades da rede de políticas de Economia Solidária refletem a trajetória incomum da própria Economia Solidária em termos de articulação no plano nacio- nal: conforme relatado, trata-se de movimento que se estabe- leceu nacionalmente há pouco tempo e na mesma época que a própria política – ao contrário de outros movimentos, por exemplo sanitarista, na educação, pela reforma agrária etc., que são lutas históricas de muitos anos até conseguirem implantar

políticas públicas federais, e mesmo assim com embates que permanecem. Se por um lado a Economia Solidária alcançou rápida expansão e reconhecimento como tema a ser inserido na agenda política, a ponto de passar a contar com uma estrutura nacional – algo inimaginável há nem tanto tempo assim, no fi- nal dos anos 1990 –, por outro lado, ela é extremamente frágil em termos econômicos e sociais, como mostraram os dados do Sies. Apesar dos valores que orientam a Economia Solidária, valorizando a vida em vez do lucro, resistindo por meio de for- mas de “produzir para viver” nas palavras de Santos (2003), no dia a dia a maioria dos empreendimentos solidários está sim- plesmente lutando para sobreviver dentro do modelo de desen- volvimento capitalista.

Dentro do Estado, essas fragilidades também expressam o fato de que a concepção acerca da política de Economia So- lidária está vinculada principalmente às áreas setoriais de ge- ração de trabalho e de assistência social, e não propriamente enquanto política de desenvolvimento socioeconômico, como se pretende. Em consequência, não conta com os mesmos investi- mentos públicos pesados em tecnologia, crédito, bens de capital etc. destinados aos setores do desenvolvimento capitalista. A prioridade é mínima, pois a lógica neste modelo é de subordi- nação e concentração.

Um dos fatores que contribui para as dificuldades da Eco- nomia Solidária afirmar e reforçar seu próprio modelo de de- senvolvimento é o relativo isolamento em relação a outras redes afins, além da fragmentação e das divergências entre seus atores, ou mesmo do não envolvimento de alguns deles.

A fim de melhorar a capacidade de governança da rede, se- ria estratégico para a Economia Solidária avançar na articulação com outros movimentos e lutas dos trabalhadores no campo e na cidade, mas sem perder a identidade do trabalho associativo e autogestionário. Embora a rede se pretenda inclusiva, há clara-

mente um “núcleo duro” de entidades – conforme vimos acima, a partir da trajetória do chamado GT Brasileiro e posterior inser- ção do tema nos órgãos federais – configurando o que se poderia chamar de uma comunidade de política (policy community), que dificulta a entrada de novos atores. Seria preciso, em vez disso, reconhecer a “força dos vínculos fracos”, nos termos de Grano- vetter, e apostar na interlocução com os atores da rede que estão relativamente menos envolvidos nos debates e ações que os ato- res mais centrais, mas que funcionam como uma ponte com o “exterior”, ou seja, as demais redes e organizações. No entanto, a própria frente ou articulação de entidades que teria nascido como principal interlocutora do Estado e de outros movimentos, o Fórum Brasileiro, tem enfrentado dificuldades para se afirmar como espaço de representação, e muitas vezes os diálogos ocor- rem independente dele, mesmo no caso de entidades e organiza- ções que o integram. O relativo isolamento em relação às demais lutas dos trabalhadores também se observa no caso da política nacional, apesar de parcerias que têm sido estratégicas para sua concretização.

Com tudo isso, observa-se um esvaziamento daquela que deveria ser a instância formal de coordenação da rede, o Conse- lho Nacional, particularmente por parte da bancada de governo. É provável que os problemas de legitimidade desse espaço institu- cional também tenham origem nas próprias limitações de atuação do Conselho, que tem caráter apenas consultivo, e não delibera- tivo (como por exemplo o Codefat, que gestiona FAT), até pelos recursos reduzidos e inexistência de um fundo federal específico para a Economia Solidária. Ao mesmo tempo, os esforços para consolidar a transversalidade em direção a ações coordenadas es- barram na lógica de “caixinhas” setoriais que caracteriza os pro- cessos de produção de políticas federais, contribuindo para sua fragmentação e pouca articulação – a começar pelo diálogo da Economia Solidária dentro do próprio MTE. Ademais, a Secre-

taria Nacional, que deveria funcionar como espécie de coordena- ção executiva dessa rede, tem suas próprias fragilidades internas, além de limites para executar a política de modo estruturado e sistemático – em alguma medida derivados da composição de for- ças egressas da Economia Solidária, com seus diferentes perfis e dificuldades de integração.

Por outro lado, pode-se afirmar que faltam instrumentos mais adequados à coordenação dessa rede, particularmente a existência de um plano multisetorial de ações, com definição clara de metas, responsáveis e prazos, e um fluxo maior de in- formações entre os atores, incluindo acesso a dados precisos de execução físico-financeira (não só dos projetos da Senaes mas também dos outros órgãos) para monitoramento e poste- rior análise e avaliação dos resultados, visando a retroalimen- tação da rede. Mas sistemas de monitoramento e avaliação ainda são incipientes (apesar de iniciativa da Senaes de cons- truir um sistema próprio de gestão de processos e resultados em 2007, abortada diante da introdução do Siconv no ano seguinte), como de resto costuma ocorrer no conjunto de po- líticas federais.

Mesmo com essas lacunas, ao longo do curto período de existência dessa rede de políticas públicas, foram se abrindo bre- chas para avançar, como a formação de servidores, o interesse e parceria entre órgãos centrais ou nos Estados, a instituciona- lização de ações e de espaços de interlocução, ou a transição de mero apoio a projetos isolados para a realização de editais de chamada pública, avançando na consolidação das linhas de ação das diversas políticas. São indicadores do potencial de uma rede de políticas como esta, que podem em certa medida indicar o caminho em direção à ampliação de sua governança – desde que sob fatores externos favoráveis, a depender da conjuntura que atualmente se desenha no horizonte das políticas de Economia Solidária no governo federal.

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48.

aneXos

figura 1: representação reticular do campo da economia solidária no brasil (2005)

Quadro 1: entidades e redes de economia solidária: perfil, ano de criação e parcerias principais com estado

NOME ANO fund. PERFIL PARCERIA espaços de formulação PARCERIA implementação direta ADS/CUT 1999 Entidade de assistência e fomento, ligada a central sindical (CUT) CNES (orgs. SC) Projeto de sustentação do FBES (MTE) Abcred 2002 Entidade representativa de instituições de microcrédito e crédito solidário CNES (orgs. SC) Anteag 1994 Entidade de representação / assessoria de empresas autogeridas CNES (EES), CGN/Sies Recup. Empresas, Sies, projs associadas Cáritas Brasileira 1956 Entidade de caráter religioso, ligada à CNBB. Atua com ES desde anos 1980

CNES (orgs. SC)

Funcionamento FBES (MTE e MDA), CFES Nac., Fundos Solidários, BR Local Concrab

(MST) 1992

Central de cooperativas agrícolas, ligada a movimento social rural

CNES (EES) Projetos variados (FBB)

Fase 1961 ONG. Atua com ES desde

os anos 1990 CGN/ Sies Avaliação Proninc Ibase 1981 ONG. Atua com ES desde

2000 CGN/ Sies

Estudos (Fundos etc.)

IMS * 1995 Entidade de caráter religioso CGN/ SCJS (redes) Comercialização (FBB e Editais) CFES Sudeste

Pacs 1986 ONG. Atua com ES desde 2000

Rede de Gestores 2003

Rede de gestores públicos municipais e estaduais. Sem personalidade jurídica

CNES (bancada governo) Projetos formação e edital curso especialização RBSES 2000 Rede de indivíduos/ entidades, mobilizados via lista virtual e encontros. Sem personalidade jurídica

CNES (EAF) – desligada em 2010

Projetos encontros (FBB)

Rede

ITCPs 1999

Rede universitária. Sem personalidade jurídica. Proninc, CGN/Sies, CNES (EAF) Várias ITCPs apoiadas no Proninc e/ou executam Sies e outros projetos

Unitra- balho 1996

Fundação que articula rede universitária. Atua com ES desde 2000 CNES (orgs SC), CGN/Sies, Proninc, CGN/SCJS (EAF) Sies 2006, Suporte Nac. Catadores Unisol Brasil * 2004

Central de EES, ligada a central sindical. Nasceu como união EES em SP

CNES (EES)

Empresas Recuperadas, NEATES, Brasil Local e projetos de filiadas

Unicafes * 2005

Entidade de representação

/ assessoria de Coop. de AF CNES (EES)

II PlanSeQ Ecosol, MDA

Elaboração própria, com base em pesquisa de campo. Obs.: em construção.

Quadro 2: relações e parcerias na produção de políticas públicas

PRINCIPAIS AÇÕES E ATIVIDADES 2003-2010

PRINCIPAIS ATORES, PARCEIROS /OU INTERLOCUTORES

EIXOS DA POLÍTICA DE ES: 1. CRÉDITO E FINANÇAS SOLIDÁRIAS • Articulação para criar Programa

Nacional de Microcrédito Produtivo e Orientado

MTE (Assessoria Especial e Senaes), bancos públicos, Abcred, Ancosol e operadoras/coop.

• Apoio a entidades que funcionam como bancos comunitários

Senaes, MTE, BB (Banco Popular), Inst. Palmas e Bancos da Rede BC’s • Apoio a projetos de fundos rotativos de

crédito para EES em vias de estruturação

Senaes, MTE, MDS, MDA, BNB, ASA, FBES, FBSAN, CNBB, Cáritas e ONGs • Linhas de crédito para segmentos

específicos BNDES, Senaes, MTE, entidades e redes • Articulação para fundo próprio (não

obtido)

Senaes, MTE e entidades GT Finanças, SAS, MDS, MCidades

EIXOS DA POLÍTICA DE ES: 2. FORMAÇÃO E ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA A ES • Formação de gestores públicos

(federais, estaduais e municipais) para atuar com ES

MTE (Senaes e SRTEs), vários ministérios, rede de gestores de ES, Enap, FBES e EES • Formação de formadores/educadores

de ES

Senaes,MTE, Secad, MEC FBES (GT Formação e Educação) • Planos Setoriais de Qualificação em ES MTE (Senaes e DeQ/SPPE), IPF, redes e

ligas/uniões de ES • Apoio a processos formativos e

elaboração de materiais de ES dentro das políticas de EJA

Secad, MEC, Senaes, MTE, Fóruns ES e Fóruns EJA, CNAEJA, universidades, ONGs • Turmas do projeto Escola de Fábrica

em EES

Setec, MEC, Senaes, MTE, EES, centros de educação popular, escolas sindicais • Apoio a incubadoras universitárias de

EES (Proninc)

Vários ministérios (MTE, MDS, MEC, MS, MJ, MinC, SEAP, MTur), Finep, MCT, Forproex, Redes de Incubadoras, FBB, BB • Centros de formação em Economia

Solidária

Senaes, MTE, FBES, universidades, escolas sindicais e ONGs (parceiras executoras) • Núcleos estaduais e temáticos de

assistência técnica

Senaes, MTE, ONGs (parceiras executoras)

• Formação de agentes comunitários de desenvolvimento solidário para apoio e

Senaes, MTE, MDS, MMA, MJ (desde 2008), Fubra (executora até 2008), ONGs

EIXOS DA POLÍTICA DE ES: 3. COMERCIALIZAÇÃO E REDES DE PRODUÇÃO E CONSUMO SOB FORMA DE ES

• Organização nacional e apoio às feiras estaduais e nacional de ES

Senaes, MTE, MDA, Fund. Banco do Brasil, FBES, IMS (parceira executora) • Construção do Sistema Nacional do

Comércio Justo e Solidário (elaboração de norma jurídica)

GT Comércio Justo e Solidário (MTE, MDA, Sebrae Nacional, redes de ONGs e entidades ligadas ao comércio justo) • Compras governamentais de produtos

da AF organizada sob forma de ES (PAA Municipal – compra direta com doação simultânea – CDLAF)

Sesan, MDS, SAF, MDA, governos municipais, Rede de Equipamentos Públicos de Alimentação

• Compras governamentais de produtos da AF organizada sob forma de ES (PAA Compra direta de coop. e assoc. – CPR doação/ CPR estoque)

Conab, Sesan, MDS, SAF, MDA, Cooperativas e associações e redes

• Apoio à agricultura urbana e periurbana (sob forma de ES) e sistemas coletivos de produção para autoconsumo

Sesan, MDS, SAF, MDA, MMA, Senaes, MTE, Ematers, governos estaduais, Cáritas, universidades, mov. rurais, FBSAN e FBES

Fomento à diversificação econômica e agregação de valor na AF organizada sob forma de ES (produtos e mercados diferenciados e SCJS)

SAF, MDA, Senaes, MTE, MMA, FBES, Faces, coops., redes e organizações de apoio

Talentos do Brasil Rural SAF, MDA, MTur, MMA, Sebrae, mov. rurais

Dinamização econômica dos territórios rurais, esp. bases de serviço (com. e crédito) e sua articulação em sists. com. AF/ES (Secafes)

SDT, MDA, Senaes, MTE, Unicafes, Ancosol e Confesol, Faces e suas entidades, FBES, Coop. Sem Fronteiras EIXOS DA POLÍTICA DE ES: 4. MARCO JURÍDICO DA ECONOMIA SOLIDÁRIA

• Proposta e acompanhamento de projetos:

- revisão da Lei Geral do Cooperativismo - cooperativas de trabalho e Pronacoop - segmento de Finanças Populares e Solidárias

- institucionalização da política nacional de ES

Frente Parlamentar de ES no Congresso Nacional + parlamentares envolvidos no tema, presidência da República (Casa Civil), ligas, uniões e organizações da ES (individualmente e/ou articuladas no FBES), OCB, Mapa (Denacoop), CNES (a partir 2007)

EIXOS DA POLÍTICA DE ES: 5. INFORMAÇÕES E CONHECI-MENTOS PARA PROMOÇÃO DA ES

• Mapeamento nacional da ES e construção do Sistema de Informações em Economia Solidária (Sies)

GT Mapeamento,CGN (Senaes, Ipea, Finep, FBES, entidades e especialistas), CGEs, Universidades, órgãos públicos e ONGs, DRTs

• Campanha nacional de ES (material

impresso e programas de rádio e vídeo) GT Comunicação (Senaes, MTE e FBES) • Desenvolvimento de estudos,

pesquisas, metodologias e tecnologias sociais

Senaes, MTE, MCT, Finep, Ipea, Universidades e outras parceiras EIXOS DA POLÍTICA DE ES: 6. INSTITUCIO-NALIZAÇÃO DE POLÍTICAS DE ES E DIÁLOGO

SOCIAL • Organização e promoção das Conferências Nacionais de Economia Solidária (2006/2010)

MTE, MDS e MDA (2006), CNES (2010), FBES e entidades, redes, DRTs, governos • Implantação de centros públicos de

Economia Solidária

Senaes, MTE, governos municipais e estaduais, Rede de gestores • Institucionalização de ações da ES nas

unidades descentralizadas do MTE

MTE (Senaes, SRTEs, Secretaria Executiva), Fóruns Estaduais de ES • Apoio ao funcionamento do FBES Senaes, MTE, Fund. Banco do Brasil,

MDA, ADS, Caritas • Assistência técnica e investimento a

empresas recuperadas em sistema de autogestão (+ linha de crédito: Pacea/ BNDES)

Senaes, MTE, BNDES, Anteag e Unisol e suas redes, Inst. Integra

• Apoio à organização e desenvolvimento de cooperativas de catadores de materiais recicláveis (+ linhas de crédito: BNDES e BB)

Comitê Interministerial de Inclusão Social de Catadores, MMA, MDS, MCidades, MTE (Senaes), Funasa, FBB, BB, BNDES, Movimento Nacional Catadores (MNCMR) • Apoio a iniciativas de Economia

Solidária na área de cultura (Economia Viva + Proext Cultura)

MinC, MCT, MEC, Universidades (Proext Cultura) + ONGs e associações (Prêmio MinC)

• Apoio a grupos produtivos nos serviços de saúde mental

MS, Rede de CAPS, Rede Saúde Mental e ES, MTE (Senaes), incubadoras universitárias, Unisol

• Apoio a atividades pesqueiras e aquícolas sob forma associativa

MPA (ex-Seap), MTE (Senaes), Comitê Gestor Proninc, incubadoras universitárias, Rede Solidária da Pesca e suas entidades

• Apoio financeiro a organizações produtivas de mulheres rurais (Ater diferenciada, estudos, fomento à produção/comercialização)

MDA (Aegre e outras unidades), MDS, Senaes, MTE, SPM, Rede Ater, movimentos de mulheres e setoriais de gênero, ONGs ou órgãos públicos (executoras)

• Financiamento a cooperativas e associações populares para construção de habitação de interesse social (crédito solidário)

MCidades, Caixa Econômica Federal, cooperativas habitacionais

• Apoio ao desenvolvimento sustentável de povos e comunidades tradicionais

MDS, MMA, MDA, Seppir, Senaes, MTE, Fund. Palmares, MinC, Eletronorte, Fubra (exec. proj. etnodesenvolvimento 2004/2005), assoc. e redes dos PCTs nos comitês/conselhos

• Apoio a projetos de ES para “inclusão produtiva” de beneficiários de transferência de renda (Bolsa Família)

Saip, MDS, Senaes, MTE, FBES, Fóruns Estaduais, ONGs e entidades de apoio • Fomento a EES e redes de artesanato Senaes, MTE, MDIC

• Fomento a EES na pequena mineração DNPM, MME, Senaes, MTE (só até 2006), coop. e org. de mineradores, garimpeiros • Ações integradas de ES no programa

Luz para todos (expansão da eletrificação rural)

Senaes, MTE, Eletronorte, MME, equipes PPDLES

• Conteúdos e práticas de ES nas políticas de inclusão digital, software livre

ITI,Casa Civil e MCT (Casas Brasil), Senaes, MTE, FBES, Coop. de tecn. livres Elaboração própria, com base em pesquisa de campo. Obs.: em construção

cidade: história de um ciclo de lutas e desafios

Belgede ANKARA ÜNİVERSİTESİ (sayfa 95-102)