• Sonuç bulunamadı

INVESTIGATION OF THE PSYCHOLOGICAL SYMPTOMS OF THE STUDENTS STUDYING IN THE DEPARTMENT OF

3.189* Gruplar içi 16081.224 121 132

Em 2008, a estrutura da Cooperativa Agroindustrial C&M assim se apresentava, segundo dados da empresa:

Número de cooperados 21.172

Número de funcionários 4.423

Faturamento (milhões R$) 4.558,72

Sobras (milhões R$) 315,73

9 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Antes de quaisquer comentários, cabe ressaltar o problema central da pesquisa. Quais foram as razões que levaram as empresas brasileiras a buscarem o processo de internacionalização?

Com base no problema de pesquisa mencionado anteriormente, houve a necessidade de se lançar um novo olhar, mais focado e atento, ao processo de internacionalização das empresas brasileiras, em especial para o setor de cooperativismo brasileiro, bem como na direção do agronegócio, que constitui um importante segmento da economia brasileira e paranaense na geração de divisas para o estado e para o País através de exportações com vários destinos no mundo.

O setor de agronegócios paranaense é um dos que mais crescem no País, sendo responsável por grande parte de sua balança comercial através das exportações crescentes para diversos países, colaborando de forma significativa, também, na balança comercial brasileira.

Nesse contexto, o processo de internacionalização é extremamente importante para que a organização possa planejar sua inserção nos negócios internacionais.

As diversas áreas estratégicas da organização, como marketing, logística, finanças, gestão de pessoas, qualidade, entre outras, representam um grande arcabouço que pode atuar como uma força motriz no processo de inserção da empresa no cenário internacional do mundo globalizado e extremamente competitivo.

No agronegócio, o Brasil possui uma vocação incontestável, e deu passos largos em melhoria contínua da qualidade de seus produtos, através de pesquisas de novas sementes, introdução de modernas tecnologias, equipamentos e máquinas agrícolas de última geração, bem como da qualificação profissional continuada.

Dentro dessa vocação agrícola nacional o Paraná tornou-se o maior produtor agrícola, com um modelo de cooperativismo invejável, comparável a modelos de países de primeiro mundo.

Na presente pesquisa, constatou-se que a Cooperativa Agroindustrial C&M, do interior do estado do Paraná, tema central do estudo e seu grande fio condutor, permitiu constatar que as estratégias organizacionais das áreas de marketing, logística, qualidade, gestão de pessoas, pesquisa e tecnologia mostraram-se ferramentas poderosas e imprescindíveis na inserção da empresa no mercado internacional. A C&M alcançou um grande sucesso na diversificação dos seus negócios, no seu mix de produtos, na pesquisa e tecnologia de novos produtos, no

incremento de suas receitas, quebrando um paradigma de dependência do mercado nacional, ultrapassando suas fronteiras, planejando e implementando sua política expansionista, e, dessa forma, criando valor em toda a cadeia com a geração de novos postos de trabalho e de maior dinamismo nas economias paranaense e brasileira.

O que era apenas um sonho transformou-se em realidade e tornou a Cooperativa C&M o maior exportador do Paraná e um dos maiores do Brasil, competindo globalmente com os grandes players do agribusiness no mundo.

O sucesso alcançado pela C&M no processo de internacionalização empresarial pode servir como um bom exemplo multiplicador para as novas empresas brasileiras, as quais serão as novas entrantes no mercado global.

Ainda e insignificante o número de empresas brasileiras inseridas no mercado internacional. Grande parte das razões reside em paradigmas ainda não desvendados pelo empresariado brasileiro, em especial a falta de conhecimento sobre a utilização das estratégias na gestão inteligente dos negócios.

Também são obstáculos para a competitividade global das empresas brasileiras os diversos gargalos em termos de infraestrutura de logística brasileira, tais como: inoperância dos nossos portos e aeroportos, péssimo estado das rodovias, insuficiência da malha ferroviária, má utilização do modal hidroviário e dutoviário. Tudo isto se traduz em uma péssima e inadequada matriz de infraestrutura logística, levando as empresas brasileiras a dependerem, para o transporte de seus produtos, unicamente do modal rodoviário, em aproximadamente 63% de tudo que é transportado no País.

A C&M é um exemplo da anomalia dessa infraestrutura de logística brasileira porque depende totalmente do modal rodoviário até o escoamento de suas exportações via modal marítimo internacional através do porto de Paranaguá, quando a lógica demonstra que o transporte poderia ser realizado via modal ferroviário, o qual é praticamente inexistente no estado do Paraná e mesmo no Brasil.

Em face das discussões feitas aqui, a presente pesquisa buscou impulsionar uma reflexão e, ao mesmo tempo, trazer contribuições para a formulação de trabalhos acadêmicos nesta linha de pesquisa de internacionalização das empresas brasileiras.

São necessários mais estudos acadêmicos sobre o processo de internacionalização das empresas enfocando sobretudo a competitividade global versus infraestrutura de logística do Brasil, uma vez que, no processo de precificação dos produtos com destino ao exterior, deverá ser mensurado e incorporado ao preço final de venda dos produtos o "alto custo" da ineficiência da infraestrutura logística que as empresas brasileiras pagam para a sua inserção internacional.

REFERÊNCIAS

ALL - América Latina Logística. Disponível em: <http://www.all-logistica.com/port/index.asp>. Acesso em: set. 2009.

APRENDENDO A EXPORTAR. Disponível em: <www.aprendendoaexportar.gov.br>. Acesso em: 25/05/2009.

BANCO Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Disponível em: <http://www.bndes.gov.br>. Acesso em: out. 2008.

BOWERSOX, Donald J.; CLOSS, David J. Logística empresarial: o processo de integração da cadeia de suprimento. São Paulo: Atlas, 2008.

BRASIL. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Instrução Normativa n. 07, de 17 de maio de 1999. Dispõe sobre normas para a produção de produtos orgânicos vegetais e animais. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, p.11, 19 maio 1999. Seção 1.

BRASIL. Ministério dos Transportes. Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Disponível em: <www.dnit.gov.br>. Acesso em: março 2009.

BRIGHAM, Eugene; HOUSTON, Joel F. Fundamentos da Moderna Administração

Financeira. Rio de Janeiro: Campus, 1999.

CAETANO, José Roberto. 800 milhões de novos consumidores. Revista Exame.

CAIXETA, Nely. Passaporte para o mundo: como a APEX-Brasil abriu as portas do mercado internacional para pequenas e médias empresas. São Paulo: Nobel, 2006.

CAMPIÃO, Gilberto Álvaro. Formas de pagamento utilizadas no comércio exterior. São Paulo: Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo, 2003.

CARNIER, Luiz Roberto. Marketing internacional para brasileiros. 4.ed. São Paulo: Aduaneiras, 2004.

COBRA, M. Marketing essencial. São Paulo: Atlas, 1988.

CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História. Disponível em: <http://www.cpdoc.fgv.br/nav_gv/htm/gv_main.htm>. Acesso em: maio 2009.

CRESCIMENTO DAS EXPORTAÇÕES. Disponível em: <http://www23.sede.embrapa.br: 8080/aplic/cafenews.nsf/f66e4ae353d4b87e03256b1700494349/92912322b38ee91303256c 130066815f?OpenDocument. Acesso em: 28/05/2009.

DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo transformando idéias em negócios. São Paulo: Campus, 2001.

ERIKSSON, Kent; JOHANSON, Jan; MAJKGÄRD, Anders. Experimental knowledge and cost in the internationalization process. Journal of International Business Studies, second quarter, 1997. Disponível em: <http//:www.periodicoscapes.ufs.br>. Acesso em: 8 jan. 2004.

ESTAÇÕES Ferroviárias do Paraná. Disponível em: <www.estacoesferroviarias.com.br>. Acesso em: set. 2009.

ESTADÃO. Disponível em: <http://www.estadao.com.br/noticias/economia,governo-quer- criar-mais-12-mil-km-de-trilhos-em-10-anos,391081,0.htm>. Acesso em: set. 2009.

FATORES DE EMBALAGEM. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/cta/v27n3/ a10v27n3.pdf>. Acesso em: 25/05/2009.

FERROESTE. Disponível em: <www.ferroeste.gov.br>. Acesso em: set. 2009.

FIGUEIREDO, Kleber Fossati; FLEURY, Paulo Fernando; WANKE, Peter. Logística e

gerenciamento da cadeia de suprimentos: planejamento do fluxo de produtos e dos

recursos. São Paulo: Atlas, 2003.

FILHO, Armando Oscar Cavanha. Logística: novos modelos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001.

FILHO, José Vicente Caixeta; MARTINS, Ricardo Silveira. Gestão logística do transporte

de cargas. São Paulo: Atlas, 2001.

FLEURY, Paulo Fernando; WANKE, Peter; FIGUEIREDO; Kleber Fossati. Logística

empresarial: a perspectiva brasileira. São Paulo: Atlas, 2000.

FLORÊNCIO, S. A. L.; ARAÚJO, E. H. F. Mercosul hoje. São Paulo: Alfa Omega, 1996.

FMI - Fundo Monetário Internacional. Disponível em: <http://www.imf.org/external/spanish/ index.htm>. Acesso em: set. 2008.

FOA - FOOD AND AGRICULTURE ORGANIZATION OF THE UNITED NATIONS. Organic horticulture. Disponível em: <http://www.fao.org/ag/agp/agpc/doc/hort/hcorga.htm>. Acesso em: 25/04/2009.

GARCIA, Luiz Martins. Exportar: rotinas e procedimentos, incentivos e formação de preços. 9.ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007.

GARCIA, Luiz Martins. Roteiro básico para exportação. São Paulo: Aduaneiras, 1998.

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projeto de pesquisa. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2008.

GLOBAL 21,Guia do Exportador. Disponível em:

<http://www.global21.com.br/guiadoexportador/japao.asp>. Acesso em: 18/07/2009.

INSTITUTO Brasileiro de Logística. Disponível em: <http://www.ibralog.org.br>. Acesso em: out. 2008.

IPECE. Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará. Disponível em: <www.ipece.ce.gov.br>. Acesso em: set. 2009.

KEEDI, Samir. Logística de transporte internacional: veículo prático de competitividade. São Paulo: Aduaneiras, 2001.

KEEDI, Samir. Transportes, unitização e seguros internacionais de carga. 3.ed. São Paulo: Aduaneiras, 2006.

KEEGAN, W. J. Princípios de marketing global. São Paulo: Saraiva, 1999-2000.

KIRZNER, I. M. Competition and entrepreneurship. Chicago: Chicago University Press, 1973.

KOTABE, M. Administração de marketing global. São Paulo: Atlas, 2000.

KOTLER, Philip. Administração de marketing: a edição do novo milênio. 10.ed. São Paulo:

Pearson Prentice Hall, 2000.

KOTLER, Philip. Princípios de marketing. 12.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.

LANG, Rodrigo Amarcute de Souza; FREDERICO, Vanessa Kelly Saravedra. Inventário da Infra-Estrutura Logística Brasileira. Revista Mundo Logística. n.10. Ano 2. Rio de Janeiro: Editora Mundo, 2009.

LOPEZ, José Manoel Cortinas; GAMA, Marilza. Comércio exterior competitivo. 3.ed. São Paulo: Aduaneiras, 2008.

LOPEZ, José Manoel Cortiñas; GAMA, Marilza. Comércio exterior competitivo. 3.ed. São Paulo: Aduaneiras, 2008.

LOURENÇO, Gilmar Mendes. Economia paranaense: fatores de mudanças e entraves ao desenvolvimento. Curitiba, 2007.

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa:

planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. São Paulo: Atlas, 1986.

MARTINS, Ricardo Silveira. Dissertação de Doutorado. Racionalização da infra-estrutura

de transporte no Estado do Paraná: o desenvolvimento e a contribuição das ferrovias para

a movimentação de grãos e farelo de soja. Piracicaba, 1998.

MARTINS, Ricardo Silveira; FILHO, José Vicente Caixeta. O desenvolvimento dos sistemas

de transporte: Auge, Abandono e Reativação Recente das Ferrovias. Disponível em:

<http://www.upf.tche.br/cepeac/download/rev_n11_1998_art4.pdf>. Acesso em: set. 2009.

MAYER, José Carlos; BIGHETTI, Moacyr. Exportar é fácil: um roteiro seguro para pequenas e médias empresas. São Paulo: Artemeios, 2005.

MINADEO, Roberto. Princípios de administração. 4.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1998.

MINERVINI, Nicola. O exportador: ferramentas para atuar com sucesso nos mercados internacionais. 3.ed. São Paulo: Makron Books, 2001.

MINTZBERG, Henry. Safári de estratégias: um roteiro pela selva do planejamento estratégico. São Paulo: Bookman, 1998.

MRE 2009 Fluxograma de exportação. Disponível em: <www.mre.gov.br>. Acesso em: 25/05/2009.

NAZÁRIO, Paulo. Intermodalidade: importância para a logística e estágio atual no Brasil. LogPro: Portal do Conhecimento em Logística. Disponível em:

<www.logpro.com.br/logpro/intermodalidadeemultimodalidade>. Acesso em: set. 2009.

NEWS CAFEICULTURA. Disponível em: <http://www.newscafeicultura.com.br>. Acesso em: 20/04/2009.

NICKELS, William G.; WOOD, Marian Burk. Marketing: relacionamentos, qualidade, valor. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1999.

NOVAES, A. G. Logística e gerenciamento da cadeia de distribuição: estratégia, operação e avaliação. Rio de Janeiro: Campus, 2001.

NOVAES, Antônio Galvão. Logística e gerenciamento de cadeia de distribuição: estratégia, operação e avaliação. Rio de Janeiro: Campus, 2001.

PALÁCIOS, Tomás Manuel Benegil; SOUZA, José Manuel Meireles. Estratégias de

marketing Internacional. São Paulo: Atlas, 2004.

PARANÁ. Departamento de Estradas e Rodagem. Disponível em: <http://www.der.pr.gov.br>. Acesso em: março 2009.

PATRIMÔNIO Cultural do Estado do Paraná. Disponível em: <www.patrimoniocultural.pr.gov.br>. Acesso em: set. 2009.

PIPKIN, A. Marketing internacional: uma abordagem estratégica. 2.ed. São Paulo: Aduaneiras, 2005.

PORTAL DO AGRONEGÓCIO Disponível em: <http://www.portaldoagronegocio.com.br/ conteudo.php?id=23190>. Acesso em: 25/05/2009.

PORTAL DO AGRONEGÓCIO. Disponível em: <http://www.portaldoagronegocio.com.br/ conteudo.php?id=23190>. Acesso em: 25/05/2009.

PORTAL DO MARKETING. Imagem 4 P's. Disponível em:

<www.portaldomarketing.com.br/images/4ps.jpg>. Acesso em: 24/04/2009.

PORTER, Michael E. Estratégia competitiva: técnicas para análise de indústrias e da concorrência. 7.ed. Rio de Janeiro: Campus, 1986.

REGO, José Márcio; MARQUES, Rosa Maria. Economia brasileira. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2005.

REID, Stand D. The decision-maker and export entry and expansion. Journal of

International Business Studies, v. 12, Fall, 1981. Disponível em:

<http//:www.periodicos.capes.gov.br>. Acesso em: 8 jan. 2004.

REVISTA FERROVIÁRIA. Disponível em: <http://www.revistaferroviaria.com.br/ index.asp?InCdMateria=8421&InCdEditoria. Acesso em: set. 2009.

REZENDE, Denis Alcides. Planejamento estratégico: para organizações privadas e públicas. Rio de Janeiro: Brasport, 2000.

RODRIGUES, Paulo Roberto Ambrósio. Introdução aos sistemas de transporte no Brasil

e à logística internacional. 4.ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007.

SALES, André. A lógica intermodal sai do papel. Revista Tecnologística. Ano 15. n. 165. São Paulo: Publicare, 2009.

SALVATORE, Dominick. Introdução à economia internacional. Rio de Janeiro: LTC. 2007.

SOARES, Cláudio César. Introdução ao comércio exterior: fundamentos teóricos ao comércio internacional. São Paulo: Saraiva, 2004.

TADEU, Hugo Ferreira Braga. Curto circuito na infra-estrutura logística nacional. Revista

Mundo Logística. n. 2. Ano 1. Rio de Janeiro: Editora Mundo, 2008.

TADEU, Hugo Ferreira Braga. Infra-estrutura Logística Desenvolvimento Econômico: Tendências Para o Brasil. Revista Mundo Logística. n. 11. Ano 2. Rio de Janeiro: Editora Mundo, 2009.

TIMMONS, J. New venture creation. 4.ed. Boston: Irwin McGraw-Hill, 1994.

VASCONCELLOS, Marco Antonio; LIMA, Miguel; SILBER, Simão. Gestão de negócios

internacionais. São Paulo: Saraiva, 2006.

VASCONCELOS FILHO, Paulo de; PAGNONCELLI, Dernizo. Construindo estratégias

para competir no século XXI. Rio de Janeiro: Campus, 2001.

VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2000.

VIEIRA, Guilherme Bergmann Borges. Transporte internacional de cargas. 2.ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007.

WOILER, Samsão; MATHIAS, Washington F. Projetos: planejamento, elaboração e analise. São Paulo: Atlas, 1996.

APÊNDICE - FORMULÁRIO DE ENTREVISTA

1. Entrevista

1.1 Local da entrevista:

1.2 Data da entrevista: ___/___/___

1.3 Duração da entrevista: Início ______ Término ______

2. Respondente

2.1 Cargo/ atividades que desempenha:________________________________ 2.2 Há quanto tempo trabalha na organização: __________________________ 2.3 Formação: ____________________________________________________

3. Organização

3.1 Número de funcionários: _________________________________________ 3.2 Descrição da atividade da organização: _____________________________ 3.3 Data de fundação: ______________________________________________ 3.4 Faturamento bruto anual: ________________________________________

1. De que forma a Cooperativa C&M se inseriu no comércio internacional? Quais foram as razões que a motivaram neste empreendimento?

2. Por que os produtos de agronegócios do setor cooperativista do Paraná ganharam grande impulsão em suas exportações?

3. De que forma e por que o setor de cooperativismo paranaense tornou-se um sucesso também no processo de inserção internacional, alavancando de forma significativa as receitas das organizações, bem como a Balança Comercial do estado?

4. Quanto representa o faturamento com as exportações da C&M no faturamento total da cooperativa?

5. Quais foram as estratégias adotadas pela C&M em seu processo de internacionalização?

6. Quais foram as áreas organizacionais e ferramentas de gestão empresariais mais importantes no processo de internacionalização da C&M?

7. Quanto representa o faturamento das exportações dos produtos de agronegócios x exportações dos produtos in natura da C&M? Qual é a tendência de consumo dos mercados internacionais que a C&M atende?

8. Quanto a C&M investe anualmente em pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias e desenvolvimento de novas sementes/produtos?

9. Por que a gestão da logística doméstica e, em especial, a gestão da cadeia logística internacional são importantes nos processos de exportações marítimas para a C&M?

10. Por que a C&M utiliza somente suas exportações através da incoterm CIF? Quais são as vantagens competitivas neste tipo de negociação internacional?