• Sonuç bulunamadı

4. EKOSİSTEM VE GİRİŞİMCİLİK EKOSİSTEMİ

4.2. Girişimci Ekosisteminin Destek Unsurları

O presente trabalho conclui que os três pós de serra coletados apresentaram granulometria dentro da faixa granulométrica dos agregados miúdos. A massa unitária do pó de serra fino in natura nos estados solto e compactado indicaram que o resíduo é classificado como agregado miúdo leve, isto é com massa unitária inferior a 1kg/dm³. A massa especifica do pó de serra fino in natura apresentou valores abaixo dos valores médios para agregados miúdos convencionais.

Com isso, conclui-se que o pó de serra fino in natura se enquadra como agregado miúdo leve.

O tratamento do pó de serra fino in natura com solução de cal e solução de soda caustica e cal não influenciou significativamente na massa unitária nos estados solto e compactado, sendo que a segunda solução influenciou um pouco mais na massa unitária no estado compactado, aumento de 6,7%, mas não considerado significativo. A massa especifica foi influenciada modestamente pelos tratamentos, 3,2% para o tratamento com solução de cal e 7,8% para o tratamento com solução de soda e cal. A perda ao fogo foi reduzida com os tratamentos, principalmente para o tratamento com solução de cal.

A perda ao fogo dos compósitos cimentícios aumentou com o aumento da substituição do agregado miúdo natural pelos pós de serra tratados. A massa específica dos compósitos cimentícios foram reduzidas significativamente com a adição do pó de serra tratado, o que contribui para sua utilização como material de revestimento, principalmente no que diz respeito material de proteção de estruturais metálicas, um vez que a superfície dos perfis metálicos apresenta

poucas condições de aderência. A absorção de água por imersão foi aumentada pela adição do pó de serra. É valido ressaltar que a análise da absorção da água para compósitos de massas especificas muito distintas podem levar a conclusões equivocadas. O índice de vazios para os compósitos com 30 e 40% de substituição apresentaram aumentos significativos, mas a substituição de 15% do agregado miúdo natural pelo pó de serra tratado não influenciou no índice de vazios. O trabalho sugere que o índice de vazios seja utilizado para avaliação de compósitos cimenticios com massas especificas bem distintas.

Quanto às propriedades mecânicas houve reduções das mesmas com o aumento da substituição do agregado miúdo natural por pó de serra tratado. A resistência à compressão dos compósitos com pó de serra, apesar de ter sido reduzida, atendeu os requisitos da norma nacional (ABNT, 2001) e internacional (ASTM, 1988). O módulo de elasticidade apresentou reduções significativas, mas essa redução é benéfica do ponto de vista que argamassas de revestimento demandam deformações significativas em situações de incêndios. A resistência à tração apresentou as menores reduções. É válido ressaltar que para substituição de 15% do agregado miúdo natural por pó de serra tratado, principalmente do tratado em solução de soda caustica e cal, de as propriedades mecânicas não obtiveram perdas tão significativas quanto as substituições de 30 e 45%.

A condutividade térmica dos compósitos com substituição do agregado miúdo natural por pó de serra tratado foi reduzida, com exceção do compósito com 15% de adição de pó de serra tratado em solução de cal. E a condição de isolamento em alta temperatura foi melhorada a partir de aproximadamente 570ºC, com exceção do compósito com 15% de adição de pó de serra tratado em solução de soda caustica e cal.

Com base nos ensaios realizados, o presente trabalho concluiu que é possível fabricar argamassas com substituição do agregado miúdo natural por pó de serra tratado.

6 SUGESTÃO DE TRABALHOS FUTUROS

O presente trabalho sugere que a pesquisa continue avaliando outras características dos compósitos, como aderência ao aço, resistência à compressão para deformação máxima de 10%, erosão máxima ao ar de 24 km/h e durabilidade.

O presente trabalho sugere também a avaliação de outros processos que visam a inibição das reações deletérias entre a fibra vegetal e a matriz cimenticia, como o tratamento com metassilicatos e aluminatos.

7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 5738 - Concreto – Procedimento para moldagem e cura de corpos-de-prova. Rio de Janeiro, 2003. 6p.

________. NBR 5628 – Componentes construtivos estruturais – Determinação da resistência ao fogo. Rio de Janeiro, 2001

________. NBR 5743 – cimento portland – Determinação da resistência ao fogo. Rio de Janeiro, 1989

________. NBR 7184 – Blocos vazados de concreto simples para alvenaria – Determinação da resistência à compressão. Rio de Janeiro, 1992

________. NBR 7211 - Agregados para concreto – Especificação. Rio de Janeiro, 2005. 11p.

________. NBR 7214 – Areia para ensaio de cimento – Especificação. Rio de Janeiro, 1982

________. NBR 7215 - Cimento Portland: determinação da resistência à compressão. Rio de Janeiro, 1996 .

________. NBR 7217 - Agregado: Determinação da composição granulométrica, especificação. Rio de Janeiro, 1987. 5 p.

________. NBR 7219 - Determinação do teor de material pulverulento. Rio de Janeiro, 1987.

________. NBR 7221 - Qualidade do agregado miúdo. Rio de Janeiro, 1987.4 p. ________. NBR 7222 - Argamassa e concreto - determinação da resistência à

tração por compressão diametral de corpos-de-prova cilíndricos. Rio de Janeiro, 1994. 3 p.

________. NBR 7223 - Concreto: determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone. Rio de Janeiro, 1992. 5 p.

________. NBR 7251 - Agregados em estado solto: determinação da massa unitária. Rio de Janeiro, 1982.

________. NBR 7810 - Agregado em estado compactado seco: determinação da massa unitária, especificação. Rio de Janeiro, 1983. 3 p.

________. NBR 9776 - Agregados: determinação da massa específica de agregados miúdos por meio do Frasco de Chapman. Rio de Janeiro, 1987. 3 p.

________. NBR 9778 – Argamassa e concreto endurecidos – Determinação da absorção de água por imersão – Índice de vazios e massa específica. Rio de Janeiro, 1987. 3 p.

________. NBR 9779 - Argamassa e concreto endurecidos: determinação da absorção de água por capilaridade. Rio de Janeiro, 1990.

________. NBR 10004 - Resíduos sólidos. Rio de Janeiro, 1987.

________. NBR 10007 - Amostragem de resíduos. Rio de Janeiro, 1987

________. NBR 13276 - Argamassa para assentamento de paredes e revestimento de paredes e tetos – determinação de teor de água para obtenção do índice de consistência padrão. Rio de Janeiro, 1995.

________. NBR 13281 - Argamassa para assentamento e revestimento de paredes e tetos – Requisitos. Rio de Janeiro, 2001.

________. NBR 14323 – Dimensionamento de estruturas de aço e de estruturas mistas aço-concreto de edifícios em situação de incêndio. Rio de Janeiro, 2003.

________. NBR 14432 – Requisitos de resistência ao fogo de elementos construtivos – procedimento. Rio de Janeiro, 2000

AGOPYAN, V. Materiais reforçados com fibras para a construção civil nos paises em desenvolvimento: O uso de fibras vegetais. São Paulo,1991. 204p. Tese (Livre Docência) – Escola Politécnica, Universidade de SãoPaulo.

AGOPYAN, V. Materiais reforçados com fibras para a construção civil nos países em desenvolvimento: o uso de fibras vegetais. Tese (Livre Docência) - Escola Politécnica, Universidade de São Paulo. São Paulo, 1991.

AGOPYAN, V.; SAVASTANO JR., H.; JOHN, V.M.; CINCOTTO, M.A. Developments on vegetable fibre-cement based materials in São Paulo, Brazil: an overview. São Paulo, 2005.

ALBERTO, M. M.; MOUGEL, E.; ZOULALIAN, A. Compatibility if some tropical hardwoods species with Portland cement using isothermal calorimetry. Forest Products Journal, Madison, 2000.

ALTHEMAN, D. Avaliação da Durabilidade de concretos confeccionados com entulho de construção civil. Faculdade de Engenharia Civil – UNICAMP. São Paulo, 2002.

ALVES, J.D. Materiais de construção. Vol 1:2 ed – São Paulo, Nobel 1974

ÂNGULO, S. C.; ZORDAN, S. E.; JOHN, V. M. Desenvolvimento sustentável e a reciclagem de resíduos na construção civil. Disponível em

http://www.reciclagem.pcc.usp.br/ftp/artigo%20IV_CT206_2001.pdf. Acessado 12/08/2009.

ASTM Designation: E119-88 “Standard Test Methods for Fire Testes of Building Construction and Materials”. Vol.04.06. EUA. 1988.

ASTM Designation: E761-88

BATISTA, A. M. A influência do tratamento em compósitos de cimento-madeira, PROJEÇÕES, v. 19/20, p. 1-3, Jan/Dez 2001/2002

BEDERINA, M.; MARMORET, L.; MEZREB, K.; KHENFER, M. M.; BALI, A. and QUÉNEUDEC, M. Effect of the addition of wood shavings on thermal conductivity of sand concretes: experimental study and modeling, Constr Build Mater 21 (2007), pp. 662–668.

BERALDO, A. L.; ARZOLLA, J. A. R. Utilização de resíduos vegetais na produção de componentes para construção civil, 5° Congresso Brasileiro de Cimento (CBC), Associação Brasileira de Cimento Portland, ABCP, v 1, p. 150-170, São Paulo, 1999.

BRANCO M. B.; BUDZIAK, C. R.; PAIXÃO, R. E.; MANGRICH A. S. Aproveitamento de resíduo florestal para húmus. Paraná, 2005.

BUCHANAN, A. H. Structural design for fire safety. 1. ed. England: Wiley & Sons, 2001, 421p.

CALLISTER, W. D. Materials Science and Engineering - An Introduction. John Wiley & Sons,Inc., New York, NY, 2003. 757 p.

CLARET, A. M. Introdução a Engenharia de Incêndio. Apostila. Escola de Minas, UFOP, Ouro Preto, Minas Gerais, 2000.

COATES, GLYN R. Product application of wood-cement particleboards including applied finishes. –p. 189-192 vol. 1– 4th. International Inorganic-Bonded Wood and Fiber Composite Materials Conference - Washington - USA – 1994;

COUTTS, R.S.P. A review of Australian research into natural fibre cement composites. Cement and Concrete Composites. Austrália, 2005

COSTA, C. N; FIGUEIREDO, A. D.; SILVA, V. P. Aspectos tecnológicos dos materiais de concreto em altas temperaturas. NUTAU 2002, USP, São Paulo, 2002.

DANTAS FILHO, F. P. Contribuição ao estudo para aplicação do pó de serra da madeira em elementos de alvenaria de concreto não estrutural. São Paulo, 2004. Dissertação de mestrado – Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo, Universidade Estadual de Campinas.

DANTAS FILHO, F. P.; BRITO, L. A. Análise das características mecânicas, térmicas e acústicas de blocos de concreto produzidos com areia e pó de serra: uma alternativa ambiental. Anais do 10º Encontro Brasileiro em Madeiras e Estruturas de Madeira. São Paulo, 2006.

DELVASTO, S.A.; GUTIERREZ, R.; LOPEZ, M.M. Como hacer tejas com fibra de fique. Departamento de materiales de ingeniería. Universidad del Valle, 1995.

FRANÇA, E. P. Apostila de argamassas – Materiais de construção, Departamento de Engenharia de Produção Civil - Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais. Belo Horizonte, 2002.

GAZOLA. A. P. Argamassas de assentamento e revestimento fabricadas com compósito de cimento-madeira: Serragem da madeira de Pinus Taeda. Santa Catarina, 2007. Trabalho de Conclusão de Curso- Curso de Engenharia Civil da Universidade do Sul de Santa Catarina

GRAM, H. E.; GUT, P. Directives pour le controle de qualite. St. Gallen, Skat/ BIT, 1994. 69 p. (Serie Pedagogique TFM/TVM: Outil 23).

GRAM, H. E.; NIMITYONGSKUL, P. Durability of natural fibres in cement based roofing sheets. Swedsh Cement&Concrete Research Inst., Sweden - Journal of Ferrocement, v. 17, n. 4, PP. 321, 1987

GRANDI, L. A. C. O uso do pó de serra como material de construção em misturas secas e argamassa. 92f. Tese (Mestrado) - Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo, São Carlos, 1991

GRANDI, L. A. C. Placas pré-moldadas de argamassa de cimento e pó de serra. 128f. Tese (Doutorado) - Faculdade de Engenharia Agrícola, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 1995

GUIMARÃES, S.S. Vegetable fibre-cement composites, Proceedings of the second International Symposium on Vegetable Plants and their Fibres as Building Materials by RILEM 7, pp 98-107, Salvador, Bahia, 1990.

HANNANT, D. J. Fibre cements and fibre concretes. Toronto, 1978.

HEINRICKS, H.; BERKENKAMP, R.; LEMPFER, K.; FERCHLAND, H.-J. Global review of technologies and markets for building materials. In: INTERNATIONAL INORGANIC-BONDED WOOD AND FIBER COMPOSITE MATERIALS CONF., 7., Sun Valley, 2000.

ISO-834-1- Fire Resistance Tests – Elements for Building Construction – part 1: General Requirements, 1999

LEVY, S. M. Contribuição ao estudo da durabilidade de concretos, produzidos com resíduos de concreto e alvenaria. São Paulo, 2001. p. 199. Tese (Doutorado). Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. PCC. USP.

MATOSKI, A. Utilização de pó de madeira com granulometria controlada na produção de painéis de cimento-madeira. (Tese) Curso de Pós-graduação em Engenharia Florestal, Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2005. MEHTA, P. K; MONTEIRO, P. J. M. Concreto: Estrutura, Propriedades e

Materiais. São Paulo: Pini, 1994.

MOSLENI, A. A. & AHN, W. Y. Examination of Wood-portland Cement Bonds. Wood Science v.13 n2, p77-82,1980

MOSLEMI, A. A.; GARCIA, J.F. ; HOFSTRAND, A . D. Effect of various treatrataments and additives on wood. Portland cement – water system. In: Wood and Fiber Science. V.15 (2). p.164-176. 1983

NINCE, A. A. e FIGUEIREDO, A. D. Concreto expostos às altas temperaturas. Boletim Técnico da Escola Politécnica da USP, Departamento de Engenharia de Construção Civil, BT/PCC/494 - 31 p. São Paulo: EPUSP, 2008.

NISBET, M.; VENTA, G. J. Fiber-cement in the U.S.A.: past, present and the future. In: Inorganic-bonded wood and fiber composite materials, 7., Sun Valley, 2000.

PETRUCCI, E.G.R. Matérias de construção 12° ed. São Paulo: Globo 1998.

RILEM LC2. Functional classification of lightweight concrete, vol. 11, 1978. p. 281–3.

ROWELL, R. M. Utilization of recycled agriculture-based fiber for composites. Washington, 1994.

SALES, A.; SOUZA, F. R.; ALMEIDA, F. C. R. Mechanical properties of concrete produced with a composite of water treatment sludge and sawdust, Construction and Building Materials, Volume 25, Issue 6, June 2011, Pages 2793-2798, ISSN 0950-0618, DOI: 10.1016/j.conbuildmat.2010.12.057, 2011.

SALES, A.; SOUZA, F. R.; SANTOS, W. N.; ZIMER, A. M. and COUTO, F. A. R. Lightweight composite concrete produced with water treatment sludge and sawdust: thermal properties and potential application, Constr Build Mater 24 (2010), pp. 2446–2453.

SANADI, A.R.; CAULFIELD, D. F.; JACOBSON, R. E. Agro-Fiber Thermoplastic Composites. Lewis Publishers, 1997. Pages 377-401: Chapter 12, In: Paper and compósitos from agro-based resources. Boca Raton: CRC Press.

Disponível no site: http://www.fpl.fs.fed.us/documnts/Properties_products.htm Acessado em

Junho de 2008.

SAVASTANO JR., H., MALDONADO; Y.J.S., JOHN; V.M., DIAS, C.M.R. The potential of extrusion process for building fiber cement materials using FGM concept. In: MULTISCALE AND FUNCTIONALLY GRADED MATERIALS CONFERENCE, 2006.

SAVASTANO JR, H.; AGOPYAN, V. Fibras naturais para produção de componentes construtivos, FZEA-USP e EP-USP, 1999.

SAVASTANO JR., H. Materiais a base de cimento reforçados com fibra vegetal: Reciclagem de resíduos para a construção de baixo custo 2000. 187 f. Tese (Livre Docência) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo, São Paulo.

SAVASTANO JR., H.; LUZ, P. H. C.; NOLASCO, A. M. Seleção de resíduos de alguns tipos de fibra vegetal, para reforço de componentes de construção. In: ENCONTRO NACIONAL SOBRE EDIFICAÇÃOES E COMUNIDADES SUSTENTÁVEIS, 1., Canela, 1997. Anais. Porto Alegre, Antac, 1997.p.107- 120.

SAXENA, M.; MORCHALE, R. K.; MESHRAM, A. N.; KHAZANCHI, A. C. Development of sisal sement composites as substitute for asbestos cement

components for roofing. In: International Symposium on fibre reinforced cement and concrete. Sheffield, 1992.

SIDDIQUE, R. Properties of concrete incorporating high volume of class F fly ash and san fibers. Cement and Concrete Reserch, 2004;34(1):37–42.

SILVA, V. P.; VARGAS, M. R. e Ono, R. Prevenção contra incêndio no Projeto de Arquitetura - Rio de Janeiro: IABr/CBCA, 2010. 72p.

SILVA, V. P. “Estruturas de aço em Situação de Incêndio”. 256p. Zigurate Editora. São Paulo. 2001.

STANCATO, A. C. Determinação da condutividade térmica e da resistência mecânica em argamassa leve. 2000. 155f. Dissertação (Mestrado). Universidade Estadual de Campinas, Campinas.

TOLEDO FILHO, R. D.; Materiais não convencionais para construções rurais. Campina Grande, 1997.

TURGUT, P. and ALGIN, H. M. Limestone dust and wood sawdust as brick material, Building and Environment, Volume 42, Issue 9, September 2007, Pages 3399-3403.

TURGUT, P. Cement composites with limestone dust and different grades of wood sawdust, Build. Environ. 42 (2007), pp. 3801–3807.

VALLE, C. E. Qualidade Ambiental: o desafio de ser competitivo protegendo o meio ambiente. São Paulo, 1995.

VARGAS, M. R. e SILVA, V. P. Resistência ao fogo das estruturas de aço - Rio de Janeiro: IBS/CBCA, 2003. 78p.

WEI; TOMITA. Effects of five additive materials on mechanical and dimensional properties of wood cement-bonded boards. Tokyo: The Japan Wood Research Society, 2000.

WIHERSAARI, M. Evaluation of greenhouse gas emission risks from storage of wood residue, Biomass Bioenergy 28 (2005), pp. 444–453.

Benzer Belgeler