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Geri Ödeme Politikası

Belgede SERTİFİKA UYGULAMA ESASLARI (sayfa 65-0)

9. DİĞER TİCARİ VE HUKUKİ KONULAR

9.1. Ücretler

9.1.5. Geri Ödeme Politikası

O Ensino da Pronúncia por Meio do Computador - EPMC - deve estar fundamentado explicitamente em alguma teoria sobre aquisição de L2 assim como em um método ou abordagem para o ensino de línguas. Neri, Cucchiarini e Strik (2002) apontam que muitos softwares educativos impressionam os usuários por fazerem uso de sistemas atraentes, sem que cumpram com requisitos pedagógicos apropriados para o ensino da pronúncia.

Portanto, compreendemos que qualquer material didático voltado para o desenvolvimento da pronúncia de uma L2 deva abordar aspectos fonológicos seguindo os princípios da Abordagem Comunicativa (CELCE-MURCIA et al., 2010), tendo, assim, o potencial de desenvolver a pronúncia da língua inglesa. Consequentemente, vemos a necessidade de, ao avaliarmos softwares para o ensino da pronúncia, averiguarmos se os princípios da Abordagem Comunicativa (CELCE-MURCIA et al., 2010) são seguidos por esses softwares.

Alguns softwares trabalham a pronúncia de forma descontextualizada, apresentando somente exercícios de repetição meramente mecânicos e não significativos (PENNINGTON, 1996). Há softwares que disponibilizam apenas um único modelo de pronúncia, feminino ou masculino, e uma única variedade linguística, limitando o insumo recebido pelo usuário, sua percepção e produção. A falta tanto de modelos como de variedades linguísticas diversas pode fazer com que o computador forneça ao usuário um

feedback falso sobre sua pronúncia. Um problema apontado pelo computador na pronúncia de um usuário pode ser na verdade uma variedade linguística que o computador não reconhece (LEVIS, 2007).

Assim, cremos que softwares para o desenvolvimento da pronúncia de uma L2 devam permitir que o usuário escolha entre um modelo masculino ou feminino de voz assim como um modelo de variedade linguística tomado por base. Daí a necessidade de verificarmos a opção de escolhas desses modelos dada por esses softwares na análise de softwares para o esnsino da pronúncia, verificarmos a opção de escolhas desses modelos dada por esses

softwares.

O modo com que o usuário recebe feedback sobre sua pronúncia deve ser de fácil compreensão. O usuário deve ser capaz de entender através do feedback recebido pelo computador que aspectos fonológicos precisam ser trabalhados. Apesar de o feedback poder ser fornecido de várias maneiras pelo computador, as mais comuns são as que se utilizam de

feedback visual como espectrogramas, formas de onda e traçados do tom de voz. Muitos desses displays, para serem interpretados, requerem um treinamento especializado que um professor de pronúncia, em geral, não é capaz de fornecer (LEVIS, 2007).

Por conseguinte, julgamos que softwares para o desenvolvimento da pronúncia de uma L2 devam fornecer feedback de fácil compreensão para o usuário, possibilitando ao usuário compreender que aspectos fonológicos precisa trabalhar. Desse modo, consideramos necessário averiguarmos a forma com que o feedback é fornecido por eles.

Entretanto, primeiramente, para que o computador seja capaz de analisar e fornecer feedback sobre a pronúncia do usuário, é necessário que a sua fala seja registrada através de um Mecanismo de Reconhecimento Automático de Fala (MRAF). De acordo com Derwing, Munro e Carbonaro (2000), versões atuais desses mecanismos têm analisado de forma bastante precisa (95%) a pronúncia de falantes nativos da língua inglesa; mas, ao analisar a pronúncia de falantes não nativos, o nível de precisão das análises cai para aproximadamente 70%. Segundo esses autores, o problema de imprecisão desses mecanismos é que eles não são desenvolvidos para falantes não nativos.

Neri, Cucchiarini e Strik (2002) também falam das muitas limitações que um MRAF pode apresentar quando usado no Ensino da Pronúncia Mediado por Computador (EPMC). Segundo os autores, dois enunciados com o mesmo conteúdo, por mais bem pronunciados que sejam, ao serem analisados por um MRAF, podem apresentar displays em forma de onda ou espectrogramas diferentes um do outro, não fornecendo, assim, feedback de fácil compreensão para o usuário. Para esses autores, antes de tudo, o feedback deve ser dado para o usuário de forma que ele possa compreendê-lo facilmente. O feedback deve também apontar os erros do usuário de forma explícita e direcioná-lo para as áreas em que ele apresenta problemas.

Por isso, cremos que softwares para o desenvolvimento da pronúncia de uma L2 devam, além de fornecer ao usuário feedback de fácil compreensão, sinalizar explicitamente os erros cometidos pelo usuário e direcioná-lo às áreas em que ele apresenta problemas. Assim, avaliamos como o feedback é mostrado ao usuário por esses softwares.

Outra limitação de um MRAF, apontada por Neri, Cucchiarini e Strik (2003), é a sua calibração restringida à fala dos falantes de L1, o que pode levar um MRAF a não reconhecer a fala de falantes de L2, por mais inteligível que seja. O ideal seria que um MRAF fosse capaz de reconhecer diferentes variedades da língua alvo, independentemente da variedade linguística do falante e de barulhos do ambiente externo (KIM, 2006).

Dessa forma, compreendemos que softwares para o desenvolvimento da pronúncia de uma L2 devam utilizar um MRAF que reconheça toda fala inteligível, sendo necessário para isso que esses softwares permitam calibrar o MRAF de acordo com a nacionalidade, região e sexo do usuário, desconsiderar disfluências/hesitações e não ser sensível a barulhos do ambiente externo. Daí a necessidade de verificarmos o MRAF e a calibração desse mecanismo permitida por esses softwares, ao avaliarmos softwares para o enssino da pronúncia.

O EPMC poder ocorrer em laboratórios de língua, que permitem o professor acompanhar vários usuários em diferentes computadores ao mesmo tempo. O professor pode orientar os usuários sobre a melhor forma de utilização do computador, revisar a análise feita pelo computador da pronúncia dos usuários, comparar a análise de um usuário com outro, assim como também fornecer feedback aos usuários. Para isso, conforme Levis (2007), é necessário que o professor tenha compreensão básica sobre tecnologias utilizadas no ensino da pronúncia, saiba do potencial e das limitações que essas tecnologias apresentam para poderem avaliar o seu uso.

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