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Genomik DNA Örnekleri ile Yapılan Beş’li Çalışmalar

3. GEREÇLER VE YÖNTEMLER

4.5 Genomik DNA Örnekleri ile Yapılan Beş’li Çalışmalar

A Tabela 3.1 mostra todas as variáveis que compõem o modelo integrado clima-

Nome da Variável Símbolo

Modelo do Clima ∆TM

1 Concentrações Atmosféricas de GEE Con(t)

2 Forçamento Radiativo ∆F(t)

3 Elevação de Temperatura de Equilíbrio ∆TEq(t) 4 Elevação de Temperatura Realizada ∆T(t)

Modelo Econômico e de Emissões EMi(k)

5 Intensidade de carbono σi(k)

6 Emissões Nacionais Ei(t)

7 Produto Interno Bruto PIBi(t)

Modelo de Danos Climáticos DMi(k)

8 Função Dano di(t)

9 Danos Climáticos Di(t)

10 Danos Evitados ∆Di(t)

11 Danos Climáticos Totais DTOTi (k,HP(k))

Modelo de Custos de Abatimento CMi(k)

12 Função Custo de Abatimento ci(t)

13 Custos de Abatimento Ci(t)

14 Custos Totais de Abatimento CTOTi (k,hp(k)) Perda Social

15 Função Perda Social psi(t)

16 Perda Social PSi(t)

17 Perda Social Total PSTOTi (k,hp(k),HP(k))

Tabela 3.1: Nome das variáveis de cada sub-modelo do modelo integrado e os símbolos usados para cada uma.

(k) MAIi

Nome do Parâmetro Símbolo Tipo

Modelo do Clima ∆TM

1 Taxa de Assimilação de CO2 na Atmosfera δE Certo

2 Taxa de Absorção de CO2 pelo Oceano δM Certo

3 Sensibilidade Climática SC Incerto

4 Difusividade Térmica do Oceano β Incerto

Modelo Econômico e de Emissões EMi(k)

5 Taxa de Mudança Natural da Intensidade de

Carbono σi

δ Certo

6 Taxa de Crescimento BAU do Produto Interno

Bruto i

y

δ Certo

Modelo de Danos Climáticos DMi(k)

7 Coeficiente da Função Dano bi Incerto

8 Expoente da Função Dano θi Certo

9 Taxa de Desconto δi Certo

Modelo de Custos de Abatimento CMi(k)

10 Coeficiente da Função Custo de Abatimento ai Incerto

11 Expoente da Função Custo de Abatimento ϕi(t) Certo

Tabela 3.2: Parâmetros usados nos sub-modelos do modelo integrado , onde estão indicados os quatro parâmetros que são considerados, neste trabalho, incertos e aos quais

(k) MAIi

associamos distribuições de probabilidades.

economia que cada agente usa para tomar suas decisões de abatimento. E a Tabela 3.2

mostra todos os parâmetros do modelo, indicando aqueles que são considerados neste

trabalho parâmetros incertos aos quais são atribuídas distribuições de probabilidades.

O modelo integrado clima-economia desenvolvido neste capítulo capacita cada

governo a fazer projeções em cada momento de decisão k. Para isso em cada momento k

ele atualiza seu modelo por observação direta dos valores das seguintes variáveis:

a) Concentração atmosférica de GEE: Con(k) . b) Elevação de Temperatura Realizada: ∆T(k).

c) Produto Interno Bruto:PIBi(k) d) Intensidade de carbono: σi(k).

A atualização dos valores das outras variáveis da Tabela 3.1 é feita mediante o cálculo

de seus valores em k. Em seguida o agente faz, para uma seqüência de anos, indo desde o

ano k até o ano k+HP(k), as projeções de todas as variáveis da Tabela 3.1.

Se considerarmos o caso em que o agente é um único tomador de decisões global, e

se em k existe um conjunto de m opções de abatimento de emissões,

, j =1,2,3,... , então para cada uma das opções projetará uma trajetória

para cada variável da Tabela 3.1. A esse grupo de trajetórias denominamos Cenário de

Evolução das Mudanças Climáticas com o modelo . O agente constrói então

Cenários de Evolução, um para cada opção da abatimento. Em seguida o agente

compara cada uma das perdas totais para o período de k a k+HP(k) e escolhe a menor,

maximizando o seu PIB ou aplica algum outro critério complementar (Ver Capítulo 5)

(Figura 3.10). 2 (k) m (k), i i ≥ (k) µij (k) mi (k) mi mi(k) MAI (k)i

Repete até esgotar Opções

(k) MAIi

k k+HP(k) Projeta Cenário

Figura 3.10: Diagrama representando o Ciclo Observação-Atualização-Projeção-Decisão que um governo global realiza em um único momento de decisão k com seu modelo integrado

. As projeções dos cenários vão de k a té k+HP(k).

Escolhe a Melhor Opção de Abatimento Fixa uma Opção de Abatimento Atualiza todas as Variáveis do Modelo Meio Ambiente de Base Opções de Abatimento

Se considerarmos N governos, N ≥ 2, percorrendo o ciclo de operação acima cada um deles deve considerar, além das suas opções de abatimento, as opções de abatimento de

todos os outros países, para poder gerar cenários de emissões globais para alimentar o

modelo climático e obter as suas conseqüências regionais. A complexidade da situação

aumenta bastante relativamente ao caso simples esquematizado acima. No Capítulo 6

abordaremos a situação geral quando introduzirmos as negociações para distribuir cotas de

emissões. Na Figura 3.11 vemos um painel de uma seqüência de projeções realizada por um

governo global, gerando e, cada momento k um Cenário de Evolução das mudanças

Figura 3.11:Da esquerda para a direita e de cima para baixo, vemos uma seqüência de projeções do PIB Líquido Global, levando em conta os danos climáticos. A curva vermelha refere-se ao PIB observado pelo agente até a data indicada na linha vermelha vertical. A curva azul claro indica a projeção feita por ele dentro do horizonte de antecipação. Notemos que esse horizonte aumenta ao longo do tempo. O alcance da antecipação termina na linha azul claro vertical. A curva preta mais longa é a projeção BAU, que prolongamos além do HP para que se possa ter uma referência visual do alcance das antecipações. (Gráficos gerados no Proclin)

CAPÍTULO 4

Mudanças Climáticas e Tomadas de Decisão Seqüencial Sob uma Cascata de Incertezas

4.1 Introdução

As decisões sobre o controle de gases de efeito estufa (GEE) não podem ser feitas

de uma vez por todas, e as decisões tomadas hoje serão reconsideradas nos anos futuros à

luz de novos dados e de maior entendimento sobre o problema. Este processo pode ser

caracterizado como uma tomada de decisão seqüencial sob incertezas.

No Capítulo 2 desenvolvemos a estrutura de um agente genérico representando um

tomador de decisões governamentais diante de opções de abatimento de emissões de GEE.

Mas o tratamento dado naquele capítulo às incertezas foi genérico, e se faz necessário dotar

os agentes decisores de uma metodologia para lidar com estas incertezas para poderem

decidir por uma ação de redução de emissões.

Neste capítulo expomos um método para tratar as incertezas em tomada de decisão

sobre as mudanças climáticas globais, cuja utilidade vai além do modelo do agente

desenvolvido neste trabalho. Sua utilidade reside na sua simplicidade e por tornar muito

transparente a cascata de incertezas desde a ciência do clima até a tomada de decisão de

políticas de mitigação. Este método é tradicionalmente utilizado em diversas áreas de

ciência, economia, finanças, área ambiental e administração empresarial e foi utilizado por

(VALVERDE; JACOBY; KAUFMAN 1998) como uma ferramenta para análise de

decisões em mudanças climáticas, a partir de simulações feitas em um modelo de análise

O método proposto por estes autores baseia-se na análise clássica de decisões

usando Diagramas de Influência, e apesar de usarem a ferramenta para os fins específicos

de seu modelo do MIT, ela pode ser generalizada para análises de decisões em mudança

climática global e regional aplicando-se a uma larga classe de modelos nessas áreas. A

seguir fazemos esta generalização e ao mesmo tempo incorporamos conceitos e métodos

que vêm sendo utilizados em modelagem integrada e no tratamento de incertezas de

mudanças climáticas. Para isto seguimos o tratamento dado por (VALVERDE; JACOBY;

KAUFMAN 1998), mas modificamos a sua análise em vários pontos a fim de ampliá-la e

aprofundá-la adequando-a a nosso propósito. De fundamental importância foi o trabalho de

(CLEMEN, 1991) para a parte teórica e metodológica, que foi a fonte também para os

autores citados. Ainda que este último autor não aborde o problema das mudanças

climáticas, ele fornece vários exemplos com a mesma estrutura de decisão do problema

tratado neste capítulo.

O objetivo de informar os formuladores de políticas exige que uma análise de

decisões seqüenciais esteja baseada em representações matemáticas relativamente simples

dos processos subjacentes às decisões. Para a metodologia apresentada abaixo,

consideramos que o tomador de decisões se apóia em modelos para lidar com sete

componentes: (1) a trajetória das emissões dos gases de efeito estufa; (2) o efeito dessas

emissões sobre as concentrações atmosféricas; (3) a tradução dessas concentrações em

forçamento radiativo; (4) a resposta do clima a esta forçante em termos de elevação de

temperatura; (5) os impactos dessas mudanças do clima, e (6) a valoração econômica desses

impactos, em termos dos danos, e finalmente (7) os custos implicados por uma decisão de

expostos no Capítulo 3 e se integram naturalmente à discussão que se seguirá, embora a

discussão seja genérica.

A seguir abordaremos o problema da tomada de decisões com incertezas usando

Diagramas de Influência (DI). Um diagrama de influência é uma ferramenta tanto

visualmente eficiente para comunicar as conexões entre as incertezas e os outros elementos

da decisão, quanto computacionalmente poderosa, e é um método particularmente útil

quando uma representação em árvore de decisão pode ter muitos nós e ramos que acaba

tornando-se fácil perder-se na “floresta”. Por ter estas qualidades, este tipo de diagrama

serve bem ao propósito de comunicar incertezas e conexões entre elementos chave da

estrutura de decisões em mudanças climáticas.

Para fornecer uma base para a discussão abaixo, começamos com um sumário da

notação e dos conceitos que fundamentam a representação de escolhas diante de incertezas.

Benzer Belgeler