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Semana 1 Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado Domingo Freqüência

Duração

Semana 2 segunda Terça quarta quinta sexta sábado domingo Freqüência

b) Solicite contato visual

Semana 1 Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado Domingo Resposta

Taxa %

Semana 2 Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado Domingo Resposta Taxa % 3. COMUNICAÇÃO a) Verbal – espontaneamente Palavras ou sons Falados espontaneamente Aproximação de Que palavra Em que circunstâncias Técnicas usadas para encorajar contato visual

b) Verbal – requisitada Palavras faladas Quando requisitadas

Aproximação de Que palavra

Indicações e gestos

Que tipo objetivo duração freqüência Técnicas aplicadas para aumentar

5) CONTATO FÍSICO

Tipo/qualidade do contato duração circunstâncias

6) MOTIVAÇÕES

7)PRINCIPAIS MUDANÇAS E NOVAS OBSERVAÇÕES * * * * * * *

8)TOPICOS PARA DICUSSÃO/PERGUNTAS 1 2 3 4 5 6 NOTAS:

Categorias adicionais que podem ser usadas com a sua evolução quinzenal

De tempos em tempos você vai querer atualizar a sua avaliação quinzenal. Quando a criança vai mudando é importante a sua avaliação também mudar para que a reunião possa ser útil e significativa. Nós sugerimos categorias adicionais que você pode adicionar se e quando elas puderem ser aplicadas a sua criança.

RESPOSTA A SER REQUERIDA COM GESTOS

Nós usamos esta categoria para descobrir se há certos gestos que nós usamos que parecem ajudar a criança a compreender uma requisição que fazemos. Nós descrevemos o gesto que fizemos abaixo de ¨que tipo¨ e a percentagem que a criança parece entender abaixo de %. Em ¨circunstâncias¨ nós escrevemos o que nós e a criança estávamos fazendo antes ou quando o gesto ocorreu. Desta maneira nós podemos ver se a criança responde mais frequentemente em uma circunstância em particular ( por exemplo, ¨Quando eu gesticulo com energia e peço a ele que caminhe para mim, ele o fez! Ou ¨Ele olhou mais quando eu segurei a comida na altura do meu rosto.¨).

CRIANÇA INICIOU INTERAÇÃO COM VOCE

Dia/tempo Que tipo Circunstâncias Quantas

vezes

As vezes a criança joga qualquer jogo que introduzimos, mas raramente inicia a interação conosco. Nós usamos esta categoria para procurar a freqüência e o tipo de interação que a criança inicia. O USO DE NEGOCIAÇÕES E TRATOS

Dias/tempo Exemplos

Ele/ela é receptivo? Ele/ela completa a tarefa?

Quando a criança fica mais interativa nós às vezes queremos fazer tratos com ela quando ela quer alguma coisa. Por exemplo, se nós queremos ensinar a criança a guardar após um jogo, nós vamos querer fazer um trato com a criança que quer brincar de pegar: “Vamos guardar o jogo primeiro e aí nós vamos brincar de pegar”. Devemos estar cientes de duas questões:

1) Se a criança está interessada em fazer um trato conosco, e 2) Se eles seguem o acordo que os dois fizeram?

PROCURAR BOTÕES

Crianças podem as vezes se engajar em certos comportamentos para tentar provocar reações em nós ...procurando botões em nós que eles possam apertar. Um exemplo disto pode ser uma criança que derrama água no chão para ver a mãe gritar. Não, não derrame a água! Nós anotamos o que a criança fez tentando provocar uma reação abaixo do “tipo” e quão freqüente a criança faz esta ação abaixo de “freqüência”.

COMPREENDENDO CONCEITOS OPTION Dia/tempo Conceito introduzido

Resposta/demonstrada compreensão

Para crianças que se comunicam com eficácia existe um número de princípios de amizade e

habilidades na vida que nós queremos apresentar á eles, para que possam desfrutar da vida e ter uma vida produtiva. Estes princípios estão listados NAS HABILIDADES AVANÇADAS DE

AMIZADE.

HABILIDADES ACADÊMICAS

Dia/tempo

Que tipo Circunstâncias

Matemática, leitura, soletrar, e outras habilidades acadêmicas podem ser seguidos usando esta categoria. Em “que tipo” nós escrevemos a habilidade especifica que a criança demonstra ou tenta fazer.

HABILIDADES DE AUTO AJUDA E HÁBITOS DE COMER Dia/tempo Vestir/ cuidados de

higiene

comer Habilidade de

Nós usamos esta categoria ver as habilidades auto ajuda como se vestir, ir ao banheiro e escovar os dentes. Comer descreve o que a criança comeu ou se este é um alimento novo, se a criança provou, olhou e se deu para outra pessoa, etc. Quão interativa é a criança enquanto come? Nós medimos isto em porcentagem (100%,50%,etc.).

TRANSIÇÕES

Dia/ tempo Circunstâncias Reação

Para algumas crianças pode ser um desafio quando uma pessoa deixa o quarto de brincar e outra entra. Para estas crianças, nós usamos esta categoria para ver como a criança responde à transição.

TREINAMENTO

Dando feedback para seus voluntários faz parte de seu programa son-rise, fazendo a diferença entre ter babás e ter facilitadores poderosos e eficientes. As próximas páginas ajudarão você a oferecer o treinamento necessário para seus voluntários.

Primeiro estágio: treinamento básico para voluntários na página acerca das aulas a ser usada com voluntários. Era originalmente usada para avaliar as pessoas durante o primeiro ano de treinamento. Comumente cada professor trabalhando com um voluntário que preencheria um formulário a cada três meses. A informação era então revisada para ver até que ponto do treinamento o voluntário chegava e os pontos a serem focados para continuar.

Muitas famílias têm usado o primeiro estágio – formulário do treinamento básico - como tópicos a serem cobertos nos treinamentos de seus voluntários. Você também pode dar cópias a seus voluntários e pedia a eles que façam uma auto-avaliação. Isso lhe vai lhe dar um insight de como eles se vêem no processo de treinamento e na participação. Novamente isso é nossa forma genérica a qual você pode modificar para as circunstâncias da sua criança.

Lembre-se que isso não é uma lista de regras ou estruturas que devem ser necessariamente seguidas.

FEEDBACK DO TREINAMENTO

O feedback do treinamento é o pilar do programa:

 INTENÇÃO: é dar assistência a essa pessoa para que ela seja mais forte e que tenha mais habilidade para lidar com a criança para criar uma visão comum e direcionada.

 ATITUDE: Pensamento: quanto mais eu vejo mais eu aprendo. Com o tempo as observações e o feedback vão me tornar mais poderoso diretor da criança na sua evolução no programa.

Sentimentos: devem ser que dê suporte, aceite desafio, destemido – ser capaz de pedir diretamente o que você quer para o seu filho/ estudante de seus voluntários.

 AÇÃO:

1. Orientação: peça para seus voluntários assistir aos filmes, ouvir os CDS e

Benzer Belgeler