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D. GS HSAS (devamı) Satış Opsiyonu

28. GEÇMİŞ YILLAR KARI / ZARARI

A avaliação de títulos e valores mobiliários tem sido objeto de muita discussão nos Estados Unidos. O pronunciamento do FASB, SFAS 12 –

Accounting for Certain Marketable Securities, de dezembro de 1975, ao abordar

os antecedentes históricos da contabilização de títulos, destaca que, por muito tempo, ela foi realizada de forma inconsistente pelas companhias.

Inicialmente, a legislação norte-americana, por meio do Accounting

Bulletins, restringia a contabilização ao determinar que, no caso dos títulos,

quando o valor de mercado for menor do que o custo num montante significativo e for evidente que o deságio no valor de mercado não é decorrente de condições temporárias, o montante a ser contabilizado nos ativos correntes não dever exceder o valor de mercado. A norma, porém, não esclarecia se era permitida a contabilização da valorização dos títulos que tinham sofrido um deságio no passado, ou seja, se era permitida a contabilização de uma recuperação no valor de mercado dos títulos.

Posteriormente, o APB Opinion 18, The Equity Method of Accounting for

Investments in Common Stock, estabeleceu critérios para a contabilização dos

investimentos pelo método da equivalência patrimonial, nos casos em que o investidor tenha influência significativa sobre a investida. Adicionalmente, uma série de diretrizes de auditoria e contabilidade do AICPA estabeleceu práticas contábeis específicas para alguns setores industriais. Nesse contexto, algumas empresas contabilizavam os títulos pelo custo, algumas pelo valor de mercado e outras pelo custo ou mercado, dos dois o menor, e outras, ainda, aplicavam mais de um desses métodos para diferentes classes de títulos.

Essa situação, evidentemente, prejudicava a comparabilidade das demonstrações. Nos períodos em que houve um declínio acentuado no valor de mercado dos títulos, as companhias que avaliavam pelo custo, possuíam um valor registrado em excesso, comparando-se com o valor de mercado. Por outro lado, para as companhias que contabilizaram uma perda para refletir a queda do valor de mercado, a recuperação do valor de mercado fez com que seus títulos fossem registrados por montantes abaixo, tanto de custo, quanto de valor de mercado.

Com o intuito de reduzir a diversidade existente no tratamento contábil dos títulos, o FASB publicou o pronunciamento SFAS 12, que tratava da contabilização das ações negociáveis em mercado. O pronunciamento não contemplava o investimento em ações em que o investidor detenha mais do que 20% das ações com direito a voto da investida, que devia ser contabilizado pelo método da equivalência patrimonial, conforme definido no APB Opinion 18. O pronunciamento, também, não se aplicava a certas indústrias que possuíam regras específicas para a contabilização de títulos negociáveis em mercado,

como, por exemplo, companhias de investimento, corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários e companhias de seguro dos ramos vida e patrimonial.

O SFAS 12 estabelecia que o valor registrado de ações negociáveis em mercado deve ser o menor entre o custo histórico ou valor de mercado (LOCOM –

Lower of Cost or Market), definidos na data de balanço. O pronunciamento

estabelecia as seguintes regras para o reconhecimento dos ganhos e perdas: - Os ganhos e perdas realizados devem ser reconhecidos no resultado do

período em que ocorrerem;

- Ajustes a valor de mercado da carteira de ações registrada como ativo corrente (prazo de um ano ou ciclo operacional da empresa, o que for mais longo) devem ser reconhecidos no resultado operacional do período e

- Ajustes a valor de mercado da carteira de ações registrada como ativo não corrente (períodos maiores que um ano ou ciclo operacional da empresa) devem ser incluídos em um item destacado do Patrimônio Líquido, se o declínio no valor de mercado for considerado temporário. Entretanto, se a perda de valor da ação for outra que não temporária, os ajustes devem ser reconhecidos no resultado do período, passando o valor ajustado a ser a nova base de valor de custo.

O método de avaliação do custo ou mercado, dos dois o menor, reconhece as perdas não realizadas, quando o valor de mercado for inferior ao de custo e os ganhos não realizados, que resultem de uma recuperação do valor de mercado, até o valor de custo. Porém, se o valor de mercado superar o de custo, o ganho não deve ser reconhecido.

Em artigo no qual examinam o SFAS 12 dentro do contexto da estrutura básica da contabilidade, Foran e Foran (1987, p. 45) criticam a utilização do LOCOM como forma de mensuração de ativos, pois esse método somente fornece uma apresentação do fluxo de caixa adequada e, conseqüentemente, informação útil, quando o valor de mercado for menor que ou igual ao valor de custo do título. Porém, o método será deficiente se o valor de mercado for superior ao de custo, porque custo e não valor de mercado será incluído no ativo

total e, na opinião dos autores, o valor de mercado apresenta de forma mais apropriada o fluxo de caixa a ser realizado.

Foran e Foran (1987, p. 45) afirmam, ainda, que a utilização do LOCOM abre uma possibilidade para as empresas manipularem os seus resultados. Uma empresa que deseje postergar o reconhecimento de receitas, manteria em carteira os títulos com valor de mercado superior ao do custo. Por outro lado, uma empresa que deseje apresentar um resultado melhor, venderia os títulos com valor de mercado superior ao do custo, reconheceria o ganho resultante e, então, após a data do balanço recompraria títulos idênticos ou similares. Dessa forma, o LOCOM ignora a realidade econômica e distorce a tendência dos lucros por não reportar mudanças de valor quando elas ocorrem.

Em junho de 1982, o FASB emitiu o pronunciamento SFAS 60 -

Accounting and Reporting by Insurance Enterprises, estabelecendo que os bônus

(bonds) devem ser reportados pelo custo amortizado, se a seguradora tiver a habilidade e intenção de manter o bônus até o vencimento e se não ocorrer um declínio no valor de mercado dos bônus que não seja temporário. Se a seguradora tem a intenção de negociar os bônus de forma ativa e, portanto, não tem a intenção de mantê-los até o vencimento, deve reportá-los pelo valor de mercado e alterações temporárias no valor de mercado dos bônus devem ser reconhecidas como ganhos ou perdas não realizados.

O SFAS 60 estabelece, ainda, que as ações ordinárias e as preferenciais não resgatáveis devem ser reportadas pelo valor de mercado e alterações temporárias no valor de mercado desses títulos devem ser reconhecidas como ganhos ou perdas não realizados. Ações preferenciais que pelas suas cláusulas devam ser resgatadas pelo emissor devem ser reportadas pelo custo, se a seguradora tiver a habilidade e intenção de manter a ação até a data do resgate e não ocorrer um declínio no valor de mercado que não seja temporário.

O SFAS 60 utilizou os termos habilidade e intenção de manter até o vencimento; já, o SFAS 65 - Accounting for Certain Mortgage Banking Activities, emitido em setembro de 1982, utilizou os termos habilidade e intenção de manter os bônus por um período futuro previsível (foreseeable future) ou até o vencimento. Esse pronunciamento estabelece que os títulos garantidos por

hipoteca (mortgage-backed securities) mantidos para venda devem ser reportados pelo custo ou mercado, dos dois o menor, definidos na data de balanço. A transferência dos títulos para a classificação de investimentos de longo prazo deve ser efetuada pelo custo ou mercado, dos dois o menor e qualquer diferença entre os valores deve ser amortizada pela vida útil do título. Um título garantido por hipoteca não deve ser classificado como investimento de longo prazo a não ser que a instituição tenha a habilidade e intenção de manter o título por um período futuro previsível ou até o vencimento.

Johnson e Swieringa (1996, p. 152 e 153) apresentam algumas diretrizes do AICPA (Audit of Banks, Audit of Credit Unions e Savings and Loans

Associations) nas quais os termos “numa base de longo prazo”, “futuro previsível”

e “mantido até o vencimento” são utilizados para estabelecer quando os títulos devem ser registrados pelo custo amortizado. O critério da habilidade e intenção de manter até o vencimento ou algum período futuro foi o padrão em uso por muito tempo. Historicamente esse padrão existiu num período em que havia pouco incentivo, exceto por questões tributárias, para a negociação dos títulos. A exigência para se manter até o vencimento tinha pouco impacto econômico nas empresas pois um resultado positivo podia ser obtido com razoável segurança num ambiente em que as taxas de juros eram regulamentadas.

Porém, segundo Johnson e Swieringa (1996, p. 153), conforme o ambiente foi mudando e as oportunidades e incentivos para a negociação aumentaram, as normas existentes tornaram-se inadequadas e inconsistentes.

Como resultado das mudanças econômicas e exigências regulamentares houve um crescimento da volatilidade das taxas de câmbio, de juros e outros índices de mercado, o que provocou um aumento dos riscos de mercado, de crédito e de liquidez. Para gerenciar esses riscos foram criadas novas técnicas de gerenciamento de riscos, como, por exemplo, a negociação ativa dos títulos. Manter todos os títulos até o vencimento passou a ser considerada uma prática inadequada de administração pois não maximizava o potencial de ganhos da empresa.

Nesse contexto, a ausência de orientações uniformes de contabilização permitiu que a aplicação do custo histórico fosse realizada de forma inconsistente.

Em 1988, o Office of the Comptroller of the Currency (OCC) emitiu uma circular para os bancos, identificando certas práticas de investimento consideradas inadequadas e especificou que títulos adquiridos em conexão com aquelas práticas, normalmente, não poderiam ser classificados na carteira de investimento e, conseqüentemente, não deveriam ser reportados pelo custo histórico.

Munter et al (1994, p. 43) afirmam que muitas entidades venderam títulos de dívida da carteira de investimentos não correntes (registrados pelo custo histórico), reportando ganhos e mantiveram em carteira somente os títulos com perdas não realizadas. Essa prática, conhecida como ganhos com negociação (“gains trading”), foi muito criticada pelos reguladores, tais como o Federal

Deposit Insurance Corporation e outros membros da comunidade de

investimentos.

Parks (1993, p. 50) ressalta que, em função do modelo de contabilização para instrumentos de dívida ter sido desenvolvido em tempos mais simples, a continuidade de sua relevância tem sido questionada, particularmente no caso dos títulos mantidos pelo valor do custo. Padrões contábeis que permitem que as demonstrações contábeis superestimem de forma significativa o valor econômico de um empreendimento – como foi o caso de muitos bancos que quebraram – são objeto de várias criticas.

Assim, cada vez mais, a contabilização dos títulos pelo custo histórico passou a ser objeto de críticas por parte dos profissionais contadores e da Comissão de Valores Mobiliários (SEC). Para muitos, a utilização do valor de mercado representaria de forma mais consistente a real situação das empresas, especialmente das instituições financeiras.

A utilização do valor de mercado, entretanto, conforme relatam Johnson e Swieringa (1996, p. 156), foi objeto de algumas ressalvas, como o estudo realizado pelo Federal Financial Institutions Examination Council (FFIEC), em agosto de 1983, apontando que, no geral, os resultados dos bancos eram relativamente estáveis quando mensurados pelo custo histórico; porém, muito voláteis quando ajustados com ganhos e perdas decorrentes do valor de mercado.

Nessa mesma linha de raciocínio, existe, ainda, a carta que Alan Greenspan, Chairman of the Board of Governors of Federal Reserve System

(Board), escreveu para a SEC em novembro de 1990, apontando uma série de

preocupações sobre a utilização do valor de mercado. Greenspan afirmava que o

Board acreditava que o valor de mercado traz uma série de questões

significativas que precisam ser resolvidas antes de se considerar a implementação dessa metodologia, no todo ou em parte, para as organizações bancárias. Uma das questões é que somente cerca de um terço dos ativos bancários possuem valor de mercado disponível. Assim, a utilização do valor de mercado para todos ou para um montante significativo dos títulos pode resultar numa volatilidade nos resultados, que não é indicativa da real condição financeira dos bancos. Adicionalmente, a adoção do valor de mercado para portfólios de investimento, também, pode afetar o montante de títulos que os bancos estejam dispostos a manter em carteira, podendo provocar, em conseqüência, uma volatilidade no mercado de títulos.

Após várias discussões sobre que ações seriam adotadas, o FASB decidiu, formalmente, em junho de 1991, incluir um projeto na sua agenda técnica, requerendo que os investimentos em títulos com valor de mercado e talvez outros ativos financeiros sejam mensurados ao valor de mercado. Em setembro de 1992, a proposta “Accounting for Certain Investments in Debt and

Equity Securities” foi publicada para comentários, por um período de 90 dias.

Finalmente, em maio de 1993, o FASB emitiu o pronunciamento SFAS 115 Accounting for Certain Investments in Debt and Equity Securities, que abrange a contabilização de investimentos em ações que tenham valor justo prontamente determináveis e todos os investimentos em títulos de dívida. O SFAS 115 revogou o SFAS 12 e alterou parágrafos dos pronunciamentos SFAS 60 e SFAS 65. O pronunciamento tornou-se efetivo para o ano fiscal iniciando-se após 15 de dezembro de 1993.

O SFAS 115 alterou as práticas de contabilização, ao expandir a sua aplicação aos investimentos em ações e a praticamente todos os títulos de dívida e ao determinar a mensuração dos títulos a valor justo, ao invés do custo ou mercado, dos dois o menor, utilizado anteriormente.

De acordo com o pronunciamento SFAS 115, os títulos são classificados em três categorias:

- Mantidos até o vencimento: títulos de dívida que a empresa tenha a habilidade e intenção de manter até o vencimento, devendo ser registrados ao custo amortizado.

- Negociação: títulos de dívida e patrimoniais comprados e vendidos para realizar lucros de curto prazo, devendo ser registrados a valor justo. Ganhos ou perdas não realizados devem ser incluídos na demonstração de resultados. - Disponível para venda: títulos de dívida e patrimoniais que não foram

designados para uma das categorias anteriores, devendo, também, ser registrados pelo valor justo. Porém, os ganhos e perdas não realizados, líquido dos efeitos tributários, são registrados em um componente separado do patrimônio líquido.

O SFAS 115 mostrou-se ser mais evolucionário do que revolucionário. Ele, provavelmente, não irá agradar àqueles que desejavam manter o status quo e nem àqueles que desejavam uma mudança para o futuro, com uma contabilização a valor de mercado de forma mais abrangente (PARKS, 1993, p. 52).

Sob as regras estabelecidas pelo SFAS 115 ainda é possível que as empresas manipulem os seus resultados. Por exemplo, se a empresa desejasse melhorar o seu resultado, ela poderia vender títulos classificados como disponíveis para venda, cujo valor de mercado estivesse superior ao custo, reconhecendo um ganho na demonstração de resultados do período. Dessa forma, os ganhos não realizados dos títulos dessa categoria seriam revertidos do componente separado do patrimônio líquido e reconhecidos como receita do período.

Wampler e Phillips (1994, p. 47) destacam que o SFAS 115 não soluciona o problema da manipulação dos resultados e, de certo modo, pode até facilitar a administração do resultado. Por exemplo, a reclassificação de um título para a categoria de negociação exige o reconhecimento no resultado de qualquer ganho ou perda não realizado. Enquanto as regras anteriores exigiam a venda do título

para manipular o resultado, a nova regra cria o potencial para administrar o resultado baseado somente na mudança da intenção declarada de venda.

O problema básico é analisar qual método reflete a condição atual de uma entidade de forma mais apropriada. As normas contábeis não deveriam ser utilizadas para suavizar os resultados. Se a estratégia de investimento e financiamento de uma empresa é particularmente sensível às mudanças nas taxas de juros, as suas demonstrações contábeis deveriam representar o resultado dessa estratégia de forma verdadeira, mesmo que os resultados apresentassem maior volatilidade. A contabilização a valor justo atinge esse objetivo ao reconhecer os ganhos e perdas quando eles ocorrem, ao invés de quando a administração decide reconhecê-los (WAMPLER; PHILLIPS, 1994, p. 47).

Apesar do problema de manipulação dos resultados não ser resolvido, o SFAS 115 representa uma evolução na contabilização dos títulos, por eliminar a disparidade de contabilização existente entre as indústrias e por eliminar a falta de imparcialidade do método do custo ou mercado, dos dois o menor. O método do custo ou mercado, dos dois o menor é imparcial pois utiliza o valor de mercado somente quando esse for inferior ao valor de custo.

Thompson (1994, p. 38) destaca que o pronunciamento responde às críticas relacionadas à relevância dos dados das demonstrações contábeis. Muitos usuários das demonstrações contábeis são críticos à contabilização pelo custo amortizado, argumentando que o valor de custo não é relevante.

Por outro lado, os opositores da contabilização a valor justo defendem que esse não é relevante para títulos de dívida que sejam mantidos até o vencimento e a avaliação de somente alguns ativos a valor justo, sem os passivos relacionados, pode resultar numa volatilidade dos resultados não apropriada. Essas críticas fizeram com que o FASB mantivesse a contabilização pelo custo amortizado para os títulos de dívida que sejam mantidos até o vencimento e excluísse da demonstração de resultados os ganhos e perdas não realizados com títulos da categoria de disponíveis para venda.

Wampler e Phillips (1994, p. 49) acreditam que a utilização da contabilização a valor justo para todos os títulos de dívida não só seria mais

consistente, como iria simplificar a contabilização dos títulos, ao eliminar muitas complexidades que permanecem sob o SFAS 115 – por exemplo, avaliar a intenção da administração ou decidir quando um declínio no valor é “outro que não temporário”. Embora alguns problemas de contabilização adicionais possam surgir, as vantagens da contabilização a valor justo para títulos – particularmente em termos de maior relevância da informação – supera as desvantagens. Segundo os autores, embora o SFAS 115 seja um passo na direção certa, a adoção completa da abordagem de valor justo para títulos irá resultar em demonstrações contábeis que refletem a realidade econômica da posição financeira da empresa de forma mais apropriada.

Em novembro de 1995, o FASB decidiu esclarecer algumas dúvidas na implementação do pronunciamento SFAS 115, através da guia “A Guide to

Implementation of Statement 115 on Accounting for Certain Investments in Debt and Equity Securities”. SHAY (1995) relata que o FASB, como parte desse

processo e levando-se em conta a interpretação severamente restritiva e literal adotada pela SEC na classificação dos títulos mantidos até o vencimento, decidiu permitir que cada instituição reconsiderasse a sua classificação de títulos. Essa foi uma oportunidade única para as instituições transferirem os títulos da categoria de mantidos até o vencimento, antes da publicação dos relatórios de 31 de dezembro de 1995, sem que fossem questionadas com relação à intenção e habilidade de manter os títulos até o vencimento.

Em junho de 1997, o FASB emitiu o SFAS 130 Reporting Comprehensive

Income (apresentação do resultado abrangente), que alterou a forma de

apresentação dos ganhos e perdas com títulos. O SFAS 130 estabelece que os ganhos e perdas não realizados com títulos da categoria disponíveis para venda devem ser registrados como outros resultados abrangentes. O resultado abrangente tem o propósito de reportar todas as alterações no patrimônio de uma empresa que resultem de transações reconhecidas e outros eventos econômicos do período, que não sejam transações com os acionistas. O resultado abrangente é definido no Concepts Statement 6 como a mudança no patrimônio de uma empresa, durante um período, decorrentes de transações e outros eventos e circunstâncias, de fontes externas aos proprietários. Em outras palavras, isso

inclui todas as alterações no patrimônio durante o período, exceto aqueles resultantes de investimentos efetuados pelos proprietários e distribuição de dividendos aos proprietários.

Benzer Belgeler