4. NÜKLEER T IP GÖRÜNTÜLEME YÖNTEMLERİ
4.5 Gamma Kameralar
Tendo como base nos resultados obtidos com o este estudo, novas pesquisas e estudos acadêmicos poderão ser realizados para melhor esclarecer as relações entre os temas experimentação, inovação e cultura organizacional. Desta forma, recomenda-se outras iniciativas, como:
Ampliar o escopo de aplicação da pesquisa, expandindo-a na avaliação de várias empresas para determinar um setor, que pode ser de uma região em comum ou de regiões diferentes;
Aplicar o escopo da pesquisa, considerando, além da percepção dos líderes, a opinião de colaboradores de outros níveis da organização, por meio de outros métodos de diagnóstico, visando propor uma comparação entre as diferentes percepções;
Aplicar o escopo da pesquisa, implementando experimentação na prática;
Implementar experimentação e medir o nível da cultura de inovação para propor mudanças estratégicas favoráveis à inovação;
Propor um modelo conceitual de inovação em empresas que utilize experimentação, considerando aspectos da cultura organizacional.
56 REFERÊNCIAS
ABNT. NBR ISO 9004:2010. Gestão para o sucesso sustentado de uma organização — Uma abordagem da gestão da qualidade. Associação Brasileira de Normas Técnicas. Rio de Janeiro, 2010.
AGUIAR, S. Integração das Ferramentas de Qualidade ao PDCA e ao Programa Seis Sigma. Belo Horizonte: Editora de Desenvolvimento Gerencial, 2002.
ABERNATHY, W.; CLARK, K. B. Mapping the winds of creative destruction. Research Policy, v. 14, p. 3–22, 1985.
ANDERBERG, M. R. Cluster Analysis for Applications. Academic Press, New York, NY, 1973.
ARANDA ET. AL. Determinação dos parâmetros operacionais de uma inovação tecnológica através da utilização do Design of Experiments – DOE. Revista Liberato. Ano 8. v. 10, n. 10. p. 9–16, 2007.
BARBIERI, J. C. Organizações Inovadoras: estudos e casos brasileiros. São Paulo: FGV, 2004.
BASTIC, M.; LESKOVAR-SPACAPAN, G. What do transition organizations lack to be innovate? Kybernetes, v. 35, n. 7/8, 2006.
BOCK, A. J.; OPSAHL, T.; GEORGE, G.; GANN, D. M. The effects of culture and structure on strategic flexibility during business model innovation. Journal of Management Studies. v. 49:2, p. 279-305, 2012.
BOX G. E. P; HUNTER, J. S.; HUNTER, W. C. Statistics for Experimenters II. New York: Wiley, 2005.
CAMERON, K. S. Techniques for making organizations effective. In Daniel Druckman, Jerome Singer, and Harold Van Cott (eds.). Enhancing Organizational Performance. Washington D.C. National Academy Press. p. 39-64, 1997.
57 CAMERON, K. S.; QUINN, R. E. Diagnosing and changing organizational culture: based on the competing values framework. John Wiley & Sons, Inc: San Francisco, 2006.
CHEW, V. Experimental designs in industry. New York, John Wiley & Sons, Inc. p 1-58, 1957.
DOSI, G. Technological Paradigms and Technological Trajectories – a Suggested Interpretation of the Determinants and Directions of Technical Change. Research Policy. v. 11, p. 147–162, 1982.
DOSI, G. Sources, procedures, and microeconomic effects of innovation. Journal of Economic Literature, v. 26, p. 1120-1171, 1988.
DRUCKER, P. F. Innovation and Entrepreneurship: Practice and Principles. Harper Business, New York: NY, 1985.
FAGERBERG, J. Schumpeter and the revival of evolutionary economics: An appraisal of the literature. Journal of Evolutionary Economics. v.13, p. 125- 159, 2003.
FLEURY, M. T. O desvelar da cultura de uma organização: uma discussão metodológica. São Paulo: Atlas, 1989.
FRANCIS, D.; BESSANT, J. Targeting innovation and implications for capability development. Technovation, v. 25, p. 171-183, 2005.
GALDAMEZ, E. V. C.; CARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro. Aplicação das técnicas de planejamento e análise de experimentos no processo de injeção plástica. Revista Gestão & Produção, UFSCAR, São Paulo, v. 11, p. 121-134, 2004.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1991.
GODEIRO, D. P. O. A influência da cultura organizacional na adoção de práticas de qualidade Seis Sigma: um estudo exploratório no segmento de farmácia de manipulação do Estado do Rio Grande do Norte. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN. Natal, 2008.
58 GODOY, R. S. P. Relações entre cultura organizacional e processos de inovação em empresas de base tecnológica. Dissertação (Mestrado – Programa de Pós-graduação em Engenharia de Produção) – Universidade de São Carlos: São Carlos.
GUDMUNDSON, D.; TOWER, C. B.; HARTMAN, E. A. Innovation is small business: culture and ownership structure do matter. Journal of developmental entrepreneurship. n.1, v.8, 2003.
HAGUETTE, T.M.F. Metodologias qualitativas na sociologia. Petrópolis, Vozes,163p. 1987.
HENDERSON, R. M.; CLARK, K. B. Architectural innovation: The reconfiguration of existing product technologies and the failure of established firms. Administrative Science Quarterly, v. 35, p. 9–22, 1990.
HORTA, R.; RENATO, P. Cultura Organizacional e Gestão da Inovação Tecnológica. Radar Inovação, 2008. http://inventta.net/radar-inovacao/artigos- estudos/cultura-organizacional-e-gestao-da-inovacao-tecnologica/. Acesso em: 15 de maio de 2012.
KHAZANCHI, S.; LEWIS, M. W.; KENNETH K. B. Innovation-supportive culture: the impact of organizational values on process innovation. Journal of Operations Management. v. 25, p. 871-884, 2007.
KRZANOWSKI, W. J. Principles of multivariate analysis. 2ed. Oxford: Clarendon Press, 2000.
MINAYO, M. C. S. (2004). O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 8. ed. São Paulo: Hucitec.
MOEN, R. D.; NOLAN, T. W.; PROVOST, L. P. Quality Improvement Through Planned Experimentation. 2.Ed, McGraw-Hill, Inc., New York, 1999.
MONTGOMERY, D. C. Design and Analysis of Experiments. 6. ed. Danvers: John Wiley & Sons, 2005.
MORRISON, D. G.. Measurement problems in cluster analysis. Management Science, v. 13-B, p. 775-780, 1967.
59 OECD. Manual de Oslo: diretrizes para coleta e interpretação de dados sobre inovação. 3 Ed. OCDE, FINEP, 2005.
OLIVEIRA, D. P. R. Gestão para resultados: atuação, conhecimento, habilidades. São Paulo: Atlas, 2010.
PINHO, C. T. A. Seis Sigma: Uma Proposta para a Implementação da Metodologia em Pequenas e Médias Empresas. 2005. 118f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN. Natal, 2005.
ROSENFELD, R. B. Making the Invisible Visible: he human principles for sustaining innovation.Xlibris Corporation: EUA, 2006.
SCHEIN, E.H. Guia de sobrevivência da cultura corporativa. Rio de Janeiro: José Olympio, 2001.
SCHERER, F. O; CARLOMAGNO, M. S. Gestão da Inovação na Prática: Como Aplicar Conceitos e Ferramentas para alavancar a inovação. São Paulo: Atlas, 2009.
SCHUMPETER, J.A. The Theory of Economic Development. Cambrigde: Harvard University Press, 1934.
SAWHNEY, M.; WOLCOTT, R. C.; ARRONIZ I. The 12 different ways for companies to innovate. MIT Sloan Management Review. v.47, n. 3, p.75-81, 2006.
SCHEIN, E. H. Organizational Culture and Leadership:a dinamic view. San Francisco, C. A.: Jossey-Bass, 1992.
TANCO ET. AL. Aplicación del Diseño de Experimentos (DoE) para la mejora de processos. Memorias. n. 6, p. 85-94, 2008.
THOMKE S.H; HIPPEL, E. V.; FRANKE, R. Modes of experimentation: an innovation process—and competitive—variable. Research Policy. V. 27, p. 315-332, 1998.
60 THOMKE, S. H. Experimentation Matters: unlocking the potential of new technologies for innovation. XBS Press: EUA, 2003.
THOMKE, S. H. Enlightened Experimentation: The New Imperative for Innovation. Harvard Business Review, 2009.
VALENCIA, J. C. N.; JIMÉNEZ. D. J.; VALLE, R. S. Es la cultura organizativa un determinante de la innovación en la empresa? Cuadernos de Economía y Dirección de la Empresa. p. 1-10, 2011.
WERKEMA, M. C. C; AGUIAR, S. Planejamento e análise de experimentos: como identificar e avaliar as principais variáveis influentes de um processo. Série Ferramentas da Qualidade. Fundação Christiano Ottoni, Escola de Engenharia da UFMG: Belo Horizonte, 1996.
WEST, M. A.; FARR, J. L. Innovation and creativity at work. Psychological and Organizational Strategies. Wiley: Chichester, 1990.
61 ANEXO A – QUESTIONÁRIO
Descrição do Perfil da Cultura Organizacional da Empresa
Classifique os itens abaixo na ordem que mais caracteriza a empresa, começando pela coluna HOJE (situação atua da empresa) e a coluna IDEAL (situação que no seu ponto de vista, seria a melhor para a empresa). As atribuições de notas para as afirmações resultará em 10 pontos divididos entre A, B, C e D dependendo de quanto similar é a descrição para sua organização. As notas atribuídas serão obrigatoriamente: 4, 3, 2 e 1. A ordem de prioridade deve ser respeitada, não se permitindo a repetição da classificação na mesma coluna. Veja os exemplos abaixo:
64 ANEXO B - ORGANOGRAMA DA EMPRESA EM ESTUDO
65 ANEXO C - ROTEIRO DE ENTREVISTA PARA INFORMAÇÕES
INSTITUCIONAIS
1. Qual a missão da empresa? 2. Qual é a sua visão de futuro?
3. Quais são os valores que orientam as ações?
4. Quais são os produtos ou serviços principais?
5. Quem é o principal cliente da empresa?
6. Quantos colaboradores existem?
7. Qual a sua posição no mercado?
8. Quais são os principais concorrentes?
9. Qual é o volume de produtos fabricados?
10. Qual a competência essencial da empresa?
11. Qual é a estrutura funcional da empresa?