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Mehmet Ali GÜNGÖR 1 , Coşkun SARI 1,a , Gülden KÖKTÜRK 2

KARŞILAŞTIRILMASI

6. YAPILAN ÇALIŞMALAR

6.1. İdeal Yapılar Üzerinde Yapılan Kuramsal Çalışmalar

6.2.3. Gülbahçe Anomalisi

Esta tarefa consistiu na georreferenciação e criação de metadados do tema Parques e Jardins no concelho, para o roteiro turístico do Geoportal.

Figura 53 – Ficheiro “Leia-me” do tema Movimentos Pendulares.

Fonte: CMOeiras.

Figura 54 – Ficheiros finais na pasta Movimentos Pendulares (X:GisOeiras). Fonte: CMOeiras.

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Na shapefile pontual criada foi associado um id próprio para os Parques e

Jardins (4 – ID associado e predefinido para o tema ‘Parques e Jardins’) e

georreferenciados os principais parques e jardins do concelho, com a respectiva morada e freguesia.

Tarefa semelhante à georreferenciação do tema Parques e Jardins mas desta vez o objectivo era a georreferenciação dos equipamentos desportivos.

Figura 55 – georreferenciação de parques e jardins no concelho de Oeiras. Fonte: CMOeiras

Figura 56 - Parques e Jardins do concelho de Oeiras. Fonte: CMOeiras

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Os dados usados foram cedidos pela Divisão de Desporto da CMO, enviados num ficheiro Excel com 330 registos, dos quais se georreferenciaram 245 pontos. A razão para não se terem considerado todos os registos explica-se por não se terem considerado os serviços relativos a ginásios/health clubs pois estes já se encontram georreferenciados no tema das Actividades Económicas.

No processo de georreferenciação, a cada ponto foi atribuída a característica relativa ao ID, igual ao ID presente na folha Excel, para posteriormente se associar a BD e o ficheiro SHP em Quantum GIS e deste modo obter uma tabela de atributos completa.

Os dados relativos às associações desportivas e culturais foram também cedidos pela Divisão de Desporto da CMO. Como algumas das associações já estavam georreferenciadas no tema das Actividades Económicas, em vez de se criar um tema

novo, optou-se por acrescentar as associações que estavam em falta no tema das AE’s.

Após a georreferenciação das associações que faltavam bem como a actualização dos dados, foram classificadas segundo a tabela do Tipo de Serviço que havia sido utilizada para classificar as actividades do tema.

Figura 57- Localização dos Equipamentos Desportivos em Oeiras. Fonte: CMOeiras

48 VI – Considerações Finais

A realização do estágio no Gabinete de SIG da CMO, do qual resulta o presente relatório, permitiu uma nova visão sobre a realidade dos SIG, a sua importância a nível municipal como ferramenta essencial no apoio à gestão territorial.

Como já foi referido anteriormente, considerados como uma valiosa ferramenta de apoio à decisão, de análise e gestão de informação geográfica , os SIG assumem um papel cada vez mais importante e vincado no domínio da administração central e local. Apresentam-se como um instrumento valioso para coordenar e integrar todo o trabalho das organizações numa base de dados geográficos comuns, integrando informação multi-sectorial.

O nível de exigência dos cidadãos, numa sociedade de informação cada vez mais ligada as TIC, obriga os municípios a “implementar ferramentas de suporte à organização e comunicação dedicadas à resolução dos problemas e preocupações específicos de cada munícipe, disponibilizando a par da informação e dos serviços, mecanismos interactivos “facilitadores” da relação com o município” (BESSA, M. J.; MELO, J.; 2002: p.1).

O Caso concreto da CMO, apresenta o Geoportal, um portal como suporte à organização da informação geográfica do município, disponibilizando ao munícipe informação geográfica de forma rápida, fácil e gratuita.

A realização deste estágio chamou a atenção também para a importância de software open-source (Kosmos, PostgreSQL, GeoServer, Quantum GIS, entre outros) ou seja, software gratuito desenvolvido por comunidades internacionais ligadas entre si. Durante o estágio, foi utilizado o programa open-source Quantum GIS para a georreferenciação e análise de dados, que se apresenta bastante intuitivo, com inúmeras ferramentas de edição e análise de dados geográficos.

Também a crescente abordagem das questões ambientais, demonstram o consciente papel e responsabilidade dos municípios, que apostam na realização de estratégias e projectos que visem o desenvolvimento sustentável dos concelhos. O tema dos resíduos sólidos urbanos, abordado neste relatório, assume um importante

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objectivos e estratégias que visam garantir a preservação dos recursos naturais e a

minimização dos impactes negativos sobre a saúde pública e o ambiente”3.

No concelho de Oeiras, o ambiente é considerado como uma das áreas de intervenção prioritária (sendo prova disso a Agenda 21+ de Oeiras) e no que diz respeito à politica de gestão de resíduos sólidos, esta conta com vários planos e estratégias que visam a redução da produção de resíduos e a sua reutilização/reciclagem , desenvolvendo ainda várias acções e projectos de sensibilização junto do cidadão.

Por fim, a realização do estágio proporcionou uma experiência profissional muito enriquecedora, permitiu adquirir novos conhecimentos, tendo sido atingidos, na sua grande maioria, os objectos definidos inicialmente.

A oportunidade de trabalhar num gabinete com o propósito de gestão territorial e a participação em vários projectos associados às diferentes áreas dos Sistemas de Informação Geográfica constituem uma mais valia para o futuro.

3 Site da APA, gestão de Resíduos em:

50 VII - Referências Bibliográficas

BESSA, Maria João; MELO, João (2002) - Aplicações webGIS: ferramentas de e-

Government para a Administração Local. Municípia, SA.. (Disponível em:

http://www.igeo.pt/servicos/DPCA/biblioteca/PublicacoesIGP/esig_2002/papers/p104 .pdf, consultado a 15 de Agosto de 2013).

GRANCHO, Norberto José Rodrigues (2005) - Origem e Evolução Recente dos Sistemas

de Informação Geográfica em Portugal, dissertação de Mestrado apresentada no

Instituto Superior de Estatística e Gestão de Informação, Universidade Nova de Lisboa. (Disponível em: http://run.unl.pt/bitstream/10362/8219/1/TSIG0005.pdf, consultado a 12 de Agosto de 2013).

JULIÃO, Rui Pedro (2001) – Tecnologias de Informação Geográfica e Ciência Regional

Contributos metodológicos para a Definição de Modelos, dissertação de

Doutoramento apresentada à Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da

Universidade Nova de Lisboa. (Disponível em:

http://www.fcsh.unl.pt/docentes/rpj/tese/TIGDR.pdf, consultado a 1 de Setembro de 2013)

TENEDÓRIO, José António (2003) - Municípios, Ordenamento do Território e Sistemas

de Informação Geográfica. Revista GeoINOVA. (Disponível em:

http://cdh.fa.utl.pt/files/11TenedorioGeoINova07_Final_Final.pdf, consultado a 1 de Setembro de 2013).

Documentos Legislativos

Decreto-Lei n.º 73/2011. Diário da República, 1.ª série — N.º 116 – 17 de Junho de

2011 [Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território].

Despacho nº 19354/2010 de Dezembro. Diário da República, 2.ª série — N.º 252 – 30

de Dezembro de 2010 [Regulamento Orgânico dos Serviços do Município de Oeiras].

Lei nº 11-A/2013 de Janeiro. Diário da República, 1ª série — N.º 19 – 28 de Janeiro de

2013 [Reorganização Administrativa do Território das Freguesias].

Portaria n.º 851/2009 de 7 de Agosto. Diário da República, 1.ª série — N.º 152 – 7 de

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Webgrafia

Agência Portuguesa do Ambiente –

http://www.apambiente.pt/index.php?ref=16&subref=84 [consultado em 15 de Setembro 2013]

Câmara Municipal de Oeiras – http://www.cm-oeiras.pt [consultado em 17 de

Setembro 2013]

Câmara Municipal de Oeiras, Geoportal – http://geoportal.cm-oeiras.pt/ [consultado

em 17 de Setembro 2013]

52 Lista de Figuras

Figura 1 - Enquadramento geográfico do município de Oeiras com os antigos limites

administrativos.. ... 4

Figura 2 - Enquadramento geográfico do município de Oeiras com os novos limites administrativos.. ... 5

Figura 3 - Plataforma SIG, Geoportal. ... 6

Figura 4 - Geoportal, serviço de mapas com os vários módulos de informação geográfica municipal ... 8

Figura 5 - Exemplo de uma pesquisa no Geoportal ... 8

Figura 6 – Ferramentas e funcionalidades base. ... 8

Figura 7 - Temas e informação disponível no Geoportal ... 9

Figura 8 - Evolução da produção total(toneladas) e capitalização(Kg/Hab.dia) de resíduos sólidos no concelho de Oeiras ... 11

Figura 9 - Percentagem de RSU recolhidos selectivamente no concelho de Oeiras. ... 12

Figura 10 - Acessibilidade do serviço de recolha selectiva em 2012 ... 12

Figura 11 - BD original relativa aos equipamentos de recolha de RSU porta-a-porta ... 13

Figura 12 - BD em processo de normalização em ficheiro Access ... 14

Figura 13 - Correspondência entre os campos concatenados da tabela de equipamentos de recolha de RSU porta-a-porta e a tabela números de polícia ... 14

Figura 14 - Coordenadas X;Y representadas nos campos que obtiveram correspondência entre as duas tabelas. ... 15

Figura 15 - Representação espacial dos equipamentos de recolha de RSU porta-a-porta (shapefile teste). ... 16

Figura 16 - Pesquisa de números de polícia no site da DMPUH. ... 17

Figura 17 – Local onde a recolha de RS deixou de ser porta-a-porta passado a ser feita de forma. ... 18

Figura 18 - Distribuição espacial dos 9886 pontos de recolha de RSU porta a porta, Março de 2013 (shapefile teste, demonstração). ... 19

Figura 19 - Pontos localizados no mesmo local e com classificação de moradia e prédio ... 20

Figura 20 - Pontos designados como prédio mas sem qualquer edifício associado ... 20

Figura 21 - Equipamentos de recolha de RSU porta a porta ... 21

Figura 22 - Pasta de informação para o GisOeiras ... 22

Figura 23 - Ficha de levantamento de pontos de recolha de RSU. ... 23

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Figura 25 – Mapa com os equipamentos de recolha RSU levantados pela Municípia e

pormenor dos equipamentos de recolha RSU fiscalizados pela CMO na freguesia de

Caxias. ... 25

Figura 26 - Classificação errada no campo tipo de equipamento para o tipo de resíduo “Óleo alimentar usado”. ... 27

Figura 27 – Campo “Freguesia” e localização do ponto de recolha não correspondem. ... 27

Figura 28 – informação fiscalizada e georreferenciada pela CMO. ... 28

Figura 29 – Equipamentos de recolha colectiva de RSU. ... 29

Figura 30 - Abstract representado no Geoportal ... 30

Figura 31 - Base de dados relativa aos temas de IG. ... 31

Figura 32 – Ficheiro TXT. ... 32

Figura 33 – Ferramenta do software NGXIS para remover códigos desconhecidos ... 32

Figura 34 – Selecção do código AVG para entidade visivel. ... 33

Figura 35 – Ferramenta ‘Rede’ para gerar os polígonos ... 33

Figura 36 - Ficheiros gerados após a criação de um ficheiro de polígonos. ... 34

Figura 37 - Ficheiro de polígonos das Áreas Verdes Em Geral. ... 34

Figura 38 - Representação espacial em softwar Quantum Gis do tema Lombas. ... 35

Figura 39 – Tabela de Excel os dados da BGRI 2011, retirados do INE, para os municípios do distrito de Setúbal ... 37

Figura 40 - Tabela de atributos já com a informação da tabela Excel adicionada ... 37

Figura 41 – Mapa de densidade populacional no distrito de Setúbal. ... 38

Figura 42 – Mapa de densidade de construções no distrito de Setúbal. ... 38

Figura 43 – Ambiente de trabalho do QGIS, visualização de Plugins ... 39

Figura 44 – Base Plugin Google Physical ... 39

Figura 45 - Resultado final da Shapefilede pontos e polígono da ilha de São Tomé e Príncipe. ... 40

Figura 46 – Actualização da BD (Access). ... 41

Figura 47 – Actualização de Metadados(MIG). ... 41

Figura 48 – Tabela de classificação de serviços. ... 42

Figura 49 - Base de dados actividades económicas com exemplo de serviços mal classificados. ... 43

Figura 50 - Localização das Actividades Económicas e Serviços em Oeiras ... 43

Figura 51 - Pasta de informação do tema Actividades Económicas 2013, sem o ficheiro Shapefile(ainda em actualização). ... 44

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Figura 53 – Ficheiro “Leia-me” do tema Movimentos Pendulares. ... 45

Figura 54 – Ficheiros finais na pasta Movimentos Pendulares (X:GisOeiras). ... 45

Figura 55 – georreferenciação de parques e jardins no concelho de Oeiras ... 46

Figura 56 - Parques e Jardins do concelho de Oeiras ... 46

Figura 57- Localização dos Equipamentos Desportivos em Oeiras. ... 47

Lista de Tabelas Tabela 1 – Equipamentos de recolha RSU porta a porta. ... 18

Tabela 2 - Campos de informação da tabela relativa aos equipamentos de recolha privativa.. ... 21

Tabela 3 - Incongruências encontradas e local onde se regista o objecto, na freguesia de Caxias.. ... 25

Tabela 4 - Designação e exemplo de cada campo de informação relativa aos RSU ... 26

Tabela 5 - Dados relativos ao tema “Mobiliário Urbano”, na Cartografia e na Videografia... 36

55 ANEXOS

56 Secção Administrativa Gabinete de Apoio às Empresas, Comércio e Restauralção

DP DEU DLAAE DAAA DAM DPRH DGS DEM DIM DGEP DTT DEV DRRSU DVM DHPA DASSJ DD DPHM DCT DBDI DCP DGF DPO DFVP DIAS DRH DSI Secção Administrativa

DH AdministrativaSecção DASD DPHCB

Secção Administrativa DAE Secção Administrativa DOM Secção Administrativa DPE DPGU DGPCP DPGF Tesouraria Serviço de Execuções Fiscais DGRH DTSI Secção Administrativa Secção Administrativa DPMPC GAJF GC GCAJ GDM GP DMPGFP DMPUH DMOA DMDSC Serviço de Notariado Privativo Secção Administrativa DGP DEP Núcleo de Intervenção do Património Edificado Presidente Serviço de Gestão de Participações, Candidaturas e Projectos Secção Administrativa Gabinete de Saúde, Segurança e Promoção Social GMA DACO DPM DEIE DASE DE Secção Administrativa DGO GSIG DMADO

Direcções Municipais Divisões Gabinete de apoio directo ao Presidente da Câmara Departamentos

Anexo 1 – Estrutura Orgânica da CMO. Fonte: CMOeiras.

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Anexo 2 - Representação espacial do campo “circuito de recolha” (shapefileteste). Fonte: CMOeiras, elaboração própria

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Anexo 3 - Tabela enviada à DRRSU para corrigir/verificar o NP.

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Anexo 4 - Exemplo de mapa para fiscalização dos equipamentos de recolha colectiva de RSU,

freguesia de Porto Salvo. Fonte: CMOeiras