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3. MESLEK PROFĠLĠ

3.1. Görevler, ĠĢlemler ve BaĢarım Ölçütleri

O Estado é, logo depois da concorrência, o stakeholder m enos referido nas declarações das em presas, não se notando diferenças quer em relação aos dois grupos em análise quer em relação ao país de origem . A análise das declarações revela o surgim ent o de um t em a transversal, surgindo pontualm ente outros dois tem as:

 enquadram ento legal – este é o tem a principal e está relacionado com o quadro legal que é encontrado pelas em presas;

 enquadram ento político – este tem a é apenas abordado por três das em presas da am ostra, sendo as declarações m ais relevantes as que provêem das petrolíferas BP e Shell, o que poderá ser explicado pela sua m aior exposição ao cont ext o polít ico, nom eadam ente nos países sub- desenvolvidos;

 cooperação – este tem a é apenas abordado por quatro das em presas da am ostra e refere- se a proj ectos de cooperação especificam ente com entidades governam entais. Da análise do tem a principal – o enquadram ento legal – sobressai a posição relativa que é conferida à lei em cont ext o m ult inacional: em bora as em presas refiram que cum prem a lei, esta é sem pre apresentada com o lim ite inferior do quadro de actuação ( em linha com a posição, j á identificada, das em presas no m eio do espectro entre absolutism o e relativism o

ético) . A declaração extraída do sítio de internet da Xerox, por exem plo, revela que a em presa cum pre, no m ínim o, as obrigações legais do país de destino, m as estabelece a ponte para os padrões de actuação por si definidos internam ente:

“ Todas as operações e produtos da Xerox estão, pelo m enos, em com pat ibilidade t ot al com os requisitos governam entais aplicáveis e com os pradrões da Xerox.”

A declaração extraída do sítio de internet da Galp é paradigm ática no que se refere ao entendim ento que é feito da lei pelas em presas da am ostra ( a Galp faz parte do Grupo 2) :

“ Ser socialm ente responsável não se restringe apenas ao cum prim ento de todos os requisit os legais per si; ”

Tal com o se verá na secção seguinte relativam ente à concorrência, as declarações referentes ao stakeholder “ Estado” têm um a função part icular no quadro da com unicação das em presas. Ao contrário de stakeholders com o “ Clientes” , “ Sociedade” , “ Em pregados” ou m esm o “ Fornecedores” , o Estado não é o destinat ário das m ensagens contidas nos sítios de

internet, antes é um dos vértices do triângulo form ado com a em presa e o público1, sendo este o verdadeiro alvo da com unicação.

É o m ovim ento deste processo tripartido que perm ite que em presas com o a BP – alvo natural da atenção de NGO’s e outros grupos de interesses, dada a sua actividade – não se lim item a cum prir a lei m as antes contribuam para a form ação de novas leis ou enquadram ent os legais volunt ários, m ais restritivos e rigorosos:

“ Princípios Volunt ários de Segurança e Direitos Hum anos – Para abarcar estes assuntos nós trabalhám os com os governos do Reino Unido, dos EUA, da Noruega e da Holanda, assim com o com out ras em presas de energia e ONGs ( incluíndo a Hum an Rights Watch e a Am nestia

1 “Público” aqui é constituído por clientes, empregados, sociedade em geral e indivíduos enquanto membros de outras organizações como NGOs.

I nternacional) para construir os Princípios Volunt ários de Segurança e Direitos Hum anos. Publicados em 2000, este têm com o obj ectivo fazer com que todas as em presas de energia assum am o com prom isso de seguir um conj unto de directrizes, que cobrem áreas com o a gestão de risco ou as relações com fornecedores de segurança públicos e privados.”

5.2.10. A CONCORRÊNCI A

As declarações relativas ao stakeholder “ Concorrência” encerram um a diferença relat iva em term os quantitativos quando consideradas as duas am ostras de em presas. De fact o, o Grupo 2 contém não só m ais declarações relacionadas com a concorrência, com o tam bém são em m aior núm ero as em presas que a ela se referem ( ver Quadro 5.I I I ) . Os tem as abordados são, no entanto, sem elhantes e podem ser agrupados em três vectores:

 princípios de relacionam ento com a concorrência – onde expressam as regras de conduta que orientam a sua actividade em relação às outras em presas no m ercado;  consciência da concorrência – onde se regista o posicionam ento das em presas em

relação às outras em presas no m ercado ou se refere a exist ência de um clim a com pet it ivo;

 factores de diferenciação da concorrência – onde são apresentadas características que, segundo o ponto de vista das em presas, as diferenciam positivam ente das restantes concorrentes.

O aspecto im portante a retirar do conj unto de declarações, especialm ente nas que se referem às regras de conduta, está relacionado com a j á referida resolução de problem as de com prom isso levantada por Frank ( 2002) . Ao equacionarem a relação com a concorrência sob a égide de princípios éticos, as em presas m inim izam a probabilidade de actuação fora desse quadro de valores pré- estabelecido, dim inuindo, por essa via, as possíveis ret aliações e custos a elas associados.

Quadro 5 .I I I – Tipo de declarações por Grupo de em presas

Tem a Em presas Grupo 1 Em presas Grupo 2

Relacionam ent o BP; Delt a JM; PT; Shell; Vodafone

Consciência Auchan; Delt a; DHL; HP; Siem ens JM; PT; Shell; Sonae; TAP; TMN Diferenciação Siem ens; DHL JM; PT; TMN; Vodafone

Dois outros aspectos são dignos de referência neste contexto. O prim eiro está relacionado com a natureza da com unicação que é veiculada pelos sítios de internet e os seus obj ectivos, o segundo refere- se à m arca que sobressai da com unicação específica em relação aos concorrentes.

O obj ectivo da com unicação em presarial prende- se, com o j á foi referido no início dest e capítulo, com a sustentação de um a identidade desej ável j unto dos seus st akeholders. Contudo, e dada a natureza do próprio m eio que é utilizado ( a internet ) a preocupação das em presas é sobretudo canalizada para os stakeholders que m aior influência possam exercer sobre as suas actividades – clientes, em pregados e sociedade em geral. Não sendo a concorrência o alvo desta com unicação, o seu conteúdo terá apenas de ser suficiente para legitim ar a acção da em presa j unto dos restantes stakeholders. Tal é conseguido com as referências que são feit as, com o exem plifica esta declaração, retirada do sítio de int ernet da DeltaCafés:

“ Todas as em presas do Grupo devem : Respeitar as regras de m ercado e não praticar um a concorrência desleal; Não form ular com entários que possam afectar a im agem dos concorrentes ou contribuir para a divulgação de boatos; Fornecer inform ações vitais para a actividade do Grupo”

Quanto ao segundo aspecto, é notória a prevalência dos aspectos legais no relacionam ento com a concorrência. As em presas desej am m anter com est a um a boa relação m as fazem questão em a basear na legislação existente, à qual j á reconhecem os valores ét icos suficientes para que não sej a necessário reforçar a sua atitude, com o aliás

fazem em relação aos outros stakeholders. Essa postura é ilustrada pela declaração da Shell:

“ As com panhias Shell estão com prom etidas com os Princípios Gerais de Negócio da Shell que defendem a iniciativa livre e a concorrência honesta. Est es princípios definem claram ente que todas as com panhias da Shell devem cum prir as leis da concorrência. Um a das m ais sérias fugas à lei da concorrência é a fixação de preços.”

Note- se igualm ente com o este tipo de com unicação não tem a concorrência com o destinatário, m as antes procura fixar a em presa num quadro de com portam ento ético que sej a valorizado pelos restantes st akeholders.

6 . Discussão

Os resultados da análise dos dados perm item const ruir um a teoria em duas partes no que se refere à com unicação dos esforços de RSE por parte das em presas: a prim eira parte é relat iva aos obj ectivos da com unicação, isto é, qual a razão para que as em presas com uniquem os seus esforços; a segunda parte prende- se com o m eio que é utilizado – a

internet – e qual o seu papel na estratégia de com unicação. Cada um a destas parcelas será

detalhada neste capítulo.

6 .1 . O valor da com unicação

Porque razão as em presas com unicam os seus esforços de responsabilidade social? Um a posição estritam ente kantiana – que m arca a t ónica do discurso das em presas – defenderia que a fundam entalidade dos com port am ent os ét icos im plicaria a adopção de polít icas de responsabilidade social; contudo, excluiria a sua com unicação por perigo de desvirtuam ento da int enção. Exist e então um pendor ut ilit arista nas acções que são levadas a cabo, pendor esse que é salientado pela necessidade de exteriorizar, dar a conhecer, o que é feito em m atéria de responsabilidade social: a ética é substantivada na RSE, m as esta é assum ida porque traz benefícios para as em presas, nom eadam ente por via da sua com unicação e da reacção que desperta j unto dos stakeholders.

Assiste- se à prevalência da com unicação sobre a acção, esta só é assum ida na m edida em que possa ser com unicada. Com que intenção? A satisfação dos públicos servidos pela em presa, os seus stakeholders – especialm ente aqueles que m aior influência possam ter – norteiam as decisões neste cam po. É forçoso não esquecer a necessidade de legitim ação da em presa no cenário com petitivo em que se insere; o equílibrio inst ável em que se encontra, entre aqueles que m ais são afectados pela em presa e os que m ais a podem afectar. A com unicação sobre RSE procura, pois, alargar o espaço de intercepção entre estes dois cam pos, ou sej a, transform ar as acções j unto daqueles que m ais afecta em factor de

construção da “ im agem - obj ectivo” que pretende adquirir j unto dos que m ais a podem afectar. Estas acções tom am a form a de “ ident idade expressa [ que] deixa im pressões nos outros” , nas palavras de Hatch e Schultz ( 2002: 991) , e têm por resultado a consolidação de um a nova im agem da em presa, m ais alinhada com os desej os dos seus stakeholders, servindo à consolidação do processo de form ação de identidade organizacional de Hatch e Schult z.

Em erge, assim , um padrão na com unicação da RSE ( que será potenciado pelo m eio que é ut ilizado, com o se verá na secção seguint e) caract erizado pela não correspondência, em m uitos casos, entre obj ecto e destinatário da m ensagem . Ou sej a, para ser eficaz na com unicação que faz dos esforços de RSE a em presa tom a com o obj ecto todos os

stakeholders – fazendo suas as causas relativas a estes – em bora as suas m ensagens

tenham com o destinatário apenas os stakeholders que m aior im pacto exerçam sobre a organização, geralm ente os clientes e os em pregados: a posição que a em presa tom ar em relação a cada um dos assuntos referentes aos outros stakeholders vai determ inar a acção dos stakeholders que realm ente lhe interessam .

É um processo de bi- focalização de m ensagens, tal com o está expresso na figura seguint e ( figura 6.I ) : Mensagem primária

Empresa

Stakehol

der

af

ect

ad

o

Stakeholder(s)

“afectantes”

Mensagem intencional Feedback

Feedback

Mensagem primária

Empresa

Stakehol

der

af

ect

ad

o

Stakeholder(s)

“afectantes”

Mensagem intencional Feedback

Feedback

Em bora a m ensagem prim ária t enha com o obj ecto um stakeholder que, no contexto dessa m esm a m ensagem , está m ais próxim o ( e sobre o qual exerce im pacto) , a intenção e alcance da m ensagem ultrapassa- o, tom ando com o destinatário o stakeholder relevante, que m aior im pacto possa ter sobre si ( geralm ente os clientes, os em pregados ou a sociedade, na form a de organizações de interesses) .

Vej a- se, nesse sentido, o caso do cum prim ento das leis. A em presa pretende com unicar as suas práticas no cam po legal com o obj ectivo de, no processo de identidade organizacional, reforçar um a im agem positiva j unto dos stakeholders que m aior influência poderão exercer sobre as suas actividades ( clientes, em pregados, sociedade em geral, NGO’s) : não é suficiente existir um cum prim ento correcto em relação à lei; é fundam ent al com unicá- lo, m ostrá- lo ao exterior, para que tam bém esse com portam ento faça parte da im agem da em presa. I m agem e com portam ento contribuirão então para a form ação de um a identidade organizacional alinhada com o cum prim ent o da lei.

A exploração das áreas sensíveis, a que se referiu no capítulo anterior, é paradigm ática da inst rum ent alização da com unicação. As em presas procuram preencher o fosso entre im agem detida pelos stakeholders e visão da em presa ( Hatch e Schultz, 2001) pela criação de um a “ im agem - obj ectivo” que reflicta o processam ento interno dos estím ulos e pressões exteriores. Para a criação desta “ im agem - obj ectivo” é forçoso “ dem onstrar” , com unicar, que o processam ento esteve em linha com as exigências dos diferentes stakeholders.

A transform ação dos valores éticos, consubstanciados na RSE, em valor ( que se t raduzirá em ganhos m onetários) para a em presa, por m eio da criação de um a “ im agem - obj ectivo” que a legitim e e lhe perm ita perm anecer no m ercado ( de form a distintiva) constitui- se com o o prim eiro obj ectivo da com unicação.

O segundo obj ectivo prende- se com a criação de processos de confirm ação por parte dos

stakeholders internos, ou sej a, a própria gestão ( e os accionistas) e, especialm ente, os

em pregados, para que possa obter um a resposta adequada no processo de form ação da identidade organizacional. Com o j á foi not ado ( e será reforçado na secção seguinte) , os

em pregados adquirem um papel de stakeholder externo enquanto consum idores m as desem penham sobretudo um papel de st akeholder interno. Do desem penho deste últim o papel dependerá o próprio com portam ento da em presa, a sua posição com petitiva e m esm o a sua sobrevivência no longo prazo.

Aliás, o papel dos em pregados é salientado por Hatch e Schultz ( 2001) quando referem que a cultura ( que é por eles traduzida em acção) deverá estar alinhada com a visão da em presa ( definida pela gestão de topo e incorporada nos valores expressos) e com a im agem que dela fazem os stakeholders externos para o sucesso de um a estratégia de m arca1, est rat égia est a im port ant e para a diferenciação com pet it iva2. Ora, o alinham ent o pretendido só é possível na ausência de dissonância entre o que é realizado pela em presa e o que esta com unica interna e externam ente.

A estratégia de com unicação de RSE vem , assim , reforçar este alinham ent o. Para além de agir, a em presa tem necessidade de m ost rar aos seus em pregados o que faz se pretende obter a resposta adequada por parte da cultura ( cf. Hatch e Schultz, 2002) . Na representação gráfica em baixo ( figura 6.I I ) , a com unicação de RSE, parte da identidade da em presa, irá influenciar o ent endim ent o que os em pregados fazem dos esforços de RSE. Este entendim ento terá reflexos na adaptação operada a nível da cult ura e, subsequentem ente, na nova identidade organizacional que daí result ará. Este efeito é, por sua vez, am pliado j á que é a nova identidade que será percebida pelos stakeholders externos e servirá de base à form ação de im agens renovadas sobre a em presa e os seus esforços de RSE ( em conj unção com os efeitos da com unicação de RSE que foi directam ente

1 Ver capítulo 5, secção 5.2.4.

2 Esta diferenciação competitiva, que se traduz em valor para a empresa, é conseguida, segundo Hatch e Schultz (2001) por três vectores principais:

 redução de custos derivadas das economias de escala obtidas em termos de marketing e publicidade;  sensação de comunidade que é conferida aos clientes;

 criação de um “terreno comum”, mesmo quando é atribuída à marca significados diferentes, consoante as culturas onde esta se apresenta.

recebida) . O início de um novo ciclo é m arcado pela influência dest as im agens na form ação da identidade da em presa.

Cultura, incluíndo o entendimento da RSE veículado pela comunicação

Imagem

,

incluíndo RSE Identidade expressa os

entendimentos da cultura, nomeadamente do que foi assimilado através do processo de comunicação de RSE

Identidade espelha as

imagens de outros, nomeadamente no que respeita a RSE

Reflexão incute a identidade na cultura, incluíndo a RSE comunicada

Identidade expressa deixa impressões nos outros

Identidade

, expressa também na RSE assumida co m uni caçã o com uni caçã o Cultura, incluíndo o entendimento da RSE veículado pela comunicação

Imagem

,

incluíndo RSE Identidade expressa os

entendimentos da cultura, nomeadamente do que foi assimilado através do processo de comunicação de RSE

Identidade espelha as

imagens de outros, nomeadamente no que respeita a RSE

Reflexão incute a identidade na cultura, incluíndo a RSE comunicada

Identidade expressa deixa impressões nos outros

Identidade

, expressa também na RSE assumida co m uni caçã o com uni caçã o

Fig. 6.I I : Papel da com unicação de RSE no processo de criação de ident idade organizacional ( adapt ado do Modelo da Dinâm ica da I dent idade Organizacional de Hat ch e Schult z)

A com unicação da RSE aparece assim com o parte fundam ental do processo de form ação da identidade organizacional, fazendo salientar a im port ância da exteriorização, de “ m ostrar o que se faz” ; fact ores que conferem o caráct er ut ilit arist a à acção m as que, ao m esm o tem po, são cruciais para a sua j ustificação no contexto em presarial. Note- se que é a com unicação que torna “ real” a acção, sem esta o que é feito passaria despercebido – não teria acontecido – nada acrescentando à im agem da em presa. A ausência de efeitos a nível da im agem seria traduzida num duplo custo: prim eiro, o relativo aos esforços de RSE que estariam a ser realizados m as não com unicados; segundo, devido ao peso de um a im agem desligada de preocupações com a responsabilidade social num contexto em que tal é valorizado1.

1 Imagine-se uma empresa poluente que faça diversos esforços para diminuir as suas emissões para a atmosfera. Se não comunicar estes esforços continuará a ser tida como uma empresa que além de poluir, não se preocupa com o ambiente. Contudo, se comunicar os seus esforços, a imagem assumida pelo exterior será a de uma empresa responsável e merecedora dos votos monetários. Repare-se que os esforços de RSE são idênticos, a única alteração prende-se com a comunicação.

Um a vez que a identidade espelha as im agens do exterior, repare- se no efeito esquizofrenizante que a ausência de com unicação teria na própria identidade da em presa: est a seria um m ist o result ant e do envolvim ent o real nas acções de RSE e da negação desse m esm o envolvim ento m otivado pelas reacções exteriores, para quem as acções nunca acont eceram . Confundidos entre a certeza da acção realizada e a sua constante não confirm ação, os m em bros da organização iriam traduzir esta identidade distorcida na cultura ( com reflexos na acção dos em pregados, no seu m odo de agir e viver na organização) . E que cultura seria esta? Seria um a cultura m arcada pela frustração e im potência, decorrente da sistem ática não confirm ação dos seus próprios actos, que rapidam ente conduziria ao abandono, por parte dos m em bros da organização, dos esforços de RSE num a tentativa de alinham ento entre acção e confirm ação.

A com unicação dos esforços de RSE surge, assim , não com o um a opção m as antes com o um a necessidade inerente às próprias acções que são levadas a cabo. É a seiva vital para a sobrevivência da responsabilidade social j á que, sem ela, as acções carregariam consigo a razão para o seu abandono, tendo em vista o equilíbrio do processo de form ação da identidade organizacional.

Definidos os obj ect ivos com a com unicação da RSE, cum pre destacar o papel do m eio

Benzer Belgeler