III. II Başbakanlık Osmanlı Arşivi
4.2. GÖÇİ-Yİ KEBİR KAZASI’NDAKİ ZAVİYELER
Decidir na escola
i. O fazer burocrático
ii. Decisões coletivas inexistentes iii. Luta por mudanças
iv. A democracia – eleição dos gestores v. Conselho como viabilização das decisões
vi. A “desorganização das reuniões” / desmotivação
Agir no coletivo
i. Envolvimento dos setores ii. Trabalho em grupo
iii. Separação de grupos de professores iv. Trabalhar com projetos
v. A dependência do outro vi. Distanciamento da direção
vii. Distanciamento da Equipe técnica viii. Defender sua categoria (ser professor)
ix. A Falta de tempo
x. O descompromisso dos professores
05.Relações
Participar do Conselho e desenvolver-se profissionalmente i. O professor limitado
ii. A desvalorização docente iii. O descrédito, o desestímulo.
iv. As lutas sindicais – (busca pela valorização, melhoria salarial) v. O bom professor
vi. Melhoria na escola
vii. O Conselho como lugar de “trocas” de aprendizagem viii. O discurso e a ação (teoria e prática)
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01.Sendo professor
A escolha da profissão
i. O prazer pela profissão ii. A não escolha
Saberes da profissão
i. Competências técnicas ii. Competências políticas iii. Ter o dom, a vocação
02.Participando do Conselho diretor
Por que ser participante de um conselho
i. O professor como o real conhecedor da realidade da escola ii. Aproximação da escola com a comunidade
iii. Ser o elo entre professores e estudantes iv. Mudanças na realidade escolar
v. Igualdade / hierarquia
vi. Defesa de um grupo de professores vii. Buscando uma identidade escolar
viii. Otimismo de funcionamento do novo conselho Sendo conselheiro
i. Reconhecimento da importância do professor na escola ii. Sentimento de potência
iii. Sentimento de otimismo e esperança iv. O bom conselheiro
v. Pela melhoria da escola
03.Agindo na escola pública
Desorganização
O descrédito
A clientela: público x privado
A omissão das políticas públicas
Dependência do outro04.Definições
Participar
i. Não participação: hábito do professor em sala de aula - como cultura escolar;
ii. Fazer parte de um processo – participação ativa iii. Ação pela melhoria da escola
iv. Conhecer as informações da escola v. Participação como um projeto vi. Integração
vii. Divisão de responsabilidades viii. Planejamento (não) participativo
ix. O Atheneu do passado Profissionalismo
i. Saber, e saber agir. ii. Ética profissional
1. Ser professor independente de sua posição na escola
Decidir na escola
i. O fazer burocrático
ii. Decisões coletivas inexistentes iii. Luta por mudanças
iv. A democracia – eleição dos gestores v. Conselho como viabilização das decisões
vi. A “desorganização das reuniões” / desmotivação
Agir no coletivo
i. Envolvimento dos setores ii. Trabalho em grupo
iii. Separação de grupos de professores iv. Trabalhar com projetos
v. A dependência do outro vi. Distanciamento da direção
vii. Distanciamento da Equipe técnica viii. Defender sua categoria (ser professor)
ix. A Falta de tempo
x. O descompromisso dos professores xi. A interdisplinaridade
05.Relações
Participar do Conselho e desenvolver-se profissionalmente i. O professor limitado
ii. A desvalorização docente iii. O descrédito, o desestímulo.
iv. As lutas sindicais – (busca pela valorização, melhoria salarial) v. O bom professor
vi. Melhoria na escola
vii. O Conselho como lugar de “trocas” de aprendizagem viii. O discurso e a ação (teoria e prática)
ix. O professor como culpado pelos problemas escolares x. Envolvimento de todos = melhoria no trabalho
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01.Sendo professor
A escolha da profissão
i. O prazer pela profissão ii. A não escolha
Saberes da profissão
i. Competências técnicas ii. Competências políticas iii. Ter o dom, a vocação iv. Saber conviver
02.Participando do Conselho diretor
Por que ser participante de um conselho
i. O professor como o real conhecedor da realidade da escola ii. Aproximação da escola com a comunidade
iii. Ser o elo entre professores e estudantes iv. Mudanças na realidade escolar
v. Igualdade / hierarquia
vi. Defesa de um grupo de professores vii. Buscando uma identidade escolar
viii. Otimismo de funcionamento do novo conselho Sendo conselheiro
i. Reconhecimento da importância do professor na escola ii. Sentimento de potência
iii. Sentimento de otimismo e esperança iv. O bom conselheiro
v. Pela melhoria da escola
03.Agindo na escola pública
Desorganização
O descrédito
A clientela: público x privado
A omissão das políticas públicas
Dependência do outro
Descomprometimento dos professores04.Definições
Participar
i. Não participação: hábito do professor em sala de aula - como cultura escolar;
ii. Fazer parte de um processo – participação ativa iii. Ação pela melhoria da escola
iv. Conhecer as informações da escola v. Participação como um projeto vi. Integração
vii. Divisão de responsabilidades viii. Planejamento (não) participativo
ix. O Atheneu do passado Profissionalismo
i. Saber, e saber agir. ii. Ética profissional
1. Ser professor independente de sua posição na escola
Decidir na escola
i. O fazer burocrático
ii. Decisões coletivas inexistentes iii. Luta por mudanças
iv. A democracia – eleição dos gestores v. Conselho como viabilização das decisões
vi. A “desorganização das reuniões” / desmotivação vii. Criação de situações novas
Agir no coletivo
i. Envolvimento dos setores ii. Trabalho em grupo
iii. Separação de grupos de professores iv. Trabalhar com projetos
v. A dependência do outro vi. Distanciamento da direção
vii. Distanciamento da Equipe técnica viii. Defender sua categoria (ser professor)
ix. A Falta de tempo
x. O descompromisso dos professores xi. A interdisplinaridade
xii. O fazer burocrático
05.Relações
Participar do Conselho e desenvolver-se profissionalmente i. O professor limitado
ii. A desvalorização docente iii. O descrédito, o desestímulo.
iv. As lutas sindicais – (busca pela valorização, melhoria salarial) v. O bom professor
vi. Melhoria na escola
vii. O Conselho como lugar de “trocas” de aprendizagem viii. O discurso e a ação (teoria e prática)
ix. O professor como culpado pelos problemas escolares x. Envolvimento de todos = melhoria no trabalho xi. Desenvolvimento direcionado pelas discussões
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01.Sendo professor
A escolha da profissão
i. O prazer pela profissão ii. A não escolha
Saberes da profissão
i. Competências técnicas ii. Competências políticas iii. Ter o dom, a vocação iv. Saber conviver
02.Participando do Conselho diretor
Sendo conselheiro
i. Reconhecimento da importância do professor na escola ii. Sentimento de potência, otimismo e esperança
iii. Pela melhoria da escola
Por que ser participante de um conselho
i. O professor como o real conhecedor da realidade da escola ii. Aproximação da escola com a comunidade
iii. Ser o elo entre professores e estudantes iv. Mudanças na realidade escolar
v. Igualdade / hierarquia
vi. Defesa de um grupo de professores vii. Buscando uma identidade escolar
viii. Otimismo de funcionamento do novo conselho
03.Agindo na escola pública
Desorganização
O descrédito
A clientela: público x privado
A omissão das políticas públicas
Dependência do outro
Descomprometimento dos professores04.Definições
Participar
i. Não participação: hábito do professor em sala de aula - como cultura escolar;
ii. Fazer parte de um processo – participação ativa iii. Ação pela melhoria da escola
iv. Conhecer as informações da escola v. Participação como um projeto vi. Integração
vii. Divisão de responsabilidades viii. Planejamento (não) participativo
ix. O Atheneu do passado Decidir na escola
i. O fazer burocrático
ii. Decisões coletivas inexistentes iii. Luta por mudanças
iv. A democracia – eleição dos gestores v. Conselho como viabilização das decisões
vi. A “desorganização das reuniões” / desmotivação vii. Criação de situações novas
Agir no coletivo
i. Envolvimento dos setores
ii. Trabalho em grupo de afinidades 1. Trabalhar com projetos 2. A interdisciplinaridade
3. Defender sua categoria (professor) iii. A dependência do outro
iv. Distanciamento da direção /Equipe técnica v. A Falta de tempo
vi. O descompromisso dos professor
05.Relações
Profissionalismo
i. Saber, e saber agir. ii. Ética profissional
1. Ser professor independente de sua posição na escola
Participar do Conselho e desenvolver-se profissionalmente i. A desvalorização docente
1. O descrédito, o desestímulo.
ii. As lutas sindicais – (busca pela valorização, melhoria salarial) iii. Melhoria na escola
1. Envolvimento de todos = melhoria no trabalho iv. O Conselho como lugar de “trocas” de aprendizagem
v. O discurso e a ação (teoria e prática)
vi. O professor como culpado pelos problemas escolares vii. Desenvolvimento direcionado pelas discussões
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01.Sendo professor
A escolha da profissão
i. O discurso da vocação, do amor e do prazer ii. A não escolha
1. Os familiares
2. Não consegui e hoje sou professor a. Desvalorização pela profissão
b. Não reconhecimento em ser professor c. A fuga
i. A especialização ii. A musica
iii. O nível superior: lugar de status na profissão
A obrigação moral
Reconhecimento da importância da profissão i. O saber
ii. A função social
02.Participando do Conselho diretor
Sendo conselheiro
i. O perfil do conselheiro
ii. O Conselho como espaço de valorização docente Participando do conselho
i. A dúvida
ii. A não participação iii. O ingresso
iv. A importância de ter um Conselho na escola
v. A esperança da melhoria da escola está no conselho
03.Agindo na escola pública
Desorganização
O descrédito / frustração
A clientela: público x privado
A omissão das políticas públicas
Dependência do outroi.
Descomprometimento dos professores04.Definições
Participar
i. Ser ativo X ser passivo
ii. Participação como construção coletiva e melhoria do desenvolvimento profissional e institucional
iii. A cultura que limita o professor a sala de aula iv. Reconhecimento da importância do professor
1. desvalorização docente implica na não participação v. a participação para a formação do cidadão
Decidir na escola
i. O fazer da política ii. O fazer burocrático
1. desorganização das reuniões/ desmotivação