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Farklı BAP Dozlarının C demersum’un Farklı Eksplantlarından Sürgün

C. demersum’un Farklı Eksplantlarından Sürgün Rejenerasyonu

4.3. Sıvı Kültürde Sürgün Rejenerasyonu

4.3.2. Farklı BAP Dozlarının C demersum’un Farklı Eksplantlarından Sürgün

Na Tabela 5.7, encontram-se os valores comparativos do somatório dos n-alcanos resolvidos (∑nAlc) e dos hidrocarbonetos totais (HT) de estudos realizados em estuários e regiões costeiras do Brasil e do mundo. É de suma importância a observação da faixa pesquisada.

Nos trabalhos realizados no Brasil listados na Tabela 5.7, as concentrações da ∑nAlc apresentaram faixas bastante estreitas com conteúdos pequenos quando comparados ao determinado nas estações do presente trabalho, porém as faixas pesquisadas foram igualmente menores. A exceção ficou apenas para o trabalho de Bicego et al., (2006), em que o alto conteúdo desses hidrocarbonetos superou o do rio Potengi, apesar da faixa de hidrocarbonetos pesquisados ser menor. Ainda segundo Bicego et al., (2006), o alto valor detectado em suas amostras é comparável aos níveis observados em áreas poluídas. Medeiros et al., (2005), porém, apesar dos valores dos HT determinados em seu estudo serem bem mais baixos do que o do presente trabalho, também os relaciona à importantes entradas antropogênicas. Já dois trabalhos realizados em outros países em áreas portuárias, a faixa da ∑nAlc é próxima à encontrada nesse estudo, apesar de no Porto de Alexandria ter sido analisado menos n- alcanos, o que indica o alto teor desses hidrocarbonetos nesse local. Com relação ao índice dos HT, o presente estudo apresentou valores muito superiores aos encontrados nos demais.

Capítulo V – Resultados e Discussão Dissertação de Mestrado PPGCEP - UFRN Tabela 5.7. Comparação da ∑nAlc e HT em regiões estuarinas e costeiras no Brasil e no mundo, em mg/kg.

Locais Faixa pesquisada ∑nAlc HT Referências

Brasil

Baía de Sepetiba - RJ - 0,27-2,67 0,7-19,2 Silva, 2002.

São Sebastião - SP C12-C34 0,03-4,77 0,04-8,53 Medeiros & Bícego, 2004.

Baía de Sepetiba - RJ C10-C33 0,09-7,55 0,9-101,7 Thomazelli, 2005.

Estuário da lagoa dos Patos - RS C12-C35 0,2-7,5 1,1-129,6 Medeiros et al., 2005.

Sistema estuarino de Santos e São

Vicente C12-C34 3,91-114 17,1-2508 Bícego et al., 2006.

Estuário do rio Potengi - RN C10-C36 <0,1-109,02 9,60-9911,50 Este trabalho.

Exterior

Porto de Alexandria - Egito C13-C35 7-143 - Aboul-Kassim & Simoneit, 1995.

Costa do Egito C10-C36 7,1-142,8 - Aboul-Kassim & Simoneit, 1996.

Costa da Patagônia - Argentina C11-C30 - nd-1304,65 Commendatore; Esteves; Colombo, 2000.

Estuário do rio Yangtze - China C15-C38 0,16-1,88 2,2-11,82 Bouloubassi; Fillaux; Saliot, 2001.

Mar Negro C14-C34 0,11-3,4 2-310 Readman et al., 2002.

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Além da comparação dos índices pesquisados com os encontrados em outras áreas de estudo, é de grande importância a análise do trabalho de Queiroz (2011), também realizado no estuário do rio Potengi e com as mesmas amostras, porém investigando hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs). O diagnóstico ambiental da área, definido por Queiroz (2011), enfatiza a relevância da estação T10 para o conteúdo de hidrocarbonetos petrogênicos, igualmente ao determinado pela pesquisa dos alifáticos realizada pelo presente estudo. Ainda segundo o trabalho de Queiroz (2011), as estações T1 e T25 também apresentaram contribuição petrogênica, embora não tenham apresentado um conteúdo de alifáticos significativo e que permitisse a identificação da fonte. Queiroz (2011) identificou ainda hidrocarbonetos pirolíticos (derivados da combustão incompleta de matéria orgânica) nas estações T16, T22, T23, T30, T33 e T36 que, embora não possam ser determinados pela pesquisa de alifáticos, devido ao fato dos mesmos serem degradados facilmente pelo processo de queima, o presente trabalho indicou que algumas estações como a T22, T16, T30 e a T36 apresentaram predominância de hidrocarbonetos biogênicos na primeira estação e petrogênicos nas três últimas, comprovando que nas amostras analisadas é comum a sobreposição de várias fontes, como esperado para a situação do estuário em estudo. Nas demais estações, Queiroz (2011) identificou fontes petrogênicas e pirolíticas, caracterizando uma zona de mistura.

A comparação com o trabalho de Queiroz (2011) revela a importância de um estudo em conjunto para a obtenção de um diagnóstico ambiental mais completo da área pesquisada. Para isso, foi elaborada a Figura 5.13, que apresenta as estações com os conteúdos biogênicos, petrogênicos, pirolíticos e mistura, destacados pelos dois trabalhos.

Capítulo V – Resultados e Discussão Dissertação de Mestrado PPGCEP - UFRN

Figura 5.13. Indicação do conteúdo de hidrocarbonetos nas estações de amostragem definidos pelo presente trabalho e por Queiroz (2011).

A Tabela 5.8 apresenta as fontes dos hidrocarbonetos pesquisados evidenciadas pelos dois trabalhos em cada estação de amostragem.

Tabela 5.8. Conteúdo dos hidrocarbonetos nas estações de amostragem evidenciados pelo presente trabalho e por Queiroz (2011). O símbolo (-) indica que o método não determinou o conteúdo na estação.

Estações Este trabalho Queiroz (2011)

T1 - petrogênico T2 - mistura T3 - mistura T4 - mistura T5 - mistura T6 - mistura

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T7 petrogênico mistura T8 petrogênico mistura T9 petrogênico mistura T10 petrogênico petrogênico T11 - mistura T12 - mistura T13 petrogênico mistura T14 - mistura T15 - mistura T16 petrogênico pirolítico T17 - mistura T18 - mistura T19 biogênico mistura T20 - mistura T21 - mistura T22 biogênico pirolítico T23 - pirolítico T24 - mistura T25 - petrogênico T26 - mistura T27 biogênico mistura T28 petrogênico mistura T29 mistura mistura T30 petrogênico pirolítico T31 petrogênico mistura T32 - mistura T33 - pirolítico T34 petrogênico mistura T35 - mistura T36 petrogênico pirolítico

Como visto, o contexto ambiental em que o estuário está inserido justifica a presença potencial das fontes petrogênicas, biogênicas e pirolíticas distribuídas ao longo de todo o estuário. O presente trabalho e o de Queiroz (2011) destacam o predomínio dessas diferentes fontes em cada estação, evidenciadas pelos diferentes métodos utilizados sem, entretanto, descartar a presença das demais.

Capítulo 6

Conclusão

Capítulo VI – Conclusão Dissertação de Mestrado PPGCEP - UFRN

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6. Conclusão

Neste capítulo estão apresentadas as conclusões referentes às interpretações realizadas sobre os resultados analíticos obtidos nas 36 estações de amostragem do sedimento de fundo do estuário do rio Potengi, através da qualificação e quantificação dos hidrocarbonetos n- alcanos do C10 ao C36, os isoprenóides pristano e fitano, os resolvidos totais e a mistura complexa não resolvida (MCNR). Para a identificação da origem, concentração e distribuição espacial dos hidrocarbonetos determinados, com a finalidade de se obter uma avaliação ambiental da área, foram utilizados os índices de distribuição dos n-alcanos e as razões diagnósticas selecionadas e interpretadas a partir da análise de diversos autores.

Resíduos e efluentes originários das diversas atividades antropogênicas desenvolvidas no estuário e em suas margens contribuíram com a inserção dos hidrocarbonetos petrogênicos pesquisados e com o seu acúmulo. Dessa forma, a partir da interpretação dos dados analíticos, os resultados foram comparados com as características antrópicas e naturais vigentes na área de estudo, com a finalidade de estabelecer uma conexão entre essas atividades, humanas e biológicas, e os hidrocarbonetos determinados em cada estação.

A comparação dos valores encontrados com os determinados em outros estudos realizados em ambientes estuarinos e costeiros no Brasil e no mundo, também é importante para o estabelecimento comparativo dos perfis ambientais de diversas áreas mais ou menos impactadas pela ação antrópica. A comparação do diagnóstico ambiental, com o determinado pelo trabalho de Queiroz (2011) para as mesmas amostras, reforça a importância dos diferentes tipos de investigação para uma determinação mais abrangente da origem dos hidrocarbonetos.

Assim, com base nos diversos índices e razões diagnósticas utilizados, fica caracterizado poluição petrogênica nas estações T7, T8, T9, T10, T13, T16, T28, T30, T31, T34 e T36. Por não haver atividades com petróleo bruto na região, a fonte petrogênica relaciona-se aqui a óleos lubrificantes ou combustíveis derivados de petróleo, que chegam até ao estuário pelo escoamento pluvial da área urbana, pelo tráfego e lavagem de embarcações ou pelo derrame acidental de combustíveis durante o abastecimento.

O despejo de resíduos através do lançamento de efluentes urbanos in natura, efluentes de estações de tratamento de esgoto, imunizadoras e curtumes, dentre outras atividades, além da falta de consciência ambiental da população ribeirinha e atividades turísticas, também

Capítulo VI – Conclusão Dissertação de Mestrado PPGCEP - UFRN

contribuem com o aporte de hidrocarbonetos petrogênicos. Esses hidrocarbonetos podem ter ainda sua fixação favorecida em pontos específicos do estuário através de características como: alto conteúdo da porção granulométrica fina do sedimento, presença de partículas orgânicas suspensas ou depositadas no sedimento, e menor intensidade do fluxo das correntes. A quantificação dos hidrocarbonetos pesquisados foi comparável aos níveis observados em áreas poluídas de outros estudos.

Já as estações T19, T22 e T27 apresentaram predominância de hidrocarbonetos biogênico terrestres, interpretados como advindos da vegetação de mangue que se encontra preservada nas margens do estuário próximas a elas.

Na estação T29, ficou caracterizada uma mistura, com predominância de ambas as contribuições: petrogênica de baixo peso molecular e biogênica terrestre.

Nas demais estações, a origem dos hidrocarbonetos encontrados não pôde ser determinada por não apresentarem os alifáticos individualmente pesquisados, para os quais existem padrões interpretados na literatura, impossibilitando assim, a aplicação dos índices avaliativos e razões diagnósticas utilizados no presente trabalho.

É importante ressaltar que o contexto ambiental em que o estuário está inserido justifica a presença potencial das fontes petrogênicas e biogênicas presentes nos seus sedimentos de fundo. O presente estudo serviu para mostrar que diferentes técnicas de interpretação ressaltam aquelas assinaturas que possam ser mais predominantes em uma dada estação. Os aparentes conflitos entre as ferramentas de interpretação, que, por exemplo, ora podem indicar uma assinatura petrogênica e ora uma assinatura biogênica para uma mesma estação, refletem na verdade a predominância de um aporte em relação ao outro, sem, entretanto, descartar a possibilidade de aportes múltiplos nas estações amostradas.

O presente trabalho foi realizado a partir de amostras coletadas no ano de 2007, formando, dessa forma, um banco de dados útil para que estudos posteriores possam acompanhar o desenvolvimento do referido sistema ambiental.

Com esse estudo, fica, então, evidenciada a importância das avaliações qualitativas e quantitativas dos hidrocarbonetos estudados como ferramentas de abordagem ambiental, pois elas possibilitam um diagnóstico que, juntamente com o conhecimento da área estudada, permitem indicar as possíveis causas do problema para futuras soluções que o estuário do rio Potengi requer.

Dessa forma, é importante que o conhecimento aqui adquirido tenha um objetivo aplicado sendo utilizado em benefício da qualidade ambiental e humana da região.

Capítulo VI – Conclusão Dissertação de Mestrado PPGCEP - UFRN

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Portanto, estudos dessa natureza propõem o fomento da aplicação teórica e prática aos representantes governamentais fornecendo subsídios para a implantação de propostas de intervenção na região estudada que refletirá como medida salutar ao resto do planeta.

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