4. TIER II VE TIER III YAKLAŞIMLARIYLA MARMARAY PROJESİNİN
4.5. Çeşitli Senaryolar Çerçevesinde Marmaray Hattının İncelenmesi
4.5.1. EURO III Standartlarındaki veya Dizel Otomobillerin Yaygınlaşması66
Silveira Filho (2011) classifica a atividade comercial de acordo com a sua espacialização: Clusters: concentram grande variedade de produtos e maior atratividade
para o consumidor, oferecendo produtos e serviços complementares e desenvolvendo uma cultura própria na região, onde a concorrência é mais acentuada do que em lojas isoladas. Em geral, situados em áreas centrais das cidades, com interação entre o comércio e os serviços oferecidos adicionando-se às atividades administrativas centrais.
Polos Comerciais: além dos polos tradicionais centrais, existem também as zonas comerciais das várias centralidades urbanas, que são polos localizados em cruzamentos e vias de intensa circulação, com presença de transporte coletivo. Estes replicam, em escala menor, o comércio e os serviços encontrado no centro das cidades.
Arenas de Comunicação com o Mercado: centros comerciais, muitas vezes estabelecidos em caráter temporário e móvel, se associam a outras funções que ocorrem nas cidades, tais como convenções, eventos esportivos ou culturais, megashows ou feiras, para servir o público.
Ruas Especializadas: são as ruas que oferecem produtos similares e serviços complementares, estimulando a competição com produtos mais sofisticados ou raros do que encontrados no mercado em geral. Estas ruas, tipicamente, são de atração regional e mesmo nacional, pela qualidade, exclusividade e preço dos produtos.
Ruas Comerciais: estas são as ruas de bairro em que o mix comercial serve majoritariamente à população local, é o comércio de vizinhança, de pequeno po teàeà fa ilia .
Poderíamos acrescentar ainda a essa classificação, o comércio realizado sem a necessidade de presença física, como as vendas realizadas pelo telefone, internet ou correio eàta àasà e dasà ealizadasàdeà po ta-em-po ta ,àat a sàdeà at logosàeà isitasàdi etasà aos consumidores.
O comércio pode também ser classificado pelo deslocamento exigido do consumidor (conveniência, preço, rotina) ou pelo mix de produtos (especializado ou não especializado; seleção assistida ou auto-serviço, etc.). (OLIVEIRA, 2006). No entanto, o comércio tem sido mais frequentemente classificado de acordo com a sua localização (OLIVEIRA, 2006; CHAKRABORTY & EMMA, 2007), como se vê abaixo e na Tabela 3.
Centro Comercial Não Planejado: é aquele que evolui com o crescimento da cidade e procura se aproximar do consumidor, seguindo o crescimento das áreas residenciais e a disponibilidade de transporte público. Por vezes é também chamado de centro comercial de crescimento orgânico ou espontâneo.
Centro Comercial Planejado: tipicamente os shopping centers, formando um complexo minuciosamente planejado, composto de várias unidades complementares.
Lojas Isoladas: não possuem necessariamente outro comércio ou serviço em seu entorno e se colocam em locais estratégicos para o tipo de consumidor que pretendem atingir.
Tabela 3: Tipos de Comércio Brasil (São Paulo) (editada pela autora). Fonte: OLIVEIRA, 2006.
Segundo a classificação de Oliveira (2006), os centros comerciais a serem estudadas nessa pesquisa faze àpa teàdoàg upoà Ce t osàCo e iaisàN oàPla ejados ,àpeloà e osàaà princípio. Isso, pois muitos dos clusters criativos têm adotado exemplos de sucesso dos centros comerciais de bairro que cresceram espontaneamente – ou sem planejamento formal – e produzido, a partir destes modelos, o componente comercial dos clusters criativos, como veremos adiante. Para essa pesquisa adotaremos a classificação descrita na Tabela 4, com espacialização prototípica de cada modelo, exemplificada nos diagramas que se seguem nas próximas páginas.
TIPO COMÉRCIO ACESSO DESCRIÇÃO LOCALIZAÇÃO
SHOPPING CENTER
(MALL) AUTOMÓVEL Edifício isolado no lote, cercado de estacionamento. Planejado em torno de
lojas âncoras e locais de entretenimento/alimentação.
SUBÚRBIO: EUA BAIRROS CENTRAIS e SUBÚRBIOS (+recente): BRASIL
SHOPPING ATACADO SHOPPING
ESPECIALIZADO HIPERMERCADO
AUTOMÓVEL Edifício isolado no lote, cercado de
estacionamento. SUBÚRBIO: EUA e (+recente): BRASIL
STRIP MALL AUTOMÓVEL Edifício com comércio disposto em
sequência, paralelos à via principal, com estacionamento à frente.
SUBÚRBIO: EUA
LOJAS DE
DEPARTAMENTOS AUTOMÓVEL / PEDESTRE /
TRANSPORTE PÚBLICO
Edifício independente, normalmente com estacionamento dentro do edifício ou transporte público nas redondezas.
TRADICIONALMENTE CENTROS URBANOS: BRASIL e EUA e SUBÚRBIOS: EUA
CORREDOR COMERCIAL PEDESTRE /
TRANSPORTE PÚBLICO
Ruas com comércio dispostos ao longo
de eixo viário. SUBÚRBIO: EUA e
BAIRROS CENTRAIS: BRASIL
COMÉRCIO
ESPECIALIZADO PEDESTRE Clustere/ou complementares. comercial com negócios similares BAIRROS CENTRAIS: EUA e BRASIL
COMÉRCIO BAIRRO OU DE
VIZINHANÇA PEDESTRE Comércio independente, servindo ao público do bairro, necessidades básicas. BAIRROS: EUA e BRASIL
Tabela 4: Classificação do Centros Comerciais por Tipo. Fonte: Desenvolvida pela autora.
Shopping Center (Mall), Shopping Atacado e Atacarejo e Hipermercado
Os primeiros shopping centers (malls) dos Estados Unidos surgem em torno de 1940/50, quando o país vive o fenômeno da suburbanização, com as classes médias transferindo-se para longe dos centros urbanos, que se encontravam densamente populados e eram o side adosà i salu es .à ásà i dúst ias,à osà oto esà e o i osà dasà idades,à mudam-se para locais afastados dos centros e, aos poucos, vão deixando o país. As autoridades municipais não têm recursos para a renovação urbana e os centros entram em
decadência e abandono. Ao mesmo tempo, o governo federal dos Estados Unidos, através do Highway Act50, enfatiza a expansão da malha viária em direção aos subúrbios.
O modelo de implantação dos malls segue a lógica da circulação suburbana, buscando áreas próximas a intersecções de rodovias e a áreas residenciais. Com visibilidade do automóvel, porém sem qualquer preocupação com sua inserção no contexto e integração - visual, física e paisagística – com o ambiente pré-existente, como se vê no Diagrama 3, a seguir. A construção típica segue o princípio da praticidade do park & shop, com entradas que se abrem para o estacionamento, tipicamente com pouca ou nenhuma preocupação com o pedestre, nem mesmo em seu percurso entre o mall e o automóvel.
Diagrama 3: Implantação Tipo – Mall, Estados Unidos. Fonte: Desenvolvido pela autora.
O shopping center, modelado nos malls norte-americanos, chega ao Brasil na década de 1960, seguindo a expansão da malha urbana e o planejamento de cunho rodoviarista da
50 Programa do presidente Eisenhower, que em 1956 distribuiu 25 milhões de dólares para a construção de 41 mil milhas de estradas por todo o país.
época. Em 1966 o primeiro shopping, o Iguatemi, inaugurado em São Paulo foi desenvolvido por Alfredo Mathias e, inicialmente, não teve fácil aceitação. O público estava acostumado às compras na rua Augusta, então o mais importante cluster do comércio de rua. Apesar de alguns exemplos de lojas de departamento, como a Sears e a Mesbla, o conceito do shopping só se consolida nas grandes metrópoles brasileiras, na década seguinte. Os shoppings no Brasil foram, em grande parte, financiados pela Caixa Econômica Federal, que via ali um importante investimento para o crescimento da economia do país. A partir da década de 1980, o empresariado se torna independente com relação aos consultores europeus e norte- americanos, que haviam desenvolvido a maioria dos projetos nacionais até então.
O shopping center brasileiro segue os modelos norte-americanos, especialmente por terem sido desenvolvidos, em sua maioria, com projetos de firmas internacionais. Diferentemente dos Estados Unidos, no Brasil a presença de alguma forma de transporte público se faz necessária junto aos shoppings (ônibus, trem ou metrô), já que a maior parte dos funcionários não possui automóvel particular.
Diagrama 4: Implantação Tipo - Shopping Center Urbano, Brasil. Fonte: Desenvolvido pela autora.
Os shopping centers brasileiros, atualizando os modelos internacionais inicialmente adotados, expandem-se já há cinquenta anos por toda a malha urbana das nossas cidades, grandes e pequenas. No entanto, têm-se verificado nas últimas décadas, que os arquetípicos malls (shopping centers) norte-americanos têm sido superados por novos modelos de comércio planejado. Esse fato é evidenciado pelo número significativo de projetos que tentam reinventar o modelo tradicional ou mesmo optam pelo encerramento da atividade em várias localidades do mundo. No Brasil, esse processo se anuncia nas grandes cidades, com a constatação de que vários shoppings novos abrem suas portas com menos de 40% de suas lojas ocupadas51. A tendência é que o modelo shopping center cresça cada vez mais nas
cidades com menos de 500 mil habitantes, mercado que hoje chega a representar cerca de 50% dos shoppings em operação no país. (ABRASCE, 2015). Por conta das temperaturas amenas, em algumas regiões, desenvolvem-se hoje modelos alternativos, como os shoppings a céu aberto.
Strip Mall
Os Strip Malls surgem nos Estados Unidos no início do século XX como forma planejada de comércio para os primeiros subúrbios norte-americanos. Com configuração como se vê no Diagrama 5, acima, estes implantam-se paralelamente à circulação viária ou localizam-se na intersecção de vias principais em áreas predominantemente residenciais. Esse modelo de comércio é encontrado em praticamente todas as cidades e subúrbios norte- americanos e compõe-se ofertando uma variedade de serviços (salão de beleza, lavanderias, restaurantes, etc.) e produtos (farmácias, lojas de roupas e calçados, artigos para festas, etc). Os modelos mais antigos têm as suas lojas arranjadas em uma simples faixa, com arquitetura simples, porém já há algumas décadas os strip malls buscam atrair o consumidor mais exigente com fachadas elaboradas, como se vê na Figura 6.
51 De acordo com a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), atualmente cerca de 500 centros
comerciais deste tipo operam no Brasil, e o número crescerá para 530 até o fim do ano – a maioria dos novos empreendimentos se localizam fora das grandes capitais. E pode ser esse um dos problemas, pois muitos desses foram abertos em mercados que não tinham demanda suficiente. Entre os shoppings inaugurados entre setembro e dezembro de 2013, a taxa média de ocupação em 21 deles foi de apenas 38%. Segundo Fabio Caldas, coordenador de pesquisa na área de shoppings do Ibope Inteligência, o ritmo de crescimento do varejo não acompanhou o avanço dos shoppings .à FU““Y,à .
Diagrama 5: Implantação Tipo - Strip Mall, Estados Unidos. Fonte: Desenvolvido pela autora.
Mais recentes são também as variações do Strip Mall, adotado para usos específicos, como os que se alinham no entorno das universidades, oferecendo livrarias, cafés e centro de cópias entre outros. Existem também aqueles que se conformam a partir de uma grande loja âncora e usos complementares, com temas que variam da construção a alimentação ou de serviços médicos e profissionais.
Figura 6: Daytona Beach Strip Mall, Florida, Estados Unidos. Fonte: Cuhaci &Peterson Architects, S/D.
No Brasil o conceito de Strip Mall é relativamente novo e está ainda buscando seu lugar nas nossas cidades. Seus defensores pregam que esse modelo resolveria o problema da falta de tempo da sociedade atual à us a doàu aàalte ati aàpa aàasà o p asà ueàsejaà
mais tranquila e descomplicada (BR Stores), anunciando que:
O custo operacional desse modelo é significativamente inferior ao de um shopping
center convencional; o grupo de lojas estão dispostas em fila com um grande
estacionamento em frente; com um mix composto por estabelecimentos que oferecem os produtos e serviços mais utilizados no dia a dia; atendendo à demanda cotidiana da comunidade local, conquistando a fidelidade diária do público-alvo. (BR Stores, sem data).
A companhia promete também controle sobre o tipo de comércio, estabelecendo um balanço complementar e evitando redundâncias entre as diferentes lojas de cada Strip Mall.
Diagrama 6: Implantação Tipo - Strip Mall, Brasil. Fonte: Desenvolvido pela autora.
No Brasil, tipicamente os strip malls têm se instalado em cidades médias ou em áreas próximas aos grandes centros urbanos, quando há disponibilidade de terra. Nos Estados Unidos, estes se implantam ao longo das rodovias e são abertos, porém no Brasil, na maior parte dos casos, estes são cercados e controlados por seguranças e instalam-se dentro das quadras com acesso de veículos a uma via importante da cidade, como se viu no Diagrama 6. O formato longitudinal das lojas alinhadas com vagas de estacionamento acompanhando toda a faixa comercial é o padrão mantido.
[...] em um Strip Mall é possível encontrar livrarias, salão de beleza, lanchonete, floricultura, pet shop, doçaria, cafeteria e até um pequeno supermercado, o que oferece aos moradores de um bairro um centro de compras completo e
diversificado, que reúne tudo em um só lugar. (BLOG LOGISTICA, 11/04/2014).
Figura 7: Strip Mall Vicente Rao, São Paulo. Fonte: http://construcaomercado.pini.com.br.
Corredor Comercial ou Main Street
Nos Estados Unidos, Main Streets são as vias principais dos vilarejos ou das pequenas cidades. Normalmente são o foco do comércio e dos serviços da região. Sua organização espacial, que pode ser vista no Diagrama 7 a seguir, é similar à dos corredores comerciais, podendo ser chamada de Main Street ou apenas corredor comercial, se localizadas nos centros urbanos. Esses corredores comerciais oferecem a maior parte das atividades não- residenciais que servem uma determinada comunidade ou bairro. Por excelência são de uso misto e incluem comércio; restaurantes; estações de trem; agencia de bancos, correios; bombeiros; serviços em geral e muitas vezes a escola ou outra instituição pública de importância regional. Muitos apresentam também uso residencial, geralmente na forma de apartamentos sobre as lojas, oferecendo opção de moradia com custo menor do que as áreas exclusivamente residenciais da região.
Nos Estados Unidos, Main Streets ou corredores comerciais datam da primeira expansão para os subúrbios impulsionada pela extensão da malha ferroviária para além dos
centros urbanos. Hoje muitos desses corredores estão sendo reabilitados, principalmente através do Programa Federal Main Street52, que se estende por todo o país.
Diagrama 7: Implantação Tipo – Main Street, Estados Unidos. Fonte: Desenvolvido pela autora.
Polo Comercial de Rua
Os chamados polos comerciais de rua representam a forma mais tradicional de comércio das cidades. São centros de bairros onde o trânsito de pedestres, automóveis e do transporte público é mais intenso, com uma ou mais vias coletoras e outras vias secundárias para onde a atividade comercial e de serviços se propaga. Não há nenhuma diferença importante do ponto de vista espacial ou funcional entre os polos comerciais no Brasil ou nos Estados Unidos, como detalhado no Diagrama 8, a seguir. As diferenças são regionais e locais, dependendo do entorno socioeconômico em que se inserem.
No Brasil, os polos comerciais de rua caracterizam-se tradicionalmente por atingir público-alvo das classes C, D e E, diferentemente dos shopping centers, que se destinam tipicamente às classes A, B e C. (PARENTE, 2007).53 Os polos comerciais de rua, em sua maior
52 Mais detalhes sobre o Programa Main Street no Capítulo 3.
53 Renda Classe A > 20 SM; Classe B = 10 a 20 SM; Classe C = 4 a 10 SM; Classe D = 2 a 4 SM; Classe E < 2 SM. (SM: Salário Mínimo).
pa teà oà s oà pla ejadosà eà es e à deà a ei aà o g i a ,à espo de doà sà fo çasà deà mercado atuantes na cidade como um todo e em sua localização especifica. Estes se beneficiam do acesso ao transporte coletivo, visto que normalmente contam com uma quantidade limitada de vagas para estacionamento de veículos particulares.
A maior parte desses centros comerciais de rua não possuem organizações ativas para suprir as demandas por segurança, limpeza e embelezamento e mesmo assessoria na área de marketing, relocação e no estudo das fórmulas de mercado, alocação de novos negócios e heterogeneidade/complementaridade dos estabelecimentos oferecidos. O mercado toma as decisões sem planejamento prévio, por isso seu desenvolvimento é considerado espontâneo .
Diagrama 8: Implantação Tipo – Polo Comercial de Rua Tradicional. Fonte: Desenvolvido pela autora.
Os espaços públicos tendem a ser mais democráticos, com menor regulação e controle do que ocorre nos shoppings, liberdade que vem, no entanto, acompanhada de menor segurança aos compradores e menor garantia de interferência nos usos lindeiros. Ao mesmo tempo, a maior porosidade entre os diferentes usos permite que haja interação no ambiente urbano como um todo, podendo enfatizar a vitalidade ou a decadência da vizinhança. Os polos comerciais têm grande influência na imagem – e consequentemente na qualidade de vida e no valor de mercado imobiliário (WATCHER & GILLEN, 2006) – dos bairros que os acolhem.
Desde os anos 2000, a ênfase na recuperação dos tradicionais polos comerciais de rua vem tomando força nas capitais e nos grandes centros urbanos do Brasil54. Estes surgem
54 Principalmente nas novas centralidades urbanas, onde os antigos centros comerciais foram esvaziados e/ou substituídos pelos shopping centers nas décadas de 1980/2000.
como alternativa mais democrática e inclusiva, além de seus benefícios em termos de sustentabilidade. Em muitos casos o programa de requalificação inclui a restauração e o retrofit dos edifícios, promovendo maior vitalidade aos bairros, com a promoção da cultura e a ocupação dos espaços públicos. Acompanhando os programas de renovação das ruas comerciais, desenvolve-se paralelamente a requalificação dos espaços públicos e dos espaços semi-públicos55. Com funções de passagem e também de convivência, são estes os
pequenos parques (pocket parks, comuns nos Estados Unidos), os parklets (como extensão das calçadas, mas também do comércio) e os pátios e praças criadas em terrenos de propriedade privada. O Plano Diretor de São Paulo incentiva a construção desses espaços com o intuito de valorizar as áreas comerciais, oferecendo uma amenidade a mais para seus frequentadores. O ideal seria que esses espaços fossem responsabilidade da iniciativa privada e da sociedade civil, como sugere Valter Caldana:
[...] as ações de responsabilidade social, como a implementação dos parques da vizinhança na cidade, devem passar a constar no plano financeiro das empresas. A iniciativa privada pode colocar na sua planilha algumas ações de cidadania e de gentileza urbana. Cada vez mais a sociedade civil e a iniciativa privada precisam entender e incorporar o fato de que questões de valorização do espaço público são de nossa responsabilidade e nos trazem retorno. (CALDANA, 07/08/14).