3.5. VERİLERİN ANALİZİ VE DEĞERLENDİRİLMESİ
3.5.6. Engelli Yolculara Havalimanında Verilen Hizmetler İle İlgili Bulgular
3.5.6.2. Engelli Yolcuların Havalimanında Verilen Hizmetleri Algılama
13/ 02 - 20h33
M a u á discu t e t e r m e lé t r ica n e st a 4 ª Már cia Pinna Raspant i
Do Diár io do Grande ABC
A Pr efeit ur a de Mauá r ealiza nest a quar t a- feir a r eunião aber t a à população par a apr esent ar o proj et o de inst alação da usina t er m elét r ica – m ov ida a gás nat ur al – que ser á const r uída no bair r o de Capuav a, ainda no m unicípio de Sant o Andr é. “ A usina fica na divisa com Mauá e o im pact o am bient al pr ecisa ser discut ido em t er m os regionais” , disse a secr et ár ia de Planej am ent o e Meio Am bient e de Mauá, Josiene Fr ancisco da Silv a.
Dur ant e o encont r o, os t écnicos da Rolls- Royce Vent ur e Lt da. – cont r olador a da Capuav a Coger ação, em pr esa r esponsável pela oper ação da usina – ir ão ex plicar o funcionam ent o da t er m elét r ica e discut ir os aspect os am bient ais envolvidos na inst alação. Segundo Josiene Fr ancisco, a Secr et ar ia de Planej am ent o e Meio Am bient e ainda não t em par ecer am bient al sobr e a usina.
O ger ent e de desenvolv im ent o da Rolls- Roy ce Vent ure, Luís Ot áv io Aleot t i, infor m ou que a usina não causar á nenhum im pact o am bient al. “ I r em os subst it uir os equipam ent os at uais ( caldeir as) por out r os m ais m oder nos. Os níveis de poluição ir ão cont inuar os m esm os produzidos at ualm ent e, m as os benefícios econôm icos ser ão m uit o gr andes” , disse.
Além de t or nar a Pet r oquím ica União aut o- sust ent ável em ener gia elét r ica, com pr odução de 240 MW/ hor a, a usina ir á ger ar 500 t oneladas/ hor a de v apor , usado com o com bust ív el pela em pr esa. De acor do com o ger ent e da Rolls- Roy ce, a usina não ir á causar poluição sonor a na r egião. “ Nenhum r uído será ouvido for a da Pet r oquím ica União. A usina fica enclausur ada e cont ará com silenciador es. Nem m esm o o pessoal dos escr it ór ios ir á per ceber o bar ulho” , disse. A secret ár ia de Desenvolvim ent o Econôm ico de Sant o Andr é, Nádia Som ekh, confir m ou os benefícios econôm icos que a usina ir á t r azer par a a r egião. “ É m uit o int eressant e do pont o de vist a econôm ico. Quant o à quest ão am bient al, é im por t ant e que a em pr esa est ej a
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r ealizando essas r euniões par a discut ir a quest ão” , disse.
O pr oj et o de inst alação da usina est á em fase de licenciam ent o j unt o à Secr et ar ia Est adual de Meio Am bient e, e a audiência pública ser á r ealizada em 15 de m ar ço, em Sant o Andr é. A r eunião de hoj e acont ece no audit ór io Dout or Vicent e de Car v alho Br uno, no Paço Municipal de Mauá, às 18h.
Realização de reunião aberta à população para a discussão e explicação do funcionamento da Usina. O artigo faz referência aos impactos que a instalação da usina trará a região, defendendo a posição de que nenhum problema ambiental será causado. Além disso, também é dito que não haverá ruídos fora da PqU, pois a usina ficará fechada e possuirá silenciadores.
NOTÍCIAS ONLINE — Agosto de 2001 São Paulo, 2 de agosto de 2001
Licença ambiental para termelétrica de Capuava esbarra no uso de água A Capuava Cogeracão - subsidiária da Rolls Royce - aguarda apenas a emissão da licença ambiental para tocar o projeto de construir uma usina termelétrica na Petroquímica União. Como a licença não foi emitida no prazo inicialmente previsto - 31 de julho - a entrada em operação, prevista para dezembro de 2003, poderá ser prejudicada.
“A análise da licença está esbarrando no consumo de água para resfriamento dos reatores”, explica César Barlem, diretor industrial da Petroquímica União. O projeto de US$ 400 milhões prevê a geração de vapor e energia elétrica a partir de um mix entre 85% de gás natural e 15% de gás de processo produzido pela petroquímica. “Como as turbinas irão queimar dois tipos de combustíveis, será necessário adicionar 90 m³ de água por hora para abater as emissões de NOx”, conta o diretor.
O impasse quanto ao consumo dessa água está na concessão restrita à petroquímica, o que impediria ser utilizada por terceiros - no caso a Capuava Cogeração.
O vapor gerado será disponibilizado à Petroquímica União, enquanto que a energia elétrica será vendida para as distribuidoras. (FB)
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O artigo trata do problema do uso de água que será utilizada no resfriamento dos reatores, pois será necessário adicionar 90m3 de água por hora para contrabalançar as emissões de Nox.
29/ 03 - 21h03
St o.An dr é cr ia com issã o p a r a a com p a n h a r in st a la çã o de t e r m e lé t r ica
Do Diár io do Gr ande ABC
A Câm ar a de Ver eador es de Sant o Andr é aprov ou nest a quint a a form ação de um a com issão especial par a acom panhar o pr ocesso de licenciam ent o e inst alação da Capuav a Coger ação no m unicípio – usina t er m elét r ica que ir á pr oduzir 500 t oneladas/ hor a de v apor par a a Pet r oquím ica União ( PqU) e 240 MW de ener gia elét r ica par a ser com er cializada pela Rolls Royce Pow er s Vent ur es.
Segundo o president e da Câm ar a, Car linhos August o ( PT) , a idéia é cr iar um fór um per m anent e de discussão sobr e o em pr eendim ent o, com post o por r epr esent ant es do poder público, da sociedade civ il e da pr ópr ia Capuav a Coger ação. “ Num a pr im eira fase, vam os r ecolher infor m ações e esclar ecer dúvidas. Depois, v am os for m ar um gr upo par a acom panhar o pr ocesso” , disse.
Segundo Car linhos, as pr incipais quest ões apr esent adas pelos v ereador es se r efer em à cont r apar t ida que o em pr eendedor dar á ao m unicípio. “ Não est á clar o se hav er á com pensações am bient ais ou de out r o car át er par a Sant o André. Não podem os esquecer , cont udo, dos benefícios econôm icos que a usina t r ará” , disse.
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A com issão especial, com post a por set e ver eadores, r eúne- se na t er ça- feir a par a est abelecer o cr onogr am a de t r abalho que ser á seguido. — MPR
http://www.dgabc.com.br/Setecidades/Setecidades0.idc?conta1=198421
O artigo trata da criação de uma comissão que irá verificar o processo de instalação da usina, criando também um fórum composto por representantes do poder público, da sociedade civil e da própria Capuava Cogeração, enfatizando os benefícios que a usina trará.
17/ 05 - 21h35
Con su lt or a p on t a fa lh a s e m p r oj e t o de t e r m e lé t r ica de Ca pu a v a
Már cia Pinna Raspant i Do Diár io do Grande ABC
A inst alação da Capuav a Coger ação – usina t erm elét r ica que pr oduzir á 500 t oneladas de v apor par a a PqU ( Pet r oquím ica União) e 240 MW de ener gia par a com er cialização –, no Pólo Pet r oquím ico, em Sant o André, ainda ger a dúv idas e incer t ezas nos m or ador es e aut or idades da r egião.
Em r eunião r ealizada quar t a- feir a na Câm ar a deSant o Andr é, o pr ofessor Célio Ber m ann, do I nst it ut o de Elet rot écnica e Ener gia da USP e assessor t écnico da Câm ar a, apr esent ou análise do EI A- Rim a ( Est udo de I m pact o Am bient al) apr esent ado pelo em pr eendedor à
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Secr et ar ia Est adual de Meio Am bient e.
Ber m ann apont ou im pr ecisões do r elat ór io, principalm ent e no que se r efer e à em issão de poluent es e ao aum ent o de consum o de água ( ser ão m ais 90 t on/ hor a de água) . “ De onde v ir á essa água e quem ser á o r esponsáv el por ela não fica clar o, j á que a Capuav a Coger ação e a PqU são pessoas j ur ídicas diferent es” , disse.
Os cálculos sobr e a em issão de poluent es for am consider ados inadequados por Ber m ann. “ O ar j á est á sat ur ado naquela ár ea, e a usina ir á cont r ibuir de for m a significat iv a par a o aum ent o da em issão de gases na at m osfer a” , afir m ou.
De acor do com o especialist a, ir á aum ent ar a em issão dos hidr ocar bonet os ( 1. 289% ) , com post os or gânicos v olát eis ( 229, 7% ) , dióxido de enxofr e ( 124,5% ) e m onóxido de car bono ( 120,2% ) . “ São com ponent es que t r azem danos à saúde da população, pr incipalm ent e ao aparelho r espir at ór io” , disse.
O assist ent e de Qualidade e Meio Am bient e da PqU, Diler m ando Nogueir a, que est av a pr esent e na r eunião, não concordou com as cr ít icas de Berm ann. “ Gost ar ia de saber qual foi a m et odologia usada pelo professor par a chegar a esses result ados. Com cer t eza, foi difer ent e da ut ilizada no EI A- Rim a.”
Nogueir a disse t am bém que o r elat ór io é bast ant e clar o quant o ao balanço hídr ico. “ A água que a PqU usa at ualm ent e é capt ada no r io Tam anduat eí e for necida pelo Sam a ( Saneam ent o Básico de Mauá) . A out orga que t em os da Pet r obrás é suficient e par a o aum ent o de dem anda, e est am os negociando com o Sam a par a r eceber m os m aior quant idade de água t r at ada” , disse.
Câ m a r a a in da fa r á sé r ie de r e u n iõe s Do Diár io do Gr ande ABC
Par a esclar ecer e debat er os aspect os que env olv em a inst alação da Capuav a Coger ação no m unicípio, a com issão especial da Câm ar a de Sant o Andr é com eçou sér ie de reuniões com especialist as, aut or idades e ent idades dir et am ent e int er essadas no assunt o.
Ser ão m ais quat r o r euniões, sem pr e às quar t as- feiras, às 16h, na Câm ar a, com a pr esença de Célio Ber m ann, consult or t écnico do
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Legislat iv o m unicipal, sindicat os, m or ador es e r epr esent ant es do em pr eendedor . No dia 18 de j unho, ser á r ealizado sem inár io em que ser á anunciada a posição oficial da Câm ar a sobre a t er m elét r ica. “ Vam os nos posicionar clar am ent e sobre o assunt o: a fav or ou cont r a. No caso de ser m os fav or áv eis, ir em os suger ir m edidas m it igat ór ias, par a ev it ar o im pact o negat ivo no m eio am bient e e na saúde da população” , disse o pr esident e da com issão, v er eador Jur andir Gallo ( PT) .
Na pr im eir a reunião, que ocor r eu ant eont em , Célio Ber m ann apr esent ou par ecer t écnico sobr e o EI A- Rim a ( Relat ór io de I m pact o Am bient al) e com ent ou as quest ões m ais im port ant es, sobr et udo r elat iv as ao m eio am bient e. “ Fui cham ado par a fazer obser v ações t écnicas, e não par a fazer qualquer t ipo de j uízo de v alor ” , disse Ber m ann. — MPR
http://www.dgabc.com.br/Setecidades/Setecidades0.idc?conta1=208127
O artigo trata das falhas apontadas no RIMA pelo consultor técnico e professor da USP, Célio Bermann, no que se refere aos problemas que poderão ser trazidos com a instalação da usina. Bermann aponta alguns tópicos que não estão bem explicados no EIA-RIMA, tais como de onde a água virá e o aumento da emissão de hidrocarbonetos na atmosfera. A metodologia utilizada pelo professor é colocada em dúvida, pergunta-se se ela fora a mesma utilizada na elaboração do EIA-RIMA.
18/ 06 - 21h12
Com issã o de v e a ca ba r r e la t ór io sobr e t e r m e lé t r ica Márcia Pinna Raspant i
Do Diár io do Grande ABC
A Câm ar a de Sant o Andr é r ealizou nest a segunda r eunião par a discut ir a inst alação da Capuav a Coger ação, em Capuav a, na div isa de Sant o Andr é e Mauá. A com issão especial cr iada pelos v er eador es par a analisar o assunt o dev e apr esent ar posição oficial na pr óx im a sem ana.
O r elat ór io final da Câm ar a ser á encam inhado à Secr et ar ia Est adual do Meio Am bient e. “ O par ecer dos ver eador es t er á peso polít ico im por t ant e” , disse Ricar do
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Sim onsen, responsável pelo EI A- Rim a ( Relat ór io de I m pact o Am bient al) . A Capuav a Coger ação é usina t er m elét r ica capaz de pr oduzir 500 t oneladas de v apor por hor a par a a PqU ( Pet r oquím ica União) e 240 MW/ hor a de ener gia que poderá ser com er cializada pela Rolls Roy ce Pow er s Vent ures, que v ai operar a usina.
A inst alação t em sido m ot iv o de polêm ica desde o início. Mesm o após duas audiências públicas, v ár ios encont ros com ent idades e quat r o r euniões na Câm ar a, nada est á fechado. “ Acho que a solução m ais dem ocr át ica é convocar um plebiscit o” , disse o pr esident e da com issão, Jur andir Gallo.
“ Algum as quest ões pr ecisam ser super adas par a que a discussão possa av ançar. Não t em sent ido debat er m ais a possibilidade de a usina ut ilizar um com bust ív el alt er nat iv o ( óleo diesel) ” , disse Maur ício Mindr iz, super int endent e do Sem asa. A idéia de cr iar um a com issão de m onit or am ent o par a cont r olar as em issões de poluent es na t er m elét r ica foi bem aceit a pelo em pr eendedor. “ Cabe à cidade est abelecer com o isso pode ser feit o” , disse Luís Ot ávio Aleot t i Maia, gerent e da Rolls Roy ce.
http://www.dgabc.com.br/Setecidades/Setecidades0.idc?conta1=213798
O artigo trata de uma das reuniões realizadas e ainda diz que há algumas questões ainda a serem superadas, no que diz respeito à instalação da usina. É citada também a possibilidade que seja criada uma comissão de monitoramento que controle a emissão de poluentes na termelétrica.
29/ 06 - 21h20
Câ m a r a div u lga r e la t ór io pa r cia l sobr e t e r m e lé t r ica Márcia Pinna Raspant i
Do Diár io do Grande ABC
A com issão especial da Câm ar a de Sant o André div ulgou na sex t a r elat ór io par cial sobr e a inst alação da Capuava Coger ação, usina t er m elét r ica que ir á pr oduzir ener gia elét r ica ( 240 MW) par a ser com er cializada pela Rolls Royce Pow er Vent ur es e vapor ( 500 t oneladas/ hor a) par a abast ecer a PqU ( Pet r oquím ica União) .
Os v er eador es não apr esent ar am docum ent o conclusiv o, nem posição definida sobr e o em pr eendim ent o. “ Falt am m uit as infor m ações no EI A- Rim a ( Relat ór io de I m pact o Am bient al) apr esent ado pelo em pr eendedor . Sem as com plem ent ações
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que pedim os, fica difícil nos posicionar m os” , disse o pr esident e da com issão, Jur andir Gallo.
O docum ent o dos v er eador es pede esclar ecim ent os sobr e o balanço hídr ico, a em issão de poluent es e o cust o de com er cialização da ener gia elét r ica que ser á pr oduzida. A com issão pr opõe a cr iação de ór gão m unicipal de cont r ole com poder de fiscalização para em pr eendim ent os que env olvam aspect os am bient ais, com o a Capuav a Coger ação.
A com issão pede t am bém que o em pr eendedor apr esent e docum ent o no qual se com pr om et e a ut ilizar apenas a m ist ur a de gás nat ur al e de pr ocesso com o com bust ív el ( com o est á prev ist o no pr oj et o) , além de declar ação da PqU e da Recap sobr e a disponibilidade hídr ica. “ A pr im eir a dem anda j á est á r espondida no EI A- Rim a e será especificada na licença da Cet esb ( Com panhia de Tecnologia e Saneam ent o Am bient al) . Quant o ao segundo pedido, a declar ação da PqU t am bém est á no r elat ór io. As out r as infor m ações est ão no docum ent o que enviar em os à Cet esb, que est á à disposição dos ver eador es” , disse Luís Ot ávio Aleot t i Maia, ger ent e de Desenvolvim ent o da Rolls Royce.
http://www.dgabc.com.br/Setecidades/Setecidades0.idc?conta1=216028
O artigo refere-se à divulgação do relatório parcial sobre a instalação da usina , mas os vereadores ainda não apresentaram um documento conclusivo, já que ainda faltam muitas informações no EIA-RIMA. O documento parcial pede ainda esclarecimentos alguns aspectos tais como: o balanço hídrico, a emissão de poluentes e o custo de comercialização da energia elétrica produzida.
Cidades
Con st r u çã o de m e ga ce n t r o ca u sa t r a n st or n o a m or a dor e s
de Sa n t o An dr é
Moradores do bairro Vila Homero Thon enfrentam trânsito lento e barulho por causa das obras que levantarão a Cidade Pirelli Trânsito lento nos horários de pico na Av. Giovanni Pirelli, demolição de 37 prédios desocupados e de três imóveis comerciais, retiradas de árvores, e muito barulho, são alguns dos problemas enfrentados por moradores do bairro Vila Homero Thon, em Santo André, para que se torne possível a obra que tira do papel a Cidade Pirelli.
O mega-empreendimento é uma espécie de cidade dentro de Santo André, que terá conjuntos empresariais e comerciais, rua 24h, áreas de lazer,
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cinemas multiplex e até um hotel 4 estrelas, com 250 quartos. As obras que duplicarão a Av. Giovanni Pirelli, e que reurbanizarão um trecho de 600m, com iluminação, sinalização e paisagismo, estão em andamento, desviando o trânsito local.
Segundo o superintendente da Empresa Pública de Transportes de Santo André, Epeus Pinto Monteiro, em entrevista ao Diário do Grande ABC, o tráfego na área do desvio é satisfatório (lento, mas sem congestionamento) e a mudança ocorreu dentro do previsto pela EPT.
O projeto Pirelli, orçado em US$ 200 milhões, ocupará uma área de 215mil m², sendo que, deles, 13 mil m² serão parte de uma praça pública com árvores de grande porte e equipamentos de lazer, como uma parede para a prática de alpinismo.
Uma segunda etapa do projeto está prevista para ser entregue em 2003, e inclui a entrega das calçadas mais longas de Santo André, com 9,5m de largura, e de mosaicos decorados.
Rafaela Assumpção
O artigo trata do aumento do tráfego na região onde será construída a cidade Pirelli. O superintendente da Empresa Pública de Transportes de Santo André, Epeus Pinto Monteiro, afirmou que o tráfego na área é satisfatório, conforme o que fora previsto pela EPT.
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Sexta-feira, 16 de Março de 2001 CIDADE PIRELLI
Grupo italiano não pretende viver só de pneus. Está investindo US$ 200 milhões num megaprojeto que reúne shoppings, cinemas e centros comerciais na Grande São Paulo László Varga
Um em preendim ent o com 14 edifícios em pr esar iais, dois shopping cent er s, salas de cinem a m ult iplex , r est aur ant es, hot el e um pequeno par que flor est al, a um cust o de US$ 200 m ilhões. E t ocado pelo gr upo indust r ial de pneus Pirelli. Sur pr eso? Pois esse é o am bicioso pr oj et o que est á sendo feit o em Sant o André, no ABC paulist a, dent r o de um a nov a filosofia do conglom er ado it aliano. O gr upo decidiu dim inuir o peso dos pneus nos seus negócios e invest ir em pr odut os de alt a t ecnologia, ligados à t elecom unicação e infor m át ica, e em at iv idades im obiliár ias. De acor do com o pr esident e m undial do gr upo, Mar co Pr over a, a or dem é aceit ar