1. ELMALILI MUHAMMED HAMDİ YAZIR’IN ELEŞTİRDİĞİ İLİM
1.2. MUHAMMED ABDUH
1.2.2. Elmalılı’nın Abduh Eleştirisi
1.1.2.3. Fil Suresi ve Hâdisesi
1.1.2.3.3. Elmalılı’nın Çiçek ve Kızamık Rivayetini Değerlendirmesi
A experiência brasil eira em pl anej ament o do set or de sa- neament o não é nova, e possui ingredient es út eis para a preparação dos PMS. Um import ant e desafi o t razido pel a Quadro 1
“ Checklist ” de desafi os da regulação
Ref orçar os mecanismos inst it ucionais na área regul at ória, para gerar incent ivos eco- nômicos adequados, reduzir probabil idade de corrupção e de decisões int eressadas.
Agregar a f unção regul at ória, de f orma a economizar recursos, obt er mais qual idade t écnica e reduzir risco de capt ura.
Desenhar model os t arif ários adequados com processos de revisão isent os.
Preparar quadros t écnicos e real izar ad- vocacia da regul ação.
Reduzir a incert eza para novos invest i- ment os públ icos e privados.
C A D E R N O S F G V P R O J E T O S : G E S T Ã O P Ú B L I C A M U N I C I P A L
l ei, ent ret ant o, consist e em desenvol ver met odol ogias para a el aboração dos pl anos nos mol des preconizados pel a l ei de diret rizes.
Um aspect o rel evant e do novo esf orço será a compat ibil ização dos diversos pl anos e níveis de pl anej ament os previst os na l egisl ação brasil eira. A observação do Quadro 2 permit e uma aval iação do grau de compl exidade do processo de pl anej ament o criado no Brasil . Tal compl exidade deve ser considerada, pois pode t ornar o processo menos ef et ivo. É not ório que, ent re pl anos j á exist ent es, há incompat ibil idades evident es, bem como po- dem ser encont rados exempl os de pl anos que não chegam a ser real izados ou não at ingem a et apa da impl ement ação.
Quadro 2
PMS e out ros planos
De maneira geral , o cont eúdo mínimo do Pl ano previst o na l ei nº 11. 445 apresent a os seguint es el ement os, que reproduzem os incisos do art . 19: I - di agnóst i co da si t uação e de seus i mpact os nas condi ções de vi da, ut i - l i zando si st ema de i ndi cador es sani t ár i os, epi demi ol ógi cos, ambi ent ai s e soci oeconômi cos e apont ando as causas das defi ci ênci as det ect adas; II - obj et i vos e met as de cur t o, médi o e l ongo pr azos par a a uni ver sal i za- ção, admi t i das sol uções gr aduai s e pr ogr essi vas, obser vando a compat i bi l i - dade com os demai s pl anos set or i ai s;
III - pr ogr amas, pr oj et os e ações necessár i as par a at i ngi r os obj et i vos e as met as, de modo compat ível com os r espect i vos pl anos pl ur i anuai s e com out r os pl anos gover nament ai s cor r el at os, i dent ifi cando possívei s f ont es de fi nanci ament o;
IV - ações par a emer gênci as e cont i ngênci as;
V - mecani smos e pr ocedi ment os par a a aval i ação si st emát i ca da efi ci ênci a e efi cáci a das ações pr ogr amadas.
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(Pol ít ica est adual - const it uições) Pl ano Est adual de Saneament o Básico
Prest ação regional izada - art 17 Pl ano Regional de Saneament o Básico
(Pol ít ica do t it ul ar) Pl ano Municipal de Saneament o Básico
“ Out ros pl anos correl at os” (art 19, III)
Pl ano Diret or Municipal
Pl ano Pl urianual Pl ano Pl urianual Pl ano das Bacias Hidrográf icas (Pol ít ica f ederal - l ei 11. 445)
Pl ano Nacional de Saneament o Básico Met as Nacionais e Regional izadas
Pl ano Est rat égico dos Operadores
ARTIGO
Embora a prova da viabil idade econômico-fi nanceira não fi gure ent re as obrigações l ist adas nos requisit os mínimos do PMS, é condição de val idade dos cont rat os. Assim, há uma discussão sobre a conveniência de int roduzir est e el ement o j unt o ao PMS.
O processo de pl anej ament o é individual izado para cada serviço. Ent ret ant o, os pl anos de abast eciment o de água e de esgot ament o sanit ário guardam est reit a rel ação, e, em pl anos int ernacionais e nacionais, t êm sido real izados de f orma conj unt a.
Al guns esf orços de sist emat ização poderão f acil it ar a t aref a de const rução do PMS. O Minist ério das Cidades possui um guia de pl anej ament o de saneament o com 10 et apas de desenvol viment o, ant erior à l ei, que poderá ser adapt ado para est e fi m. A Fundação Pref eit o Faria Lima (Cepam – Cent ro de Est udos e Pesquisas da Administ ração Municipal ) est á fi nal izando seu manual sobre o t ema, com 12 passos. Ainda assim, há um import ant e caminho a ser t ril hado no t ocant e ao desenvol viment o do processo de pl anej ament o.
Há quest ões import ant es nest e processo, ent re el as a do cont rol e e a da part i- cipação da sociedade. É imprescindível criar mecanismos de cont rol e e de part icipação social e, nest e sent ido, consul t as públ icas são uma boa al t ernat iva, por abrirem a possi- bil idade de geração de cont ribuições sist emat izadas. O processo de audiência públ ica, por out ro l ado, deve ser cercado de cuidados, a fi m de evit ar o desvirt uament o dos obj et ivos iniciais.
Um desafi o rel acionado e f undament al é o de int roduzir f ormas de part icipação e cont rol e que não venham a compromet er a t ecnicidade e cel eridade do processo decisório. Em cont rapont o às visões mais românt icas ou mais int eressadas, o cont rol e social pode l evar a riscos de manipul ação por grupos mais organizados (como segmen- t os da cl asse média, em det riment o de habit ant es de áreas não servidas pel os serviços de saneament o) ou por grupos pol ít icos específi cos.
É preciso t ambém habil it ar inst rument os efi cazes de comunicação à sociedade sobre os el ement os t écnicos do processo, t raduzidos em l inguagem mais acessível que a do hermét ico j argão especial izado. A part icipação de profi ssionais de comunicação no processo pode, port ant o, cont ribuir para o próprio cont rol e social do mesmo.
O carát er indel egável do pl anej ament o pel o t it ul ar f oi uma prescrição cont ro- versa da l ei nº 11. 445. Ent ret ant o, os operadores at uais t êm cont ribuição f undament al para o processo. No que diz respeit o à rest rição l egal sobre o pl anej ament o, est a não se est endeu à regul ação, que pode ser del egada pel o t it ul ar t endo como l imit e o nível est adual .
Uma propost a de agenda para o desenvol viment o do esf orço de const rução de PMS no Brasil é apresent ada como um checkl i st de desafi os, no Quadro 3, cont endo al guns dos pont os que f oram brevement e discut idos nest e art igo.
Desenvol ver met odol ogias para a el aboração de pl anos de saneament o ef et ivos. Envol ver o prest ador e a sociedade no processo de pl anej ament o.
Criar mecanismos de cont rol e e de part icipação social sem compromet er a t ecnicidade e cel eridade do processo decisório.
Incorporar esf orços de pl anej ament o j á real izados.
Int egrar os pl anos municipais com a ef et ivação dos fi nanciament os e invest iment os. Tornar compat ível com demais pl anos e níveis.
Dar publ icidade/ disponibil idade do pl ano e of erecer sumários. Mel horar a disponibil idade e a qual idade dos indicadores disponíveis.
Apresent ar sol uções que aument em a efi ciência (import ant e princípio da l ei nº 11. 445). Incorporar el ement os da experiência int ernacional .
PERSPECTIVAS
A simpl es obrigação l egal do pl anej ament o, assim como da regul ação, não const it ui, por- t ant o, garant ia de avanços quant o aos graves desafi os do set or de saneament o. A adequada impl ement ação dest es inst rument os será decisiva para uma ant ecipação das comemora- ções da universal ização do acesso em t odo o Brasil , hoj e programada para o próximo sécu- l o. Fel izment e, em al gumas real idades l ocais e regionais, est a cel ebração j á est á pl anej a- da para acont ecer muit o ant es.
Quadro 3 “ Checklist ” de Desafi os do PMS 3 8 | 3 9 C A D E R N O S F G V P R O J E T O S : G E S T Ã O P Ú B L I C A M U N I C I P A L