BÖLÜM 3. ELEKTROKĠMYASAL ARITIM YÖNTEMLERĠ
3.3. Elektrokimyasal Arıtımda Önemli ĠĢletme ġartları
3.4.3. Elektrokoagulasyon reaktöründe demir elektrodu kullanımı ile gerçekleĢen
Superfície micropapilar não aceto branco
Condiloma exofítico
Inflamação Atrofia Úlcera
Outros achados
* Indicar alterações maiores ou menores
Alterações menores Alterações maiores
Epitélio aceto branco Epitélio aceto branco acentuado
Pontilhado fino Pontilhado áspero
Mosaico fino Mosaico áspero
Leucoplasia tênue Leucoplasia densa
Vasos atípicos Erosão
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Anexo D - (FICHA DE ANAMNESE)
IDENTIFICAÇÃO
Nome:
Nº prevenção: Idade: Nascimento: / /
Endereço:
Telefone:
Cidade: Procedência:
Profissão: Cor: Est. civil: Escolaridade:
ANTECEDENTES
Menarca: anos
1º coito: anos Nº de parceiros: O atual há:
Contracepção: pregressa: (sim) (não) Método: atual: (sim) (não) Método:
Gesta: Para: PN ( ) PF ( ) PC ( ) Abortamento: (sim)( ) (não) Idade do 1º parto: anos Idade do último parto: anos Frequência de exame preventivo: regular ( ) irregular ( )
Eletrocoagulação: (sim) (não) Quando foi a última vez? Antecedente de lesão condilomatosa: (sim) (não ) Tratamento: No parceiro: (sim) (não) Tratamento:
Tabagista: (sim) (não) Cigarros por dia:
Etilista: (sim) (não) Drogas: (sim) (não) Tipo:
SEGUIMENTO
1º atendimento: / / Palestra retorno em: / / 2º atendimento: / / Anamenese, exame físico, vulvoscopia, citologia
oncótica, colposcopia e biópsia de colo uterino. retorno em: / /
3º atendimento: / / Eletrocoagulação retorno em: / / 4º atendimento: / / Conização por cirurgia de alta frequência
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EX. FÍSICO: MAMAS:
VULVOSCOPIA
Grandes lábios: Pequenos lábios:
Véstibulo: Clitoris:
Teste de Collins:
Biópsia: (sim) (não) local:
COLPOSCOPIA Data: / /
Inpecção vaginal:
Ectocérvice:
Coleta para citologia oncótica: Ectocérvice ( ) Endocérvice ( ) Vasos sanguínos após soro fisiológico:
Inspecção após ácido acético: Inspecção com filtro verde: Junção escamo colunar: Prova de Schiller:
Endocérvice:
Biópsia de colo uterino: Data: / /
ao exame após Schiller biópsia
Resultado da citologia oncótica:
Resultado anátomo patológico da biópsia de colo uterino: Resultado anátomo patológico da conização de colo uterino:
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Anexo E - (Consentimento livre e esclarecido)
Título do estudo: A eletrocoagulação na terapêutica das lesões intra-
epiteliais escamosas de alto grau do colo uterino.
Os objetivos e detalhes desse estudo foram
completamente explicados a mim, conforme está no texto.
Eu entendo que não sou obrigado a participar do estudo
e que posso desistir de continuar minha participação a qualquer
momento, sem que isso prejudique meu atendimento médico.
Meu nome não será utilizado nos documento
pertencentes a este estudo e a confidencialidade dos meus registros
médico é garantida.
Eu concordo em participar do estudo e cooperar com o
médico durante as consultas e procedimentos previstos.
Nome da paciente:...Data:.../.../.../ Assinatura:...Data:.../.../.../ Testemunha:...Data:.../.../.../ Assinatura:...Data:.../.../.../ Pesquisador:...Data:.../.../.../ Assinatura:...Data:.../.../.../
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Anexo E (Consentimento livre e esclarecido)
Texto
Você está sendo atendida no ambulatório de prevenção de câncer ginecológico da Faculdade de Medicina de Sorocaba, seu encaminhamento para esse local se deve as alterações encontradas no seu exame de Papanicolaou (prevenção do câncer).
O resultado de Papanicolaou classe III ou IV, correspondem a possíveis indícios de alterações no colo do útero.
Há necessidade de se encontrar de onde essas células alteradas surgiram, fazer o diagnóstico e conduzir a forma do tratamento.
É possível que seja necessário efetuar uma biópsia do local suspeito para comprovar as alterações encontradas.
A partir dessa biópsia saberemos se será necessária cauterização (queimar a ferida) do colo do útero ou já indicaremos cirurgia. Dependendo do resultado será necessário a cauterização e a cirurgia posterior.
A cirurgia realizada é a “conização”, onde se retira uma porção do colo de útero incluindo a lesão. Esse procedimento é feita através da vagina, não é necessário cortar o abdome.
A cirurgia é feita em ambiente hospitalar, sendo sua permanência é curta e a alta hospitalar no mesmo dia.
O diagnóstico final será possível com essa cirurgia e, na maioria das vezes, o tratamento acaba por aqui.
Eu____________________________declaro que li e entendi o explicado acima, declaro também que todas as minhas dúvidas foram esclarecidas.
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Anexo F - (Critérios de inclusão e exclusão)
Critérios de inclusão:
A – Diagnóstico anatomopatológico de lesão escamosa intra-epitelial
cervical de alto grau.
B – Consentimento livre e esclarecido para participação no estudo.
C – Ausência de tratamento recente da lesão de colo de útero.
Critérios de exclusão:
A – Gestação em curso ou período do puerpério.
B – Diagnóstico de Imunodeficiência Adquirida (AIDS).
C – Impossibilidade de acompanhamento clínico.
D – Diagnóstico histopatológico de carcinoma invasor cervical.
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LIAN, I. T. Electrocoagulation in the therapeutics of high degree squamous
intraepithelial lesions of the uterine cervix. Botucatu, 2001. 113p. Dissertação de
Mestrado – Faculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”.
Abstract
Objective: Analyzing the efficiency of electrocoagulation as therapeutics in patients carrying high degree squamous intraepithelial lesion of the uterine cervix. Patients and methods: 116 patients carrying high risk intraepithelial lesion of the uterine cervix were prospectively studied, randomly distributed, being 49 patients in the study-group and 67 patients in the control-group. Both groups were evaluated according to age, first copulation, parity, smoking habits, number of sex partners, drug usage, presence or previous condylomatous lesion of the vulva, race and schooling. Such variables were found to be even in both groups. All patients from both groups were submitted to colposcopy, oncological cytology and biopsy of the uterine cervix. The study- group patients were treated with electrocoagulation of the uterine cervix and later submitted to conization after two months. The control-group patients underwent conization only. To assess the significance of the resuts, qui-square and Kappa agreement test were used.
Results: In the study-group, electrocoagulation of the uterine cervix caused regression of the lesion in 73,5% of the cases, 20,4% remained unchanged, and there was progression in 6,1% of the cases. In the control-group, the results
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showed regression of the lesion in 22,39% of the cases, 41,79% remained unchanged, and there was progression in 35,82% of the cases.
Conclusions: In our casuistry electrocoagulation did not reveal itself as a good therapeutic method for high degree squamous intraepithelial lesions; however, it is a reasonable alternative for the regression of, at least, one degree in the classification of cervical intraepithelial neoplasias.