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El kuklası Gösterilerinde Cinsellik, Şiddet ve Politika

TARİHSEL SÜREÇTE EL KUKLAS

1.2. El kuklası Gösterilerinde Cinsellik, Şiddet ve Politika

Os sintomas vocais foram avaliados em cada uma das etapas do trabalho por meio da aplicação de um questionário contendo 14 perguntas referentes à voz (Apêndice B). Os resultados da avaliação aos 8 meses foram comparados com a avaliação inicial para observar o efeito do de atividade de canto coral ao longo deste período. Os resultados da avaliação aos 8 meses foram comparados com a avaliação aos 21 meses para observar o efeito do canto coral no segundo ano de atividade vocal dos sujeitos desta pesquisa. Os resultados da

avaliação aos 21 meses foram comparados com a avaliação inicial para observar o efeito a longo prazo do canto coral. A prevalência dos sintomas foi calculada para gerar gráficos percentuais de barra em cada uma das etapas de avaliação. Tabelas de distribuição dos sintomas foram construídos e o Qui-quadrado foi calculado para testar a distribuição dos participantes que referiram ou não determinado sintoma (prevalências) nas 4 avaliações. Níveis de significância menores que 5%, para esses testes foram considerados significativos.

p=0,2483 Figura 1 – Percentagem de pessoas que referiram queixa de voz

rouca nas quatro avaliações

Observamos na figura 1 que houve variação em relação à queixa de voz rouca no período de avaliação. Na avaliação aos 8 meses houve um aumento em relação a queixa de voz rouca. Na avaliação pós-férias houve uma diminuição da queixa de voz rouca, sendo que na avaliação aos 21 meses houve um aumento desta queixa. Na avaliação inicial 41 pessoas (93%) referiram não ter queixa de voz rouca. Na avaliação aos 8 meses 38 pessoas (86%) referiram não ter queixa de voz rouca. Na avaliação pós-férias 39 pessoas (89%) referiram não ter queixa de voz rouca. Na avaliação aos 21 meses 37 pessoas (84%) referiram não ter

queixa de voz rouca. O resultado do teste Qui-quadrado não foi significativo. É importante ressaltar que a voz rouca tem uma psicodinâmica considerada positiva, sendo socialmente aceitável por não se caracterizar como uma qualidade vocal desagradável, o que para muitos indivíduos não é perceptível e nem referenciada como voz alterada.

p=0,0192 Figura 2 – Percentagem de pessoas que referiram rouquidão após o

Observamos na figura 2 que houve variação do sintoma de rouquidão após o canto no período de avaliação.Houve diminuição do sintoma de voz rouca na avaliação aos 8 meses, porém houve um aumento deste sintoma na avaliação pós-férias e diminuição da rouquidão após o canto coral na avaliação aos 21 meses. Na avaliação inicial 40 pessoas (91%) referiram não ter rouquidão após o canto. Na avaliação aos 8 meses 43 pessoas (98%) referiram não ter rouquidão após o canto. Na avaliação pós-férias 40 pessoas (91%) referiram não ter rouquidão após o canto. Na avaliação aos 21 meses 44 pessoas (100%) referiram não ter rouquidão após o canto. O resultado do teste Qui-quadrado não foi significativo.

p=0,0003 Figura 3 – Percentagem de pessoas que referiram problema na voz

nas quatro avaliações

Observamos na figura 3 que houve decréscimo de pessoas que referiram problema na voz no período da inicial para a avaliação aos 8 meses. Na avaliação pós-férias houve aumento

deste sintoma, permanecendo o mesmo resultado para a avaliação aos 21 meses. Na avaliação inicial 33 pessoas (75%) não referiram problemas na voz. Na avaliação aos 8 meses 35 pessoas (79%) não referiram problemas na voz. Na avaliação pós-férias 34 pessoas (77%) não referiram problemas na voz. Na avaliação aos 21 meses 34 pessoas (77%) não referiram problemas na voz. O resultado do teste Qui-quadrado não foi significativo.

p=0,0054 Figura 4 – Percentagem de pessoas que referiram piora na voz após

o canto nas quatro avaliações

Observamos na figura 7 que houve variação em relação à piora na voz após o canto coral no período de avaliação.Em relação a inicial e a avaliação aos 8 meses houve diminuição da queixa de piora de voz após o canto, porém, a queixa esteve presente na terceira e na avaliação aos 21 meses. Na avaliação inicial 42 pessoas (95%) não referiram piora na voz após o canto. Na avaliação aos 8 meses 44 pessoas (100%) não referiram piora na voz após o canto. Na avaliação pós-férias 43 pessoas (98%) não referiram piora na voz após o canto. Na

avaliação aos 21 meses 43 pessoas (98%) não referiram piora na voz após o canto. O resultado do teste Qui-quadrado não foi significativo.

p=0,7660

Figura 5 – Percentagem de pessoas que referiram quebra na voz durante o canto nas quatro avaliações

Observamos na figura 5 que houve diminuição do sintoma de quebra na voz durante o canto no período da inicial para a avaliação aos 8 meses, havendo um aumento na avaliação pós-férias e permanecendo o mesmo resultado para a avaliação aos 21 meses. Na avaliação inicial 32 pessoas (73%) referiram não ter quebra na voz durante o canto. Na avaliação aos 8 meses 36 pessoas (82%) referiram não ter quebra na voz durante o canto. Na avaliação pós- férias 35 pessoas (79%) referiram não ter quebra na voz durante o canto. Na avaliação aos 21 meses 35 pessoas (79%) referiram não ter quebra na voz durante o canto. O resultado do teste Qui-quadrado não foi significativo.

p=0,0124 Figura 6 – Percentagem de pessoas que referiram desafinar a voz

durante o canto nas quatro avaliações

Observamos na figura 6 que houve decréscimo de vozes que desafinavam no período de avaliação. Na avaliação inicial 27 pessoas (61%) referiram não desafinar a voz durante o canto. Na avaliação aos 8 meses 32 pessoas (73%) referiram não desafinar a voz durante o canto. Na avaliação pós-férias 37 pessoas (84%) referiram não desafinar a voz durante o canto. Na avaliação aos 21 meses 40 pessoas (91%) referiram não desafinar a voz durante o canto. O resultado do teste Qui-quadrado foi significativo. O teste Fisher não foi significativo entre a inicial e a avaliação aos 8 meses, mas significativo entre a avaliação aos 8 meses e a avaliação aos 21 meses e entre a inicial e a avaliação aos 21 meses.

p=0,5628 Figura 7 – Percentagem de pessoas que referiram dificuldade na

emissão de tons agudos nas quatro avaliações

Observamos na figura 7 que houve menor dificuldade na emissão de tons agudos durante o período de avaliação. Na avaliação inicial 24 pessoas (55%) referiram não ter dificuldade na emissão de tons agudos durante o canto coral. Na avaliação aos 8 meses 27 pessoas (61%) referiram não ter dificuldade na emissão de tons agudos durante o canto coral. Na avaliação pós-férias 28 pessoas (64%) referiram não ter dificuldade na emissão de tons agudos durante o canto coral. Na avaliação aos 21 meses 34 pessoas (75%) referiram não ter dificuldade na emissão de tons agudos durante o canto coral. O resultado do teste Qui-quadrado não foi significativo,porém os idosos referiram menos dificuldade na emissão de tons agudos nas várias etapas durante o período de avaliação..

p=0,9676 Figura 8 – Percentagem de pessoas que referiram dificuldade na

emissão de tons graves durante o canto nas quatro avaliações

Observamos na figura 8 que houve menor dificuldade na emissão de tons graves durante o canto coral da inicial para a avaliação aos 8 meses, permanecendo igual na avaliação pós- férias e aumentando na avaliação aos 21 meses. Na avaliação inicial 33 pessoas (75%) referiram não ter dificuldade na emissão de tons graves. Na avaliação aos 8 meses 31 pessoas (70%) referiram não ter dificuldade na emissão de tons graves. Na avaliação pós-férias 30 pessoas (68%) referiram não ter dificuldade na emissão de tons graves. Na avaliação aos 21 meses 34 pessoas (77%) referiram não ter dificuldade na emissão de tons graves. O resultado do teste Qui-quadrado não foi significativo.

p=0,7510 Figura 9 – Percentagem de pessoas que referiram sintomas

sensoriais relacionados ao uso vocal nas quatro avaliações

Observamos na figura 9 que houve decréscimo nos sintomas sensoriais na avaliação aos 8 meses. Na avaliação pós-férias observou-se um aumento dos sintomas sensoriais relacionados ao uso vocal (ardor, dor, sensação de garganta seca, sensação de queimação, sensação de corpo estranho na laringe) permanecendo o mesmo resultado na avaliação aos 21 meses. Na avaliação inicial 24 pessoas (54%) referiram não ter sintomas vocais. Na avaliação aos 8 meses 34 pessoas (77%) referiram não ter sintomas vocais. Na avaliação pós-férias 33 pessoas (75%) referiram não ter sintomas vocais. Na avaliação aos 21 meses 33 pessoas (75%) referiram não ter sintomas vocais. O resultado do teste Qui-quadrado não foi significativo. Na literatura, sintomas de sensações desagradáveis à emissão como as queixas de dor à produção da voz, dor muscular em áreas da cintura escapular ou da face após fala prolongada, sensação de ardor, queimação ou corpo estranho na laringe podem ser referidas pelo paciente, de modo isolado ou em combinação com quaisquer outras queixas. Tais sintomas geralmente indicam

tensão muscular ou lesões da região posterior, particularmente os granulomas por refluxo laringo-faríngeo.72

p=0,1130 Figura 10 – Percentagem de pessoas que referiram dificuldade em

relação ao controle de ar durante o canto nas quatro avaliações

Observamos na figura 10 que houve diminuição em relação à queixa de falta de ar em finais de frase durante o canto no período de avaliação. Na avaliação inicial 28 pessoas (64%) referiram não ter dificuldade de falta de ar em finais de frase durante o canto. Na avaliação aos 8 meses 33 pessoas (75%) referiram não ter dificuldade de de falta de ar em finais de frase durante o canto. Na avaliação pós-férias 37 pessoas (84%) referiram não ter dificuldade de falta de ar em finais de frase durante o canto. Na avaliação aos 21 meses 40 pessoas (91%) referiram não ter dificuldade de falta de ar em finais de frase durante o canto. O resultado do

teste Qui-quadrado foi significativo. O teste Fisher não foi significativo entre a inicial e a avaliação aos 8 meses, mas significativo entre a avaliação aos 8 meses e aos 21 meses e entre a inicial e a avaliação aos 21 meses.

p=0,0656 Figura 11 – Percentagem de pessoas que referiram controle da

emissão vocal durante o canto coral nas quatro avaliações

Os participantes foram questionados se conseguiam ter controle sobre a emissão cantada no coral, ou apenas seguiam a voz do grupo.Observamos na figura 11 que houve diminuição na dificuldade de controlar a emissão vocal durante o canto coral no período de avaliação. Na avaliação inicial 24 pessoas (54%) referiram não ter controle da própia voz durante o canto. Na avaliação aos 8 meses 17 pessoas (39%) referiram não ter controle da própria voz durante o canto. Na avaliação pós-férias 8 pessoas (18%) referiram não ter controle da própria voz durante o canto. Na avaliação aos 21 meses 8 pessoas (18%) referiram não ter controle da própria voz durante o canto. O resultado do teste Qui-quadrado foi significativo. O teste

Fisher não foi significativo entre a inicial e a avaliação aos 8 meses, mas significativo entre a avaliação aos 8 meses e a avaliação aos 21 meses e entre a inicial e a avaliação aos 21 meses.

p=0,5142 Figura 12 – Percentagem de pessoas que referiram sintoma de

pigarro nas quatro avaliações

Observamos na figura 12 que houve variação em relação à queixa de pigarro no período de avaliação. Na avaliação aos 8 meses houve aumento da queixa de pigarro em relação à avaliação inicial. Na avaliação pós-férias houve diminuição da queixa de pigarro, sendo que na avaliação aos 21 meses houve novamente um aumento em relação à queixa de pigarro. Na avaliação inicial 30 pessoas (68%) referiram não ter queixa de pigarro. Na avaliação aos 8 meses 26 pessoas (59%) referiram não ter queixa de pigarro. Na avaliação pós-férias 33 pessoas (75%) referiram não ter queixa de pigarro. Na avaliação aos 21 meses 31 pessoas (70%) referiram não ter queixa de pigarro. O resultado do teste Qui-quadrado não foi significativo.

p=0,4362 Figura 13 – Percentagem de pessoas que referiram fazer uso de

automedicação nas quatro avaliações

Observamos na figura 13 que houve variação do uso de medicamentos para sintomas vocais durante o período de avaliação. Na avaliação inicial 35 pessoas (79%) referiram não fazer uso de automedicação. Na avaliação aos 8 meses 33 pessoas (75%) referiram não fazer uso de automedicação. Na avaliação pós-férias 38 pessoas (86%) referiram não fazer uso de automedicação. Na avaliação aos 21 meses 43 pessoas (98%) referiram não fazer uso de automedicação. O resultado do teste Qui-quadrado foi significativo. O teste de Fisher não foi significativo entre a inicial e a avaliação aos 8 meses, mas significativo entre a avaliação aos 8 meses e aos 21 meses e entre a inicial e aos 21 meses.

p=0,5950 Figura 14 – Percentagem de pessoas que referiram fazer uso

intensivo da voz nas quatro avaliações

Observamos na figura 14 que houve aumento do uso da voz além da atividade do canto coral no período de avaliação. Na avaliação inicial 35 pessoas (79%) referiram não fazer uso intensivo da voz. Na avaliação aos 8 meses 31 pessoas (70%) referiram não fazer uso intensivo da voz. Na avaliação pós-férias 30 pessoas (68%) referiram não fazer uso intensivo da voz. Na avaliação aos 21 meses 29 pessoas (66%) referiram não fazer uso intensivo da voz. O resultado do teste Qui-quadrado não foi significativo.

Benzer Belgeler