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2.3 Türkiye–Makedonya İlişkileri

2.3.3 Ekonomik İlişkiler

Executar DETALHE_INTERFACE_DE_ RECEPÇÃO (fig. 6.13)

habilitação incondicional (figura 6.12, à esquerda, acima). Desta forma, quando identificada como interface de recepção, qualquer ação será convertida, no mínimo, no conjunto comum de elementos sintáticos da interface de recepção de habilitação incondicional,(transição, método, box e arco de envio).

Figura 6.12. Elementos sintáticos comuns a todos tipos de interface de recepção

Complementando a conversão em interface de recepção, necessitamos reconhecer a ocorrência na ação de cada um dos outros três tipos de interface. Utilizamos como regras para o reconhecimento:

• das interfaces de recepção para habilitação associada à informação: a localização, na quarta parte da ação, da presença de informações de atribuição dos parâmetros de mensagem aos atributos de marcação, reconhecidas pelo emprego dos caracteres ‘<‘ e ‘>‘ antecedendo e sucedendo o parâmetro da mensagem,

If <Lot> ∈ Lot Lot ComunicaEscala < “ProdA” , “Lote2” Produto Lote LiberarProduto Carregar Se proxRec=“Rec1” então 1 senão 0; Se proxRec=“Rec2” então 1 senão 0; Carregar

A transição, método, box e arco de recepção são comuns a todos tipos de interface de recepção (em vermelho).Em três tipos de interfaces, outros elementos são adicionados (em verde).

• das interfaces de recepção para parametrização de regra adicional: presença da quinta parte da ação (condição da ação), localizada pela palavra ‘se’ antecedente. A quinta parte define regra de restrição adicional que emprega atributos da marca (obrigatórios) e parâmetros da mensagem (opcionais, e reconhecidos por serem representados entre os caracteres ‘<‘ e ‘>‘) ou constantes em sua definição e

• das interfaces de habilitação condicionada a mensagem: presença da sexta parte da ação (direcionamento da habilitação), localizada pela palavra ‘para’ antecedente. A sexta parte define regra que modifica o peso do arco de recepção conforme os parâmetros da mensagem (reconhecidos por serem apresentados entre os caracteres ‘<‘ e ‘>‘), nunca empregando atributos da marca.

Em adição à conversão em interface de recepção de envio, falta-nos apenas considerar os eventos da classe modelada em que, condicionada a sua ocorrência, é imposta regra de produção fixa sobre os valores dos atributos da marca. No E-MFG com comunicadores, a sintaxe equivalente é a do box controlador.

A presença da sétima parte permite obter as informações para a conversão em box controlador. Para identificar a sétima parte, localizamos a expressão precedente ‘de forma que’. A sétima parte representa, integralmente, a regra de produção fixa. A regra de produção é representada por uma condição expressa através de expressão lógica, a qual sempre utilizará ou constantes (representadas por cadeias de caracteres entre aspas duplas, ou constantes numéricas) e atributos de marcas, nunca empregando parâmetros da mensagem (estes últimos identificados entre os caracteres ‘<‘ e ‘>‘).

Como exemplo, convertemos a ação seguinte em interface de recepção (estaremos realizando a modelagem da classe CNT_REC_TRANSF).

Ação: ‘CNT_PROC SolicitaAlocacao a CNT_REC_TRANSF com Lote, Prod, <Oper>, PlanEST3 se Prod= “ELE_B” e Oper= “B2”, para Lote ∈ PlanEST_3, de forma que Destino=“EST_3” ‘

Nesta ação, identificamos as seguintes partes:

• parte 1: CNT_PROC (em negrito, classe que invoca, externa e não representada no modelo),

• parte 2: SolicitaAlocacao (método),

• parte 3: CNT_REC_TRANSF (em negrito, classe modelada),

• parte 4: Lote, Prod, <Oper>, PlanEST3 (parâmetros enviados com a invocação, reconhecidos pela palavra precedente ‘com’),

• parte 5: Prod= “ELE_B” e Oper= “B2” (regra adicional da transição, reconhecidos pela palavra precedente ‘se’),

• parte 6: Lote ∈ <PlanEST_3> (regra adicional da transição parametrizada, reconhecidos pela palavra precedente ‘para’) e

• parte 7: Destino= “EST_3” (regra de produção do box controlador, reconhecido pela palavra precedente ‘de forma que’).

Para a construção completa da interface de recepção de envio empregamos sempre os elementos sintáticos de uma interface de recepção de habilitação incondicional adicionada a todos outros elementos sintáticos convertidos dentre os três tipos de interface de recepção reconhecidos. O algoritmo referente à conversão em interface de recepção está na figura 6.13.

Figura 6.13. Algoritmo de conversão para detalhamento da interface de recepção

Aplicando este algoritmo à ação mencionada no exemplo precedente, realizamos a conversão conforme a figura 6.14. Nesta figura, o modelo resultante da conversão é representado em linhas e símbolos pretos. Todo o restante, em coloração vermelha, são notações auxiliares à figura para explanação da conversão. Identificamos na figura duas etapas. Na primeira, convertemos a ação nos elementos sintáticos comuns a todas interfaces de recepção (na figura 6.14, à esquerda). Na segunda etapa, localizamos a quarta, quinta e sexta partes da ação, e convertemos estas nos elementos sintáticos adequados a cada tipo de interface de recepção identificado sobre os mesmos elementos convertidos na primeira etapa (na figura 6.14, à direita).

Adicionar Transição[J] com:

Nome_Metodo da Interface_Recepção ← Parte2 da Ação Existe Parte4 da Ação?

S N

Parâmetros da Interface_Recepção ← Parâmetros da Parte4 da Ação entre ‘<‘ e ‘>‘

Tipo_Interface_Associada_Informaçao ← Sim

Existe Parte5 da Ação ? -

S N

Regra_Adicional da Interface_recepção ← Parte5 da Ação

Tipo_Interface_recepçao_regraadic← Sim

- Existe Parte6 da Ação

? S N Regra_Peso_ArcoHab da Interface_recepção ← Parte6 da Ação Tipo_Interface_recepção_Habil_direcionada ← Sim -

Figura 6.14. Conversão da ação exemplificada em interface de recepção

A conversão de uma ação em uma interface de recepção é complementada pela definição das sintaxes que expressam sua seqüência à ação prévia, assim como sua precedência à ação seguinte do caso de uso. Consideraremos que toda transição do E-MFG é a designação de um evento, o qual é sucedido por uma pós-condição (exceto o finalizador, que não a possui) e precedido por uma pré-condição (exceto a transição inicial, que não a possui).

Para realizar a sintaxe da pré-condição, inserimos um arco box-transição originado no box anterior convertido e direcionado a transição. Para a pós-condição, inserimos um arco transição-box originado na transição convertida e direcionado a um novo box, também adicionado, que designará a pós-condição. A figura 6.15 exemplifica esta conversão. Na figura, os elementos sintáticos adicionados mencionados neste parágrafo são representados em símbolos e linhas pretas. Em linhas e símbolos vermelhos, os elementos sintáticos anteriormente já convertidos. Em verde estão as anotações auxiliares.

Carregar Parte 2 Carregar Parte 5 Parte 4 Parte 6 Prod= “ELE_B” Lote ∈ PlanEST_3 PlanEST3 Oper

Figura 6.15. Conexão de uma interface de recepção à pré e à pós-condição

Além da conexão da transição da interface de recepção, necessitamos complementar a conversão da ação em interface de envio com as informações relativas as quarta e sétima partes, que identificam elementos sintáticos relativos a um box controlador. A quarta parta define um mapeamento dos parâmetros de mensagem para atributos da marcação, enquanto a sétima parte define a regra de produção aplicada ao box. O algoritmo que conecta a interface de envio ao modelo convertido até então está na figura 6.17, enquanto seu esquema está na figura 6.16.

Figura 6.16. Complementação da conexão da interface de recepção com box controlador

Carregar Box que designa

condição resultante da ação

anterior.

Oper

Box que designa condição resultante da ação

convertida. Carregar

Box que designa condição resultante da ação

anterior.

Novo box que designa nova

condição resultante da ação

Na figura 6.16, colocamos em vermelho a modelagem antes da complementação da conversão com a definição do box controlador. Em verde, as anotações auxiliares. Em preto, elementos sintáticos adicionados. Desta forma, se a quarta parte da ação de uma interface de recepção contiver parâmetros a serem atribuídos a marcação (indicados entre os caracteres ‘<‘ e ‘>‘ na quarta parte), ou se localizarmos a sétima parte (regra de produção), necessitamos adicionar um box controlador a interface, o que implica na inserção entre a transição referente a interface de recepção e a pós-condição de todos os elementos sintáticos do box controlador:

• box controlador,

• arco box-transição, conectando box controlador à transição,

• transição do box controlador e

• arco transição-box, conectando transição do box controlador à pós-condição.

Figura 6.17. Algoritmo de conversão para conexão da interface de recepção a boxes

Benzer Belgeler