Harita 1. 1924 Sovyet Rejimi tarafından belirlenen bugünkü Kırgızistan sınırları
2.2.1. SSCB’nin Dağılması
2.2.2.2. Ekonomik Yapı
mantêm entre si as mesmas relações que existem entre os signos, e, assim como
estes se reúnem entre eles ou se repelem em razão do ódio, ora opostos ao longo
do céu, ora juntos pelo triângulo, ou quando, enfim, qualquer outra causa os diri-
ge para diferentes afecções, assim também as terras correspondem às terras, as
cidades às cidades, os litorais aos litorais, reinos estão em guerra com outros rei-
nos; assim haverá cada um de evitar ou procurar o lugar para morada, assim de-
verá confiar na lealdade, e temer perigos, conforme o caráter que do alto do céu
desceu à terra.
Observa agora, também, quais são os signos eclípticos, usando-se aqui de palavra grega, porque, como se cansados após determinados períodos de tempo, desaparecem, algumas
vezes, entorpecidos num movimento inútil. É que nada perma- nece igual na imensa duração do tempo, nem conserva eterno vigor e um só curso contínuo; o fato é que tudo muda com o tempo, variando ao longo dos anos; férteis campos deixam de produzir, negando frutos ininterruptos, esgotados de tanta produção; inversamente, terras que haviam sido estéreis malgrado as sementes, fornecem, depois, sem que ninguém as mande, admiráveis tributos. A terra, conquanto ligada por fortes estruturas, abala-se, roubando o chão de nossos pés; em si mesma a terra nada, e o Oceano vomita o mar e, seden- to, volta a sorvê-lo, não conseguindo conter-se a si mesmo. Assim é que, outrora, submergira cidades, no tempo em que Deucalião restou como único herdeiro da raça humana e, pos- to sobre uma única pedra, tornou-se o senhor do orbe. Além disso, quando Faetonte tomou em suas mãos as rédeas pater- nas, povos foram queimados, e o céu temeu o incêndio, e as estrelas, a arderem, fugiram das chamas com que não estavam acostumadas, e a natureza temeu ser enterrada num único se- pulcro. Tanto mudam as coisas todas com o longo tempo e no- vamente retornam a si mesmas. Assim, em dados momentos, também os signos perdem as suas energias e as tomam de vol- ta, recuperando-as. A razão é patente: aqueles signos nos quais a Lua se eclipsou, despojada de seu irmão e imersa nas trevas da noite, no momento em que o orbe da terra, pondo-se no meio, intercepta os raios de Febo, e Délia não obtém a luz costumeira em que brilha, tais signos, também, debilitam-se a par com o astro que os está ocupando, ao mesmo tempo, abatidos e privados do vigor costumeiro, la- mentando como que o funeral de Febe. A razão mesma se mos- tra pelo nome: os antigos os chamaram signos eclípticos. Mas os signos sofrem juntos e aos pares, e não aqueles que brilham como vizinhos pela posição, mas os opostos entre si, na medida em que a Lua só se eclipsa com seu orbe quan- do não vê Febo a correr pelos signos opostos. Os signos, entretanto, não se debilitam todos por igual duração de tempo, mas, às vezes, o ano inteiro se estende nessa enfer- midade; outras vezes, ora permanecem fracos por um tempo mais breve, ora por um tempo mais longo, assim excedendo, com sua desventura, o período de revolução de Febo. E,
quando se perfez o espaço de tempo que é atribuído a cada um, depois que completaram, no limite fixado, os seus labo- res os signos que brilham aos pares opondo-se ao longo do céu, então se enfraquecem sucessivamente os pares de signos que lhe são adjacentes, que chegam primeiro à terra e pri- meiro a deixam, de tal sorte que a enfermidade que padecem não luta contra a esfera das estrelas, mas inclina-se, ela mesma, no sentido em que o céu impele o seu curso; e tais pares de signos negam suas influências, que assim se perde- ram, nem mais concedem tão grandes benefícios nem os mesmos danos. O lugar242
muda tudo.
Mas de que adianta examinar com tão fina razão o bri- lhante firmamento, se o espírito de cada um opõe resistên- cia e o temor nos tolhe a confiança e nos afasta do limiar do céu? “ Ora vamos!” , diz o espírito, “ a natureza está escondida num profundo retiro e foge à vista mortal e à nossa inteligência, nem pode nos aproveitar sustentar que tudo seja governado pelo destino, uma vez que por nenhum método se pode ver o destino” . De que serve ser levado contra si mesmo por meio da repreensão de si mesmo, e pri- var-se dos bens que nem o próprio deus recusa, e abandonar os olhos da mente, que a natureza nos concedeu? Observamos o céu. Por que não os dons do céu também? A mente humana é capaz de deixar a sua morada própria e de penetrar profun- damente na riqueza mesma do céu, de construir, a partir de seus elementos, a grande massa do universo, de levar o fi- lho do céu pelos lugares que lhe deram origem, de investi- gar a extremidade do mar, de descer pelo traçado da terra quando ela se inclina, fugindo à vista, e de assim habitar o orbe inteiro.243
A natureza já não se esconde em parte al- guma; nós a conhecemos inteiramente, somos os senhores do céu, que conquistamos, observamos o nosso criador como par- te que somos dele, e, filhos dos astros, deles nos aproxi- mamos. Acaso é duvidoso que sob o nosso coração habita um deus e que ao céu retornam as nossas almas e que do céu elas vêm? E é duvidoso que, assim como o mundo, composto de toda matéria — de ar, e do fogo das alturas, e de terra, e de mar — é para a mente uma morada, mente que, esparzida pela morada toda, governa-a, é duvidoso, enfim, que, do
mesmo modo, haja, em nosso caso, corpos de natureza terrena e um sopro vital baseado no sangue, e que nosso corpo seja morada para nosso espírito, que a tudo governa, comandando o homem? Que há de admirar se os homens podem conhecer o céu, se neles próprios está o céu e cada um é uma pequena cópia da imagem do deus? Acaso é possível acreditar que os homens nasceram de algo que não o céu? Os animais todos ja- zem prostrados na terra, ou submersos nas águas, ou suspen- sos no ar: para todos, igualmente, há repouso, ventre e coito, seu prazer, um corpo cuja força reside tão-só no seu tamanho e cuja riqueza está nos membros, e, como não têm a capacidade de deliberar, para eles também a fala é negada. Prole que rege todas as coisas, o homem é o único dotado da capacidade de examinar a matéria, do poder da fala e do en- tendimento, e é ainda instruído em diversas habilidades: ele se refugiou nas cidades, domou a terra para que ela lhe desse frutos, domesticou animais e abriu passagem no mar; firme e de cabeça erguida no alto de sua fortaleza, dirige para as estrelas, como um vencedor, os seus olhos semelhan- tes às estrelas, observa mais de perto o Olimpo e interroga Júpiter; não contente só com o aspecto exterior dos deu- ses244
, também perscruta o céu no seu âmago e, tomando em consideração um corpo que é da mesma espécie que o seu, procura a si mesmo nos astros. Para o céu pedimos crédito no mesmo grau em que o recebem, amiúde, as aves e as entra- nhas que palpitam sob o peito. Pois tem menor valor o obter dos sagrados signos a razão do que o atentar em animais mortos e em cantos de aves? Por isso, o próprio deus não recusa à terra a vista do céu, e lhe descobre seu rosto e seu corpo, girando sempre, e se oferece e força, mesmo, que o vejam, a fim de que possa ser bem conhecido e ensine, àqueles que o vêem, qual é a sua natureza, e os obrigue a dar atenção às suas leis. O céu mesmo chama as nossas aten- ções para as estrelas e, como ele não oculta os poderes que tem, não admite que estes passem despercebidos. Quem julga- ria ser um crime conhecer aquilo que é permitido conhecer? Não desprezes as tuas forças como se elas estivessem presas numa alma pequena: o que há de poderoso em ti não tem medi- da. Assim como uma pouca quantidade de ouro supera em valor