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Özel eğitimin tanımı, özel eğitimle ilgili temel ilkeler, engelliliği oluşturan nedenler, erken tanı ve tedavinin önemi, engele bakışla ilgili tarihsel yaklaşım,

É importante para a existência, em seu estado aparente e interativamente conectado, proceder dentro de uma lógica de trocas (vide interatividade), em que a igualdade e a

desigualdade do sistema sejam sempre (bem) aferidas, para evitar o dispêndio (des)necessário de energia (vital), o que posiciona a comunicação digital como sendo aquela que apresenta um estado fático (quase) permanente.

A comunicação fática foi demonstrada por Roman Jakobson, como uma das funções de linguagem (que é livre de conteúdo) preocupada exclusivamente em obter certificação de

que o canal est “livre” e operante. A possibilidade de implodir as distâncias pela comunicação (conectada e interativa), nos leva a um eterno questionamento se há alguém do outro lado, mesmo que esse alguém seja um código e/ou máquina. A faticidade, com o passar do tempo, se torna intimidade, e faz entender como é paradoxal essa vitória da distância, que (ainda) exige um eterno aconchegar que emula uma proximidade.

A necessidade de um feedback ou de respostas fáticas vêm ao encontro do conceito de

leg / gap apresentados por Sandy Baldwin (em 15 de março de 2013), no seminário

“Between Two Writings: the materiality and entropy of digital inscription, and the Philosophical Condition of Electronic Literature”, promovido pelo Programa de

Doutoramento em Materialidades da Literatura da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

Para Baldwin, “[...] o significado da mensagem está na demora (para percorrer o espaço ou extensão entre quem emite e quem recebe) e a presença que a rede cumpre no espa o da lacuna”, assim, pode-se incluir a ideia de que a existência no digital e na internet é como um algo sempre “por vir”, mas como ato contìnuo de um fato que (j ) est “acontecendo” de maneira instantânea e nisso implicaria muitas mudan as de usos, pois faria toda a diferença na rede o intervalo entre o estar focado e ultraoperante e o estar disperso. O seu nível de engajamento ao movimento exercido na internet é o grande diferencial, que faria com que se possa complementar “o espa o da lacuna cumprindo presen a na rede” com o

feedback pela rede, tornando plausível a presença digital como algo vivo e pulsante. Este ato de presença (eletrônica) disponível por imagens, enquanto transposição de uma ausência corpórea (em termos biológicos), é uma maneira de ser e um grande lugar para se

1.1.3 Comunais

De forma muito amplificada, as comunidades virtuais podem ser entendidas como o

agrupamento ou coletivo de pessoas e máquinas (inclusos os äppärätti) conectados e integrados em rede através do entremeio de mensagens instantâneas (ou não), mundos gráficos, listas, páginas e ambientes info-sociais que permitem uma participação e exposição da vida em tempo contínuo.

Este mesmo grupamento de sujeitos-máquina e sujeitos-humanos transforma a comunicabilidade profissional e pessoal através de tecnologia, impulsionando a mediação múltipla e plural de acontecimentos e de pequenos fatos cotidianos e localizados em escala global, onde se torna quase impossível o ato do esquecimento ou desencontro na rede. Dissolvem-se distâncias, quebram-se barreiras linguísticas, aproximam-se e conflitam-se diferentes culturas e religiões, movidas por uma série de simples cliques.

Muitos entenderam o surgimento das comunidades virtuais como uma plataforma para maior participação comunitária: Howard Rheingold escreveu que descobrir o Whole

Earth´Letronic Link (WELL) “[...] era como descobrir um pequeno mundo acolhedor que florescera sem mim, escondido dentro das paredes da minha casa; toda uma série de personagens me deram efusivamente as boas-vindas, assim que descobri a porta secreta” (Rheingold, 1994: p.2). Outros podem entender as comunidades virtuais como o resultado da

convergência30ou “[…] fus o das tecnologias da telefonia, da computa o e dos media e, por conseguinte, a fusão dos negócios, dos mercados e das interações sociais a elas associadas.” (HARTLEY, 2004 p.59)

30

Para outros, a comunidade virtual também representa uma "esperança" pautada no desejo de responder à presença, que a comunicação na era digital questiona de maneira fática. Ter seu status social reconhecido e elevado aos olhos de contato e contágio com os Outros (quaisquer), seja dentro de um game ou em um blog de sua autoria, ou mesmo em uma barra de comentários de uma notícia em um portal, provando que alguém o viu, que alguém o leu e que, em última análise, você existe e que alguém também existe. Essa busca pela confirmação de uma existencialidade-digital no clique do outro, pode ser encarada como a razão de um "viver.com” de muitos que buscam se expressar socialmente, principalmente, pelas redes.

“Aqueles que integram essas comunidades virtuais afastam-se dos seus antecessores tradicionais, ao verem a tecnologia como uma promessa – um meio de alcançar o ideal de comunidade – e não algo que contribui para o seu aniquilamento.” (HARTLEY, 2004: p.55)

Por outro lado, podemos entender as comunidades virtuais como um campo, um grande espaço de trânsito, de passagem, ou melhor, de flanagem dos Eus, Outros e as Coisas. Avital Ronell observou, que as comunidades virtuais fariam com que (re)pensássemos algumas das condições necess rias para criarmos uma comunidade. Pois “[...] na ausência da

polis, algo como a realidade virtual obriga-nos a colocar questões éticas sobre contato, memória, o sujeito protético, e ensina-nos a deslocar o nosso próprio lugar.” (RONELL, 1996. p. 126).

Podemos pensar este lugar para além do conceito de comunidade virtual e trabalhar com comunidades e-materiais de seres e coisas que performam e se prestam ao entremeio e ao entre-estar/ entre-ser em um local que é mais do que apenas um lugar pautado pelo tempo cronológico, é um local que se faz como um grande ambiente fluido de informação que se

realiza no contágio, apreensão e interação passível de ser acontecimentalizada.

Benzer Belgeler