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Ölçüt 3. Program Çıktıları

4. SÜREKLİ İYİLEŞTİRME

5.1 Eğitim Planı (Müfredat) Eğitim Planı

A organização do trabalho numa equipe da ESF constitui um desafio, em face da necessidade de superar “atuações fragmentadas, mantenedoras do isolamento e das relações de poder entre os profissionais e destes com os usuários dos serviços, que inviabilizam a produção do trabalho em equipe desejado na atenção à saúde mais integral e resolutiva”. (COSTA, ENDERS; MENEZES, 2008, p. 534-5). Um dos fatores que contribui para a atuação fragmentada dos profissionais é a própria formação. As equipes são constituídas por trabalhadores de categorias diferentes, formados na lógica da profissionalização (FURTADO,

2009, 2007; D’AMOUR, 1997), marcada pela delimitação estreita de territórios de cada grupo profissional, como forma de controle e reserva de mercado. Nesta lógica, há dificuldade de comunicação entre as diferentes áreas do saber, onde cada categoria profissional luta pela manutenção do poder e da ascendência sobre as demais. Nesta lógica, as profissões competem e disputam espaço para se afirmarem no mercado de trabalho e ganharem reconhecimento, status profissional, auferindo ganhos na remuneração. De tal modo, como é possível que profissionais formados segundo a lógica da profissionalização, que envolve a competição e a reserva de mercado, possam desenvolver um projeto interprofissional na ESF?

Para compreendermos este fenômeno, necessária se faz uma breve análise sobre como se efetiva a constituição das profissões, ou seja, a profissionalização. Esta é entendida “como um conjunto de ações através das quais uma ocupação ou semiprofissão busca elevar seu prestigio, bem como seu poder e seus ganhos” (BOSI, 1996, p. 35). Bosi (1996) refere que, em meados do século XVI, o termo profissão começa a ser usado para designar ocupações com formação recebida em universidades, tais como a Medicina e o Direito. A partir do século XIX, passou-se a trabalhar o conceito de profissão “como uma classe ou categoria especial no conjunto das ocupações existentes” (p. 37). Posteriormente, com a constituição do campo da Sociologia das Profissões (MACHADO, 1995), o foco das discussões centrou-se na definição de elementos constitutivos do que era considerado profissão ou trabalho profissional, como também a discussão de como se dava o processo de profissionalização.

Machado (1995), ao discutir a Sociologia das Profissões, considera que, pela assimilação de saberes específicos em suas respectivas faculdades e, mais tarde, por meio da vinculação a associações e conselhos de classe, com código de ética, um trabalhador passará a compor um grupo exclusivo de profissionais, podendo aplicar conhecimentos abstratos, aprendidos por meio de sua formação, a casos sempre particulares com os quais se defrontará em seu cotidiano de trabalho.

Para Freidson (1996), o conceito de profissão remete, essencialmente, a um tipo específico de trabalho especializado, com uma base teórica bem definida.

“As profissões, enquanto ocupações reconhecidas oficialmente, se distinguem em virtude de sua posição relativamente elevada nas classificações da força de trabalho. Em parte isso se deve às aspirações ou origens de classe de seus membros, mas ainda mais importante é o tipo de conhecimento e de habilidade vistos como requisitos para seu trabalho” ( p. 141).

como profissão, necessário se faz reunir algumas características, como deter um conhecimento delimitado, complexo e institucionalizado, bem como a profissão tem que organizar seus interesses em associações profissionais, padronizadoras da conduta dos pares, regulando sua atuação no mercado de trabalho. O controle interno da profissão é feito mediante a fiscalização das condutas profissionais com dispositivos formais, entre os quais se destacam os códigos de ética. A profissão deve empenhar todos os esforços para ser reconhecida como fundamental pelo Estado e pela sociedade. Uma das expressões deste reconhecimento é a regulamentação legal de seu exercício profissional.

A regulamentação do exercício profissional corresponde ao conjunto das diretrizes, padrões ou procedimentos instituídos pelo governo, pelas comunidades e grupos sociais para conformar o comportamento dos trabalhadores nas diversas atividades econômicas e sociais. Sua vigência e efetividade se amparam na existência de penalidades ou sanções que restringem a prática das atividades regulamentadas às pessoas que se conformam ao conjunto das regras instituídas. “Do ponto de vista estratégico, pode-se definir a regulamentação como o processo de produção e implementação dessas regras e sanções pela interação entre governo, comunidade, setores econômicos e grupos ocupacionais” (GIRARDI, FERNANDES JR., CARVALHO, 2010, p. 1).

A regulamentação profissional incide sobre os mercados de trabalho e de serviços, definindo campos de trabalho, procedimentos e atividades de exercício restrito. Nesta perspectiva, a regulamentação de uma atividade profissional implica reserva de mercado ou de direito exclusivo de propriedade sobre campos de prática – concedido pelo Estado com o reconhecimento da utilidade pública daquela atividade (GIRARDI, FERNANDES JR.; CARVALHO, 2010).

Várias são as estratégias e os mecanismos utilizados para a conquista do status profissional.

Em relação ao saber, a questão se liga à natureza do objeto a que se refere (sua importância social), o controle que a categoria tem sobre a produção e a apropriação do saber, o êxito que obtém em convencer a sociedade do seu poder de resolução e na competência do seu saber. Para isso, importará uma série de aspectos, como o tempo para a formação, a estrutura dos currículos e o monopólio dos saberes específicos, o que leva ao problema da organização das corporações e sua influência diante dos diferentes segmentos sociais (BOSI, 1996, p. 42).

Há cinco elementos constitutivos de uma profissão: a base cognitiva, o mercado de trabalho, a autoridade profissional, a legitimidade social, o código de ética profissional e a

cultura profissional (MACHADO, 2010). A profissionalização envolve, portanto, uma série de relações sociais, não só entre os membros de determinado ofício (relação intraprofissional), mas igualmente com outras profissões correlatas (interprofissional).

Na perspectiva de Girardi, Fernandes Jr. e Carvalho (2010), para justificar os limites restritivos do fazer profissional, as profissões regulamentadas têm como argumentos básicos:

(i) a idéia de que a atividade envolve habilidades complexas, com elevado teor científico e técnico em geral não acessíveis sem o concurso de sistemas de formação profissional complexos como as universidades; (ii) a idéia de que seu exercício afeta profundamente a saúde pública, a segurança e o bem-estar do público; (iii) a idéia de que a qualidade e os resultados do trabalho dos profissionais não são passíveis de julgamento espontâneo do público leigo (p. 2).

Prosseguem os autores, afirmando que o tipo e o grau de extensão em que as ocupações e profissões de um determinado setor de atividade são regulamentadas, bem como o formato institucional ou modelo de regulação profissional constituem função da interação de variáveis ligadas fundamentalmente:

(i) às condições do exercício da atividade profissional: autonomia, complexidade técnico-científica, graus de assimetria informacional ou de assimetria de competência entre os membros do grupo profissional e os leigos, dificuldade de julgamento espontâneo do público sobre as atividades, procedimentos e os resultados do trabalho dos profissionais, utilidade pública da regulação;

(ii) ao poder e recursos dos grupos de interesse articulados em torno da profissão ou ocupação: tamanho, coesão, concentração de recursos dos grupos de profissionais demandantes da regulação em questão, de grupos profissionais concorrentes trabalhadores, dos grupos de empregadores de profissionais, dos grupos de consumidores, dos grupos de terceiros pagadores, da opinião pública etc.;

(iii) à forma e modo de funcionamento sistema político-administrativo, particularmente do legislativo e do executivo que, em última instância, produzem as regulamentações jurídicas e administrativas altas no campo profissional, geralmente conforme alguns autores em troca de votos e impostos (GIRARDI; FERNANDES JR.; CARVALHO, 2010, p. 3).

A profissionalização, consoante Ramalho, Núñez e Gauthier (2003), envolve dois aspectos: um interno, denominado “profissionalidade”, e outro externo, o “profissionalismo”. Desta forma, a profissionalização se estrutura em torno dessas duas dimensões, como dimensões nucleares de identidades profissionais. “O termo “profissionalidade” expressa a dimensão relativa ao conhecimento, aos saberes, às técnicas e às competências necessárias à atividade profissional” (NUNEZ; RAMALHO, 2008, p. 4). Por intermédio da profissionalidade, o trabalhador adquire as competências necessárias para o desempenho de

suas atividades e os saberes próprios de sua profissão. Já o profissionalismo é expressão da dimensão ética de valores e normas, das relações de uma determinada categoria profissional com outras. Envolve uma questão de poder, de autonomia, em face da sociedade, do poder político, da comunidade e dos empregadores, sendo uma construção social na qual se situam a moral coletiva, o dever ser e o compromisso com os fins da profissão (NUNEZ; RAMALHO, 2008). O profissionalismo é associado ao viver a profissão, às relações estabelecidas no grupo profissional, às formas de se desenvolver a atividade profissional. Silva (2003) define “profissionalismo” como o conjunto de estratégias de defesa da promoção de um grupo profissional, conferindo hegemonia de uma profissão sobre outra (s). Refere-se também à reivindicação de um status distinto dentro da visão social do trabalho. Implica negociações, por um grupo de atores, com vistas a fazer com que a sociedade reconheça qualidades específicas, complexas e difíceis de adquirir, de forma que lhes proporcionem não apenas certo monopólio sobre o exercício de um conjunto de atividades, mas também uma forma de prestígio. No profissionalismo, manifesta-se a autonomia que o profissional possui, estando associadas a este conceito às categorias: remuneração, status social, autonomia intelectual, serviços, compromisso/obrigação, vocação, ética, crítica social, democracia, coletividade, dentre outras (NUNEZ; RAMALHO, 2008).

O duplo aspecto da profissionalização, em suas dimensões interna (profissionalidade) e externa (profissionalismo), é um processo dialético de construção da identidade profissional e do desenvolvimento profissional que se articulam uma ao outro (p. 5).

No setor da saúde, dada a diversidade de profissões de nível superior e técnico consideradas deste campo do conhecimento, foi criada a Câmara de Regulação do Trabalho em Saúde (CRTS), em 2003. A CRTS é uma instância colegiada de caráter consultivo, constituindo-se em um espaço para discussão entre os gestores do SUS e as representações profissionais, com vistas à construção coletiva de respostas para as questões relacionadas à regulação do trabalho em Saúde, especialmente ao Congresso Nacional. Suas principais atribuições são apreciar ações de regulação profissional para as profissões e ocupações da área da saúde; sugerir mecanismos de regulação profissional da área da saúde; e sugerir iniciativas legislativas visando ao exercício de novas profissões e ocupações. A Câmara de Regulação do Trabalho em Saúde é composta pelos Ministérios da Saúde, da Educação, do Trabalho e Emprego, Conasems, Conass, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), 14 conselhos federais profissionais de saúde, entidades técnico-científicas das profissões de

saúde e representantes da bancada dos trabalhadores da Mesa de Negociação do SUS.

As profissões têm como características o fato de serem competitivas, estarem contidas em áreas de atuações inseridas no mercado, visarem a rendimentos materiais e ao lucro. O profissional competitivo, que busca reserva de domínio, inverte a relação cooperativa própria da interprofissionalidade (KLEIN, 1990).

Nesta perspectiva, Furtado (2007, 2009) e D`Amour (1997) identificam a existência de duas lógicas antagônicas com as quais os profissionais são confrontados no seu cotidiano: a da profissionalização e a da colaboração interprofissional.

Furtado (2007, 2009) e D`Amour (1997) consideram haver na lógica da profissionalização dificuldade de comunicação entre diferentes áreas do saber, onde cada categoria profissional luta pela manutenção do poder e da ascendência sobre outras categorias. Predomina a crença de poder o todo ser atendido pela soma das partes, havendo pouco diálogo e troca entre os profissionais no seu fazer cotidiano. Um exemplo de como a lógica da profissionalização influencia a organização dos serviços de saúde pode ser visualizada quando percebemos haver nos serviços um setor para cada profissão: setor médico, setor de nutrição, setor de serviço social, setor de enfermagem e assim sucessivamente, onde cada categoria luta por poder e prestigio no cenário profissional, ainda com intensa hegemonia da categoria médica (CAMPOS; DOMITTI, 2007; MINAYO, 2000).

Por outro lado, a lógica da colaboração interprofissional tem outra percepção do processo de saúde e doença, considerando-o multifatorial e não linear. Adota uma abordagem centrada no usuário, diferentemente da lógica da profissionalização, com fulcro nos interesses das categorias. Portanto, a lógica da colaboração profissional conflita com a da profissionalização. D’Amour (1997) expressa bem a relação entre estas duas lógicas na figura 1, adaptada por Furtado (2009).

Figura 1. Elementos determinantes das lógicas da profissionalização e da colaboração interprofissional.

Fonte: Adaptado por Furtado (2009) de D’Amour (1997).

Ao abordar o tema da colaboração, Furtado (2009) considera estarem implicadas duas forças antagônicas. Um polo é representado pelas corporações profissionais, pela lógica profissional, que tenta continuamente garantir um mercado definido e inviolável e expandir territórios, aumentar sua autonomia e elevar seu grau de dominação e controle sobre outras categorias. O outro coincide com os princípios da colaboração profissional, apontando para a necessidade de socializar conhecimentos, experiências, habilidades e até a intersubjetividade.

Para Furtado (2009), transpor a discussão da interdisciplinaridade para o campo das práticas em saúde é:

enfrentar o antagonismo entre o modelo da lógica profissional e o modelo de colaboração interprofissional ou, mais resumidamente, entre a “diferenciação”, que buscamos ativamente pela formação profissional; e a “integração”, requerida pela colaboração interprofissional e condição para qualificação da clínica (p. 3).

interprofissional forças “contraditórias”, numa visão dialética, e não “antagônicas” (FURTADO, 2009). Dizemos isto porque se considerarmos serem as forças antagônicas, elas não poderiam coexistir simultaneamente. Na perspectiva do conceito do contraditório, consideramos serem forças coexistentes, estando em permanente conflito. Isto porque, se, por um lado, o profissional se considera ameaçado, tendendo a fechar-se ou até mesmo a boicotar o colega de trabalho; de outra parte, pode também, em determinadas situações, sentir necessidade de colaborar com um colega, pela necessidade da resolubilidade do problema do usuário e / ou por sentir ser sua atuação insuficiente para dar conta da complexidade das “situações limites” (FREIRE, 2009) enfrentadas. Na lógica na qual o trabalhador é tradicionalmente formado, ou seja, na profissionalização, ele deve controlar e reservar mercado, buscar ser o mais resolutivo para ter maior poder de barganha no mercado de trabalho. Ao mesmo tempo, no entanto, a complexidade das situações limites vivenciadas no cotidiano da saúde, a compreensão de ser o processo de saúde e doença amplo, desafia os profissionais a colaborarem, apesar de seus medos, de seus sentimentos ambivalentes e contraditórios.

Consideramos, ainda, serem lógicas contraditórias, uma vez que não podemos anular a lógica da profissionalização, por ser o processo a ser desenvolvido para ascender ao estatuto de profissão (SILVA, 2003). Portanto, a lógica da profissionalização se impõe no contexto atual da gestão do trabalho na saúde; contudo, há necessidade de pautar a necessidade da interprofissionalidade, envolvendo a socialização de saberes e a colaboração na realização de práticas.

Assim, quando tencionamos analisar a questão na perspectiva da contradição é porque entendemos ser possível uma síntese, numa visão dialética. Consoante Bottomore (1988), as contradições em Marx são contradições dialéticas, constituem oposições inclusivas reais (grifamos), pois o conceito pressupõe existencialmente seu oposto. Assim, coexistem a tese e a antítese, sendo possível uma síntese. Já a relação antagônica não mostra como sua possibilidade final o consenso (PRADO, 2002). Nesta perspectiva, representamos na Figura 2 a dinâmica contraditória entre a lógica da profissionalização e a da interprofissionalidade na saúde

Como podemos verificar na Figura 2, utilizamos o conceito de “lógica da interprofissionalidade” e não “lógica da colaboração interprofissional”, por considerarmos interprofissionalidade uma categoria mais ampla. Conforme discutido com profundidade no capitulo seguinte, a interprofissionalidade envolve a integração de saberes, na dimensão cognitiva; e a colaboração interprofissional, na dimensão pragmática, conforme Colet (2002),

conceito por nós adotado, embora façamos dele uma ampliação no capitulo posterior.

Figura 2. Dinâmica contraditória entre a Lógica da Profissionalização e a Lógica da Interprofissionalidade na Saúde.

Fonte: Autora

Trabalhar a favor da interprofissionalidade exige compreendermos as contradições vividas pelos profissionais, reconhecendo seus anseios para acumular capital simbólico (BOURDIEU, 1989), isto é, prestigio, status social e reconhecimento da superioridade de determinada profissão sobre outra (s), quer pelo suposto maior nível de domínio do conhecimento e técnicas, quer pela predominância quantitativa de profissionais de determinadas categorias profissionais, por serem consideradas mais necessárias do que outras em setores de atividades especificas. A busca da interprofissionalidade não pode, portanto negar a luta e o desejo dos profissionais pelo aumento do seu capital simbólico, mas trazê-los para a mesa de pactuação, em face da necessidade de maior resolubilidade e efetividade dos serviços de saúde.

O desafio de promover a interprofissionalidade não deve ser levado à frente, negando uma especificidade alcançada, mas tentando estabelecer pontes entre posições contraditórias. As profissões e as “disciplinas são plenamente justificáveis, desde que preservem um campo de visão que reconheça e conceba a existência das ligações e das solidariedades” (MORIN, 2008, p. 112, 113).

Minayo (1994) enfatiza a importância da interprofissionalidade, referindo que, do ponto de vista prático, a experiência mostra que, ante a temas complexos impossíveis de se tratar isoladamente, os êxitos dependem da reunião de pessoas capazes de dialogar e dispostas a isso, bem como da reunião de pessoas competentes em suas áreas disciplinares dispostas a compreender a problemática específica da matéria de colaboração. Assim, a interprofissionalidade é percebida como uma estratégia capaz de gerar inovação e solução a problemas complexos (KINNAMAN; BLEICH, 2004).

Para que se efetive a interprofissionalidade, existem, entretanto, obstáculos advindos da formação acadêmica dos profissionais, que se somam a outros óbices de naturezas diversas (estrutural, epidemiológica, ética, subjetiva, cultural), conforme discutido por Campos e Domitti (2007). Os obstáculos são magnificados quando consideramos haver no Brasil, atualmente, 14 profissões de nível superior reconhecidas pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) como da área de saúde, além de outras diversas profissões formais de nível médio que participam ativamente da atenção à saúde, todas buscando espaço e reconhecimento profissional. As profissões de nível superior reconhecidas como integrantes do grupo saúde são: Biomedicina, Biologia, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia, Psicologia, Serviço Social e Terapia Ocupacional. Este número tende a aumentar, pois a graduação em Saúde Coletiva busca o reconhecimento dos seus profissionais egressos neste setor.