3. ENERJİ SİSTEMLERİNDE RÜZGAR HIZI TAHMİNİ
5.2. İki Parametreli Weibull Dağılımında Yeni Yaklaşımla Finsler Metriklerinin
5.2.2. Durum 2: n negatif olmayan rasyonel sayı
Existe uma variedade de agentes estressores (ou estressores organizacionais) definidos na literatura. Eles abrangem a esfera física ou psicossocial, de acordo com a sua natureza.
Seguindo a definição de Paschoal e Tamayo (2004), referentes à natureza física podem ser considerados exemplos de estressores o barulho, a ventilação e iluminação do local de trabalho. Em relação aos agentes estressores de cunho psicossocial, estão os fatores intrínsecos ao trabalho, como, por exemplo, os aspectos do relacionamento interpessoal e sobrecarga de trabalho.
Através da coleta de dados, no universo proposto, foram mapeados os agentes estressores (ou estressores organizacionais) de natureza psicossocial, provenientes do Stress Ocupacional responsáveis por desencadear o sofrimento patogênico nos sujeitos, por se tornarem contínuos e intensos no ambiente de trabalho, inabilitando-os nas suas capacidades de adaptação, levando-os a procurar ajuda profissional.
A necessidade da ajuda profissional advém desse sofrimento patogênico “diante do esgotamento de todos os recursos defensivos mobilizados, empurrando o sujeito
A importância de procurar auxílio profissional em situações de Stress para que o estado emocional não venha a interferir em áreas além do trabalho, se dá para a prevenção da sua saúde física e mental, (FLACH ET AL, 2009), sendo uma possibilidade de intervenção para que não haja o agravamento do Stress.
Segundo Balassiano et al (2001), para que seja possível propor qualquer intervenção, principalmente diante do Estresse Ocupacional, é necessário identificar corretamente quais agentes estressores encontram-se presentes nos ambientes organizacionais.
Serão considerados agentes estressores (ou estressores ocupacionais), como proposto na literatura por Paschoal e Tamayo (2004) e confirmado por Balassiano et al (2011 p.753), “os estímulos do ambiente de trabalho que exigem resposta adaptativa [...] e que excedem a sua habilidade de enfrentamento”, capazes de levar ao sofrimento patogênico, o sujeito como trabalhador, interferindo na sua relação com o trabalho.
A seguir, serão relatados os estressores organizacionais apontados na literatura e verificados na pesquisa de campo deste estudo:
2.5.1 – Sobrecarga / falta de trabalho :
Conforme relatado nos estudos de Balassiano et al (2011, p.756) e Paschoal e Tamayo (2004, p.46) é considerada um agente estressor, sendo importante ressaltar que, a sobrecarga de trabalho, pode ser dividida em dois níveis: um qualitativo e um quantitativo, conforme demonstra a seguinte citação:
Este estressor pode ser dividido em dois níveis: quantitativo e qualitativo. A sobrecarga quantitativa diz respeito ao número excessivo de tarefas a serem realizadas; isto é, a quantidade de tarefas encontra-se além da disponibilidade do trabalhador. A sobrecarga qualitativa refere-se à dificuldade do trabalho, ou seja, o indivíduo depara-se com demandas que estão além de suas habilidades ou aptidões.
Encontra-se relacionada ao Stress, por acarretar consequências nas esferas psíquica e física dos indivíduos sendo classificada, conforme o referido autor, como “sobrecarga quantitativa [...] ao número excessivo de tarefas a serem realizadas; isto é a quantidade de tarefas encontra-se além da disponibilidade do trabalhador.” (BALASSIANO ET AL, 2011, p. 756).
Quando considerada uma sobrecarga de trabalho qualitativa, refere-se ao fato do sujeito se deparar com uma dificuldade no trabalho onde as demandas se encontram para além das suas habilidades.
Ambas são consideradas estressores organizacionais pelos seus efeitos negativos nos seres humanos, como os sintomas de cansaço, perda de memória e fadiga intensa, os quais podem agravar-se, propiciando o surgimento de doenças, o que será demonstrado, posteriormente, no capítulo referente à coleta dos dados.
Opostamente ao acima relatado, a falta de demanda de trabalho é outro exemplo de agente estressor sendo denominado por Couto (1987, p.27) Stress da monotonia, no qual o sujeito encontra-se dotado de uma estrutura psíquica adaptada para determinadas doses de desafios e exigências, que quando não presentes nos ambientes organizacionais, também são passíveis de produzir Stress.
2.5.2. Pressão intensa:
Para Balassiano et al (2011, p.757), este agente estressor não se fecha em uma única fonte, uma vez que “[...] Cooper e Baglioni (1988) propuseram que o estresse é
resultado da interação de várias fontes de pressão com o indivíduo.” sendo possível
constatar, nesta pesquisa, que o fator pressão apresentou-se ligado à cobrança excessiva de produtividade, atendimento ao público e sobrecarga emocional, causando intenso sofrimento patogênico para o sujeito, demonstrado através de intensa carga de ansiedade e esgotamento mental.
Couto (1987) ressalta que um nível equilibrado de tensão está relacionado à maior produtividade, porém enfatiza que este nível é, geralmente, exagerado, promovendo um alto grau de pressão, o qual deve ser dosado para não ocasionar uma ruptura no equilíbrio e a queda da produtividade.
2.5.3. Assédio Moral:
É considerado um agente estressor, presente nos ambientes organizacionais, que acomete tanto homens quanto mulheres, capaz de promover sofrimento psíquico tendo sido verificado, neste estudo, relacionado a outro estressor organizacional – a pressão.
2.5.4. Assédio Sexual:
É considerado um agente estressor nos ambientes organizacionais, apresentando- se, predominantemente, relacionado à esfera do gênero feminino, capaz de causar intenso sofrimento patogênico.
2.5.5. Relacionamento Interpessoal:
Segundo Balassiano et al (2011) e Paschoal e Tamayo (2004), é considerado um agente estressor do Estresse Ocupacional por ser capaz de causar conflitos na interação entre os indivíduos no exercício de suas funções organizacionais. Sadir e Lipp (2009), além de compactuar com essa afirmativa, ressaltam que ligado a este estressor, encontram-se os conflitos, em especial o de interesses e de valores.
Nos relacionamentos no ambiente de trabalho, a maioria das ocupações envolve interações entre pessoas, seja entre colegas de mesmo nível hierárquico, superiores e subordinados ou entre funcionários e clientes, que podem gerar outra fonte de estresse (GLOWINKOWSKI e COOPER, 1987; JEX, 1998 apud BALASSIANO ET AL, 2011, p. 756).
2.5.6. Insatisfação com o trabalho:
Apresentou-se, neste estudo, como um agente estressor relacionado a outros como a desvalorização profissional, a falta de material e de condições de trabalho, falta de reconhecimento, o desvio de função e falta de perspectiva de crescimento profissional que acarretaram um profundo sentimento de insatisfação com o trabalho, levando o sujeito ao sofrimento psíquico. Assim, de acordo com Paschoal e Tamayo (2004, p.47),
“a percepção de estressores organizacionais que dificultam ou impedem o desempenho
de tarefas valorizadas estava negativamente relacionada com a satisfação no
trabalho”.
Para Couto (1987, p.99), uma causa de Stress e, consequentemente, insatisfação com o trabalho, é “o fato do indivíduo ser responsável por uma tarefa para a qual não
possui nível de competência.” Tal questão apareceu nas entrevistas relacionadas ao
2.5.7. Insatisfação financeira:
Foi mencionado como um estressor organizacional, uma vez que a baixa remuneração proporcionava Stress aos sujeitos, por desencadear preocupações relacionadas às necessidades financeiras para o sustento da família.
2.5.8. Instabilidade profissional:
Paschoal e Tamayo (2004, p.47) consideram a instabilidade profissional um agente estressor, relacionado às questões referentes ao desenvolvimento de carreira e aos “aspectos relacionados à falta de estabilidade no trabalho [...]”.
2.5.9. Aposentadoria e Demissão:
O fator aposentadoria apresentou-se como agente estressor relacionando-se quando se encontra ligado à idade do sujeito, seu tempo de serviço e suas aspirações diante do seu futuro, enquanto o fator demissão foi relacionado às preocupações com a instabilidade profissional.
Selye (1965, p.297) considera que “muitos homens úteis [...] têm se tornado fisicamente doentes [...] pela obrigatoriedade da aposentadoria na idade em que sua
capacidade e condições de atividade são ainda ponderáveis.”
A literatura aponta, principalmente a partir da Teoria de Selye (1965), que a presença contínua e intensa dos agentes estressores do Estresse Ocupacional pode contribuir para o aparecimento de sintomas e doenças nos sujeitos.
Alguns deles, os quais foram identificados através da pesquisa de campo, serão expostos no item a seguir, a partir da revisão bibliográfica.