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Durum Denetlemeli ve Denetlemesiz LSTM Kar¸sıla¸stırması

3. YÖNTEM

3.1 Durum Denetlemeli ve Denetlemesiz LSTM Kar¸sıla¸stırması

4.2.1.ESTÁGIOS DE BRANQUEAMENTO

As Figuras 7 e 8 mostram o valor do número de cor posterior (NCP), a quantidade de cromóforos e os ácidos hexenurônicos em cada estágio de branqueamento das duas seqüências.

As polpas celulósicas obtidas pelas seqüências de branqueamento OZDHT(PO)D e OZ/EDP apresentaram estabilidade de alvura final praticamente

iguais, e valor de NCP em torno de 0,25 (Figura 7 e 8). . 1,22 2,01 2,10 0, 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 NK, NP AHex's (mmol/Kg) NCP 0,25 26 0,0 O Z DHT (PO) D Estágios de Branqueamento

Figura 7: Relação entre NCP, cromóforos (NK,NP) e ácidos hexenurônicos (AHex's), através da seqüência de branqueamento OZDHT(PO)D.

ma alvura de 88,5%

O estágio com utilização de ozônio foi o que levou à maior reversão de alvura (NCP: 2,10). A polpa no estágio de peroxidação com u

ISO mostrou uma estabilidade de alvura próxima do estágio final de dioxidação. 2,01 50,0 60,0 NK, NP AHex's (mmol/Kg) NCP 40,0 1,34 0,66 0,26 0,0 10,0 20,0 30,0 O Z/E D P Estágios de Branqueamento

Figura 8: Relação entre NCP, cromóforos (NK,NP) e ácidos hexenurônicos (AHex's), através da seqüência de

branqueamento seqüência OZ/EDP.

Observou-se que, de maneira semelhante à seqüência OZDHT(PO)D a

polpa no estágio com peróxido de hidrogênio na seqüência OZ/EDP apresentou uma grande eficiência na estabilidade de alvura, conforme observado na Figura 8. Esta tendência é reconhecida e aceita pela literatura especializada e, geralmente, explicada com base na solubilização de certas substâncias que causam reversão, pelo álcali presente na etapa de branqueamento com peróxido (FORSSKÅHL, 2000). Tais substâncias não seriam solúveis nas condições ácidas do estágio de dioxidação. Outros autores têm postulado que o peróxido de hidrogênio é capaz de reagir com grupos carbonilas da polpa, assim minimizando a reversão (LACHENAl & NGUYEN- THI 1993; ANDERSON & AMINI 1996).

Estágios realizados em meio ácido e em alta temperatura, como o estágio de dióxido de cloro à quente (DHT), muitas vezes minimizam os níveis

(alta

hexenurônicos da polpa (BUCHERT et al., 1997; RAGNAR et al., 2002, EIRAS et al.,

AHex’s (6,0 mmol/kg) (Tabel

s tapas de branqueamento, com uma redução maior para a seqüência OZDHT(PO)D. Um excesso de degradação dos carboidratos levaria à oxidação

dos mesmos (oxicelulose) e conseqüentemente poderia causar reversão de alvura, o que não se observou neste trabalho. Portanto, o parâmetro de viscosidade não foi relevante para explicar o fenômeno da reversão de alvura (EIRAS et al., 2003; SUESS e FILHO, 2005).

Analisando-se os resultados da quantidade de cromóforos (NK ou NP) e de ácidos hexenurônicos (AHex’s) observa-se uma certa correlação (Figura 7 e 8). A quantidade de grupos cromóforos é reduzida com a diminuição dos ácidos hexenurônicos, mantendo uma correlaç

que uma parte da quantificação de cromóforos, principalmente em polpas de fibra curta, é proveniente dos AHex’s, que reagem com o KMnO4 utilizado nos

testes de NK e NP (VUORINEN et al., 1996; LI e GELLERSEDT, 1997; DEVENYNS e CHAUVENHEID, 1997). Mas uma outra grande contribuição da quantidade de cromóforos é devida à lignina residual.

Muitos pesquisadores consideravam que os ácidos hexenurônicos eram os principais responsáveis pela reversão de alvura, pois apresentam em sua estrutura ligações duplas conjugadas (BUCHERT et al., 1997; SILVA et al., 2001). No entanto, este trabalho demonstrou que a seqüência OZ/EDP, com

HT(PO)D (NCP: 0,26).

sses resultados foram mostrados de maneira semelhante no trabalho de EIRAS

temperatura e longo tempo de reação) na eliminação de ácidos

2003;). Neste estudo ao se comparar a polpa obtida após o estágio DHT

com o estágio anterior Z da seqüência OZDHT(PO)D, verificou-se uma redução

na reversão de alvura (NCP: 1,22) e uma redução de a 2, Figura 7).

4.2.2. CARACTERIZAÇÃO DA POLPA CELULÓSICA

Foi observada uma diminuição contínua de viscosidade durante a e

ão. Tem-se o pleno conhecimento de

uma menor quantidade de AHex’s (2,4 mmol/kg) apresentou o mesmo nível de reversão de alvura (NCP: 0,25) que a seqüência OZD

E

et al. (2003), em que seqüências com maiores quantidades de AHex’s apresentavam maiores estabilidades de alvura. As análises realizadas neste

tendên

icos, pois os metais estão ligado

lação à influên ia dos metais na estabilidade de alvura da polpa celulósica. Alguns autores como GELLERSTED e DAHLMAN (2003), que estudaram o papel dos íons metálicos na reversão de alvura, acreditam que os íons ferro têm grande influên ia no amarelecimento da polpa celulósica. Entretanto, EIRAS et al. (2003), em um estudo sobre reversão de alvura, comprovaram que seqüências com alto teor de íons ferro apresentavam baixa reversão de alvura.

caracterização da polpa celulósica após o branqueamento não forneceu informações suficientes para afirmar quais os fatores que afetaram a reversão de alvura. Contudo, essa caracterização sugeriu uma possível influên ia da lignina residual e dos carboidratos que provavelmente se oxidaram, podendo ser ou não confirmada pela caracterização química da

olpa celulósica.

estudo não foram suficientes para afirmar a influência dos AHex’s na estabilidade de alvura. Entretanto, de acordo com estudos anteriores e cias apresentadas neste trabalho, existem evidências de que os ácidos hexenurônicos não têm um papel importante em relação à reversão de alvura (EIRAS et al. 2003; SUESS e FILHO, 2005).

Analisando-se os resultados da quantidade de ácidos hexenurônicos (AHex’s) e de metais observou-se uma certa correlação, onde ambos decaíram ao longo dos estágios de branqueamento. A queda no valor dos metais está relacionada com a remoção dos ácidos hexenurôn

s a grupos carboxílicos da polpa e com a remoção dos AHex’s ocorreu uma redução dos sítios de ligações dos metais (DEVENYNS e CHAUVENHEID, 1997; JIANG et al., 2000; SILVA et al. 2001).

Dentre os íons metálicos, os íons de ferro são os que têm efeito

prejudicial sobre a alvura de uma polpa celulósica branqueada, devido à formação de compostos de coloração intensa (SILVA et al, 2000). Neste trabalho, o teor de ferro encontrado nas polpas obtidas ao final do branqueamento foi de 10,7 mg/kg e 11,7 mg/kg, respectivamente para as seqüências OZDHT(PO)D e OZ/EDP.

Neste estudo não foi feita uma avaliação detalhada em re c

c

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Benzer Belgeler