A. 1.2 Standartlar ve Dilüentlerin Hazırlanışı
A.2. Pleytin Hazırlanışı:
3.3. Hormonal Parametreler
3.3.2. Doku Ghrelin, Obestatin ve Nesfatin-1 Ekspresyonları
Seguiu-se então, para a caracterização destas amostras. Devido a um problema técnico no aparelho de Raman, fez-se somente a Cromatografia por Infravermelho, FTIR. Os resultados das análises estão apresentados nas Figuras 38 a 45. Foram percebidos os mesmos picos reacionais relativos à formação de carbonato de glicerila para todas as amostras, conforme era esperado.
Entretanto, não foi possível fazer uma curva de calibração com o intuito de quantificar o carbonato, pois a variação das alturas dos picos não seguiu um padrão com o decorrer do tempo. Além disso, esta metodologia é mais sensível para conversões elevadas (Rokicki et al., 2005). Então, estas análises FTIR são apenas qualitativas.
Por meio de análise dos espectros, percebe-se que já há formação de carbonato nos 30 minutos iniciais, mas os picos são mais expressivos à medida que a reação avança. E, ainda, o perfil espectroscópico é semelhante para todas as reações, fato que significa que todos os catalisadores permitiram a obtenção de carbonato de glicerila.
Figura 38 – Representação espectral FTIR de diversas amostras de carbonato de glicerila da reação G1
Figura 39 – Representação espectral FTIR de diversas amostras de carbonato de glicerila da reação G2
Figura 41 – Representação espectral FTIR de diversas amostras de carbonato de glicerila da reação G4
Figura 42 – Representação espectral FTIR de diversas amostras de carbonato de glicerila da reação G5
Figura 44– Representação espectral FTIR de diversas amostras de carbonato de glicerila da reação G7
Paralelamente, foi aplicada uma técnica adicional na tentativa de determinar o rendimento das reações: a Cromatografia a Gás acoplada a um Espectrômetro de Massas (CG/MS). Amostras da reação G1 foram submetidas à Central Analítica do Instituto de
Química da Universidade de São Paulo e foram solubilizadas em metanol, utilizando uma coluna do tipo Carbowax®. Uma amostra do carbonato de glicerila fornecido pela empresa Huntsman (JEFFSOL®) também foi analisada, com o intuito comparativo. Entretanto, como o cromatógrafo utilizado é um aparelho mais antigo, ele não possui acoplamento ao detector de chama por ionização (FID), o que permitiria fazer as análises quantitativas.
Também não foi possível fazer as análises via headspace dado ao elevado ponto de ebulição dos compostos. Porém, esta técnica permitiu a confirmação dos picos referentes ao carbonato de glicerila. Os pesquisadores Pelet, Yooo e Mouloungui (1999) já haviam validado esta técnica para a identificação de carbonatos orgânicos cíclicos, utilizando condições semelhantes. A seguir, nas Figuras 46 a 59 estão apresentados os perfis cromatográficos das amostras, que permitiram a deteção carbonato de após uma hora de reação.
É importante observar que esta técnica permitiu a identificação da formação de compostos intermediários a partir de t = 4.0h (C8H16O4 e C10H20O5) e, para t = 5.5h
(C8H16O4), que foram consumidos e não apareceram no cromatograma para t = 6.0h.
Estas duas moléculas intermediárias são do tipo “crown éter” e não aparecem na literatura como intermediários dos mecanismos de síntese de carbonato de glicerila. Por meio da análise da altura dos picos, percebe-se que, mesmo na amostra retirada após 6 horas de reação, ainda há significativa quantidade de glicerina não reagida, o que leva a estudar a condução da reação em tempos maiores.
Figura 46 – Cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas da amostra de carbonato de glicerila padrão (Huntsman)
Figura 47 – Cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas da amostra de carbonato de glicerila da reação G1 para t = 1.0h
Figura 48 – Cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas da amostra de carbonato de glicerila da reação G1 para t = 1.5h
Figura 49 – Cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas da amostra de carbonato de glicerila da reação G1 para t = 2.0h
Figura 50 – Cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas da amostra de carbonato de glicerila da reação G1 para t = 2.5h
Figura 51 – Cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas da amostra de carbonato de glicerila da reação G1 para t = 3.0h
Figura 52 – Cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas da amostra de carbonato de glicerila da reação G1 para t = 3.5h
Figura 53 – Cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas da amostra de carbonato de glicerila da reação G1 para t = 4.0h
Figura 54a – Cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas da amostra de carbonato de glicerila da reação G1 para t = 4.0h, mostrando a formação do composto C8H16O4
Figura 54b – Cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas da amostra de carbonato de glicerila da reação G1 para t = 4.0h, mostrando a formação do composto C10H20O5
Figura 55 – Cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas da amostra de carbonato de glicerila da reação G1 para t = 4.5h
Figura 56a – Cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas da amostra de carbonato de glicerila da reação G1 para t = 4.5h, mostrando a formação do composto C8H16O4
Figura 56b – Cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas da amostra de carbonato de glicerila da reação G1 para t = 4.5h, mostrando a formação do composto C10H20O5
Figura 57 – Cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas da amostra de carbonato de glicerila da reação G1 para t = 5.0h
Figura 58a – Cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas da amostra de carbonato de glicerila da reação G1 para t = 5.5h
Figura 58b – Cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas da amostra de carbonato de glicerila da reação G1 para t = 5.5h, mostrando a formação do composto C8H16O4
Figura 59 – Cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas da amostra de carbonato de glicerila da reação G1 para t = 6.0h
Por meio da análise feita com a CG-MS, percebeu-se que nas amostras analisadas existem ainda compostos intermediários, levando à conclusão de que a conversão não foi de 100%. Além disso, há a possibilidade de o carbonato de glicerila ter sido transformado em outros produtos. No entanto, os picos referentes ao carbonato de glicerila são mantidos em relação à amostra padrão. Isso mostra que foi obtido o produto desejado, em consonância com os espectros de infravermelho das amostras.
6.1.3. Reações para a determinação do mecanismo e dos rendimentos reacionais: