Algumas limitações desta pesquisa se dão em torno das empresas pesquisas, já que não houve entre as empresas analisadas alguma que utilizasse qualquer outro modelo de gestão. O critério de seleção adotado visava a realização da pesquisa em empresas que adotasses o modelo de gestão “GESTINNO”.
Também se deve ao critério de seleção, o número de casos estudados, que foram somente três. Um aumento na quantidade de empresas pesquisadas poderia contribuir para a robustez mais ainda dos resultados analisados.
As variáveis analisadas sobre ambiente inovador foram identificadas nos modelos dos autores Van der Vem et al., (1989 apud MACHADO et al., 2010); Barbieri (2003); e Coral et al. (2009), identificados como mais adequado na literatura devido ao objetivo da pesquisa.
Além disso, outra possibilidade de pesquisa poderá ser uma análise dos resultados obtidos com a implantação de um modelo de gestão da inovação com um acompanhamento da implantação formal desde o princípio em uma determinada empresa, analisando os seus desdobramentos, por exemplo. Podem ser realizados estudos mais aprofundados sobre todas as empresas que aplicam o modelo em questão, bem como uma análise quantitativa da performance obtida pelas empresas com o modelo de gestão da inovação.
Outra limitação foi a realização dos estudos de casos em empresas similares, o que denota algumas prerrogativas semelhantes entre as conclusões e a forma como as empresas desenvolveram o modelo de gestão em seus produtos e processos.
Por fim, resta a expectativa de que esta pesquisa tenha colaborado no preenchimento da lacuna existente nos estudos sobre modelos de gestão e o desenvolvimento do ambiente inovador em pequenas e médias empresas.
REFERÊNCIAS
ADAMS, R.; BESSANT, J.; PHELPS, R. Innovation mea surement: a review.
International Journal of Management Review, v.8, n.1, p.21-47, 2006.
ALVARES, A.C.T. et al. Análise comparativa entre dois casos e considerações finais. In: BARBIERI, J.C. (Org.). Organizações inovadoras: estudos e casos brasileiros. Rio de Janeiro: FGV, 2003.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 9001. Sistema
de gestão da qualidade: especificações e diretrizes para uso. Rio de Janeiro: ABNT,
2011.
BARBIERI, José Carlos. Inovações nas organizações empresariais. In: BARBIERI, José Carlos (Org.). Organizações inovadoras: estudos e casos brasileiros. Rio de Janeiro: FGV, 2003, p.41-63.
BARBIERI, José Carlos; NOBRE FILHO, Wilson; ÁLVARES, Antônio Carlos Teixeira; MACHADO, Denise Del Prá Netto. Metodologia para identificação dos fatores organizacionais constitutivos de um meio inovador efetivo: aplicação em três casos. In: Anais 10th Seminário Latino-Iberoamericano de Gestión Tecnológica, México, 2003.
BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Portugal: Edição 70, 2009.
BEUREN, Ilse Maria. (Org.). Como elaborar trabalhos monográficos em contabilidade: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2003.
BULGERMAN, R.A.; MAIDIQUE, M.A.; WHEELWRIGHT, S. Strategic management of technology and innovation. Boston: McGraw-Hill, 2001.
BURREL, Gibson; MORGAN, Gareth. Sociological paradigms and organizational analysis: elements of the sociology of corporate life. London: Heinemann, 1979.
CANONGIA, Claudia; SANTOS, Dalci M. Santos; SANTOS, Márcio M.; ZACKIEWICZ, Mauro. Foresight, inteligência competitiva e gestão do
conhecimento: instrumentos para a gestão da inovação. Gestão & Produção, São Carlos, v. 11, n. 2, p.231-238, maio/ago. 2004.
CONSOLI, Matheus Alberto; MUSETTI, Marcel Andreotti; SCARE, Roberto Fava; FRATANTONIO, Wagner Alexandre. Uma discussão sobre a utilização do estudo de casos como método de pesquisa em ciências gerenciais. In: XXXII ENANPAD, 2008, Rio de Janeiro. Anais..., 2008.
COOPER, Donald R.; SCHINDLER, Pamela S. Métodos de pesquisa em
administração. Tradução de Luciana de Oliveira Rocha.7. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2003.
CORAL, Eliza; OGLIARI, Andre; ABREU, A. F. Gestão Integrada da inovação: estratégia, organização e desenvolvimento de produtos. São Paulo: Atlas, 2009.
COUTINHO, Paulo Luiz de Andrade. Estratégia tecnológica e gestão da inovação: uma estrutura analítica voltada para os administradores das empresas. Tese
(Doutorado em Engenharia Química) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2004.
CUNHA, Vitor Pinheiro; OLIVEIRA. Maicon Gouvea;ROZENFELD, Henrique. Planejamento da inovação: análise e identiticação das suas principais fases. Revista
de Engenharia de Produção, Santa Catarina: Universidade Federal de Santa
Catarina, v.13, n.2, p.737-758 , 2013.
DAVENPORT, Thomas. H. Reengenharia de processos: como inovar na empresa através de tecnologia da informação. Tradução W. Dutra. Rio de Janeiro: Campus. 1994.
DAVILA, Tony; EPSTEIN, Marc J.; SHELTON, Robert. As regras da inovação: como gerenciar, como medir e como lugar. São Paulo: Artmed, 2007.
DE LA ROSA, L. Marrero. POMPEU FILHO, Persival Lopes. A melhoria
organizacional através da inovação – Modelo Gestinno. In: Anais da XI Conferência ANPEI, 2011.
DE LA ROSA, Leonardo. Ramalho Textil, caso exitoso de pequeña empresa
tradicional innovadora. In: Congreso Ibérico de Innovación, Extremadura, España, 2006.
______. Manual do modelo “GESTINNO”. Fortaleza, 1998.
DEMO, Pedro. Forças e fraquezas do positivismo. Disponível em:
<http://pedrodemo.sites.uol.com.br/textos/ffpositivismo.html>. Acesso em: 08.set.2011.
FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. São Paulo: Saraiva 2001.
FLEURY, Afonso C.C.; FLEURY, Maria Teresa L. Aprendizagem e inovação
organizacional: as experiências de Japão, Coréia e Brasil. São Paulo: Atlas, 1995.
FREEMAN, Chris; SOETE, Luc. A economia da inovação industrial. Campinas: Unicamp (Col. Clássicos da Inovação). 2008.
GAINZA, E.; DE LA ROSA, Leonardo Marrero; PALENZUELA, C. “GESTINNO”, Instrumento eficaz para La Competitividad en lãs PYMEs. In: Seminário ALTEC, 1999.
GARCIA, Rosanna; CALANTONE, Roger. A critical look at technological innovation typology and innovativeness terminology: a literature review. The
Journal of Product Innovation Management, Michigan, v. 19, p.110-132, 2009.
GARVIN, David A. Aprendizagem em ação: um guia para transformer sua empresa em uma learning organization. Tradução de Carlos Henrique Trieschemann. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2002.
GIBBS, Graham. Análise de dados qualitativos. Porto Alegre: Artmed, 2009.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
GONÇALVES, José Ernesto Lima. As empresas são grandes coleções de processos.
Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v.40, n.1, p.6-19,jan./mar.
2000.
HALL, Richard H. Organizações: estruturas, processos e resultados. Tradução de Roberto Galman. 8. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004.
HAMEL, Gary; PRAHALAD, C. K. Competindo pelo futuro: estratégias inovadoras para obter o controle do seu setor e criar os mercados de amanhã. 11. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
HARRINGTON, James H. Aperfeiçoando processos empresariais. São Paulo: Makron Books, 1993.
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2008); PINTEC – Pesquisa
Industrial de Inovação Tecnológica. Disponível em:
<http://www.pintec.ibge.gov.br> Acesso em: 14 dez.2013.
KHURANA, Anil; ROSENTHAL, Stephen R. Integrating the fuzzy frontend of new product development. Sloan Management Review, v. 38, n. 2, p. 103-120, 1997.
KIMBERLY, John R.; EVANISKO, Michael J. Organizational innovation: the
influence of individual, organizational, and contextual factors on hospital adoption of technological and administrative innovations. Academy of Management Journal, v. 24, n. 4, p. 689-713, dez. 1981.
KNOX, Simon. The boardroom agenda: developing the innovative organization.
KOEN, P.; et al. Fuzzy front end: effective methods, tools and techniques. In: P. BELLIVEAU, P.; GRIFFIN, A.; SOMERMEYER, S. (Eds.). The PDMA toolbook
for new product development. New York: John Wiley & Son, 2002.
KRUGLIANSKA, Isak. Tornando a pequeña e media empresa competitiva. São Paulo: Instituto de Estudios Gerenciales, 1997.
LEONARD, Dorothy; SENSIPER, Sylvia. The role of tacit know ledge in group innovation. California Management Review, v.40, n.3, p.112-32, 1998.
MACHADO, Denise Del Prá Netto. CARVALHO, Luciano Castro de,
HEINZMANN, Ligia Maria. Ambiente favorável ao desenvolvimento de inovações e cultura organizacional: integração de duas perspectivas de análise. Revista de
Administração, São Paulo, v.47, n.4, p.715-729, out./nov./dez. 2012.
MACIEL, Maria Lúcia. Inovação e conhecimento. In: SOBRAL, Fernanda et al. (Orgs.). A alavanca de Arquimedes: ciência e tecnologia na virada do século, Brasília: Paralelo 15. 1997.
MAIA, Adriano Filipe da Silva. Inovação em micro e pequenas empresas: uma análise do caso brasileiro. 2012. 116f. Dissertação (Mestrado em Economia) – Programa de Pós-Graduação em Economia, Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2012.
MATIAS-PEREIRA, J.; KUGLIANSKAS, I.; MARCELINO, G. Industrial and
technological policies as inductive development. In: The 5th Triple Helix Conference,
Anais. Turin, may 2005.
MOTTA, Ricardo. A busca da competitividade nas empresas. Revista de Administração de Empresas, FGV, v.35, n.2, p.12-16, mar./abr.1995
NONAKA, Ikujiro. TAKEUCHI, Hirotaka. Criação de conhecimento na empresa: como as empresas japonesas geram a dinâmica da inovação. Tradução de Ana Beatriz Rodrigues e Priscilla Martins Celeste. Rio de Janeiro: Campus, 1997.
NONAKA, Ikujiro; ICHIJO, Kazuo L.; KROGH, Georg von. Facilitando a criação
do conhecimento: reinventando a empresa com o poder da inovação contínua. Rio de
Janeiro: Campus, 2001.
ORGANIZAÇÃO PARA A COOPERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO - OCDE. Manual de Oslo:proposta de diretrizes para coleta e interpretação de dados sobre inovação tecnológica.Tradução da Financiadora de Estudos e Projetos - FINEP, Brasília, 2006.
PARISCA, S. Gestión tecnológica y competitividad. COLCYT, Edit. Academia, Habana, 1995.
QUADROS, Ruy. Aprendendo a inovar: padrões de gestão da inovação tecnológica em empresas industriais brasileiras. In: Relatório de Pesquisa: “padrões de gestão da inovação tecnológica em empresas brasileiras”, apresentado ao CNPq. Campinas: Universidade Estadual de Campinas, 2008.
RICHARDSON, Roberto J. Análise de conteúdo. In: RICHARDSON, Roberto J. Pesquisa social: métodos e técnicas. São Paulo: Atlas, 2008. p. 220-24
ROGERS, Everett M.; CARAYANNIS, Elias G.; KURIHARA, Kazuo;
ALLBRITTON, Marcel M. Cooperative research and development agreements (CRADAs) as technology transfer mechanisms. R&D Mangement, Oxford, v. 28, n.2, p.79-88, apr. 1998.
SALAMAN, Graeme; STOREY, John. Managers the ories about the innovation process. Journal of Management Studies, v.39, n.2, p.147-165, 2002.
SAWHNEY, Mohanbir; WOLCOTT, Robert C.; ARRONIZ, Inigo. The 12 different ways for companies to innovate. MITS loan Management Review, v.47, n.3, p.75- 81. 2006.
SCHUMPETER, Joseph Alois. A teoria do desenvolvimento econômico: uma
investigação sobre lucro, capital, crédito, juros e ciclos econômicos. São Paulo: Abril Cultural, 1988. (Coleção os Economistas).
SENGE, Peter M. A quinta disciplina: arte e prática da organização que aprende. Tradução de Regina Amarante. 9. ed. São Paulo: Best Seller, 1990.
SOUZA, D. L. O. Ferramentas de gestão de tecnologia: um diagnóstico de utilização nas pequenas e médias empresas industriais da região de Curitiba.
2003.119 f. Dissertação (Mestrado em Tecnologia) – Programa de Pós-Graduação em Tecnologia, Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná, Curitiba: CEFET- PR, 2003
SPINOSA G. L. Gestión, aprendizaje y capacidad tecnológica em La industria de
alimentos: el caso de La industrial acte a em La región zuliana. Maracaibo,
Universidad de Zulia, 1990.
STEFANOVITZ, Juliano Pavanelli. Contribuições ao estudo da gestão da
inovação: proposição conceitual e estudo de casos. 2011. Tese (Doutorado em
Engenharia de Produção) - Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo, São Carlos, 2011.
STEWART, Thomas A. A riqueza do conhecimento: o capital intelectual e a organização do século XXI. Rio de Janeiro: Campus, 1997.
TIDD, Joe; BESANT, John; PAVITT, Keith. Gestão da inovação. Tradução de Elizamari Rodrigues Becker. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2008.
______. Managing innovation integrating technological: market and organizatioin al change. New York: John Wiley& Sons, 1997.
TIDD, Joe; BESANT, John; PAVITT, Keith. Managing innovation: integrating technological, Market and organizational. Chichester: John Willey & Sons Ltd., 2001.
TUSHMAN, M.; ANDERSON, P. Technology cycles, innovations treams, and ambidextrous organizations: organizational renew although innovations treamsand strategic change. In: TUSHMAN, M.; ANDERSON, P. (Eds). Managing strategic
innovation and change. Oxford: Oxford University Press, 1997, p. 3-23,
VAN DER VEN, Andrew H.; ANGLE, Harold L.; POOL E, Marshall Scott.
Research on the management of innovation: the Minnesota studies. New York:
Oxford University Press, 2000.
VASCONCELLOS, E. Identificação de oportunidades de cooperação, para
inovação de processos, productos e serviços: auditoria tecnológica. PROTEU VI,
FEZ/USP, São Paulo, p.3-18, 2002.
VIOLIN, Leila Cavalheiro. A gestão da inovação tecnológica: um estudo de caso na indústria farmacêutica nacional. 2011.145f. Dissertação (Mestrado em Engenharia e Gestão do Conhecimento) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2011.
VIVAS, F.J.A.; VIVAS, J.R. A. Crecimiento de lapequeña y mediana empresa
coninnovación tecnológica. Monografia (Especialización em Gestión Tecnología) –
Universidad Autónoma de Yucatán, Facultad de Ingeniería Química, 1993.
WHEELWRIGHT, Steven C.; CLARK, Kim B. Revolution izing product
development. 10. ed. New York: The Free Press, 1992.
YIN, Robert K. Estudo de caso: planejamento e métodos. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2010.
APÊNDICE A - Questionário de Avaliação da Implantação do Modelo Pelos Gestores.
Prezado Senhor Gestor,
Esta pesquisa é parte do trabalho de elaboração de Dissertação de Mestrado em Administração da UFC e tem por objetivo avaliar as contribuições de um modelo de gestão da inovação padronizado para o desenvolvimento de um ambiente inovador. Os respondentes não serão identificados e as respostas serão analisadas em seu conjunto, de modo a evitar a associação das respostas a empresas específicas.
Desde já, agradecemos sua colaboração e colocamo-nos a disposição para quaisquer esclarecimentos que por ventura sejam necessários.
Atenciosamente,
Persival Lopes Pompeu Filho
Parte 1
1. Identificação dos respondentes:
Cargo: ______________________________________________________________ Formação:___________________________________________________________ Segmento da empresa:_________________________________________________ Tempo de fundação da empresa:_________________________________________ Quantidade de funcionários: ____________________________________________
Parte 2
2. Questões abertas:
Identificar elementos para inovação de Visão e liderança nas empresas que aplicam o modelo GESTINNO:
1. Você acredita que a Missão Visão e valores da Empresa estão bem difundidos internamente?
2. Na sua percepção a inovação faz parte da missão, visão e valores da empresa? 3. Como você avalia a Influência na definição dos objetivos e metas da inovação
frente ao trabalha a ser feito?
4. Na sua visão, os líderes do processo de inovação, conseguem influenciar as pessoas a terem iniciativas próprias e comprometer-se com o comportamento inovador?
5. Na sua percepção a empresa tem um sistema de valores organizacionais que promove uma visão compartilhada da importância da inovação para a sustentabilidade e sucesso de seu negócio?
Identificar elementos para inovação de Estrutura / Contexto Organizacional nas empresas que aplicam o modelo GESTINNO:
1. Como se dá a integração entre as áreas envolvidas no processo de inovação e os
demais setores? Existem barreiras de comunicação e resistências internas?
2. Qual a sua percepção em relação a experiência da empresa em trabalhar com
equipes e parceiros (consultorias, institutos de pesquisa, fornecedores, clientes,
universidades etc.)?
3. Qual a sua visão sobre o papel da inovação para a empresa?
4. Há estudos Periódicos de Mercado sobre demanda real?(de seus produtos/serviços chave) Seus produtos são feitos por encomenda? Em série? Qual sua percepção?
5. A área de P&D e outras áreas participam da formulação de estratégias
corporativas com foco na inovação?
6. A empresa utiliza ferramentas de apoio como pesquisas de mercado, sistemas de TI, redes internet e / ou extranet, dentre outros, que auxiliam os gestores a envolver a sua rede de colaboradores na geração de ideias e sugestões e no processo de solução de problemas, de forma que redundem em melhorias incrementais ou, até mesmo, em inovações radicais.
7. Como a empresa trata das questões relacionadas à propriedade intelectual (patentes, contratos etc.)?
Identificar elementos para inovação de Gestão de Recursos (Pessoas) nas empresas que aplicam o modelo GESTINNO:
1. Como você descreve o encorajamento de iniciativas, a delegação de responsabilidades, o fornecimento de feedback, confiança nas pessoas, prioridade para o cumprimento de tarefas e manutenção de relacionamentos dentro da sua empresa?
2. Como é realizada dentro da empresa a influência dos colaboradores na definição
dos objetivos da inovação, do trabalho a ser feito, do financiamento e uso de
recursos financeiros e do recrutamento de pessoal?
3. Há definição de plano de objetivos pessoal? Há um processo de melhoria e incremento e modificações neste? Qual sua percepção?
4. Qual a sua percepção dos fatores motivacionais dos colaboradores de diferentes níveis? Há plano de carreira, há incentivos remunerados e não remunerados? Há participação dos colaborados nas decisões estratégicas da empresa?
5. Como você avalia a definição clara das atribuições e funções de cada um dentro da empresa?
6. Quantos dos seus recursos são utilizados para inovação?
Identificar elementos para inovação de Gestão de Processos / Transações / Ideias inovadoras nas empresas que aplicam o modelo GESTINNO:
1. Qual a sua percepção em relação ao conhecimento dos passos da inovação; escala de previsibilidade dos resultados; frequência dos problemas; grau de repetição dos problemas?
2. Como é avaliado o processo de gestão da inovação frente a carga de trabalho;
falta de tempo; competição por recursos financeiros e materiais e por atenção da
administração; competição interpessoal?
3. Como se dá o reconhecimento do grupo e do individual em relação a inovação ? 4. Como a empresa encara a padronização dos processos quando há um grande
número de regras a seguir e estas são especificadas detalhadamente?
5. Como se dá a disponibilidade e uso de ferramentas de apoio a inovação, por exemplo: coleta de ideias, gerenciamento de projetos e disseminação de informações?
6. Há um processo de gestão das melhorias de seus produtos e serviços? Qual a sua percepção sobre este processo?
7. Existe um claro alinhamento que vincula as atividades relacionadas aos processos
de inovação aos resultados estratégicos.
8. Como a empresa trabalha programas de promoção de ideias e sugestões, como Bancos de Ideias e Talentos.
Identificar os componentes de Resultado da inovação do ambiente inovador nas empresas que aplicam o modelo GESTINNO:
1. Como você avalia a Satisfação com progresso alcançado; eficiência na resolução de problemas; progresso identificado com expectativas; taxa de eficiência; inovação atendendo os objetivos da organização, ou seja, a eficiência da
inovação percebida?
2. A empresa se utiliza de indicadores de inovações para medir os resultados obtidos em função da inovação?
APÊNDICE B – Quadro metodológico / Base do instrumento.
Constructo/variável de análise Base teórica (Fontes de pesquisas) Perguntas
Avaliar as contribuições de um modelo de gestão da inovação para o desenvolvimento de um ambiente
inovador.
Identificação de variáveis de ambiente em Modelos Teóricos de Gestão de da Inovação
Barbieri (2003) Tidd, Bessant, Pavitt (1997)
Davila (2007) Coral et al (2009) Van de Ven; CHU (2000)
Identificar elementos para inovação de
Visão e liderança nas empresas que
aplicam o modelo “GESTINNO”;
Visão e Liderança pra Inovação / Foco Externo Tidd, Bessant e Pavitt (1997) – Ambiente Inovador
Davila (2007) Coral et al (2009) Van de Ven; CHU (2000)
1. Você acredita que a Missão Visão e valores da Empresa estão bem difundidos internamente?
2. Na sua percepção a inovação faz parte da missão, visão e valores da empresa?
3. Como você avalia a Influência na definição dos
objetivos e metas da inovação frente ao trabalho a ser
feito?
4. Na sua visão, os lideres do processo de inovação, conseguem influenciar as pessoas a terem iniciativas próprias e comprometer-se com o comportamento inovador?
5. Na sua percepção a empresa tem um sistema de valores organizacionais que promove uma visão compartilhada da
importância da inovação para a sustentabilidade e
sucesso de seu negócio? Identificar elementos para inovação de
Estrutura / Contexto Organizacional
nas empresas que aplicam o modelo “GESTINNO”;
Estrutura organizacional apropriada / Papéis Chaves na organização / Comunicação
Tidd, Bessant e Pavitt (1997) – Ambiente Inovador.
1. Como se dá a integração entre as áreas envolvidas no
processo de inovação e os demais setores? Existem
barreiras de comunicação e resistências internas?
2. Qual a sua percepção em relação a experiência da empresa em trabalhar com equipes e parceiros
Coral et al (2009) Van de Ven; CHU (2000)
(consultorias, institutos de pesquisa, fornecedores, clientes, universidades etc.)?
3. Qual a sua visão sobre o papel da inovação para a empresa?
4. Há estudos Periódicos de Mercado sobre demanda real?(de seus produtos/serviços chave) Seus produtos são feitos por encomenda? Em série? Qual sua percepção?
6. A área de P&D e outras áreas participam da formulação de estratégias corporativas com foco na inovação?
7. A empresa utiliza ferramentas de apoio como pesquisas de mercado, sistemas de TI, redes internet e / ou extranet, dentre outros, que auxiliam os gestores a envolver a sua rede de colaboradores na geração de ideias e sugestões e no processo de solução de problemas, de forma que redundem em melhorias incrementais ou, até mesmo, em
inovações radicais.
8. Como a empresa trata das questões relacionadas à
propriedade intelectual (patentes, contratos etc.)?
Identificar elementos para inovação de
Gestão de Recursos (Pessoas) nas
empresas que aplicam o modelo “GESTINNO”;
Organização que aprende (Learnig Organization). Tidd, Bessant e Pavitt (1997) – Ambiente Inovador Sawhney, Wolcott et al (2006) – Radar de inovação
Cadeia de suprimentos
Quadros (2008) – Modelos de três dimensões Processos, organização e governança e recursos.
Coral et al (2009) Van de Ven; CHU (2000)
1. Como você descreve o encorajamento de iniciativas, a delegação de responsabilidades, o fornecimento de feedback, confiança nas pessoas, prioridade para o cumprimento de tarefas e manutenção de relacionamentos dentro da sua empresa?
2. Como é realizada dentro da empresa a influência dos colaboradores na definição dos objetivos da inovação, do trabalho a ser feito, do financiamento e uso de recursos financeiros e do recrutamento de pessoal?
3. Há definição de plano de objetivos pessoal? Há um processo de melhoria e incremento e modificações neste? Qual sua percepção?
4. Qual a sua percepção do nível de capacidade (desempenho) dos colaboradores frente aos objetivos de
5. Qual a sua percepção dos fatores motivacionais dos colaboradores de diferentes níveis? Há plano de carreira, há incentivos remunerados e não remunerados? Há participação dos colaborados nas decisões estratégicas da empresa?
6. Como você avalia a definição clara das atribuições e
funções de cada um dentro da empresa?
7. Quantos dos seus recursos são utilizados para
inovação?
Identificar elementos para inovação de
Gestão de Processos / Transações / Ideias inovadoras nas empresas que
aplicam o modelo “GESTINNO”;
Organização que aprende (Learnig Organization). Tidd, Bessant e Pavitt (1997) – Ambiente Inovador Sawhney, Wolcott et al (2006) – Radar de inovação
Processos
Quadros (2008) – Modelos de três dimensões