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4. KALIPLAŞMIŞ YAPILAR

4.1.3. Deyimleşme Olgusu

A figura 1 mostra que a aloxana foi eficaz na indução ao diabetes, indicado pela exacerbada glicemia dos grupos diabético sedentário – DS e grupo diabético treinado – DT, o treinamento de natação reduziu a glicemia nestes últimos, que por sua vez tiveram diferença significativa dos demais grupos.

Figura 1: Concentração da glicose sanguínea dos animais pertencentes aos grupos controle

sedentário (CS), controle treinado (CT), diabético sedentário (DS) e diabético treinado (DT) ao final do período experimental. Resultados expressos como média e desvio padrão Diferenças significativas: a – diferente de CS, b – diferente de CT, c – diferente de DS (P < 0,05, Post hoc de Tukey).

Na figura 2 estão os em que os ratos controle tr corporal, enquanto o diabéti alcançou maior massa.

Figura 2: Massa corporal sedentário (CS), controle tr Resultados expressos com

apresentaram diferenças ent hoc de Tukey).

o os valores da evolução da massa corporal ao lon treinados e os diabéticos treinados não diferi bético sedentário praticamente manteve o peso e

poral durante o estudo dos animais pertencentes treinado (CT), diabético sedentário (DS) e dia omo média e desvio padrão. Diferenças

entre si, exceto os treinados DT com relação a

o longo do experimento, eriram quanto ao massa o e o controle sedentário

ntes aos grupos controle diabético treinado (DT). s significativas: Todos o ao CT (P < 0,05, Post

A figura 3 aponta a e o controle sedentário, com com maior consumo geral e

Figura 3: Evolução do cons

sedentário (CS), controle tr ao longo do experimento. significativas: a – diferença

0,05, Post hoc de Tukey).

a evolução do consumo alimentar, retratando di m baixa e estável ingestão alimentar e o diabé l e pico da semana 2 até a semana 4.

consumo alimentar dos animais pertencentes treinado (CT), diabético sedentário (DS) e di o. Resultados expressos como média e desvi nça de CS com DS e DT; b – diferença de DS

diferença somente para diabético sedentário, este

ntes aos grupos controle diabético treinado (DT) svio padrão. Diferenças DS com CT e DT (P <

O consumo hídrico grupo e nota-se que os gr diabéticos e há um dispar segunda semana.

Figura 4: Média do consum

(CS), controle treinado (CT experimento. Resultados ex DS; b – diferença de CT com

co durante o estudo está apresentado na figur grupos não diabéticos não diferiram entre paro na ingestão de água pelos diabéticos se

umo hídrico dos animais pertencentes aos grupos CT), diabético sedentário (DS) e diabético treina

expressos como média e desvio padrão: a – com DS; c – diferença de DS com DT (P < 0,05

gura 4 como média por re si, mas sim com os sedentários a partir da

upos controle sedentário einado (DT) ao longo do diferença de CS com

A figura 5 mostra a sedentário obtendo o valor iguais aos não diabéticos.

Figura 5: Concentrações de

sedentário (CS), controle tr ao final do período experi diferença de DS; b com CT e

a as concentrações de glicogênio hepáticas, com or mais baixo dentre todos e o diabético treinado

de glicogênio hepático dos animais pertencente treinado (CT), diabético sedentário (DS) e di perimental. Resultados expressos como média T e c com DS (P < 0,05, Post hoc de Tukey).

, com o grupo diabético nado com concentrações

ntes aos grupos controle diabético treinado (DT) dia e desvio padrão: a –

As concentrações de controle treinado, diabético controle sedentário.

Figura 6: Concentrações de

controle sedentário (CS), treinado (DT) ao final do pe padrão: a, b, c – diferença c

de proteína C reativa são mostradas na figu ico sedentário e treinado exibindo altas concent

de proteína C reativa hepática dos animais pe ), controle treinado (CT), diabético sedentár o período experimental. Resultados expressos a com CS (P < 0,05, Post hoc de Tukey).

igura 6, com os grupos entrações em relação ao

pertencentes aos grupos ntário (DS) e diabético os como média e desvio

A figura 7 mostra a a entre os grupos.

Figura 7: Atividade da e

controle sedentário (CS), treinado (DT) ao final do pe padrão: Sem diferença estat

a atividade da enzima catalase hepática sem dif

a enzima catalase hepática dos animais pert ), controle treinado (CT), diabético sedentár o período experimental. Resultados expressos

tatística (P < 0,05, Post hoc de Tukey).

diferenças significativas

pertencentes aos grupos ntário (DS) e diabético os como média e desvio

A atividade da enzim com atividade superior pa grupos.

Figura 8: Atividade da

pertencentes aos grupos cont (DS) e diabético treinado (D média e desvio padrão: a –

nzima superóxido dismutase – SOD hepática é para o grupo controle treinado e diferença d

a enzima superóxido dismutase – SOD h controle sedentário (CS), controle treinado (CT) o (DT) ao final do período experimental. Resul

diferente dos demais grupos (P < 0,05, Post hoc

é mostrada na figura 8, a deste para os demais

hepática dos animais T), diabético sedentário sultados expressos como ost hoc de Tukey).

A figura 9 mostra TBARS hepático, expressos diabético treinado com maior

Figura 9: Níveis de substâ

animais pertencentes aos g sedentário (DS) e diabétic expressos como média e de

ra os níveis de substâncias que reagem ao á ssos como níveis de Malondialdeído –MDA, aiores níveis de MDA em relação ao controle s

stâncias que reagem ao ácido tiobarbitúrico – T grupos controle sedentário (CS), controle tre tico treinado (DT) ao final do período expe desvio padrão: a – diferente de CS (P < 0,05, Pos

o ácido tiobarbitúrico – A, apontando o grupo e sedentário.

TBARs hepáticas dos treinado (CT), diabético xperimental. Resultados , Post hoc de Tukey).

Na figura 10 apresenta-se a atividade da enzima catalase pancreática, onde se destaca o grupo diabético treinado, com alta atividade desta enzima em relação aos demais grupos estudados.

Figura 10: Atividade da enzima catalase pancreática dos animais pertencentes aos grupos

controle sedentário (CS), controle treinado (CT), diabético sedentário (DS) e diabético treinado (DT) ao final do período experimental. Resultados expressos como média e desvio padrão: a – diferente dos demais grupos (P < 0,05, Post hoc de Tukey).

Na figura 11 está a pancreática onde os grupos atividade de SOD no pâncre

Figura 11: Atividade da

pertencentes aos grupos cont (DS) e diabético treinado (D média e desvio padrão: a, b di

apresentada a atividade da enzima superóxido pos treinados se diferiram dos sedentários por

creas.

da enzima superóxido dismutase – SOD panc controle sedentário (CS), controle treinado (CT) o (DT) ao final do período experimental. Resul

, b diferentes de CS e DS (P < 0,05, Post hoc de

óxido dismutase – SOD por apresentarem menor

pancreática dos animais T), diabético sedentário sultados expressos como

Benzer Belgeler