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2. Stabilite Limiti Testi: Stabilite limiti bireyin dengesini bozmadan vert�kalden gövdes�yle uzanab�leceğ� maks�mum açıyı tanımlamaktadır Bireyler destek

5.3. Dengeye İlişkin Parametrelerin Değerlend�rmeler�

Confirmando estudos sociológicos (ESTABLET 1987), a análise dos depoimentos, apresentadas no percurso desta dissertação, revelaram a abrangência e o caráter profissional com que as mães assumem e gerenciam a escolarização dos filhos. Cotidianamente, as mães monitoram e coordenam a vida escolar da prole, seja atuando na qualidade de professoras particulares, cuidando da elaboração e correção de exercícios e provas; seja como gerentes, comprometidas com a estruturação de planilhas e a definição da logística doméstica; seja como médicas, realizando o diagnóstico da realidade do filho, o estabelecimento das intervenções necessárias e o check-up cotidiano do material escolar.

O cuidado e a verificação diária das mochilas, agendas, cadernos e uniformes emergiu, na análise dos depoimentos, como prática consagrada nas unidades domésticas investigadas. De forma majoritária, as mães se mostraram ativas e extremamente empenhadas e dedicadas à tarefa de e ifi a se tudo est e o de e se todos os e u sos supostamente necessários a uma aprendizagem eficaz estão disponíveis. Elas fiscalizam e controlam diariamente todo o material escolar. Afinal, é isso que uma boa mãe faz.

Os depoimentos abaixo explicitam de forma significativa o trabalho diário de cuidado com o material escolar:

Mas todos os dias à noite eu confiro o horário e o estojo, se está completo, lápis de cor, lápis de escrever, a tesoura, a cola e a borracha. Se não tem, eu reponho, porque eu tenho um estoque. Todo dia à noite eu confiro. Todo dia eu confiro a

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O Brasil Escola.com é um dos maiores sites privados de educação. Originado em abril de 2002, tem como objetivo: auxiliar as pessoas em seus estudos, no desenvolvimento de trabalhos escolares, na fixação de exercícios e teorias vistas em sala de aula. WWW.brasilescola.com

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mochila, o horário. Já está tão mecânico, que rapidinho eu faço isso tudo. [...] Todos os dias eu olho a agenda. Eu mando ele fazer o Para Casa, enquanto ele está fazendo, eu pego a agenda todos os dias e confiro. Porque não adianta, tem que conferir, não dá para soltar não (Denise, dona de casa, mãe de Augusto).

Eu cuido do lanche dela, eu arrumo o lanche toda manhã, olho a mochila dela toda manhã antes de sair, confiro se está tudo ok, eu que ajudo ela a trocar de roupa, o uniforme, ajudo colocar uma meia, ajudo a amarrar um tênis, confiro mesmo o uniforme. [...] E eu acompanho a agenda dela todos os dias. Quando ela chega da escola, eu já olho a agenda, para ver se tem alguma pesquisa para ser feita, se precisa de alguma coisa que não tenha em casa, que tenha que comprar, se precisa de alguma coisa e para que dia é (Alessandra, odontóloga, mãe de Luciana).

De manhã eu já deixo lá o uniforme para ele, na cadeira do quarto dele. Aí, na volta da escola, eu j pe gu to: Te Pa a Casa? , aí ele fala. Mas aí, hega e casa, eu dou uma olhada nos cadernos e olho a agenda também para conferir se ele não está esquecendo. [...] Então, assim, eu acompanho sempre. Depois que ele termina, eu dou uma olhadinha, para ver se fez tudo, se arrumou a pasta direitinho, não é? Eu tenho esse costume de conferir tudo pra não deixar nada para trás. Diariamente (Ana Clara, engenheira, mãe de Luciano).

Os depoimentos das crianças confirmam a prática de check-up das mães:

Ela [a mãe] olha sempre o meu uniforme, ela me leva em tudo quanto é lugar durante a semana, ela arruma a minha mochila, olha sempre a minha agenda para ver todos os Para Casas (Rogério, 10 anos, filho da Ana Paula, dona de casa).

Mas ela [a mãe] tem costume sim de olhar a minha agenda. Ela olha a agenda, olha o dever, olha tudo, a pasta, essas coisas. [...] Até chega a tirar todo o material da minha pasta, da gaveta, para ver se não está faltando nada (Soraya, 10 anos, filha de Fátima, médica).

Para algumas famílias, a supervisão do material escolar constitui ocasião de desenvolvimento do senso de responsabilidade e autonomia das crianças, frente às crescentes exigências acadêmicas. As mães encorajam os filhos a cuidar do próprio material e usam o recurso do diálogo tanto para sensibilizá-los para tal tarefa quanto para obter um feed-back de suas atitudes. Segundo Lareau (2007), os pais de classe média tendem a enfatizar o uso da linguagem, bem como do diálogo como forma de disciplinar. Assim, as crianças são incentivadas a assumir com responsabilidade e autonomia o trabalho de check-up do material escolar, ficando para a mãe a tarefa de acompanhar mais de longe e pela via do diálogo:

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Hoje a minha missão é tornar o Breno mais independente. A cada dia um pouquinho mais de independência em relação a tudo, não é só em relação ao estudo, não. É em relação à comida, ao cuidar e vestir o uniforme direitinho, tomar banho, a organizar o material, olhar a agenda.[...] Mas o que eu quero, a cada dia, é que ele vá crescendo mais, para ele aprender a ser mais independente e responsável com as coisas da escola (Astrid, funcionária pública, mãe de Breno).

Eu acho que faço muito mais um trabalho de valorização, de incentivar ela a cuidar das próprias coisas. Não faço por ela. Pergunto, converso muito com ela pra ela entender que ela tem que dar conta das responsabilidades dela. Agenda... Eu pe gu to: A a da, te algu a i ula ? Eu não pego a agenda, caderno, pasta e a o. Falo: A a da, te algu a oisa, algu a i ula , algu a oisa? . Às vezes at o vite de festa de olega. O ue vo t ouxe? . Nada ão, ãe . E tão est o . O dia ue te : Ah, eu t ouxe si . Espe a aí, ue eu es ue i de te da . Aí ela e dá (Márcia, empresária, mãe de Andreza).

Tem vez que eu até olho mochila, eu olho dever, pego uniforme, mas eu estou me policiando para não fazer, porque eu acho que ele já está grande, ele tem que desenvolver autonomia, ele tem que aprender as coisas por ele mesmo. Muitas vezes, eu falo: Paulo, o est o dez a os, eu filho. Vo te ue saber fazer essas coisas sozinho (Elvira, médica, mãe de Paulo).

Benzer Belgeler