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8. DENEYSEL SONUÇLAR ve DEĞERLENDİRME

8.2. Deneysel Verilerin Varyans Analiz Sonuçları

Nesta fase, na qual se interpreta os tipos de relacionamentos entre as entidades, vão resultar as chaves estrangeiras através da análise das participações obrigatórias e das chaves primárias de cada entidade50.

Para o desenho do modelo logico é necessário aplicar as regras de mapeamento no Modelo Conceptual (MER), pois nesta fase serão geradas novas tabelas, que

49 DIA é um software de desenho open source. Contém ferramentas para a construção de diagramas,

fluxogramas, casos de uso, esquemas de bases de dados, etc. É uma mais-valia como alternativa ao Microsoft Visio. Neste projeto foi utilizado para desenho do modelo conceptual e modelo logico.

62 dependem das participações obrigatórias. Para determinação destas foi usada a seguinte tabela, que serviu de base para esta fase do mapeamento.

Figura 10: Mapeamento de Modelo conceptual para modelo logico (Sousa & Loureiro).

Relação DATACAO com ACHADO_ISOLADO:

Esta é uma relação de 1:N, devido ao facto de um achado isolado apenas poder conter uma datação, visto que este apenas pode ter um período de naufrágio. Quanto ao relacionamento reciproco, uma determinada datação pode pertencer a vários achados isolados, visto ser possível ocorrer vários naufrágios, no mesmo dia ou período.

Pelo facto de existir uma participação obrigatória do lado do achado isolado, pois este tem que ter sempre datação, de acordo com a figura supramencionada, passa a ser acrescentada à tabela ACHADO_ISOLADO a chave primária da tabela DATACAO, como chave estrangeira (DATACAO_ID).

63 Desta relação só serão geradas duas tabelas, conforme é possível verificar na figura supracitada, na relação de 1:N com uma participação obrigatória só serão geradas duas entidades e a a chave da entidade do lado 1 tem de ser atributo na entidade do lado N.

Relação DATACAO com NAUFRAGIO:

O relacionamento entre estas duas entidades é de 1:N, pela mesma razão da relação anterior e tendo em conta o facto de um naufrágio ser tratado de uma forma bastante idêntica ao achado isolado, a participação obrigatória também será do lado do naufrágio.

Seguindo o raciocínio, a tabela NAUFRÁGIO terá como chave estrangeira, a chave primária da tabela DATACAO, (DATACAO_ID).

Visto o tipo de relação e a participação obrigatória ser idêntica à anterior, as tabelas geradas serão segundo a mesma lógica.

Relação LOCALIZACAO com ACHADO_ISOLADO:

Ao contrário dos anteriores, este relacionamento é do tipo 1:1, pois apenas pode existir uma localização para cada achado isolado e cada achado isolado só pode estar numa localização. Como o achado isolado é obrigado a ter uma localização, existe uma participação obrigatória do lado deste conforme é possível verificar no modelo conceptual.

Segundo a figura que explana as ligações entre os atributos e as tabelas geradas, a chave primária da entidade que não tem participação obrigatória ficará como chave estrangeira da outra entidade. Sendo assim, será acrescentado o atributo LOCALIZACAO_ID à tabela ACHADO_ISOLADO.

Desta relação apenas serão geradas duas tabelas, devido ao facto de ocorrer uma participação obrigatória de um dos lados.

Relação LOCALIZACAO com NAUFRAGIO:

À semelhança da relação anterior, esta é uma ligação de 1:1 e tem a participação obrigatória do lado do naufrágio. Pois cada naufrágio é obrigado a ter uma localização, podendo esta ser um ponto ou uma área, mas uma localização não tem que ter obrigatoriamente um naufrágio, pode ter apenas um achado isolado.

64 Neste caso, será a tabela NAUFRÁGIO a ter a chave estrangeira LOCALIZACAO_ID, que se trata da chave primária da tabela LOCALIZACAO.

Assim como no caso anterior, também só serão geradas duas tabelas, a tabela NAUFRÁGIO e a tabela LOCALIZACAO.

Relação ACHADOR com ACHADO_ISOLADO:

Esta é uma relação de N:M, pois é possível um achado isolado ter sido descoberto por vários achadores, e um achador ter descoberto vários achados isolados. Neste tipo de ligações não interessam as participações obrigatórias, pois serão sempre geradas três tabelas, uma tabela a mais que os casos anteriores.

Esta tabela que é gerada a mais é para o relacionamento e tem o nome de ISOLADO_ACHADOR. Como chaves estrangeiras tem a chave primária de cada entidade, ACHADOR_ID e ACHADO_ISOLADO_ID. Foi ainda acrescentado uma chave primária (ID) e o atributo DATA_ACHADO_NAUFRAGIO que representa a data em que este achado isolado foi descoberto pelo achador em questão.

Relação ACHADOR com NAUFRÁGIO:

Este caso foi tratado com o mesmo raciocínio que o anterior, o que os torna quase idênticos.

A tabela que resulta do relacionamento entre as entidades NAUFRÁGIO e ACHADOR tem o nome de NAUFRÁGIO_ACHADOR. Tendo como chaves estrangeiras as duas chaves primárias de cada entidade, a chave primária (ID) e à semelhança da relação anterior, o atributo DATA_NAUFRAGIO que representa o dia em que o respetivo naufrágio foi descoberto.

Relação NAVIO com NAUFRÁGIO:

A relação navio naufrágio é do tipo 1:1, pois um navio apenas pode naufragar uma vez, e cada naufrágio encontrado no fundo do mar apenas pode pertencer a um e só um navio.

Visto existir uma participação obrigatória do lado do navio, porque a existência deste tem que estar obrigatoriamente ligado a um naufrágio, a chave primária da entidade naufrágio será chave estrangeira na entidade navio, NAUFRÁGIO_ID.

65 Analisando a figura supracitada é fácil perceber desta relação apenas ficam duas tabelas, NAUFRÁGIO e NAVIO.

Relação NAUFRÁGIO com ACHADO_ISOLADO:

Esta relação sendo de 1:N sem entidades obrigatória vai ser diferente de todas as outras. A sua ligação é do tipo 1:N pois um naufrágio pode conter vários achados isolados, mas um achado isolado apenas pode pertencer a um e só um naufrágio.

Contudo esta ligação não contém participações obrigatórias, o que obriga à criação de uma tabela extra, denominada de ISOLADO_NAVIO. Ela tem como únicos atributos as chaves primárias das duas tabelas (NAUFRÁGIO e ACHADO_ISOLADO), como chaves estrangeiras.

Devido à sua relação de 1:N, a tabela achado isolado passa a ter ID_NAUFRAGIO como chave estrangeira.

Neste mapeamento foi explicado pormenorizadamente todas as relações que se encontram no modelo conceptual e o que elas vão gerar no modelo lógico que será mostrado na seção seguinte.