• Sonuç bulunamadı

3. MATERYAL VE METOD

3.3 Deneysel Kısım

DCB: imidazolidinilureia

69

INCI: imidazolinidyl urea

CAS: 39236-46-9

Fórmula molecular: C

11

H

16

N

8

O

8

Sinonímia: imidazolidinil ureia ou imidurea, Germall 115, 1,1'-

Methylenebis(3-(3-(hydroxymethyl)-2,5-dioxoimidazolidin-4-yl)urea)

71,121

É um liberador de formaldeído e um conservante compatível com muitos

ingredientes cosméticos, com alta hidrossolubilidade e baixa solubilidade em óleo.

Mais efetivo contra bactérias, tanto Gram-positivas quanto Gram-negativas, tem

habilidade de agir sinergicamente com outros conservantes, particularmente metil e

propilparabenos, compondo um ótimo sistema conservante.

1,121

Não é irritante, mas pode causar DCA, com relatos de taxas de 1,3 a

3,3% nos EUA e 0,7% na Europa. Possui reações cruzadas com diazolidinil ureia e

41

2.3.1.13 DIAZOLIDINIL UREIA

DCB: não está listado na DCB

69

INCI: diazolidinyl urea

CAS: 78491-02-8

Fórmula molecular: C

8

H

14

N

4

O

7

Sinonímia: Germall II, Germall 11, ureia diazolidinílica, Imidazolidinyl urea

11, N,N'-Bis(hydroxymethyl)urea, 1-(1,3-Bis(hydroxymethyl)-2,5-dioxoimidazolidin-4-

yl)-1,3-bis(hydroxymethyl) urea

24,71

Conservante liberador de formaldeído, é utilizado geralmente combinado

com metil e propilparabenos para melhorar sua atividade antifúngica. A média de

sensibilização nos EUA é de 3,1% e na Europa de 1%.

121

Possui maior potencial

sensibilizante que a imidazolidinilureia

1

e não apresenta reação cruzada com ela.

1,121

2.3.1.14 QUATERNIUM 15

DCB: Não está listado na DCB

69

INCI: quaternium 15

CAS: 4080-31-3

Fórmula molecular: C

9

H

16

Cl

2

N

4

Sinonímia:

N-(3-Chloroallyl)hexaminium

chloride,

Dowicide

Q,

Methenamine 3-chloroallylochloride, Cosept 200, Dowicil 75, Dowicil 200, Dowicil

100, cloreto de 1-(3-cloroalil)-3,5,7-triazo-1-azoniadamantano

1,24,71,124

Conservante liberador de formaldeído com amplo espectro contra

bactérias, particularmente efetivo contra espécies de Pseudomonas, é

frequentemente utilizado em cosméticos, mas também em outras aplicações como

tintas látex, tintas de impressora, ceras e polidores para pisos, detergentes e

sabões, óleos metalúrgicos.

121

42

Pode correagir com imidazolidinilureia e diazolidinil ureia

125

e muitos

pacientes sensibilizados a quaternium 15, mas não todos, são também alérgicos a

formaldeído. Há que se notar que há outros quatérnios, como o quaternium 18, que

não são liberadores de formaldeído e não têm reações cruzadas com o quaternium

15.

1

2.3.2 O PROPILENOGLICOL

DCB: propilenoglicol

69

INCI: propylene glicol

CAS: 57-55-6

Fórmula molecular: C

3

H

8

O

271

Sinonímia: 1,2 propanodiol, 1,2 dihidroxipropano, 2 hidroxipropanol,

metiletil glicol, propano-1,2-diol

24

É um alérgeno ubíquo, utilizado como veículo e solvente, principalmente

para drogas insolúveis ou instáveis em água, bem como emulsificante e umectante.

Facilmente miscível em água, acetona, clorofórmio e óleos essenciais, aumenta a

penetração de agentes tópicos e possui baixo custo. Em concentrações acima de

25%, apresenta atividades antimicrobianas, especialmente contra Escherichia coli,

Pseudomonas, Candida albicans e dermatófitos. É, ainda, utilizado na indústria, em

fluidos de corte, lubrificantes, tintas, esmaltes e produtos de limpeza.

1

Embora muito adequado a todos estes usos, esta substância tem o

potencial de causar tanto reações irritativas como alérgicas, além de urticária de

contato não-imunológica, e irritação subjetiva ou sensorial.

31,126

Esta última é

definida como ardor ou queimação quando o propilenoglicol é aplicado à pele

sensível ou irritada, sem lesões.

31,41

Parece que o grau de hidratação da pele afeta a

43

inverno. Isto também tem implicação para os atópicos, mais sensíveis a esta

substância.

1,41

numerosos

relatos

de

alergia

a

propilenoglicol

na

literatura.

126,127,128,129,130,131,132,133

Relatos recentes demonstraram prevalência de

3,5% de reações alérgicas a propilenoglicol,

129

a maioria em produtos de uso

pessoal e medicamentos tópicos, principalmente corticoides tópicos.

31

Em 1996,

Siqueira relatou que, no Brasil, o propilenoglicol foi o alérgeno dos excipientes mais

comumente utilizado nos corticosteroides tópicos, seguido pelos parabenos.

48

Em

1993, Fowler, nos EUA, relatou sua presença em 48 de 82 corticoides tópicos.

31

2.3.3 OS EMULSIFICANTES

2.3.3.1 TRIETANOLAMINA

DCB: trolamina

INCI: triethanolamine

CAS: 102-71-6

24

Sinonímia: TEA

É uma mistura de três alcanolaminas, usada como emulsificante em

vários cosméticos e em alguns medicamentos.

Há relatos de DCA a trietanolamina na indústria, em óleos de corte

134

ou

em protetores solares, onde são muito utilizados.

135

É relatada reação cruzada com outras aminas terciárias, como a

prometazina.

1

2.3.4 OS EMOLIENTES

2.3.4.1 LANOLINA E DERIVADOS

44

INCI: lanolin

CAS: 8006-54-0

24,71

É uma substância derivada de secreções das glândulas sebáceas das

ovelhas e funciona como revestimento protetor da lã, composta com uma complexa

mistura de ésteres de alcoóis de lanolina e de ácidos de lanolina, ambos de alto

peso molecular.

1,136

A lanolina tem propriedades emulsificantes e absorventes importantes e,

por isso, combina-se muito bem com várias substâncias, e é extensivamente

utilizada em cosméticos,

137

o que inclui hidratantes, maquilagens, batons, xampus,

condicionadores, sabões e loções de limpeza, emolientes no tratamento de lesões

mamárias em lactantes.

138

É também utilizada com propósitos industriais, para

prevenir a corrosão em superfícies metálicas, em hidratantes para couro e em tintas

para impedir a cristalização.

136

A sensibilidade à lanolina tem sido relacionada principalmente ao seu uso

em úlceras de estase.

1,136

Há controvérsias se a DCA a lanolina é mais frequente em

pacientes atópicos.

1,136,138

Comparável ao “paradoxo dos parabenos”, Wolf descreveu o paradoxo da

lanolina,

139

que contribui para a dificuldade de determinar sua relevância como

alérgeno, ressaltando quatro aspectos. Inicialmente, a lanolina nos medicamentos

tópicos tende a ser mais sensibilizante que em cosméticos. Segundo, o fato de

pacientes com DCA a lanolina por medicamentos tópicos aplicados em úlceras de

estase tolerarem o uso de cosméticos com este alérgeno em pele normal, sem

sofrerem reações. Da mesma forma, há resultados falso-negativos com certa

frequência quando se testa a lanolina em pacientes a ela sensíveis.

138,140

E

finalmente, realizar testes de contato apenas com lanolina a 30% é um método

inadequado para detectar a alergia a esta substância. Isto leva vários autores a

45

recomendar o acréscimo do Amerchol L 101 às baterias de teste de contato para

detecção da alergia a este emoliente.

136,139,141

O Amerchol L-101, CAS 8029-05-8,

71

é testado na bateria de teste de

contato para cosméticos brasileira e é uma substância composta por óleo mineral e

álcool de lanolina.

Há relatos de que a sensibilização à lanolina vem decrescendo com os

anos, tanto no Brasil, com relato de 2,59% de 2006 a 2011,

142

como no exterior,

segundo dados do North American Contact Dermatitis Group (NACDG).

136

A maior dificuldade em se caracterizar completamente a lanolina vem do

fato de que sua composição varia com a localização geográfica, raças de ovelhas,

métodos de extração e nível de pureza.

136,143

O componente exato da lanolina que causa sensibilização ainda não foi

isolado,

138,139,144

supõe-se que sejam os alcoóis de lanolina,

136,137,141,143

entre eles os

alcoóis cetílico e estearílico, que provavelmente são os principais sensibilizantes,

1

portanto, incluídos nas reações cruzadas da lanolina.

a) Álcool cetílico

DCB: álcool cetílico

69

INCI: cetyl alcohol

CAS: 36653-82-4

Fórmula molecular: C

16

H

34

O

Sinonímia: 1-Hexadecanol, Cetanol, álcool palmitílico, Hexadecyl alcohol,

Ethal, Ethol, Lanette 16.

24,71

b) Álcool estearílico

DCB: álcool estearílico

69

46

CAS: 112-92-5

Fórmula molecular: C

18

H

38

O

Sinonímia: Octadecanol, Octadecyl alcohol, 1-Hydroxyoctadecane

71

O ácido esteárico e o gliceril estearato são relacionados quimicamente ao

álcool estearílico, e reações cruzadas são esperadas.

c) Álcool cetoestearílico

DCB: álcool cetoestearílico

69

INCI: cetearyl alcohol

CAS: 67762-27-0

69

Fórmula molecular: C

34

H

72

O

2

Sinonímia: 1-Octadecanol mixed with 1-hexadecanol, cetyl/stearyl alcohol,

cetyl-stearyl alcohol

71

Estes três alcoóis são geralmente usados como emulsificantes e

estabilizantes. Assim, podem ser considerados conservantes.

1

São raramente

relacionados à DCA.

1

2.3.5 AS FRAGRÂNCIAS

Pela Food and Drug Administration (FDA), as fragrâncias são definidas

como qualquer substância natural ou sintética usada somente para dar odor a um

produto cosmético.

42,145,146

Já na prática clínica da condução dos casos alérgicos, as

fragrâncias são definidas como qualquer substância natural ou sintética usada para

dar odor a um tópico, podendo atuar como conservante, emoliente, fixador ou

desinfetante.

As fragrâncias são a causa mais frequente de alergia a cosméticos, com

cerca de 30 a 45% dos casos, seguidas pelos conservantes.

1,2,3,6,30,32,37,50,60,147

Dos

47

pacientes com eczema, as fragrâncias são responsáveis por cerca de 10% dos

casos e, na população geral, de 1,7 a 4,1% dos casos.

29,148,149,150

Além da DCA, as fragrâncias podem causar DCI, urticária de contato,

eczemas por fotosensibilização e hipercromia (melanose de Riehl e dermatite em

berloque).

15,34,58

As fragrâncias devem ser consideradas uma categoria, ao invés de um

simples ingrediente, pela variedade de substâncias que um único odor pode

requerer para ser confeccionado. Uma colônia perfumada geralmente contém de 10

a 100 fragrâncias e já existem mais de 100 fragrâncias listadas como ingredientes.

No passado, as fragrâncias derivavam-se apenas de produtos de origem vegetal e

animal, e atualmente são sintéticas. Entretanto, há uma tendência recente de

fragrâncias botânicas serem incluídas nos produtos e de listá-las como

ingredientes.

60

A prevalência de testes positivos a cada alérgeno das fragrâncias

varia geograficamente, o que pode ser explicado pelo seu uso variado, nas

diferentes populações.

1

A sensibilidade a fragrâncias é testada através do Fragrance Mix I (FMI),

que detecta de 70 a 80% dos casos de alergia

32,42,60

e é composta por 1% de cada

um dos seguintes ingredientes: aldeído cinâmico ou cinamal (CAS 104-55-2), álcool

cinâmico (CAS 104-54-1), geraniol (CAS 106-24-1), eugenol (CAS 97-53-0),

isoeugenol (CAS 97-54-1), oak moss absolute (“musgo de carvalho” – INCI Evernia

prunastri, CAS 90028-68-5), hidroxicitronelal (CAS 107-75-5), e álcool α-amil

cinâmico (CAS 101-85-9).

1,6,24,32,60,71

O sesquioleato de sorbitana (DCB), CAS 51938-44-4, INCI sorbitan

sesquioleate, é um emulsificante adicionado na concentração de 5% ao Fragrance

mix I para aumentar sua estabilidade e permitir a dispersão satisfatória de seus oito

48

derivados do sorbitol.

152,153

Pode provocar DCA

1,151,152,153

e é utilizado em

medicamentos tópicos, principalmente corticosteroides e em alguns cosméticos.

O bálsamo do Peru, INCI Miroxylon pereirae, CAS 8007-00-9 (óleo) e

8016-42-0 (resina)

24

é outra substância utilizada para a pesquisa de sensibilidade a

fragrâncias, capaz de detectar cerca de 50% dos pacientes alérgicos.

1,42,60

O

bálsamo do Peru é uma substância obtida de pinheiros da América Central e do Sul,

principalmente El Salvador, e descoberto no período de colonialismo peruano, de

onde vem o seu nome. Embora o extrato de bálsamo do Peru não seja comumente

utilizado em cosméticos, é uma substância quimicamente relacionada a muitas

fragrâncias, e considerado um marcador de alergia a estas substâncias.

154

É

composto por muitos alérgenos, como álcool benzílico (CAS 100-51-6), ácido

benzoico (CAS 65-85-0), acetato de benzila (CAS 140-11-4), ácido cinâmico (CAS

140-10-3), álcool cinâmico (CAS 4407-36-7) e aldeído cinâmico (CAS 104-55-2),

farnesol (CAS 4602-84-0), ácido ferúlico (CAS 1135-24-6), nerolidol (CAS 7212-44-

4), eugenol e isoeugenol.

1,24,71,154,155,156

Quando testados individualmente, muitos dos ingredientes das

fragrâncias são considerados alérgenos fracos. Contudo, os mixes de alérgenos de

fragrâncias tem a sensibilização altamente potencializada,

150

e isto poderia explicar

a alta prevalência de alergia a fragrâncias,

148

além do fato de muitas vezes serem

aplicados em regiões de alta absorção (como face, genitália, axilas), ou de traumas

constantes (como pernas depiladas e barba), o que aumenta a chance de

sensibilização.

42,58

Parece, assim, que os mixes de fragrância, como o FMI,

conferem um estímulo ótimo ao sistema imune e têm, consequentemente, uma alta

sensibilidade como testes diagnósticos. Bonefeld et al. explicam este fenômeno pela

maior produção de citocinas pró-inflamatórias e de células T de memória quando

utilizado o mix, e não apenas um alérgeno das fragrâncias. Os mixes, de acordo

49

com os autores, melhoram tanto a indução quanto a elicitação da DCA. Por

conseguinte, um estímulo por um único alérgeno produzirá uma resposta mais forte

em indivíduos sensibilizados por mixes do que em indivíduos sensibilizados por um

único alérgeno.

148,157

Mesmo nos produtos conhecidos como “sem fragrância” ou fragrance free

é possivel encontrar fragrâncias atuando como conservante, emoliente, fixador ou

desinfetante.

32

O fato é que

não há definição legal para o termo fragrance free.

30

A

própria FDA salienta que produtos fragrance free podem conter químicos das

fragrâncias.

30,145

Os produtos sem fragrância podem ter extratos naturais de plantas

e óleos essenciais como de rosa, camomila e sândalo, que são todos ingredientes

de fragrâncias,

32,158

além de substâncias mascaradoras de outros odores

indesejáveis, como o ranço de um sabão.

29,58

Se uma fragrância é utilizada em um

produto com outra finalidade que não a de fornecer odor, como ser conservante (por

exemplo, o álcool benzílico) ou emoliente (por exemplo, o óleo de rosa) o tópico

pode ser incluído entre os fragrance free.

34,147

Algumas destas substâncias são

listadas no Quadro 3.

6,30,42,159

50

Quadro 3 - Lista de possíveis ingredientes ocultos de fragrância

Álcool amilcinamílico

Butilfenil metilpropional

Álcool anísico

Ciclopentadecanolide

Álcool benzílico

Cinamato de benzila

Álcool fenetílico

Cloroatranol (3-cloro-2,6-dihidróxi-4-metilbenzaldeído)

Alfa-isometil ionona

d-Limoneno

Atranol (2,6-dihidróxi-4-metilbenzaldeído)

Extrato de Evernia furfuracea

Bálsamo de Tolu

Farnesol

Bálsamo do Peru

Linalool

Baunilha

Majantol (INCI trimethyl-benzenepropanol)

Benzaldeído

Mentol

Benzoato de benzila

Óleo de amêndoas

Benzoato de metila

Óleos cítricos

Bisabolol (óleo de camomila)

Óleos essenciais e vários extratos de flores e plantas

Brassilato de etileno

Salicilato de benzila

Contrariamente aos extratos vegetais, os ingredientes derivados de

proteínas como a farinha de aveia e o trigo hidrolisado raramente causam DCA.

32

Um paciente com alergia a fragrâncias deve evitar os extratos de

plantas.

34,60,160

Em muitos casos, estes extratos estão presentes em cosméticos por

suas propriedades medicinais e não por ser um ingrediente de fragrância; e muitos

pacientes, considerando inócuos os produtos com extratos “naturais”, desconhecem

o seu potencial alergênico.

161

Em 2004, a legislação da Diretriz de Cosméticos da Comunidade

Europeia

162

veio a regular a rotulagem das fragrâncias nos cosméticos, incluindo os

seus ingredientes individualmente. Estes devem ser descritos não apenas como

“fragrância” ou “contém perfume”, mas listar uma das 26 fragrâncias reconhecidas

como sensibilizantes (Quadro 4), se as concentrações excederem 10ppm em

produtos deixados na pele e 100ppm em produtos que possuem enxágue.

163

No

caso de existirem outras fragrâncias, é permitido o termo “parfum”, o que evidencia o

51

fato de que os produtos podem conter outras fragrâncias não contempladas pela

lei.

149

Esta diretriz, entretanto, não se aplica aos medicamentos tópicos.

164

Nos EUA,

tal legislação não foi aprovada.

160

Quadro 4 - Lista dos 26 ingredientes de fragrâncias e um

emulsificante obrigatoriamente listados nos rótulos dos cosméticos na Europa

2-Octinoato de metila

Eugenol

Álcool amilcinamílico

Evernia furfuacea

Álcool anísico

Evernia prunastri

Álcool benzílico

Farnesol

Álcool cinamílico

Geraniol

Alfa-isometil ionona

Hexyl cinamal

Amyl cinamal

Hidroxicitronelal

Benzoato de benzila

Hidroxiisoexil 3-cicloexeno carboxaldeído (Lyral

®

)

Butilfenil metilpropional

Isoeugenol

Cinamal

Limonene

Cinamato de benzila

Linalool

Citral

Salicilato de benzila

Citronelol

Sesquioleato de sorbitana*

Cumarina

Legenda:* não é um marcador de fragrância, mas um emulsificante utilizado no Fragrance Mix I.

No Brasil, a publicação da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº

16/11,

165

publicada no Diário Oficial da União (DOU) de 25 de abril de 2011,

especificamente, sobre o item dos produtos potencialmente alergênicos diz o

seguinte:

"Algumas substâncias foram identificadas como causa importante

de reações alérgicas de contato entre os consumidores sensíveis a

fragrâncias e aromas. Dessa forma, a presença dessas substâncias na

formulação deve ser indicada na descrição dos ingredientes na rotulagem do

produto (na lista dos ingredientes ou composição) de modo a facilitar a

identificação destas substâncias pelos consumidores que não as toleram.

Portanto, as substâncias abaixo listadas devem ser indicadas na rotulagem do

52

produto pela nomenclatura INCI quando sua concentração exceder: 0,001 %

nos produtos sem enxágue e 0,01 % em produtos com enxágue”.

A exigência tem o teor de que as empresas deverão abrir a carta de

fragrância (parfum) informando os teores individualizados dos componentes de

fragrância para demonstrar a conformidade com a RDC 16/2011 (Quadro 5).

165

Quadro 5 - Lista de ingredientes de fragrância pela ANVISA

Substância

INCI

2-(4-tert-Butylbenzyl)propionaldehyde (CAS 80-54-6)

Butylphenyl methylpropional

3-Methyl-4-(2,6,6-trimethyl-2-cyclohexen-1-yl)-3-buten-2-one

(CAS No 127-51-5)

Alpha-Isomethyl ionone

Amyl cinnamal (CAS 122-40-7)

Amyl cinnamal

Amylcinnamyl alcohol (CAS 101-85-9)

Amylcinnamyl alcohol

Anisyl alcohol (CAS 105-13-5)

Anise alcohol

Benzyl alcohol (CAS 100-51-6)

Benzyl alcohol

Benzyl benzoate (CAS 120-51-4)

Benzyl benzoate

Benzyl cinnamate (CAS 103-41-3)

Benzyl cinnamate

Benzyl salicylate (CAS 118-58-1)

Benzyl salicylate

Cinnamal (CAS 104-55-2)

Cinnamal

Cinnamyl alcohol (CAS 104-54-1)

Cinnamyl alcohol

Citral (CAS 5392-40-5)

Citral

Citronellol (CAS 106-22-9)

Citronellol

Coumarin (CAS 91-64-5)

Coumarin

d-Limonene (CAS 5989-27-5)

d-Limonene

Eugenol (CAS 97-53-0)

Eugenol

Farnesol (CAS 4602-84-0)

Farnesol

Geraniol (CAS 106-24-1)

Geraniol

Hexyl cinnamaldehyde (CAS 101-86-0)

Hexyl cinnamal

Hydroxy-citronellal (CAS 107-75-5)

Hydroxycitronellal

Hydroxymethylpentylcyclohexenecarboxaldehyde (CAS 31906-

04-4)

Hydroxyisohexyl 3- cyclohexene-

carboxaldehyde

Isoeugenol (CAS 97-54-1)

Isoeugenol

Linalool (CAS 78-70-6)

Linalool

Methyl heptin carbonate (CAS 111-12-6)

Methyl 2-octynoate

Oak moss extract (CAS 90028-68-5)

Evernia prunastri extract

53

Em geral, as agências reguladoras requerem que os ingredientes dos

produtos sejam listados em ordem decrescente de concentração até 1%, limite a

partir do qual, qualquer disposição é permitida.

2.3.5.1 ALGUNS DOS ALÉRGENOS DAS FRAGRÂNCIAS

Benzer Belgeler