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TABLO 1: PENCERE ÖZELLİKLERİ ANALİZ TABLOSU

4. DEĞERLENDİRME

Nesta se¸c˜ao estuda-se a rela¸c˜ao existente entre os pontos de equil´ıbrio de (Σε), de

(Σo) e (ΠBLS).

O conjunto E de pontos de equil´ıbrio de (Σε) ´e invariante com rela¸c˜ao a ε. Al´em

disto, o conjunto de equil´ıbrios de (Σo) coincide com o conjunto de equil´ıbrios E de

(Σε). Tamb´em temos que E ⊂ Γ.

Pr´oximo teorema estabelece a rela¸c˜ao entre os pontos de equil´ıbrio de (Σo) e de

(Σε). Ele ´e uma generaliza¸c˜ao de um teorema apresentado em [45].

Teorema 6.3.1 Se um ponto de equil´ıbrio hiperb´olico do tipo j, digamos (x∗, z∗) ∈ E, de (Σo) pertence a uma componente Γi do tipo k de Γ, ent˜ao existe ε∗ > 0 tal

que (x∗, z) ´e um ponto de equil´ıbrio hiperb´olico do tipo (j+k) de (Σ

ε) para todo

ε ∈ (0, ε∗).

Demonstra¸c˜ao: Como (x∗, z) pertence a uma componente do tipo k de Γ, D zg

61 parte real menor do que zero. Portanto, existe um n´umero real α > 0 tal que todo autovalor λ de Dzg satisfaz |Re{λ}| > α > 0.

Considere o sistema (Πε) linearizado no ponto de equil´ıbrio (x∗, z∗), isto ´e,

d∆x dτ d∆z dτ  = Jf ast ε ∆x ∆z  onde Jf ast ε = εDxf εDzf Dxg Dzg 

. O n´umero complexo µ ´e um autovalor de Jf ast

ε se

existir um vetor (∆x, ∆z) 6= 0 satisfazendo

εDxf − µIn εDzf Dxg Dzg − µIm  ∆x ∆z  = 0

Para ε suficientemente pequeno e para |Re{µ}| > α > 0, a matriz (εDxf − µIn) ´e

invert´ıvel. Ent˜ao, da primeira equa¸c˜ao escreve-se ∆x como uma fun¸c˜ao de ∆z e da segunda equa¸c˜ao obt´em-se:

Dzg − εDxg (εDxf − µIn)−1Dzf − µIm ∆z = 0

isto ´e, µ ´e um autovalor de uma matriz que pode ser vista como sendo uma per- turba¸c˜ao da matriz Dzg.

Defina a fun¸c˜ao pε(µ) := det [Dzg − εC(ε, µ) − µIm] onde

C(ε, µ) := Dxg (εDxf − µIn)−1Dzf . Para |Re{µ}| > α > 0 e ε suficientemente

pequeno, C ´e cont´ınua com rela¸c˜ao a µ e ε.

Considere uma curva simples fechada γ no plano complexo tal que todos autova- lores de Dzg com parte real maior do que zero est˜ao contidos na ´area limitada por

esta curva. Pode-se escolher esta curva de tal forma que γ ⊂ {µ ∈ C : Re{µ} > α > 0}. Portanto po(µ) 6= 0 para qualquer µ ∈ γ e portanto infµ∈γ|po(µ)| =: m > 0.

Usando a continuidade de pε(µ) com rela¸c˜ao a ε conclui-se que infµ∈γ|pε(µ)| =:

m > 0 para ε suficientemente pequeno. Ent˜ao v(ε) := 1 2πi

H

γ p′

ε(µ)

pε(µ) est´a bem definida

e representa, de acordo com a teoria de vari´aveis complexas, o n´umero de zeros de pε(µ) dentro de γ. Como v(ε) deve ser um inteiro e v(ε) ´e cont´ınuo, conclui-se que

k = v(0) = v(ε) para ε suficientemente pequeno. Em outras palavras, a existˆencia de k autovalores de Dzg com parte real maior do que zero implica na existˆencia

de k autovalores de Jf ast

ε com parte real maior do que zero para ε suficientemente

pequeno. Argumentos similares podem ser usados para mostrar que a existˆencia de m − k autovalores de Dzg com parte real menor do que zero implica na existˆencia de

m − k autovalores de Jf ast

ε com parte real menor do que zero para ε suficientemente

pequeno.

Suponha que (x∗, z∗) seja um ponto de equil´ıbrio do tipo j de (Σo). Ent˜ao, pode-

se mostrar que Jred:= Dxf − Dzf Dzg−1Dxg tem j autovalores com parte real maior

do que zero e n − j com parte real menor do que zero. Al´em disto, existe um n´umero real M > 0 tal que todo autovalor λ de Jred satisfaz |λ| < M.

Considere o sistema (Σε) linearizado no ponto de equil´ıbrio (x∗, z∗), isto ´e,  ˙ ∆x ˙ ∆z  = Jε ∆x ∆z  onde Jε :=  Dxf Dzf Dxg Dzg 

. O n´umero complexo µ ´e um autovalor de Jf ast

ε se existir um vetor (∆x, ∆z) 6= 0 satisfazendo Dxf − µIn Dzf 1 εDxg 1 εDzg − µIm  ∆x ∆z  = 0 que ´e equivalente a

Dxf − µIn Dzf Dxg Dzg − εµIm  ∆x ∆z  = 0

Se µ ´e limitado e ε ´e suficientemente pequeno, ent˜ao (Dzg − εµIm) ´e invert´ıvel.

Ent˜ao, da segunda equa¸c˜ao, pode-se escrever ∆z como uma fun¸c˜ao de ∆x e da primeira equa¸c˜ao tem-se:

Dxf − Dzf (Dzg − εµIm)−1Dxg − µIn ∆x = 0

Usando a identidade B−1 = A−1 − B−1(B − A)A−1 com B = (D

zg − εµIm) e

A = Dzg tem-se:

[Jred− εµC(µ, ε) − µIn] ∆x = 0

onde C(µ, ε) := Dzf (Dzg − εµIm)−1Dzg−1Dxg. O autovalor µ de Jε pode ser visto

como um autovalor de uma matriz que ´e uma pequena perturba¸c˜ao de Jred. Al´em

disto, pode-se facilmente mostrar que λ ´e um autovalor do sistema linearizado asso- ciado a (Σo) se e somente se λ ´e um autovalor de Jred.

Defina a fun¸c˜ao qε(µ) := det [Jred− εµC(µ, ε) − µIn]. Para |µ| < M e ε suficien-

temente pequeno, C ´e cont´ınuo com rela¸c˜ao a µ e ε.

Considere uma curva fechada simples γ no plano complexo tal que todos os auto- valores de Jred com parte real maior do que zero est˜ao contidas na ´area limitada por

esta curva. Pode-se escolher esta curva tal que γ ⊂ {µ ∈ C : Re{µ} > 0 and |µ| < M}. Portanto qo(µ) 6= 0 para todo µ ∈ γ e logo infµ∈γ|qo(µ)| =: b > 0. Usando

a continuidade de qε(µ) com rela¸c˜ao a ε conclui-se que infµ∈γ|qε(µ)| =: b > 0 para

ε suficientemente pequeno. Ent˜ao, da teoria de vari´aveis complexas, tem-se que v(ε) := 1 2πi H γ q′ ε(µ)

qε(µ) ´e o n´umero de zeros de qε(µ) dentro de γ. Como v(ε) deve ser

um inteiro e v(ε) ´e cont´ınuo, conclui-se que k = v(0) = v(ε) para ε suficientemente pequeno. Em outras palavras, a existˆencia de j autovalores de Jred com parte real

maior do que zero implica na existˆencia de j autovalores de Jε com parte real maior

do que zero para ε suficientemente pequeno. Argumentos similares podem ser uti- lizados para mostrar que a existˆencia de n − j autovalores de Jred com parte real

63 menor do que zero implica na existˆencia de n − j autovalores de Jε com parte real

menor do que zero para ε suficientemente pequeno. Usando o fato de que Jf ast

ε = εJε tem-se que λ ´e um autovalor de Jεf ast se e

somente se λ

ε ´e um autovalor de Jε. Ent˜ao, para ε suficientemente pequeno, os m

autovalores de (Σε) obtidos na an´alise na escala de tempo r´apida tem m´odulo sufi-

cientemente grande e s˜ao certamente distintos dos n autovalores obtidos na an´alise na escala de tempo lenta. Consequentemente, (x∗, z) ´e um ponto de equil´ıbrio

hiperb´olico do tipo j+k de (Σε) para ε suficientemente pequeno.

 Se os pontos de equil´ıbrio do sistema reduzido (Σo) s˜ao hiperb´olicos, ent˜ao o

Teorema 6.3.1 garante, para ε > 0 suficientemente pequeno, que os equil´ıbrios de (Σε) s˜ao hiperb´olicos. Al´em disto, o Teorema 6.3.1 estabelece a rela¸c˜ao entre os

tipos destes pontos de equil´ıbrio. Considere a seguinte hip´otese:

(H1) Todos os pontos de equil´ıbrio de (Σo) s˜ao hiperb´olicos.

A hip´otese (H1) ´e genericamente satisfeita, isto ´e, ela ´e verdadeira para quase todos os sistemas dinˆamicos na forma de (Σo). Esta hip´otese e o teorema 6.3.1

garantem que todos os pontos de equil´ıbrio de (Σε) s˜ao hiperb´olicos para ε suficien-

temente pequeno. Os seguintes resultados para pontos de equil´ıbrio do tipo zero e tipo 1 s˜ao uma consequˆencia direta do teorema 6.3.1 e hip´otese (H1). Pontos de equil´ıbrio do tipo 1 em especial tˆem uma importˆancia significativa na caracteriza¸c˜ao e obten¸c˜ao de estimativas da ´area de atra¸c˜ao [12].

Teorema 6.3.2 Se a hip´otese (H1) ´e satisfeita, ent˜ao um ponto de equil´ıbrio hiperb´olico do tipo zero (ponto de equil´ıbrio assintoticamente est´avel) de (Σε) necessariamente

pertence a uma componente est´avel Γs de Γ para ε suficientemente pequeno.

Demonstra¸c˜ao: Todo ponto de equil´ıbrio de (Σε) pertence a Γ por defini¸c˜ao.

Suponha, por contradi¸c˜ao, que o equil´ıbrio do tipo zero (x∗, z) de (Σ

ε) pereten¸ca

a uma componente inst´avel Γu do tipo k, (k ≥ 1), de Γ . Pela hip´otese (H1),

(x∗, z) ´e um ponto de equil´ıbrio hiperb´olico de (Σ

o). Portanto, o Teorema 6.3.1

implica que (x∗, z∗) ´e um ponto de equil´ıbrio hiperb´olico do tipo (j+k) de (Σε) para

ε suficientemente pequeno. Como j + k > k ≥ 1 > 0, chega-se a uma contradi¸c˜ao provando o resultado.  Teorema 6.3.3 Se a hip´otese (H1) ´e satisfeita, ent˜ao um ponto de equil´ıbrio hiperb´olico de tipo 1 de (Σε) pertence ou a uma componente est´avel ou a uma componente do

tipo 1 de Γ para ε suficientemente pequeno.

Demonstra¸c˜ao: Todo ponto de equil´ıbrio de (Σε) pertence a Γ por defini¸c˜ao.

Suponha, por contradi¸c˜ao, que o ponto de equil´ıbrio do tipo 1 (x∗, z∗) de (Σε)

perten¸ca a uma componente inst´avel Γu de tipo k, (k ≥ 2), de Γ. Pela hip´otese

(H1), (x∗, z) ´e um ponto de equil´ıbrio hiperb´olico de (Σ

6.3.1 implica que (x∗, z) ´e um ponto de equil´ıbrio hiperb´olico do tipo (j+k) de

(Σε) para ε suficientemente pequeno. Como j + k > k ≥ 2 > 1, chega-se a uma

contradi¸c˜ao provando o resultado.  Teorema 6.3.4 Se a hip´otese (H1) ´e verdadeira e o ponto de equil´ıbrio hiperb´olico do tipo 1 (x∗, z) de (Σ

ε) pertence a uma componente Γu de Γ do tipo 1, ent˜ao, para

ε suficientemente pequeno, (x∗, z∗) ´e um ponto de equil´ıbrio assintoticamente est´avel de (Σo).

Demonstra¸c˜ao: Todo ponto de equil´ıbrio (x∗, z) de (Σ

ε) ´e um ponto de equil´ıbrio

de (Σo) para qualquer ε. Al´em disto, (x∗, z∗) pertence a Γ. Suponha que (x∗, z∗)

seja um ponto de equil´ıbrio do tipo 1 de (Σε) na componente Γu de Γ do tipo 1.

Pela hip´otese (H1), pode-se supor que (x∗, z) ´e um ponto de equil´ıbrio hiperb´olico

do tipo j de (Σo). Ent˜ao, do Teorema 6.3.1, para ε suficientemente pequeno, (x∗, z∗)

´e um ponto de equil´ıbrio hiperb´olico do tipo j+1 de (Σε). Isto implica que j = 0,

isto ´e, (x∗, z∗) ´e um ponto de equil´ıbrio assintoticamente est´avel de (Σo).

6.3.2

Equil´ıbrios na Fronteira da ´Area de Atra¸c˜ao

Nesta se¸c˜ao, estabelece-se a rela¸c˜ao existente entre os pontos de equil´ıbrio na fron- teira da ´area de atra¸c˜ao do sistema singularmente perturbado (Σε) com os pontos de

equil´ıbrio nas fronteiras da ´area de atra¸c˜ao dos sistemas lento (Σo) e r´apido (ΠBLS).

Vimos no cap´ıtulo 3, para sistemas dinˆamicos autˆonomos, sob condi¸c˜oes bem razo´aveis, tais como as condi¸c˜oes de campos vetorias de Morse-Smale, que a fronteira da ´area de atra¸c˜ao ´e caracterizada pela uni˜ao das variedades est´aveis daqueles pontos de equil´ıbrio que pertencem a fronteira da ´area de atra¸c˜ao. Portanto, ´e importante estabelecer a rela¸c˜ao entre os pontos de equil´ıbrio que pertencem a fronteira da ´area de atra¸c˜ao de (Σε) e os pontos de equil´ıbrio que pertencem a fronteira da ´area de

atra¸c˜ao de (Σo) e (ΠBLS).

Zou et al. [45] estudaram esta rela¸c˜ao para pontos de equil´ıbrio em componentes est´aveis de Γ provando o seguinte resultado:

Teorema 6.3.5 [45] Suponha que (xs, zs) e (xu, zu) sejam respectivamente pontos

de equil´ıbrio est´avel e inst´avel de (Σo) em uma componente est´avel Γs. Suponha

que para cada ε > 0, o sistema singularmente perturbado (Σε) possua uma fun¸c˜ao

energia e seus pontos de equil´ıbrio sejam todos isolados. Ent˜ao, existe um ε∗ > 0 tal

que para todo ε ∈ (0, ε∗), o ponto de equil´ıbrio inst´avel (xu, zu) pertence a fronteira

da ´area de atra¸c˜ao ∂Ao(xs, zs) de (Σo) se e somente se (xu, zu) pertence a fronteira

da ´area de atra¸c˜ao ∂Aε(xs, zs) de (Σε).

A Figura 6.1 ilustra o Teorema 6.3.5. Ele estabelece a rela¸c˜ao entre os pontos de equil´ıbrio quando (xu, zu) pertence a uma componente est´avel Γs de Γ. Ele afirma

65 (x ,z )u u (Σ )ε (x ,z )u u (Σ )ο Γs Γs (x ,z )s s A (x ,z )s s A (x ,z )s s (x ,z )s s

Figura 6.1: Ilustra¸c˜ao geom´etrica do Teorema 6.3.5. O ponto de equil´ıbrio inst´avel (xu, zu) pertence a fronteira da ´area de atra¸c˜ao de (xs, zs) do sistema (Σ

o) se e

somente se (xu, zu) pertence a fronteira da ´area de atra¸c˜ao de (xs, zs) do sistema

(Σε), para ε suficientemente pequeno

.

sistema reduzido (Σo) se e somente se ele pertence a fronteira da ´area de atra¸c˜ao do

sistema singularmente perturbado (Σε) para ε suficientemente pequeno. Entretanto,

este n˜ao ´e sempre o caso.

Em muitas situa¸c˜oes pr´aticas, o ponto de equil´ıbrio inst´avel pertence a uma componente Γu de Γ do tipo 1. O pr´oximo teorema estuda este caso.

Lema 6.3.6 Considere o sistema (Σε) e os subsistemas associados (Σo) e (ΠBLS).

Suponha que para todo ε > 0, o sistema (Σε) possua uma fun¸c˜ao energia e seus

pontos de equil´ıbrio sejam isolados. Seja (xs, zs) um ponto de equil´ıbrio assintoti-

camente est´avel de (Σo) na componente est´avel Γs e (xu, zu) um ponto de equil´ıbrio

assintoticamenete est´avel de (Σo) na componente Γu de Γ do tipo 1. Suponha que

(xu, z) perten¸ca a A

o(xs, zs) ⊂ Γs e (xu, zu) perten¸ca a fronteira da ´area de atra¸c˜ao

∂ABLS(xu, z∗) do subsistema r´apido (ΠBLS) para x = xu fixo. Ent˜ao existe ε∗ > 0 tal

que, para todo ε ∈ (0, ε∗), o ponto de equil´ıbrio inst´avel (xu, zu) pertence a fronteira

da ´area de atra¸c˜ao ∂Aε(xs, zs) de (Σε).

Demonstra¸c˜ao:

Para provar que (xu, zu) pertence a ∂A

ε(xs, zs), temos que mostrar que existem

pontos, arbitrariamente pr´oximos de (xu, zu), tal que as trajet´orias de (Σ

ε) iniciando

nestes pontos tendem para o ponto de equil´ıbrio assintoticamente est´avel (xs, zs)

quando t → ∞.

Por hip´otese, (xu, zu) ∈ ∂A

BLS(xu, z∗). Logo, para qualquer n´umero r > 0,

Br(xu, zu) ∩ ABLS(xu, z∗) 6= ∅, portanto deve existir um ponto (x1, z1) ∈ Br(xu, zu)

tal que φ(τ, x1, z1) → (xu, z∗) quando τ → ∞.

Para qualquer n´umero ρ > 0 arbitrariamente pequeno, existe um tempo T1(ρ) >

0 tal que (ˆx, ˆz) = φ(T1, x1, z1) ∈ Bρ2(xu, z∗). Usando a teoria de perturba¸c˜oes

Γs (x ,z )s s Γu (x ,z )u u (x ,z )* ο (Σ ) (Π )x BLS r ρ υ

Figura 6.2: Ilustra¸c˜ao geom´etrica do Lema 6.3.6 . Γs (x ,z )s s Γu (x ,z )u u (x ,z )* (Σ )ε (x ,z )s s A (x ,z )s s A r ρ υ

Figura 6.3: Ilustra¸c˜ao geom´etrica do Lema 6.3.6 .

kφε(T1, x1, z1) − φ(T1, x1, z1)k < ρ2 para todo ε ∈ (0, ε∗∗). Portanto, da desigualdade

triangular, φε(T1, x1, z1) ∈ Bρ(xu, z∗) para todo ε ∈ (0, ε∗∗).

Por outro lado, sabe-se que (xu, z) ∈ A

o(xs, zs), isto ´e, ϕo(t, xu, z∗) → (xs, zs)

quando t → ∞. Para um n´umero ν arbitrariamente pequeno, existe um tempo T2 >

0 tal que ϕo(T2, xu, z∗) ∈ Bν

2. Como ρ pode ser escolhido arbitrariamente pequeno,

O teorema de Tikhonov, para intervalos finitos de tempo, garante a existˆencia de ˆ

ε > 0 tal que ϕε(T2, φε(T1, x1, z1)) ∈ Bν(xs, zs) para todo ε ∈ (0, ˆε).

Uma escolha de ν suficientemente pequena e a estabilidade exponencial de (xs, zs)

com rela¸c˜ao a (Σo) garante, via teorema de Tikhonov para intervalos infinitos de

tempos, que ϕε(t, ϕε(T2, φε(T1, x1, z1))) ´e limitada para t ≥ 0 e permanece pr´oxima

de (xs, zs) para ε suficientemente pequeno. A existˆencia de uma fun¸c˜ao energia

para (Σε) implica que ϕε(t, x1, z1) → (xs, zs) quando t → ∞ para ε suficientemente

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Benzer Belgeler