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ii.Performans Denetim Sonuçları

D. DEĞERLENDİRME

As respostas dadas a este item foram agrupadas de acordo com a ênfase conferida, ou seja:

a) Ênfase: papel do professor em relação ao processo ensino-aprendizagem P01 – Atualmente ensinar matemática se torna um desafio a ser vencido. Já que o professor não é só um transmissor do conhecimento, mas sim um orientador para que o aluno construa a aprendizagem matemática.

P02 – Vejo hoje que o professor num modo geral perdeu um pouco seu foco principal que é o de ensinar o conteúdo da disciplina em que ministra suas aulas, esta mais para um pai, responsável, mas mesmo assim posso dizer que, se não desistirmos de tentar chegar o mais próximo possível do que queremos e esperamos, daí sim não estaremos exercendo de fato nossa profissão.

P08 – Eu, como professor de matemática, procuro ser um facilitador/mediador de conhecimentos, fazendo com que os conteúdos sejam significativos com a realidade dos alunos. Esse deve ser o perfil do professor atual.

P12 – Como professor de matemática, percebo a importância de contribuir para desenvolver pensamentos e raciocínio lógico.

P19 – Alguém que procura de todas as formas estimular o raciocínio lógico dos alunos.

P20 – Sinto-me impotente, pois, por mais que tentemos conversar sobre o papel da matemática na formação dos alunos, não conseguimos. A formação do professor de matemática acaba tornando-o transmissor de conhecimentos, muitos professores gostariam que voltassem o sistema

antigo, pois acreditam que era melhor, o que na minha opinião não é verdade.

P23 – Lutando contra o desinteresse e contra o comodismo pois o jovem quer tudo pronto, não quer pensar. O professor de matemática é aquele que desafia o aluno a pensar, refletir, analisar.

b) Ênfase: descrença da sua ação

P03 – O professor na sociedade é muito desvalorizado. O professor de matemática de hoje como em todas as outras áreas está tendo dificuldades; para serem professores estamos nos tornando educadores, estamos fazendo o papel dos pais.

P04 – Envolvido aos extremos aos meus limites e muito preocupado com os rumos que a educação toma. Um profissional completamente sem rumo.

P06 – O professor de matemática hoje é um sonhador, um idealista, que entra com a maior vontade de ensinar de passar coisas para os alunos e sai desanimado, quando percebe que eles não querem nada.

P15 – Quase um peixe fora d’água. Parece que matemática é assunto de outro mundo. A automação nada exige das pessoas.

P16 – Sem rumo, sem objetivo, pré-histórico.

P18 – Hoje não vivemos numa sociedade técnica tal como nos anos 70 quando me eduquei e era pungente o domínio das áreas técnicas. Hoje o professor de Matemática não exerce fascínio nem temor, somos mais um coadjuvante nessa missão de educar os jovens brasileiros que raramente se apercebem da importância da escola em suas vidas. P21 – O professor de Matemática de hoje é aquele que não agrada aos alunos porque exige demais (o mínimo que eles não têm), muitos alunos não sabem multiplicação nem divisão.

P22 – Como professor de matemática muito bem, só a clientela que não são mais quando comecei. Desde que atua dentro da área tudo bem. P27 – Alguém que tenta tirar leite de pedra. Os conteúdos não são atraentes, logo as aulas são desinteressantes, desvinculadas do contexto social.

c) Ênfase: papel social

P07 – Sinto-me desmotivada, preocupada com a falta de compromisso do governo, com uma política educacional eficaz. É um professor preocupado com o desenvolvimento intelectual dos alunos e em formar

um cidadão crítico para ingressar no mercado de trabalho, fazendo parte de uma sociedade participativa.

P09 – Não sou utópica mas acredito no que faço e tento usar todos os recursos disponíveis para alcançar o meu objetivo: conhecimento. Hoje o professor de matemática tem a função de mostrar uma visão de mundo, uma vez que temos que preparar o aluno para enfrentar desafios.

P11 – Na sociedade atual acredito que exercemos uma atividade de grande importância, pois somos nós um dos formadores de cidadãos, mas infelizmente com papéis trocados, estamos tentando exercer uma função de professor, mas ao mesmo tempo temos que exercer outras funções (como psicólogo, pai, mãe e outras) destas crianças que os governantes pouco estão preocupados.

P13 - O professor de matemática encontra-se numa busca constante de metodologias que possam despertar á atenção dos alunos. São Professores engajados na ação de ensinar e aprender. Consciente do seu papel social.

P14 – Procuro ser um agente transformador, um agente que atua para uma melhoria na vida de cada aluno. Porém o professor de matemática hoje é visto como o “carrasco”, em geral aquele que vai tentar ensinar a matéria mais chata e difícil do currículo.

P25 – Me percebo em constante evolução de práticas pedagógicas para vencer as barreiras impostas pela interferência das relações sociais e tecnológicas dos tempos modernos.

P26 – Procuro trabalhar a realidade de cada aluno, proporcionando condições e preparando para a sociedade.

d) Outras observações

Algumas respostas fugiram ao tema em discussão:

P05 – Eu percebo nas reuniões com os pais que é normal ter nota vermelha, eles nem perguntam por quê. Eles têm admiração pela profissão, por ser professor de MATEMÁTICA, pois é uma matéria “complicada”. O professor de matemática, assim como o de português, tem mais “autoridade” pra falar sobre seus filhos, são matérias “de peso”. Hoje o professor de matemática continua sendo metódico, mais rigoroso que os outros.

P10 – O professor de Matemática trabalha com regras, assim, percebo a nossa imensa importância na sociedade, pois além de fazer com que os alunos se acostumam com regras, fazemos a aprender a pensar e raciocinar. O professor de Matemática hoje é considerado o “professor chato” pois o aluno não tem paciência para pensar, portanto passa a não entender o que o professor ensina.

P17 – Um professor respeitado até mesmo pela disciplina.

P24 – Eu me sinto bem, pois estudo e pesquiso muito; estou sempre preparada para atender os meus alunos.

Com relação aos demais professores fica difícil, pois depende só do esforço e interesse de cada um.

Comentários

Nas respostas, verificamos aqueles que enfatizam o papel do professor no processo de ensino/aprendizagem, os que demonstram uma descrença na sua atuação docente e os que falaram de outros aspectos.

Entre as 27 respostas coletadas, 33,3% demonstraram descrença e desânimo na sua atuação como professor de Matemática, apontando o seu desinteresse ao fato de a realidade ser outra, a falta de respeito do aluno e que a forma de trabalhar os conteúdos já não atrai os alunos, caracterizando assim os principais obstáculos do trabalho docente.

Outros 25,9% apresentaram o discurso que, apesar das dificuldades na sala de aula, acreditam na importância da sua atuação docente com o foco no ensino/aprendizagem.

Desse grupo participante 22,3% dos professores destacaram a importância da sua atuação como professor de Matemática na preparação e formação do aluno “cidadão”, demonstrando ter absorvido o discurso apresentado nos PNC (Parâmetros Curriculares Nacionais), não detalhando como esta preocupação se manifesta na ação docente.

Já nas respostas apresentadas por 18,5% dos participantes podemos identificar: contradições, dualidade, sentimentos e pensamentos saudosistas, demonstrando traço de uma concepção tradicional do estereótipo do professor de Matemática.

No tocante às respostas obtidas pela identificação dos professores de Matemática, podemos classificá-las quanto a sua atuação no trabalho docente em três situações: sem perspectivas e sem proposta de mudanças, sem perspectiva, mas com proposta de mudança e os preocupados com a importância da mudança do seu papel como docente.

Finalizamos essa análise apontando que a maioria do grupo de professores que participaram desta coleta de dados apresentou descrença na sua atuação docente, mesmo considerando que a sua atuação é boa, muito boa ou excelente. Destacamos também outros que se mostraram como formados e acabados e sem perspectiva de mudanças. Existem os que percebem e apontam para a necessidade contínua de reformulações das práticas docentes e aqueles que percebem a importância de uma postura para a interferência social.

2.3.2 Como o professor de Matemática interage com as orientações curriculares veiculadas em propostas oficiais

Podemos agrupar as respostas apresentadas a este item de acordo com a ênfase conferida:

a) Ênfase: considerá-las interessantes e aplicá-las (total ou parcialmente) P02 – Os projetos ou propostas oficiais, dadas pelos PCN e até mesmo pela própria diretoria de ensino, são de fato algo para ser trabalhado, mas não como um todo, mas sim como um grande apoio técnico que estas propostas podem dar.

P03 – É difícil cumprir as orientações mediante as dificuldades das classes, mas faço o possível para atender e que assim reflitam minha perspectiva.

P04 – Procuro adaptá-las às necessidades de meus alunos. Sim – considero-as satisfatórias, mas no campo aplicativo, devido às condições acabam tornando-se impraticáveis.

P08 – As orientações curriculares ajudam como devemos direcionar nossas atividades de acordo com a legislação e clientela da região, servindo como ferramenta para o ensino da matemática. Por exemplo, através de alguns parâmetros, temos condições de adaptar alguns conceitos para facilitar o ensino-aprendizagem dos alunos.

P11 – Procuro seguir as orientações ou ao menos articular, discutir as propostas. Penso que o ensino de matemática aos poucos está sendo mudado, para melhor, já estamos observando esta mudança junto aos professores, mas ainda falta um muito para atingirmos a qualidade de ensino na matemática.

P27 – Elas servem como orientadores do nosso trabalho, dão suporte teórico.

b) Ênfase: considerá-las interessantes, mas não utilizá-las

P10 – As orientações oficiais dão as diretrizes para que o aluno seja capaz de se integrar em qualquer escola, por isso é bom estarmos integrados a ela, mas a nossa sociedade não está preparada para ela, devido a “promoção automática” o aluno não prioriza o seu aprendizado, com isso, fica difícil atender ao currículo oficial proposto, acabamos não seguindo-o.

P16 – São ótimas, porém impraticáveis. Se o “provão” quer seus professores atualizados e “bem pagos” e com perspectiva de carreira, atingirei com o grupo as propostas oficiais.

P19 – Sim, (não) nos dá muitos caminhos e exemplos práticos.

P24 – Sim. Basta o professor estudar. Conhecer os PCN e ter conhecimentos das leis. E pôr em prática.

c) Ênfase: não ter efeito em seu trabalho, por considerar inadequado ou por desconhecer

P01 – Não, pois muitas vezes são propostas que na realidade são impossíveis de ser realizadas, uma vez que a escola não possui estrutura para sua implantação. Exemplo: O ensino da matemática por meio de jogos. Muitas vezes a escola não possui material pedagógico para que o professor realize tal proposta.

P05 – Já vi estas propostas, mas acabo dando mais atenção aos livros didáticos.

P06 – Não, acho que a matemática é muito mais que as propostas oficiais, nós professores temos que ter abertura para fazer o aluno raciocinar por ele mesmo, como eles fazem no dia-a-dia, sim, saber que usa matemática.

P13 – Eu procuro ler na medida do tempo possível e aplicá-las e contemplá-las com uma visão crítica e analítica.

P17 – Particularmente vejo uma contradição entre usar as orientações e o nível de interesse dos alunos devido a “progressão continuada”.

P18 – Minha interação com as orientações curriculares oficiais não são muito fortes. Discordo em parte com os conteúdos exigidos/sugeridos para as séries. Quando entro em contato com uma nova turma, procuro perceber o quanto eles já conhecem e a partir daí desenvolvo o trabalho para aquela turma. Por vezes retroajo os conteúdos, outras vão além do previsto. Já tive turmas que não conseguiam ir além das regras de sinais (6ª série) e turmas que fui ao nível do ensino médio (8ª série) com probabilidade, combinatória.

P20 – Não refletem as minhas perspectivas, pois são propostas que são jogadas de cima para baixo sem uma discussão maior com a categoria e geralmente elas não atendem aos anseios daquela comunidade. P21 – Não refletem porque muitas vezes acabamos dando conteúdo que não tem nada a ver com a necessidade do aluno.

P23 – Na medida do possível de forma satisfatória desde que as orientações estejam dentro da realidade da sociedade de que está sendo trabalhada. Às vezes refletem na perspectiva, outras são utópicas.

P26 – Muitas vezes não, as orientações não atendem a realidade da classe e o professor acaba adaptando determinados conteúdos.

d) Outras observações

Algumas respostas fugiram do tema em discussão.

P07 – Não respondeu.

P09 – As atividades que desenvolvo não são meras técnicas de memorização, procuro explorar situações desafiadoras ao pensamento, úteis para a vida e de interesse dos alunos dentro da realidade em que vive. Em certo ponto elas refletem minhas perspectivas no sentido de construir uma ciência que pode desempenhar papel de grande relevância social.

P12 – Como o nome diz “orientações”. Desde que estava estudando (graduação) comecei a perceber que a matemática deve estar presente na vida e não ser usada para a mera reprodução de exercícios, pois isto contribui para a alienação do indivíduo.

P14 – Agora que estou fazendo mestrado acabo tendo um maior contado com elas, mas anteriormente não eram todas as propostas que chegavam até nós. E, quando chegavam, às vezes eram sem muito rigor e acabam não refletindo muito na prática em sala da aula, refletiam mesmo era nos planejamentos.

P15 – Interajo com interdisciplinaridade. Procuro identificar os fatos matemáticos com seu dia-a-dia, seu corpo etc. Procuro fazer referência com outras matérias.

P22 – Tudo bem, temos que aceitá-la dentro do currículo apresentado. Refletem com os auxílios das capacitações e devem ser apresentadas em sala de aula junto com os alunos.

P25 – As orientações curriculares oficiais são importantes para direcionar os trabalhos para o desenvolvimento de um currículo mínimo comum a todas as escolas, facilitando uma avaliação coletiva do processo de ensino e aprendizagem que orientará toda a sociedade envolvida no processo educacional. Minhas perspectivas não estão refletidas nas orientações curriculares oficiais devido ao nível variável e conhecimento que cada aluno traz em sua bagagem, mas uma adequação a um currículo comum mínimo sempre é possível.

Comentários

Fazendo a análise de “como o professor de Matemática interage com as orientações curriculares veiculadas em propostas oficiais”, podemos identificar no rol das respostas obtidas, coletadas e analisadas, entre os participantes: os que consideram interessantes e as aplicam de forma total ou parcial, os que consideram interessantes, mas não as utilizam, os que demonstram não ter efeito em seu trabalho por considerar inadequado ou por desconhecer e os que apresentaram outros aspectos que fogem do tema em discussão.

Podemos destacar entre as respostas coletadas que dos 27 professores participantes, 37% demonstraram não ter efeito em seu trabalho por considerar inadequadas ou por desconhecê-las e apontam como causas da falta de interesse o desrespeito do aluno e a falta de estrutura como os principais obstáculos do trabalho docente. Outros 37% professores a consideram interessante, em que 22% aplicam-nas totalmente considerando-as como: suporte técnico, teórico e adaptação de conteúdos. As demais respostas coletadas apontam para outras questões não categorizadas, desviando do tema proposto.

Assim, na questão “Como o professor de Matemática interage com as orientações curriculares veiculadas em propostas oficiais”, de forma geral temos a não-interação dos professores participantes da coleta de dados com as orientações curriculares vinculadas em propostas oficiais, considerando-as

inadequadas (citações: P18, P20, P21, entre outros). Destacamos também os que, apesar de considerarem interessantes, mostram (alegam) ser incompatível com a realidade (citações: P16 e P19). Há citações de que a falta de recursos na unidade escolar ou as políticas educacionais se tornam obstáculos para a execução dos mesmos (citaçãode P10).

2.3.3 Como o professor analisa e se posiciona perante os resultados das avaliações em Matemática apontados em macroavaliações como SAEB, SARESP, ENEM, Prova Brasil, entre outras

Podem-se agrupar (categorizar) as respostas fornecidas a este item de acordo com a ênfase conferida:

a) Ênfase: reconhecer como avaliações diagnósticas, justificando o baixo rendimento dos alunos, as dificuldades estruturais e pedagógicas

P03 – Eles cobram nas avaliações o conteúdo básico que o aluno deveria aprender mas com a progressão continuada os alunos não se importam em aprender, portanto os resultados mostram apenas a verdade.

P05 – Os resultados mostram que os alunos não compreendem muitos dos conceitos matemáticos, e que a maior parte dos alunos ainda memoriza procedimentos a fim de “tirar nota” nas avaliações, sem aprender os conteúdos de verdade.

P10 – (OBMEP – Olimpíadas Brasileira de Matemática das Escolas Públicas) Os alunos não são estimulados a se prepararem (não por nós professores e sim pelos pais), portanto, muitos se recusam a fazer. Entre os que fazem, se sentindo obrigados, esperam o tempo mínimo e entrega sua prova, sem saber o que respondeu, fazem por fazer. Um baixo índice de alunos aceita as provas como um desafio, só que seus resultados são computados junto com os desinteressados. Portanto, estes resultados não servem como parâmetros de avaliação. O Enem e as OBMEP ajudam a diagnosticar a deficiência dos alunos quanto ao aprendizado em Matemática.

P14 – Os resultados são preocupantes, mas acabam por constatar o que nós professores já vemos todos os dias em nossas salas de aula. P16 – Os resultados não são bem vistos, pois alguns ou melhor muitos não possuem lugar ou ambiente adequado para refazer ou fazer as tarefas que os professores passam (é um dos problemas). Outro mais

grave passar sem saber. Sou contra a reprovação, há outros meios, recuperar o aluno sempre. Números não mostram a realidade dos alunos e professores.

P17 – Refletem nada mais do que o nível de desmotivação dos alunos; alunos desmotivados pela sua situação social não vêem porque nem para que estudarem bastante, basta conseguir o diploma!!!

P19 – Péssimo, os alunos não sabem interpretar nem mesmo o que foi pedido.

P21 – Acho insatisfatório porque o sistema prega uma coisa e cobra outra, com a progressão automática nossos alunos não se esforçam em nada e as avaliações continuam muitas vezes cobrando o conteúdo. P22 – Bastante desagradável, pois sou contra a progressão continuada, os alunos passam sem saber.

P23 – Analiso como o resultado da falta de estímulo no aluno em pensar e em enfrentar desafios. O próprio sistema não oferece ao aluno desafios, não é real. É utópico pois no mundo é necessário conquistar aquilo que queremos, nada é automático.

P26 – Resultado bem abaixo da média (ruim), acredito que o sistema de ensino adotado colabora muito para que isso ocorra.

b) Ênfase: reconhecer como avaliações diagnósticas, justificando e reconhecendo-as como um parâmetro para a mudança da prática pedagógica

P01 – Percebe-se o quanto o ensino da matemática precisa ser enfatizado no país, ou seja, é necessário que se encontrem novos caminhos para que esta aprendizagem se estabeleça com êxito.

P04 – É um demonstrativo do estado precário das escolas e da falta de condições que o professor de matemática encontra para exercer seu trabalho.

P08 – Servem como fonte de dados que nos ajudam a ver como anda o nível de ensino, para que possamos tomar como base para estar suprindo as defasagens de certos conteúdos onde for necessário.

P12 – Os resultados demonstram as dificuldades trazidas pelos alunos, talvez pela forma como a disciplina vem sendo abordada da forma mais tradicional ou com erros conceituais implícitos.

c) Ênfase: não reconhecer como avaliações diagnósticas e como um parâmetro indicador de mudança das ações pedagógicas

P06 – Mentirosas, eles pede em Saresp o que por exemplo está fora da realidade do aluno e totalmente fora das propostas oficiais.

P07 – As macroavaliações são contraditórias com o ensino desenvolvido em sala de aula. Analiso de forma seletiva, prejudicando os alunos da rede estadual. A política de ensino desenvolvida hoje é voltada para a cidadania e para o mercado de trabalho, fora do contexto

das macroavaliações.

P09 – Há uma divergência entre o que ensinamos e o que QUEREM de resultados. A fala não é a mesma, uma vez que não dão a devida importância a realidade do aluno e do professor.

P18 – Não reflete a realidade das escolas brasileiras. É uma avaliação que ocorre de fora para dentro da escola, sem levar em conta o ambiente escolar que esse aluno vive e as suas reais condições quanto sua produção escolar. Não valorizam os saberes adquiridos pelo aluno em seu contexto social e sim por um padrão preestabelecido.

P24 – Não gosto dos resultados e acho “furado”. Sinceramente a educação no geral precisa ser avaliada e reformulada.

P25 – Uma avaliação feita sem que os alunos conheçam seus objetivos e sejam estimulados a se prepararem na busca de um bom resultado não pode servir como parâmetro de avaliação da qualidade do ensino oferecido.

P27 – Resultado bem abaixo da média (ruim), acredito que o sistema de