Sürdürülebilirliğin İnşaat Hali
LEED O+M Bakım ve İşletme
4.2. Dünya’da ve Türkiye’de Yeşil Bina Örnekleri
4.2.1. Dünya’da Yeşil Bina Örnekleri
Tendo em conta os resultados obtidos pode perceber-se que os candidatos ao ingresso na GNR têm uma clara noção daquilo que mais os motiva a candidatar-se.
Nas respostas dadas pelos candidatos, de um modo geral, pode verificar-se que na escala de 1 a 6 (em que 1 corresponde a nada motivado e 6 a totalmente motivado), a
diferença nas médias de resposta entre o fator mais motivador, a “progressão na carreira”, e o menos motivador, a facilidade do curso, é de apenas 1,89 valores. O mesmo acontece quando se analisa os resultados das respostas dos candidatos ao CFG, em que a diferença de médias é exatamente a mesma. No caso dos candidatos ao CFO já se encontra uma diferença de médias de 2,51 valores. Mesmo assim isto apenas nos indica que de fato a “facilidade de conclusão do curso” é “muito pouco motivadora”, já que se excluirmos este fator, a diferença volta a valores próximos dos discutidos, neste caso, 1,92 valores.
Se considerarmos a teoria de Herzberg, os fatores mais motivadores são na totalidade fatores motivacionais e não fatores higiénicos. Isto significa que pelo menos na ótica dos candidatos, as funções que buscam são motivantes e não apenas suportáveis. Considerando a teoria de Maslow, os candidatos consideram que são os fatores do topo da pirâmide os que mais o motivam, o que significa que os fatores inferiores já estão satisfeitos ou que os candidatos idealizam que ficariam satisfeitos caso consigam ser admitidos na GNR.
Ainda assim os fatores tidos como mais motivadores pelos candidatos a ambos os cursos são a “progressão na carreira”, a “capacidade de desenvolvimento físico”, as “funções de um militar da GNR”, o “espirito de corpo”, a “capacidade de desenvolvimento comportamental”, a “capacidade de desenvolvimento académico / intelectual” e a “responsabilidade investida”. Os candidatos ao CFO são também muito motivados pelas “funções de liderança” (Xm=4,95).
É também fácil de verificar que o que os candidatos referem como sendo mais motivador não coincide, na maioria das vezes, com o que a DPORH, o órgão responsável pelo recrutamento na GNR, refere. Apenas o fator “as funções de liderança” foi uma resposta coincidente entre as respostas dos candidatos e dos entrevistados relacionados à DPORH.
6.5 RECOMENDAÇÕES
Os resultados obtidos indicam que os candidatos estão mais motivados por fatores que visam a autorrealização e o autodesenvolvimento. No entanto, a DPORH não demonstrou ter uma clara noção desta realidade. Isto poder-se-á dever ao parco contato que este órgão tem com os candidatos. Estudar a motivação é perceber as forças que atuam sobre os indivíduos que os levam ao seu comportamento. Desta forma perceber ainda na seleção pelo que são motivados mas também depois, durante a sua formação se os fatores que os motivam se mantêm. Desta forma será mais fácil prever e controlar o comportamento dos
militares da GNR e também, se necessário efetuar o enriquecimento das funções que os militares ocupam.
As propostas dos entrevistados no sentido de conseguir mais e/ou melhores candidatos, vão maioritariamente ao encontro de melhorar a divulgação. Desta forma esta seria uma recomendação, no sentido de conseguir mais candidatos, sendo portanto mais provável conseguir escolher melhores militares.
Por último foi referido por dois entrevistados que a relação que a GNR tem com a Academia poderá estar desajustada, no que ao recrutamento diz respeito, impedindo a DPORH de ter um papel mais ativo neste momento organizacional.
6.6 LIMITAÇÕES DA INVESTIGAÇÃO
A realização deste trabalho encontrou algumas limitações. O facto do período dedicado a esta investigação estar circunscrito ao final do ano letivo, bem como restrições orçamentais, impediu que o trabalho de campo tenha sido efetuado de uma forma mais eficaz. O número de páginas imposto, também limita a exposição dos resultados do trabalho de campo que impede uma exposição mais pormenorizada que permitira, por exemplo, relacionar a motivação com o género, habilitações académicas ou origem geográfica.
6.7 INVESTIGAÇÕES FUTURAS
Propõe-se que no futuro se coloque um inquérito similar ao apresentado neste trabalho aos candidatos, que poderia ser entregue com os documentos da prova documental. Isto permitiria consolidar a avaliação psicológica.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Academia Militar (2013). NEP 520/2ª Trabalho de Investigação Aplicada. Lisboa: Academia Militar.
Almeida, F. N. (1995). Psicologia para gestores - comportamentos de sucesso nas
organizações. Lisboa: McGraw-Hill.
Aviso nº 3915/2012, de 13 de Março. Diário da República, 2ª Série, nº52, 9383-9386. Guarda Nacional Republicana.
Aviso nº 8016/2013, de 24 de Junho. Diário da República, 2ª Série, nº119, 19789-19795. Exército.
Azevedo, C. A., & Azevedo, A. G. (2008). Metodologia Científica: Contributos práticos
para a elaboração de trabalhos académicos (9ª ed.). Lisboa: Universidade Católica.
Bilhim, J. A. (2013). Teoria Organizacional - Estruturas e Pessoas (7ª ed.). Lisboa: Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas.
Branco, C. (2010). Guarda Nacional Republicana: Contradições e Ambiguidades. Lisboa: Sílabo.
Cunha, M. P., Rego, A., Cunha, R. C., & Cabral-Cardoso, C. (2007). Manual do
Comportamento Organizacional e Gestão (6ª ed.). Lisboa: Editora RH.
Decreto-Lei nº 320-A/2000, de 15 de Dezembro. Diário da República, 1ª Série, Parte A, nº288, 7342-(2)-7342-(11). Ministério da Defesa Nacional.
Ferreira, J. M., Neves, J., & Caetano, A. (2011). Manual de Psicossociologia das
Organizações. Lisboa: Escola Editora.
Freitas, C. M., & Coelho, M. M. (2006). Estudo da Motivação e da Liderança na Indústria
Hoteleira da RAM. Dissertação para obtenção do grau de Mestre em Gestão Estratégica e Desenvolvimento do Turismo, Universidade da Madeira, Funchal.
Herzberg, F., Mausner, B., & Snyderman, B. B. (1959). The motivation to work. New York, United States of America: John Wiley.
Hill, M. M., & Hill, A. (2012). Investigação por inquérito (2ª ed.). Lisboa: Sílabo.
Lawler III, E. E. (1973). Motivation in work organizations. California, United States of America: Brooks/Cole Publishing Company.
Lei nº 63/2007, de 06 de Novembro. Diário da República, 1ª Série, nº213, 8043-8051. Assembleia da República.
Leitão, D. M., & Rosinha, A. J. (2007). Ética e Liderança: Uma Visão Militar e Académica (1ª ed.). Lisboa: Academia Militar.
Locke, E. A., & Latham, G. P. (Outubro de 2006). New Directions in Goal-Setting Theory.
Current Directions in Psychological Science, 15(5), pp. 265-268.
doi:10.1111/j.1467-8721.2006.00449.x
Locke, E. A., Shaw, K. N., Saari, L. M., & Latham, G. P. (Julho de 1981). Goal Setting and
Task Performance: 1969-1980. Psychological Bulletin, 90(1), pp. 125-152.
doi:10.1037/0033-2909.90.1.125
Maslow, A. (1970). Motivation and Personality (2ª ed.). New York, United States of America: Harper and Row.
Maslow, A. H. (Julho de 1943). A theory of human motivation. Psychological Review, 50(4), pp. 370-396. doi:10.1037/h0054346
McKenna, E. (2012). Business Psychology and organizational behaviour (5ª ed.). Hove, United Kingdom: Psychology Press.
Neves, A. L. (1998). Motivação para o trabalho: Dos conceitos às aplicações (1ª ed.). Lisboa: Editora RH.
Paulo, S. M. (2003). Em Busca da Segurança e a Vã Glória da Burocracia. Dissertação apresentada como requisito parcial para a obtenção do grau de Mestre em Gestão de Empresas, Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Economia, Lisboa.
Pereira, O. G. (2008). Fundamentos de Comportamento Organizacional (3ª ed.). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
Portaria nº 1099/2009, de 24 de Setembro de 2009. Diário da República, 1ª Série, nº 186, 6812-6814.
Portaria nº 83-A/2009, de 22 de Janeiro. Diário da República, 1ª Série, nº15, 492-(2) - 492- (12).
Rocha, J. A. (2010). Gestão de recursos humanos na Administração Pública. Lisboa: Escolar Editora.
Roussel, P., Dalmas, M., Manville, C., & Mottay, D. (2009). Teorias da Motivação no
trabalho e gestão. Em J. Rojot, P. Roussel, & C. Vandenberghe, Comportamento
Organizacional (A. Viegas, & F. Oliveira, Trads., Vol. 3, pp. 205-233). Lisboa: Instituto Piaget.
Santos, G. G. (1999). Teorias da motivação em contexto organizacional. Braga: Universidade do Minho.
Sarmento, M. (2013a). Guia prático sobre a metodologia científica para a elaboração,
escrita e apresentação de teses de doutoramento, dissertações de mestrado e trabalhos de investigação aplicada (3ª ed.). Lisboa: Universidade Lusíada.
Sarmento, M. (2013b). Metodologia científica para a elaboração, escrita e apresentação de
teses (1ª ed.). Lisboa: Universidade Lusíada.
Steers, R., Porter, L., & Bigley, G. (1996). Motivation and leadership at work. New York, United States of America: McGraw-Hill.
Vroom, V. H. (1964). Work and Motivation. New York, United States of America: John Wiley.