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Dünya’da ve Türkiye’de Yeşil Pazarlama Alanındaki Örnek Uygulamalar

1. BÖLÜM

1.4 Dünya’da ve Türkiye’de Yeşil Pazarlama Alanındaki Örnek Uygulamalar

Um primeiro efeito observado nos empresários que participaram do Cooperar para Competir durante os encontros foi a superação da desconfiança entre eles. Ao contrário do que podia ser observado no início do programa, quando os participantes apenas se relacionavam entre si socialmente com receio de que o outro pudesse “tomar-lhe” seus clientes, seus colaboradores, no final, foi observada mudança na forma e na postura de se relacionarem entre si. O S7 fala dessa superação nos seguintes termos:

“O pessoal no começo foi indo, foi indo, chegou no final já começou a perder esse receio, não ter medo de… ah… falar com o companheiro ali do lado o que está acontecendo na sua empresa ou até mesmo no curso.”

O processo de superação da desconfiança só ocorreu devido à mudança de lógica, de percepção e de pensamento dos empresários no decorrer do programa. Assim, ao mesmo tempo em que a lógica da simples obtenção de resultados era superada e uma visão mais sistêmica era construída, eles se permitiram um relacionamento com um gradual processo de superação da desconfiança. Essas transformações, em conjunto, abriram espaço para que os empresários estabelecessem relações de cooperação entre si. A reflexão do S5 é exemplar:

“Vai pensando de uma forma muito lógica. É lógica, lógica, lógica, porque a gente precisa obter um resultado e esse resultado sempre é transformado em cifrões. Então… eh… no Cooperar par Competir a gente vai se desarmando um pouco e percebendo que a soma tem que resultar em bem estar e não em cifrão exclusivamente. [...]Não tem que ter um para depois ter o outro. Os dois têm que caminhar em conjunto para poder haver um bem estar.”

Cooperação

Observa-se um primeiro movimento de cooperação quando os participantes se encontravam no estágio em que se viam como iguais dentro do programa, quando entendiam que, apesar de todos serem fabricantes de calçados, cada um trabalhava com uma proposta diferente para o cliente e, mesmo com propostas semelhantes ou iguais, compreendiam isso como “parte do negócio”.

Neste primeiro momento de cooperação, havia troca de informações sobre contratação de representantes, participação em feiras em conjunto, empréstimo de máquinas e matérias-prima, auxílio para quem estivesse com dificuldade de execução de uma tarefa por meio de um funcionário que entendesse do processo - observava-se até mesmo uma cooperação entre funcionários de empresas concorrentes. O S3 pontua qual o relacionamento que havia entre eles nesse momento:

“... porque você passa a ver o outro não como um concorrente, mas sim como um parceiro. Isso começou a fluir bastante também entre nós né?”

No momento seguinte, os empresários passaram da troca de materiais e informações para a troca de experiências. Esse estágio é caracterizado pela percepção dos participantes de que essa troca de experiências possibilitava o crescimento e desenvolvimento de cada um e que a conseqüência disso era eles se tornarem mais competitivos no mercado de calçados. A seguinte fala do S9 reflete tal percepção:

“Porque cada um tem o seu negócio, defende o seu, mas a partir do momento em que eu poso contribuir com a minha experiência e eu tenho essa contribuição de outras pessoas, isso contribui para que o meu negócio também se torne mais competitivo.”

Com isso, observa-se que, a partir da mudança da lógica desses empresários, inicialmente voltada somente para a obtenção de resultado, para o próprio negócio na forma de uma competição acirrada na indústria, eles passam a visualizar novas possibilidades e a não se tratarem como concorrentes. Tal mudança na forma de relacionamento permite vislumbrarem a cooperação como uma forma de se tornarem mais competitivos, ou seja, a mudança de lógica possibilitou um novo entendimento do que era ser competitivo e os levou a cooperarem entre si para melhor competirem individualmente.

Considerando a competitividade sob essa nova óptica, os empresários passam a discutir entre si assuntos não só de interesse do pólo, mas também de toda a sociedade de Birigui, a qual é dependente da atividade industrial do calçado.

O último estágio de cooperação que se verificou entre os empresários que participaram do Cooperar para Competir foi aquele em que eles passaram a pensar uma cooperação interna, dentro da cidade, para a melhor competição externa, com outras cidades e até mesmo outros países. Assim, percebe-se que eles passaram a ver a possibilidade, com a cooperação, não só de uma melhor competição local, mas também global. O S2 fala sobre essa nova percepção deles:

“E a questão do Cooperar para Competir, a gente vê que tem uma vantagem muito grande porque a gente coopera na cidade e compete com outros... em outros campos, outra.... como China, com o calçado de fora, né? A intenção é que consiga aqui agrupar, competir... quer dizer, cooperar internamente para competir externamente. Essa é a ideia que frisou bem que a gente vê que é o caminho. Que não tem... Sem ser por aí não tem como você competir no mercado.”

Empregado/sapateiro/empresário

Alguns participantes do programa eram empresários que, antes de montarem suas empresas, foram funcionários de outras empresas de calçado; uma forma de criação de empresas comum em Birigui. Em decorrência disto, a grande maioria dos donos de

empresas dessa indústria haviam sido funcionários e, portanto, conheciam tanto o lado do trabalhador como o do patrão. Isso fica evidente nas seguintes falas do S2:

“Quando a gente era funcionário. É o sindicato que só... ajudava o patrão, não sei o que, tal... Porque quando a gente está dum lado da moeda a gente vê a coisa de um jeito, né? Depois você vê que é totalmente ao contrário.”

“Mas a gente era funcionário, tentou montar um sindicato para combater algumas injustiças... [...] Então impugnou, travou e aí tirou a gente fora. Aí nós falamos: ‘vamos fabricar então, vamos tentar montar uma fábrica’. Foi quando a gente vê totalmente... a diferença que é você quando você está dum lado pleiteando uma coisa de quando você está do outro, que você tem uma régua para passar ali, porque não é do jeito que você quer, né, tudo tem um custo, tudo tem uma norma, tudo é o mercado que rege, não é você que inventa uma norma, um salário, um...”

Outra conseqüência do dono da empresa conhecer o lado dos funcionários era o fato deles se considerarem mais compreensivos com aqueles que trabalham em suas empresas do que o eram os donos das empresas em que eles trabalhavam. O S9 fala dessa maior compreensão:

“... eu vejo assim, que por ser uma pessoa de origem humilde que conhece um pouquinho o outro lado e hoje a gente está numa posição um pouco diferente, a gente tem uma sensibilidade maior para com as pessoas... Né, tipo assim: eu estou batalhando no meu trabalho para manter a minha família e assim eu vejo que as pessoas que estão lá dentro também têm esse mesmo intuito, apesar de estar numa posição diferente.”

O S9 também relata a atitude deles com seus funcionários tendo em vista a sua própria experiência anterior como funcionário:

“Porque hoje a gente encara assim: a maior parte do tempo as pessoas passam dentro da empresa, né? Então, a gente tem que criar um ambiente de trabalho onde as pessoas se sintam bem de estar lá. A gente pelo menos procura, né, não discriminar ninguém e todas as pessoas que trabalham lá – dentro das nossas possibilidades também, a gente oferece algum treinamento, alguma coisa que tenha através de uma entidade, a gente procura formá-los e mandá-los para fazer também.”

Verifica-se, apesar do fato de ex-funcionários criarem e se tornarem donos de empresas e esses donos realmente se considerarem “do outro lado da moeda”, que eles continuavam a pensar segundo a lógica de sapateiros. Tal atitude culmina no grande número de falências de empresas calçadistas na cidade, já mencionado anteriormente neste trabalho.

Considerando-se essa situação, pode-se perceber que no início do Cooperar para Competir os participantes eram constituídos tanto de empresários como de “sapateiros”. Observou-se que somente aqueles que conseguiram ultrapassar esta lógica e situação de sapateiros para a de empresários seguiram até o final do programa.

Essa transição foi possível quando alguns deles conseguiram encontrar um canal através do qual puderam transitar para o mundo empresarial e se igualaram aos

empresários participantes do programa. Para o S2, devido a sua formação política, esse canal foi o que ele chamou de democracia. Nas palavras dele:

“A gente vê que tem espaço. ---- Dentro das suas normas... normas assim: eu vejo que nem funcionário: têm seus deveres e seus... direitos e deveres. O empresário também: têm direitos e deveres. [...] Então, desde que está cumprindo... direitos de deveres... a democracia seria isso, né, ---- direito e dever.”

Em função disso, percebe-se uma maior preocupação por parte desses novos empresários no cumprimento de suas atividades empresariais, considerando-as de grande responsabilidade e importância. O S9 refere-se a essa preocupação nos seguintes termos: “Quando a gente... porque hoje eu faço a parte financeira da fábrica. Então, eu tenho uma grande responsabilidade; como eu disse, nós somos hoje em 7 pessoas, cada um tem a sua área e… eu tenho toda autonomia e sou totalmente responsável também por tudo aquilo que eu faço. O que deu certo, ótimo. O que der errado, eu tenho que arcar.”

Considerando-se que o Cooperar para Competir visava os empresários, e que, como já mencionado, esse foi um fator determinante para que o programa produzisse os resultados que produziu, os donos de empresas que haviam sido funcionários e que participaram até o final só o fizeram por terem conseguido transpor a barreira existente entre ser sapateiro e ser empresário. Como já dito, essa transposição de barreira durante o programa só foi possível pelo espaço que o programa havia criado e que permitiu que os “sapateiros” tivessem contato com os empresários e repensassem sua situação e posição como donos de empresas. Observa-se, neste ponto, que a condução do professores Marcio e Brandão foi determinante.

Além disso, também se observou que alguns participantes conseguiram deixar sua lógica empresarial voltada para o sapato, para a produção e comercialização, e desenvolveram uma estratégia do negócio. O S4 fala da transformação da lógica empresarial pela qual alguns participantes passaram:

“... a minha visão é míope, porque a minha visão é do sapato, certo? Ontem, na reunião nossa do sindicato aqui, o diretor falou: “gente, daqui 10 anos vai ser difícil fazer sapato no Brasil”. Por quê? Porque o ramo ahn… exige mão-de-obra barata, exige muita mão- de-obra e o governo nosso hoje… o salário mínimo é 300 dólares. Né? [...] Então, o que eu tentei traduzir, o que estou tentando trazer para dentro da empresa nossa é tentar fazer o sapato com o maior valor agregado possível, que o mercado possa absorver, né, tendo uma coisa que eu aprendi com o Brandão e com o Marcio, uma estrutura que siga a estratégia do negócio. Né? Porque não adianta eu ter uma estratégia e não ter a minha estrutura, certo, que eu vou explodir, né? [...] Se eu não conseguir um modelo de negócio diferente desse pessoal eu tô morto. Eu tô morto. Então, ahn… entre treinamento que a gente fez, fez com que eu pudesse ter essa visão bem clara. Né? E pusesse em prática dentro da minha empresa.”

Observou-se que o Cooperar para Competir repercutiu de forma significativa no crescimento pessoal dos participantes e que esse crescimento produziu efeitos não só em suas vidas pessoais, mas também no âmbito profissional. O S2 fala da forma como o programa e, mais especificamente, da forma como a condução dos professores produziu esse crescimento pessoal nos participantes:

“É fundamental até na parte pessoal. Para poder dar certo no final da sua vida, você ter colhido bons frutos, ter vivido bem vivido. Então, tudo... ele tem a capacidade de te assustar e de por você também numa direção. Fala: ou você melhora para que isso aconteça ou você larga tudo de uma vez, né? Então, é muito... foi bem objetivo. Ou você se apruma ou você larga de fazer o que está fazendo. Senão, você nunca vai ser feliz, nunca vai concretizar seus objetivos. Te põe você na linha. {{sorrindo...}} Um empurrão.”

O crescimento pessoal que os participantes tiveram também foi no sentido de repensar suas atitudes e decisões passadas. Passaram a entender a importância e repercussão destas no presente momento de suas vidas, assim como no planejamento futuro destas. A seguinte fala do S3 expressa esse lado do crescimento:

“Apesar de achar assim que não fui bem sucedido no meu, na minha trajetória pessoal, né, de estudos, né, mas hoje eu percebo o tanto que eu perdi é… nos meus desvios, né? [...] Na verdade, isso hoje não é um mérito, é até uma vergonha, né, porque não estudou e agora sofre por isso, porque você acaba tendo deficiências... [...] Porque na vida não é só o futuro, a gente que ter uma análise do passado e do presente para ter uma perspectiva de futuro; como você vai lidar com o futuro; porque na verdade a gente não consegue fazer uma projeção muito tempo.”

Neste crescimento pessoal, os empresários passaram a ter outra visão das pessoas com as quais se relacionavam, e, a partir desta nova visão, era fundamental que eles passassem a entendê-las: o seu comportamento e a sua importância tanto para suas relações pessoais, sociais, como para suas empresas. Segue o relato do S7:

“Eu acho que foi importante tanto para o crescimento pessoal... né, que para mim…pessoal porque… porque eu comecei a ver um pouquinho mais a parte de comportamento, né ? Então, para mim mudou, né, assim.. pessoalmente. E na empresa numa forma geral, né? A gente começa a pensar diferente até mesmo lá dentro…, a gente não se envolve tanto em processo, pensa um pouco além um pouquinho do processo, que são as pessoas que envolvem o processo.”

O S3 também fala dessa nova visão que eles passaram a ter sobre as pessoas e da complexidade de se relacionar com elas:

“Hoje, para lidar com as pessoas é… você tem que ter um pouco de Psicologia, de Sociologia, né, tudo que eu abandonei um pouco lá atrás, {{sorrindo}} você tem que ter um pouquinho de cada coisa é… para lidar com o ser humano.”

A seguinte fala do S5 é outro relato de crescimento pessoal no âmbito do relacionamento com as pessoas:

“Eu só considerava as pessoas, que poderiam gerir vários vetores e dar conta de equacionar isso totalmente. E isso… eu me lembro que nessa ocasião quando ele explicou isso me desarmou de uma forma que hoje eu consigo entender as pessoas que não conseguem gerir tantas coisas ao mesmo tempo. Porque elas não são ruins ou piores por causa disso. Foi bom. Foi um exemplo de ação na minha vida. E de outros. Então, eu comecei também a entender que as pessoas só podem dar aquilo que elas têm. Então, não adianta eu querer que as pessoas dêem aquilo que elas não têm.”

A forma como os encontros do programa foram conduzidos também produziu um crescimento pessoal nos participantes, no sentido de eles passarem a ter uma nova compreensão da incerteza, da “confusão” e, portanto, terem aprendido a lidar melhor com ela. O S4 fala sobre esse novo entendimento e forma de lidar com a incerteza:

“... a confusão, ela faz parte do universo que eu entendo como inteligência. Ela é uma das etapas, para mim, da inteligência. [...] E a vida é cíclica, né? Você sabe que vai descer e que você vai subir. Na hora que você estiver aqui em baixo, se você souber que você vai subir, você vai ficar tranqüilo que as coisas vão começar a dar certo. Agora, a hora que você estiver aqui em baixo, se você se apavorar e você quiser voltar pelo mesmo caminho que desceu, vai virar um quadrado. Aí você entra numa inércia, né, aí a dificuldade parece que não vai acabar nunca. Então, para mim, confusão, a minha confusão, a minha interpretação de confusão talvez não seja a confusão do dicionário. Seja o fundo do poço para voltar a clarear depois. Né? Então, é aquele negócio que eu nunca aprendia, eu comec… mas a vida começou a me ensinar.”

A partir dessa nova compreensão da incerteza, e utilizando as idéias de reatividade e proatividade, o S4 ainda utiliza esse crescimento pessoal para pensar um problema de formação de estoque de mercadorias passadas enfrentado pela indústria: “E o que Birigui faz é isso. Na hora que para, faz produto. Que produto? O que passou. Aí vai vender. Por quanto? Pela metade do preço. Aí prejuízo é já porque parou, certo? E pela metade do preço que vendeu. Aí, Birigui inteiro, professor está sendo reativo... [...] Como a gente seria proativo? Nós sabemos que vai parar. Vamos fazer uma coleção nova, vamos pesquisar o que eles comprariam, não necessariamente agora e vamos produzir para vender futuramente pelo preço certo. Aí e ser proativo. Mas nós estamos sendo reativos, certo?”

O Cooperar para Competir também proporcionou que os participantes tivessem um crescimento conceitual. Assim, a partir da experiência vivenciada no programa, eles passaram a ter um novo entendimento sobre conceitos presentes em suas vidas. Dentre esses, destacam-se os de cooperação e de competição. O S2 fala da mudança relacionada

a esses conceitos que os encontros do programa possibilitaram e o que foi necessário para que eles ocorressem:

“... a gente tinha uma visão do mercado e de industriários diferente do que a gente viveu ali. Porque ali teve um convívio com vários empresários e a gente vê que todos têm o mesmo problema; desde o pequenininho até o maior, o problema é o mesmo, as soluções vai ser as mesmas. Foi muito bom nesse âmbito, aí, nesse aspecto. Porque a gente tinha... até foi bom para a gente se... ter mais comunicação. A gente achava que a gente era muito distante um do outro, né, os empresários. A gente viu que consegue comunicar, consegue trabalhar, consegue conciliar, dividia ali algumas... oportunidades, nessa parte foi muito bom conseguir tirar aquele... era bloqueio; parece que tinha uma competitividade interna. Então, isso aí a gente vê que era pura ignorância da gente. Porque competição tá de fora, não tá interna, a competição maior é de outros mercados, não é do nosso aqui; aqui a gente precisa é ter... a cooperação mesmo.”

Verificou-se que esse crescimento conceitual não se limitou somente àqueles conceitos que envolvessem o aspecto empresarial, mas também abarcou os conceitos impostos pela sociedade e aceitos sem nenhum questionamento. O S5 relata uma situação vivenciada no programa e que os permitiu repensarem tais conceitos:

“... eu acho que também causou esse mesmo chacoalhar nos outros. Todo mundo ficou “eh…”. Porque, ó, o caso chamou a atenção, né? O caso chamou a atenção e a gente acabou ficando com pena da pessoa, né, quando na verdade, a gente… “onde já se viu esquecer uma criança e morrer?” Então, toda vez que eu leio alguma coisa de alguém que morreu dentro do carro, tal, eu já não consigo condenar mais… olha que interessante! Eu não consigo condenar mais. Morreu de desidratação.. Normalmente a criança morre de desidratação depois de algumas horas, né? Então, eu não consigo simplesmente condenar mais. A sociedade moderna me fez também pensar isso. A sociedade moderna impõe tantas atarefações que nós muitas vezes não damos conta de todas elas.”

Além do crescimento pessoal e conceitual, eles também tiveram um crescimento cultural e emocional. Contudo, apesar do programa oferecer tais oportunidades de crescimento, somente os empresários que participaram mais constantemente e ativamente puderam aproveitar destes:

“Então, eu acho que isso, eh, não, não pode alguém dizer que... não cresceu pelo menos 10 anos nesse período, né. Eh... conceitualmente, eh, culturalmente, eh... sentimentalmente até, né. Eh... eu, eu.. eu tenho convicção de que, eh, cada um de nós, nesse período, efetivamente teve oportunidade. Claro, aqueles que, eh, eh participaram muito pouco, acabaram não tendo essa, essa oportunidade. Mas que aqueles que, que acompanharam, que participaram de 50% acima, esses sim, se beneficiaram e demonstram isso no dia-a-dia, né, demonstram esse benefício no, no dia-a-dia, nós todos.”

O S4 explicita os âmbitos da vida dos empresários que foram “beneficiados” pelo