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Seviye 4 (Yardımsız yürür ve sandalyeden kalkabilir, merdiven

4.8. Düşme Korkusu ile Yaşam Kalitesi ve Aktivite Kıstlılığı Arasındaki İlişk

Apesar da grande maioria dos modelos nebulosos propostos na literatura serem propostos para problemas de regress˜ao, classificadores nebulosos evolutivos tamb´em j´a foram propostos. Esses classificadores possuem um aprendizado supervisionado e diferem dos classificadores cl´as- sicos, principalmente por possu´ırem uma estrutura flex´ıvel, ou seja, uma nova classe pode ser definida durante o processo de aprendizagem. O classificador pode iniciar com uma ´unica re- gra, descrevendo apenas uma classe, e adicionar regras para novas classes, baseando-se em um aprendizado supervisionado, ou seja, os dados de entrada do treinamento a cada itera¸c˜ao s˜ao definidos como pares de entrada e sa´ıda [xk Ck

i], sendo Cik a classe da amostra de entrada xk

1 × m.

Angelov e Zhou (2008) prop˜oem dois modelos evolutivos para resolver problemas de clas- sifica¸c˜ao de padr˜oes. O primeiro modelo, denominado eClass0, utiliza um conjunto de regras do tipo Takagi-Sugeno de ordem zero. Os conjuntos nebulosos presentes nos antecedentes das regras s˜ao definidos utilizando um algoritmo de agrupamento baseado no potencial das amos- tras, similar ao utilizado pelo modelo eTS. O consequente das regras ´e definido como uma das poss´ıveis classes do problema:

Ri : Se x1 ´e Ai1 e · · · e xm ´e Aim ent˜ao yi ´e Ci

sendo Ci uma das poss´ıveis classes do problema.

Mais de uma regra pode ser definida para uma classe, por´em o n´umero de regras deve ser no m´ınimo igual ao n´umero de classes j´a apresentadas ao classificador.

O algoritmo atualiza o conjunto de regras a partir do algoritmo de agrupamento e os pares de entrada e sa´ıda. Cada novo grupo encontrado pelo algoritmo de agrupamento define uma nova regra. Os parˆametros do antecedente s˜ao extra´ıdos do grupo correspondente e o consequente ´e definido a classe associada `a entrada.

Para realizar a classifica¸c˜ao de uma dada amostra, inicialmente os graus de ativa¸c˜ao de todas as regras s˜ao estimados e a sa´ıda ´e definida como a classe presente no antecedente da regra mais ativa:

C = Ci ; i = arg max

i τi (2.11)

O segundo modelo proposto em Angelov e Zhou (2008) ´e denominado eClass1. Esse modelo estende o modelo eClass0 atrav´es de regras Takagi-Sugeno de primeira ordem de m´ultiplas

entradas e m´ultiplas sa´ıdas. Cada regra possui no consequente um modelo linear das entradas para cada poss´ıvel classe do problema:

Ri : Se x1 ´e Ai1 e · · · e xm ´e Aim ent˜ao yi = xkΘ

sendo que nesse caso, yi´e um vetor de dimens˜ao igual ao n´umero de classes j´a apresentadas ao

classificador, e Θ ´e uma matriz de dimens˜ao m + 1 vezes o n´umero de classes.

A sa´ıda dos modelos lineares s˜ao normalizadas no intervalo unit´ario. Ao contr´ario do eClass0 em que cada regra est´a associada a uma classe, no eClass1 cada regra ´e capaz de estimar o grau de pertinˆencia da entrada para cada uma das poss´ıveis classes do problema.

A sa´ıda do classificador ´e definida como um vetor de dimens˜ao igual ao n´umero de classes. Cada elemento do vetor representa o grau de pertinˆencia da entrada para cada uma das classes. Cada elemento do vetor ´e definido como a soma ponderada das sa´ıdas dos modelos lineares presentes nas regras associados `a classe em quest˜ao.

Angelov et al. (2008b) prop˜oem classificadores similares aos eClass0 e eClass1 utilizando o algoritmo de agrupamento proposto pelo modelo FLEXFIS em (Lughofer et al., 2007). Esses classificadores s˜ao denominados FLEXFIS-Class.

Cap´ıtulo 3

Modelagem Baseada no Agrupamento

Evolutivo Participativo Gaussiano

3.1

Introdu¸c˜ao

Esse cap´ıtulo prop˜oe uma t´ecnica de modelagem nebulosa evolutiva baseada em um algo- ritmo de agrupamento recursivo n˜ao supervisionado, denominado agrupamento evolutivo par- ticipativo Gaussiano. Os modelos propostos nesse cap´ıtulo se assemelham `a maior parte dos modelos nebulosos evolutivos propostos na literatura quanto `a metodologia de defini¸c˜ao de sua topologia. Esses modelos utilizam informa¸c˜ao sobre a organiza¸c˜ao espacial das vari´aveis de entrada para definir um conjunto de regras de forma adaptativa, dado um fluxo de dados.

O algoritmo de agrupamento proposto ´e baseado no conceito do aprendizado participativo (Yager, 1990) e pode ser visto como uma extens˜ao do algoritmo proposto por Silva et al. (2005). Por´em, diferentemente de Silva et al. (2005), o algoritmo proposto assume que cada grupo pode ser modelado por uma fun¸c˜ao de pertinˆencia Gaussiana multivari´avel, a estrutura de grupos (n´umero de grupos, centro e formato de cada grupo) ´e atualizada recursivamente a cada itera¸c˜ao e os limiares s˜ao definidos automaticamente. Esse algoritmo, descrito na se¸c˜ao 3.2, ´e utilizado para gerar, atualizar e remover regras nebulosas de forma incremental nos modelos nebulosos evolutivos propostos nesse cap´ıtulo.

O algoritmo de agrupamento proposto considera a possibilidade de que as entradas possam interagir entre si. Grupos s˜ao estimados baseados em uma medida normalizada de distˆancia (similar `a distˆancia de Mahalanobis (Duda et al., 2000)), gerando grupos elipsoidais cujos eixos n˜ao s˜ao necessariamente paralelos aos eixos das vari´aveis de entrada, o que ocorreria caso a distˆancia Euclidiana fosse utilizada (Angelov e Filev, 2004; Kasabov e Song, 2002; Lughofer, 2008a). Essa medida de distˆancia ´e utilizada para preservar as poss´ıveis intera¸c˜oes entre as vari´aveis de entrada. Assim, os grupos s˜ao representados por fun¸c˜oes de pertinˆencia Gaussianas multivari´aveis caracterizadas por um vetor central e uma matriz de dispers˜ao, que representa

a dispers˜ao presente em cada vari´avel, assim como as itera¸c˜oes entre estas.

A maior parte dos algoritmos de agrupamento evolutivos propostos na literatura criam novos grupos sempre que uma dada medida de distˆancia excede um determinado limiar (Kasabov e Song, 2002; Lughofer, 2008a; Rubio, 2009). Conforme discutido anteriormente, para se evitar a mal- di¸c˜ao da dimensionalidade, o valor do limiar deve ser definido considerando a dimens˜ao do espa¸co de entrada, uma vez que quanto maior a dimens˜ao, maior a distˆancia entre dois pontos adjacentes. Caso o valor do limiar seja definido sem se utilizar informa¸c˜ao relativa `a dimen- s˜ao, `a medida que a dimens˜ao aumenta, mais observa¸c˜oes tendem a corresponder `a distˆancias que excedam o limiar, acarretando no aumento do n´umero de grupos criados e no aumento da complexidade do modelo, o que pode levar ao problema de sobreajuste. O algoritmo proposto evita a maldi¸c˜ao da dimensionalidade atrav´es de um mecanismo autom´atico, capaz de ajustar o valor do limiar de distˆancia baseado na dimens˜ao do espa¸co de entrada.

Todos os modelos nebulosos evolutivos propostos nesse cap´ıtulo s˜ao formados por regras com antecedentes definidos por conjuntos nebulosos, com fun¸c˜oes de pertinˆencia Gaussianas mul- tivari´aveis, com parˆametros extra´ıdos dos grupos encontrados pelo algoritmo de agrupamento proposto. Assim, a se¸c˜ao 3.3 descreve a metodologia de gera¸c˜ao dos antecedentes das regras nebulosas a partir dos grupos, e detalha as vantagens dessa abordagem em compara¸c˜ao com metodologias cl´assicas, que geram os antecedentes atrav´es da proje¸c˜ao de grupos encontrados por algoritmos de agrupamento nos eixos das vari´aveis de entrada.

Finalmente, dois modelos nebulosos evolutivos s˜ao propostos. Na se¸c˜ao 3.4 um modelo funcional evolutivo ´e proposto. Esse modelo ´e formado por um conjunto de regras Takagi- Sugeno de primeira ordem e pode ser utilizado para identifica¸c˜ao de sistemas e previs˜ao de s´eries temporais. Esse modelo ´e denominado eMG (evolving Multivariable Gaussian), incialmente proposto em Lemos et al. (2011c). Em seguida, na se¸c˜ao 3.5, um modelo lingu´ıstico evolutivo ´e descrito para tratar o problema de detec¸c˜ao e diagn´ostico adaptativo de falhas em sistemas dinˆamicos, inicialmente proposto em Lemos et al. (2010c).

Benzer Belgeler