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2.1. Tek Seviyeli Parti Büyüklüğü Belirleme Yöntemleri

2.1.1. Tek seviyeli parti büyüklüğü belirleme ile ilgili varsayımlar 13

2.1.2.5. En düşük toplam maliyet yöntemi

A distinção entre os tipos de inovação é uma condição essencial para entender a adoção da inovação. Para Walker (2007), se a inovação baseia-se em atividades incrementais, é necessário considerar as relações complementares entre os diferentes tipos de inovação. Em seu trabalho, estudou os antecedentes dos processos organizacionais e ambientais em serviços com um exame dessas relações complementares entre os tipos de inovação, identificados como: inovações em serviços, inovações no processo organizacional (com foco em inovações de mercado e inovações na organização) e inovações auxiliares (fora das fronteiras da empresa). Os resultados revelaram que os antecedentes dos diversos tipos de inovação são complexos e que as relações complementares não são generalizadas, exemplificando que estruturas orgânicas facilitam a adoção de inovações de serviço e organizacional, mas não inovações de marketing e auxiliares.

O autor supracitado também estabeleceu uma relação direta com os usuários da inovação, identificando três tipos de inovações em serviços com base nessa relação: inovações totais (envolvendo novos serviços para novos usuários), inovações expandidas (envolvendo serviços existentes para novos usuários) e inovações evolutivas (envolvendo novos serviços para usuários existentes). Ao abordar as inovações com foco na organização, definiu as inovações em processos organizacionais como aquelas que afetam a gestão e a estrutura e estão

relacionadas em como os serviços são prestados. As inovações em processos organizacionais são subdivididas em dois tipos: inovações de mercado, que envolvem os processos operacionais da organização e sistemas e aumentam a eficiência em produzir e entregar seus serviços aos usuários e as inovações da organização, relacionadas à estrutura, estratégia e processos administrativos. O autor identificou um grupo chamado inovações auxiliares, que são diferenciadas de outros tipos de inovação, pois estão relacionadas com o ambiente externo (outros provedores de serviços, usuários e outras organizações) e ligadas a outros tipos de inovação.

Andreassi (2007) definiu quatro tipos básicos de inovação: de produto (introdução de um novo produto ou serviço ou melhoria substancial dos já existentes), de processo (introdução de novos processos produtivos ou alterações nos já existentes), de gestão (introdução de novidades que modificam os processos administrativos, o modo como as decisões são tomadas, alocação de recursos, atribuição de responsabilidades, relacionamentos com pessoas e outras organizações, sistema de recompensas e outras ligadas à gestão da organização) e inovação de modelo de negócios (quando ocorre a modificação na essência do negócio).

Rowley; Baregheh e Sambrook (2011) argumentam que um fator-chave na literatura sobre inovação é o tipo de inovação, pois a grande quantidade de modelos, frameworks, classificações e definições dos tipos de inovação torna difícil entender as definições dos diferentes tipos e a relação entre eles. Os autores analisam os modelos e estruturas básicas (frameworks) dos tipos de inovação:

a) Modelos Iniciais: inovação na estrutura organizacional, processo de produção, pessoas e produtos/serviços;

b) Modelos das décadas de 1970 e 1980: inovação administrativa, técnica, incremental, radical, de produto e de processo;

c) Modelos integrativos: inovação de produto (radical e incremental), de serviço e de processo (incluindo administrativo, serviço e produção), de posição e de paradigma;

d) Modelos com foco binário: produto/processo, administrativo/técnico, radical/incremental; e

e) Modelos clássicos: novos produtos, novos processos, novos métodos de produção, abertura de novos mercados, novas fontes de suprimentos e novas maneiras de organizar.

Com base nesta revisão bibliográfica, Rowley, Baregheh e Sambrook (2011) indicaram um diagrama abrangente dos tipos de inovação e os autores principais, buscando uma ferramenta de mapeamento dos tipos de inovação, conforme dados da Figura 3 apresentam:

Figura 3: Tipologias de Inovação, do passado ao presente

O Manual de Oslo (2005) traz em sua terceira edição quatro tipos básicos de inovação atrelados às atividades das empresas: inovações de produto, inovações de processo, inovações organizacionais e inovações de marketing.

Damanpour; Walker e Avellaneda (2009) estudaram os efeitos combinados dos tipos de inovação e desempenho organizacional em organizações de serviços, adotando quatro tipos básicos de inovação nessas empresas: inovações de serviço, de processos, de processos tecnológicos e de processos administrativos. Ainda na linha do inter-relacionamento entre os tipos de inovação, Zmoginski et al. (2009) referem que a interação entre inovação tecnológica e inovação em modelo de negócio (usada pelos autores como sinônimo de inovação organizacional) mostra que uma pode ser decorrente da outra e também podem ser combinadas.

Os autores supracitados acrescentaram que, em seu estudo, também a inovação em modelo de negócio esteve aliada a outros tipos de inovação, como inovação de produto e de serviço, abrangendo um leque de oportunidades e não só um tipo de inovação. Ades e Plonski (2009) estudaram a visão integrada do portfólio de inovações e inseriram a inovação de modelo de negócio no portfólio de inovações das empresas, como uma alternativa importante no redirecionamento dos vetores competitivos, salientando a sinergia entre as inovações adotadas (tecnológicas, processos, entre outras).

Hipp e Grupp (2005) também estudaram a mensuração da inovação no setor de serviços, e a introdução de uma nova tipologia para o entendimento da inovação nesse setor, tomando por base o tipo de empresa e o comportamento inovador: inovação intensiva em conhecimento (considera clientes, universidades e institutos de pesquisa como fontes de conhecimento externo), inovação em rede (informação e comunicação em rede), inovação intensiva em escala (dependem de padronização) e inovação por domínio de fornecedores (inovação suprida de fora da empresa).

Gunday et al (2011) exploraram três tipos de inovação (de processos organizacionais, de produto e marketing) no desempenho da empresa, estabelecendo hipóteses que inter-relacionam os tipos de inovação e o desempenho

inovador, que é a combinação de vários aspectos na inovatividade, como processos, produtos e estrutura organizacional nas empresas.

Os supracitados autores indicam que as empresas precisam estar atentas a muitos aspectos simultaneamente, como novos produtos, novas práticas organizacionais e de marketing, sistemas administrativos e novos processos tecnológicos. Ponderam ainda que, embora a literatura sobre inovação não conclua que uma inovação específica impacta mais ou menos no desempenho corporativo, pode-se afirmar que as inovações influenciam-se entre si e devem ser aplicadas em conjunto. Algumas das conclusões do estudo de campo foram relevantes para a análise do inter- relacionamento entre os diversos tipos de inovação (tipologia baseada no Manual de Oslo de 2005): primeiro, a relação entre inovação organizacional e inovação de produto não foi significativa, porém a inovação organizacional prepara um ambiente adequado para outros tipos de inovação e também tem um impacto forte e direto no desempenho inovador; segundo, a inovação de produto atua como uma ponte com um impacto positivo na inovação de processo no desempenho inovador.

O desempenho das PMEs (Pequenas e Médias Empresas) em crescimento e os tipos de inovação foram estudados por Oke; Burke e Myers (2007a). Os autores constataram a falta de literatura sobre inovação em PMEs, sobretudo a respeito dos tipos de inovação adotados por essas empresas e a conexão entre inovação em PMEs e desempenho/crescimento econômico. Os tipos de inovação abordados pelos autores foram inovação de produto, de serviços, de processo e organizacional, direcionando as perguntas da pesquisa empírica quantitativa a uma amostra de 784 PMEs, com uma taxa de retorno de respostas de 13,8%.

Os autores supracitados concluíram que existe um maior direcionamento das PMEs para a inovação incremental (traduzida em melhora de produtos, serviços e/ou processos em resposta às necessidades dos consumidores) do que para a inovação radical. Estes resultados mostram a tendência das PMEs em alcançar crescimento introduzindo mais seus produtos e serviços para seu mercado existente, via inovação incremental. Não foi encontrada relação entre a idade das empresas e as inovações radicais ou incrementais que, de certa maneira, não segue a intuição de

que PMEs mais novas são mais direcionadas à inovação radical que as mais antigas no mercado.

Benzer Belgeler