CUMHURİ YETİ N İ LK YILLARINDA TÜRK HAVA SANAYİ İ Nİ N DURUMU Her ülkenin savunma ihtiyacı ; kendine ait koş ullarıve jeopolitiğ ine göre
II-) Cumhuriyet Dönemi Türk-Alman Ekonomik İ liş kilerinin, Türkiye’deki Hava Sanayiinin Kurulması na Etkisi
Como já se verificou, a caracterização das crianças é um ponto de partida para construir uma prática adequada, pois é fulcral proporcionar atividades de acordo com o nosso grupo de crianças, nunca esquecendo que são seres diferentes, únicos e com ritmos próprios.
Nesta linha de pensamento Claparède (citado por Mendonça, 1997), comprava que as crianças são seres que apresentam capacidades, necessidades, talentos e ritmos distintos, que interagem de uma forma dinâmica, única e específica.
Assim, em contexto educativo tornou-se essencial recolher dados sobre as crianças 6, a fim de adequar a intervenção. Os dados recolhidos foram resultado da observação e da análise do Projeto Curricular de Grupo (PCG). Além disso, os registos fotográficos também se revelaram pertinentes no que toca à recolha de dados e, por esse motivo, pediu-se autorização aos encarregados da educação para se proceder a esta recolha 7.
Relativamente à composição do grupo de crianças da sala Arco-Íris, este era constituído por 23 crianças, sendo 13 do género feminino (57%) e 10 do género masculino (43%). Estas crianças encontravam-se na faixa etária compreendida entre os três e os seis anos. Os gráficos seguintes ilustram, de uma forma sucinta, o género das crianças e a distribuição das mesmas de acordo com a faixa etária.
6Ver Pasta B – Prática Pedagógica PE Apêndice 3 – Dados das Crianças
A grande maioria das crianças era proveniente do concelho do Funchal, contudo existiam duas crianças do concelho de Santa Cruz e uma do concelho de Câmara de Lobos.
Este grupo mostrou-se muito participativo e interessado, evidenciando gosto por novas aprendizagens. Além disso, estas crianças eram bastante comunicativas, tanto com os adultos como com os colegas, mantendo uma relação positiva e de confiança com os mesmos. Observou-se um grau de autonomia nas crianças visto que começavam a tentar realizar tarefas diárias, tais como a higiene e a alimentação. Nos casos em que as crianças eram mais novas, existia um espirito de interajuda e cooperação – por parte das crianças mais velhas – principalmente no que toca aos hábitos de higiene.
Atendendo ao facto de ter proporcionado momentos de expressão plástica, foi-me possível constatar que existiam alguns problemas a nível da motricidade fina. No entanto, no que diz respeito à motricidade grossa, este grupo não apresentava dificuldades, mostrando interesse em jogos que envolviam grandes movimentos.
No que diz respeito ao desenho, foi-me possível observar que as crianças da Sala Arco- Íris sentiam prazer nos momentos dedicados a este. Nestes desenhos infantis foi possível observar representações da figura humana, personagens dos seus desenhos preferidos e vivências ocorridas no seu dia-a-dia. Estas crianças não só desenhavam, como também tinham prazer em nos explicar aquilo que estavam a representar. Esta foi sem dúvida uma das formas que possibilitou conhecer os gostos e inquietações das crianças.
De acordo com Luquet (1969) e Goodnow (1977) é importante que o educador seja capaz de perceber e interpretar os desenhos das crianças, pois através deles a criança é capaz de representar tudo aquilo que sente e já experienciou no seu curto percurso de vida.
Constatou-se, de um modo global, que as crianças apresentavam um bom domínio matemático, com exceção das mais pequenas que ainda apresentavam dificuldade na contagem.
No que diz respeito à oralidade, este grupo apresentava um discurso adequado à faixa etária, havendo, ao longo de todo o dia, diálogos com os adultos e colegas, em que foi dada a oportunidade da criança fazer questões e exprimir as suas ideias. Contudo, existe uma criança
Figura 21 - Género e Idades das Crianças
Feminio 57% Masculino
43%
Género das Crianças
Feminio Masculino 2 3 5 0 3 3 6 1 0 10
3 anos 4 anos 5 anos 6 anos
Idades por Género
que revelava grande dificuldade na articulação e construção frásica, ficando nesse período a aguardar acompanhamento na terapia da fala.
Segundo a entrevista dada por Sá (s.d)8, brincar é tão importante quanto aprender. Neste sentido acredita-se a criança conhece e descobre o mundo através do brincar e é através dessas brincadeiras e explorações do dia-a-dia que ela é feliz. Sá (s.d), fortifica a ideia de que o brincar possibilita que a criança tenha um desenvolvimento saudável. Acreditando plenamente em que o brincar é fundamentel, tentou-se perceber quais as brincadeiras preferidas das crianças da sala Arco-Íris. Através de conversas informais com as mesmas, constatou-se, de um modo geral, que o grupo adorava brincar nos parques com os amigos, gostava de ver televisão, fazer jogos e ouvir histórias. Relativamente aos locais de brincadeira na escola, as crianças apresentavam preferência pelo espaço exterior – como é possível comprovar no gráfico.
Observar os momentos de brincadeira é fundamental, pois através deles é possível ver até onde vai a imaginação das crianças. Das investigações feitas, concluiu-se, também, que os conhecimentos desenvolvem-se através do jogo e do lúdico, principalmente durante o período sensório motor e pré-operatório (Piaget, citado por Kamii, 1978). Atendendo às fases de desenvolvimento e daquilo que foi observado no decorrer de toda a prática, o grupo encontravam-se no jogo simbólico ou fase do faz-de-conta, dado que era frequente presenciar situações de reprodução do quotidiano, especialmente quando as crianças se encontravam a brincar na área da casa e no recreio.
No seguimento desta ideia, salienta-se que as áreas prediletas das crianças eram a da casinha e a da garagem, dado que eram áreas motivantes devido aos materiais e espaços que permitiam diferentes explorações.
8 Consultado em http://lifestyle.sapo.pt/familia/crianca/artigos/brincar-e-tao-importante-quanto-aprender, s.d.
83% 17%
Onde preferem brincar?
Exterior Interior