A- Türkiye’de Sistem İçi Tıkanmaya İlişkin Tartışmalar ve Çözüm
1- Cumhurbaşkanının Halk Tarafından Seçilmesi
As plantas silvestres são espécies vegetais que, ao longo de um processo evolutivo, adquiriram grande capacidade de colonizar ambientes perturbados pelo homem, apresentando uma grande adaptabilidade ambiental (Blanco, 1985). A competitividade entre a cultura e as plantas daninhas em um agroecossistema é determinada por fatores climáticos, edáficos, biológicos e da cultura (Ross et al., 2001).
Avaliando o efeito dos sistemas de manejo do solo na composição do banco de sementes e plantas daninhas, Feldman et al. (1997) constataram uma diferenciação nas características do banco de sementes, sendo que no plantio direto este foi mais superficial. Os autores levantaram a hipótese de que os sistemas que causam menor movimentação do solo, como a escarificação e o plantio direto, permitiram a formação de um maior e mais diversificado banco de sementes do solo, concordando com Hoffman et al. (1998), que concluiram que o número de sementes de plantas daninhas por quilogramas de solo na camada de 0 a 5 cm aumenta do preparo convencional, para o preparo reduzido e para o plantio direto. Segundo estes autores, no plantio direto há também um decréscimo no banco de sementes em profundidade (5, 10 e 15 cm), e que no sistema de plantio direto, o desempenho de herbicidas pode ser prejudicado pela presença de cobertura morta na superfície. Barker et al. (1982), avaliando o efeito da pulverização de Alachlor + Paraquat na implantação da cultura da soja, antes ou após a deposição de resíduos de trigo pela colhedora, obteve 6,57; 17,31 e 139,63 plantas.m-2, respectivamente para pulverização antes da deposição dos resíduos, depois da deposição e testemunha sem herbicida. No entanto, Ortolani et al. (1992) atribuem à baixa quantidade de cobertura morta sobre o solo, o fator que proporcionou uma maior germinação das sementes e o desenvolvimento das plantas daninhas após o declínio da cultura do milho, não diminuindo assim a infestação das plantas daninhas através
dos anos consecutivos de milho em plantio direto. Oliveira et al. (2001) concluíram que o número de plantas daninhas é reduzido significativamente pelo aumento dos níveis de palha de milho, independente da presença de herbicida e da época do ano. Furlani (2000) constatou após a colheita do feijão, que a porcentagem da cobertura da solo por plantas daninhas não chegou a 20 % no plantio direto, sendo de 40 % no preparo reduzido e de 60 % no preparo convencional. Segundo Almeida (1988), em sistemas de plantio direto sobre coberturas mortas densas, de lenta decomposição e com ação alelopática, há possibilidade de se reduzir ou até dispensar o uso de herbicidas. Lorenzi (1984) relata que o aumento da germinação no solo é explicado, em parte, pela exposição das sementes a luz solar; pelo suprimento de uma maior quantidade de oxigênio; pela mudança nos níveis de umidade; e pela variação de temperatura. As sementes das plantas comportam-se diferentemente quanto a luz, sendo que algumas germinam melhor na presença, outras na ausência e outras independem desta para germinarem.
Segundo Cunha et al. (1997), a massa seca das plantas daninhas oferece um indicativo de sua interferência sobre as culturas, e Durigan et al. (1983) verificaram correlação linear negativa entre matéria seca das plantas daninhas e o rendimento de soja.
Nesta cultura, as plantas daninhas constituem-se num dos principais problemas, visto limitar a produtividade e onerar o custo de produção, uma vez que estas podem causar perdas significativas, conforme a espécie, a densidade, a distribuição na lavoura e o tempo de convivência com a cultura (Velho & Brix, 1999). Estas plantas daninhas, infestantes na cultura da soja, cuja composição florística responde à um ambiente comum proporcionado pelas condições agroecológicas da cultura. O controle das plantas daninhas na agricultura é feito através de diversos métodos, incluindo o cultural, o mecânico, o físico e o químico. No entanto, nos últimos anos, o uso de herbicidas para o controle de plantas daninhas tem sido crescente, especialmente na cultura da soja (Christoffoleti, 1998).
O período em que a soja deve ser mantida livre da presença de plantas daninhas situa-se entre 20 e 40 dias após a emergência (DAE). Nos resultados de Zagonel et al. (1999) a interferência das plantas daninhas ocorreram nos tratamentos: capinas realizadas a partir de 30 DAE; e capinas realizadas apenas até 0 DAE, quando se verificou uma redução no peso por plantas e no teor de clorofila das mesmas.
Durante o ciclo de desenvolvimento da cultura da soja, ocorre infestação de muitas espécies invasoras, as quais podem interferir severamente no seu crescimento e desenvolvimento, chegando a reduzir a produtividade de grãos (Gazziero et al., 1998). Estes autores avaliaram o efeito da convivência da planta daninha amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla L.) com a cultura da soja e constataram que a produtividade da soja decresceu linearmente em função da densidade da planta invasora. Os dados observados indicaram um decréscimo na produtividade da cultura que variou de 2.310 a 1.376 kg.ha-1 para
os intervalos de 0 a 10 e 61 a 70 plantas de amendoim-bravo por metro quadrado, respectivamente.
Buzatti & Abreu (1999) verificaram, quando do não controle do amendoim-bravo, redução de 29% no rendimento da soja devido ao efeito da matocompetição, avaliada em 33 plantas.m-2.
Dentre os diversos grupos de plantas utilizadas no plantio direto, as gramíneas, exemplo do milho, trigo, aveia preta e azevém, parecem exercer os efeitos alelopáticos mais pronunciados. Cada planta, tanto viva quanto em decomposição, exerce inibição apenas sobre determinadas espécies de plantas daninhas ou plantas cultivadas. Por exemplo, a cobertura morta de aveia é uma forte inibidora de germinação de capim marmelada, com fraca ou nenhuma ação sobre o capim colchão. O amendoim-bravo, uma das principais plantas daninhas da lavoura de soja, tem geralmente se mostrado insensível às principais coberturas usadas no plantio direto (Lorenzi, 1984). Seifert & Voll (1999) constataram, após a semeadura da soja, maior taxa de emergência de amendoim-bravo na ausência da cobertura de solo por aveia preta do que na sua presença. Bortoluzzi & Eltz (2001) concluíram que a presença de palha de aveia preta exerceu efeitos supressivos sobre a comunidade de plantas daninhas, isso porque a cobertura do solo por palha afetou a relação entre a cultura e as plantas daninhas, favorecendo a espécie de interesse econômico (a soja) em detrimento das infestantes.
Segundo Rodrigues (1998), os herbicidas de uma determinada cultura são registrados, nas mesmas doses, tanto para plantio convencional como para plantio direto. No entanto, no plantio direto, existe a cobertura morta que pode interceptar os herbicidas, principalmente os pré-emergentes, reduzindo a possibilidade destes atingirem o solo.
Verificando a emergência de plantas daninhas após a dessecação da área com Glyphosate (Roundup: 3,5 L.ha-1) + 2,4-D (0,6 L.ha-1), nove dias antes da
semeadura, Barros et al. (1999), constataram que no momento da semeadura havia 58 plantas.m-2, e sete dias após ocorria na área uma infestação de 306 plantas.m-2 e no momento da aplicação de pós emergência esta havia subido para 628 plantas.m-2.