2.1. Ortaöğretimde Coğrafya Öğretimi
2.1.4. Coğrafi Becerilerin Ders Programındaki Yeri
Cart a do Juazeiro do Nort e - Ceará ( 03, 04 e 05 de out ubro de 2005) .
A lit erat ura de Cordel nordest ina faz part e do pat rim ônio nacional, tendo chegado ate nós at ravés do colonizador sendo desenvolvida no Nordest e, onde foi recriada, m ost rando a riqueza e div ersidade cult ural de um povo sofrido e ex plorado, m as at rav és da voz dos poet as populares e da bravura dos vendedores de folhet os souberam honrar est a art e m ilenar da oralidade e da escrit a popular.
Nós, poetas e pesquisadores, adiant e subscrit os, part icipantes do “ I Encont ro Sesc Cordel – Rom aria dos Versos” , na cidade do Juazeiro do Nort e, Est ado do Ceará, nos dias 03, 04 e 05 de out ubro de 2005, resolv em os nos m anifest ar cont r a om issões e lacunas inst it ucionais que t anto prej udicam esses aut ores e suas obras, sendo assim requerem os das aut oridades m unicipais, est aduais e federais a quem endereçam os as seguintes propost as:
1 - Que o Cordel sej a lev ado pelos órgãos est aduais para as escolas públicas, univ ersidades e out ras inst it uições afins, para ser est udado de form a sist em át ica e perm anente, bem com o preservado em coleções em suas respect iv as bibliotecas;
2 – Que as inst it uições publicas ou privadas deverão facilitar e est im ular a part icipação dos poetas e pesquisadores nos sem inários, encont ros e congressos que v ersem sobre lit eratura;
3 - Que o parlam ent o nacional apresent e lei para regulam ent ação da profissão de poetas populares, com todos os benefícios da lei de previdência social;
4 – Que as inst it uições financeiras, principalm ente as ligadas ao set or publico, apõem e financiem produções de Lit erat ura de Cordel, incluindo proj etos indiv iduais ou colet ivos de part e de associações ligadas aos poet as populares;
5 – Que sej a assegurado os m esm os direit os de igualdade nas apresent ações de proj et os j unto aos fundos de incentivo fiscais e leis m unicipal, est adual e federal, lev ando- se em cont a a descrim inação que sofre o poet a de bancada, diant e de sua sim plicidade e falta de est rut ura para um a m elhor elaboração e apresent ação de seus proj et os;
Disponível em : < ht t p: / / www.r n sit es.com .br/ cor dei s- m an ifest o.ht m > . Acesso em set . de 2010.
6 – Que sej a elaborado um program a urgent e de editoração e distribuição de Folhetos por part e de gov ernos e inst it uições cult urais afins, para que a produção do Cordel se m antenha sem pre viv o;
7 - Que sej a inst it uído o dia QUATRO DE MARÇO, oficialm ente, e pela v ia de ant eproj eto de lei, após consult a prév ia a t odas as inst it uições e pessoas ligadas ao tem a, num a j ust a hom enagem ao pai da lit erat ura de Cordel, o poet a paraibano Leandro Gom es de Barros, nascido em 04 de m arço de 1865, no m unicípio de Pom bal;
8 – Que sej am observados e respeitados os direit os aut orais dos poetas populares, at rav és do Minist ério Publico, Procuradorias e out ros órgãos de Just iça com punições de acordo com a lei vigente de direitos aut orais;
9 – Que sej a criado pelo MEC um cadast ro nacional perm anentem ente at ualizado dos poetas e pesquisadores da Literat ura de Cordel, criando bancos de dados com o obj et iv o de facilit ar o acesso dos est udiosos do assunt o;
10 – que sej am inseridos nos t em as t ransv er sais dos cont eúdos program as pedagógicos inserindo o Cordel na grade cur ricular, lev ando em consideração a qualidade e respeit o às regras básicas da Lit erat ura de Cordel;
11 - Que sej a prom ovido anualm ente, pelas secret árias de cult ura o reconhecim ent o dos Mest res do Cordel, conceit o est e j á inserido às outras cat egorias da cult ura popular;
12 – Criar um a revist a dedicada ao Cordel, a nível nacional, e Bolet ins I nform at iv os, a nív el, de cada Unidade da Federação, para prom oção e divulgação de event os afins, com part icipação e pat rocínio do em presariado local;
13 – Criar um a Agenda de Event os Anuais, em datas perm anentes, a ser inserida no calendário turíst i co de cada cidade ou Est ado, para divulgar ações do t ipo: cant orias, lançam entos de liv ros, folhet os, prem iações, concur sos, fest ivais, feiras, encont ros, sem inários, bienais de Cordel e out ros event os afins, que poderiam , inclusive, agregar out ros it ens da nossa cult ura popular com o a m úsica, a pint ura ( xilogravura), a dança, a culinária, a escult ura e o art esanat o de m odo geral;
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14 – Adoção de polít icas de incent ivo ao Cordel, a com eçar por privilegiar o seu uso a part ir da ut ilização de Folhetos em cam panhas governam ent ais, de com bat e e de inform ações de int eresse publico, com o, por exem plo: vacinação de crianças e idosos, AI DS, DENGUE, Diabet es, Hanseníase, Pressão Arterial, Colest erol, Saneam ent o, Higiene Bucal, Desnut rição I nfant il,Alim entação e Nut rição, Tabagism o, Alcoolism o, Educação no Trânsit o, Educação de Adult os;
15 – A s Univ ersidades, a exem plo de algum as experiências bem sucedidas, poderiam criar, em suas est rut uras, Núcleos de Est udos de Literat ura de Cordel; Est es núcleos ficariam encarregados, dent re out ras responsabilidades, de m anter o Núcleo Cent ral do Minist ério da Cult ura, dev idam ent e inform ado sobre t odos os est udos e ações por eles desenvolvidos. De posse desses dados, o Núcleo Cent ral teria condições de preserv ar o acervo de publicações e estudos sobre Cordel, e est abelecer a int egração e a divulgação daquelas inform ações para t odo o país;
16 – Agendar um encontro com represent ant es do gov erno ( Minist ério da Cult ura) e da com unidade env olv ida com a cult ura popular especialm ente a Literat ura de Cordel, com vist as a lev antar o prim eiro diagnóst ico e criar con dições para est abelecer um program a de ações sobre as quest ões aqui arroladas. Que est e Manifest o sej a lido e am plam ente divulgado nos div ersos veículo im prensa dest e país.
Assin am e st e docum en t o:
I rani Medeiros, Guaipuan Vieira, Gut enberg Cost a, Bule- Bule, Antônio Barret o, Carlos Joel, Vânia Freitas, Fanka Sant os, Cley dson Monteiro, Arlene Holanda, Maria do Rosário, William Brit o, Jozenir Lacerda, Daniel Walker, Abraão Batist a, Pedro Bandeira , João Bandeira,Jesus Sindauex,Hélio Ferraz, Salet e Maria Silv a,Cícero Am orim , I one Severo, Hildênia Onias Sousa, José Lourenço, João Dant as, José Cost a Leite, Ant ônio Lucena , Manoel Mont eiro, Marcelo Soares, Ant ônio Am érico de Medeiros, Rodrigo Apolinário,Francisco Cam pos, Francisco Diniz e Varneci Nascim ent o.
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