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O principal objetivo desta pesquisa foi testar transversalmente o Modelo da Coerção. Para tanto, desenvolveram-se três estudos cujas metas específicas, confia-se terem sido atingidas, permitindo concluir que o objetivo proposto foi alcançado satisfatoriamente. O Estudo 1, que buscou a avaliar a primeira etapa do modelo, apresentou informações acerca do poder explicativo dos estilos parentais em relação aos problemas de conduta na infância, permitindo observar a relevância das práticas parentais (em especial, as baseadas em abuso físico) na explicação de problemas de conduta em idades iniciais. O Estudo 2, cujo objetivo foi testar a segunda fase do Modelo da Coerção, apontou que os Problemas de Conduta apresentam poder explicativo em relação à rejeição social e ao fraco desempenho acadêmico, dando indícios de confirmação da segunda fase do Modelo da Coerção em contexto brasileiro. O Estudo 3 teve como propósito testar a terceira e quarta fase do modelo, os resultados encontrados apoiaram, em parte, a proposta teórica de Patterson para essas fases, uma vez que a variável estilos parentais (em detrimento à rejeição social e o baixo desempenho acadêmico) se apresentou como a variável com maior poder explicativo em relação à associação com grupos desviantes, e esta última também como importante na explicação dos comportamentos socialmente desviantes. Portanto, reconhece-se a contribuição dessa dissertação na apresentação de evidências do Modelo da Coerção em contexto brasileiro.

Não obstante essas considerações, é preciso reconhecer que, como todo empreendimento científico, esta pesquisa também apresenta algumas limitações potenciais, que, embora não invalidem ou comprometam os objetivos antes indicados, demandam pensar criticamente os resultados previamente descritos. Como, por exemplo, as amostras dos estudos não foram representativas da população na qual estavam inseridas, o que limita a generalização dos resultados para o Brasil e, até mesmo, para o Ceará. Contudo, é preciso reconhecer que esse não foi o propósito do estudo.

Adicionalmente, reconhece-se o fato dos estudos realizados não terem adotado uma perspectiva longitudinal, conforme proposta teórica do modelo (PATTERSON; DEBARYSHE; RAMSEY, 1989), fato que pode ter contribuído para a não comprovação de todas as hipóteses estabelecidas. No entanto, dada as especificidades dessa pesquisa (dissertação de mestrado), justifica-se que a realização de um estudo longitudinal não seria viável, uma vez que o tempo disponível para o alcance dos resultados era demasiado curto (24 meses), o que impossibilitava o teste do modelo como um todo. Recomenda-se, em estudos próximos, assim como outros encontrados na literatura (DISHION et al, 2008; PATTERSON;

DISHION; YOERGER, 2000; KEIJSERS et al, 2011; LYNNE-LANDSMAN, BRADSHAW;

IALONGO, 2010; SITNICK; SHAW; HYDE, 2014), a possibilidade de se realizar estudos

com o intuito de se obter evidências longitudinais acerca do Modelo da Coerção.

Destaca-se ainda aspectos relacionados à operacionalização de algumas variáveis. No que refere à avaliação dos estilos parentais, por exemplo, na literatura, ainda são escassas medidas que permitam avaliar, a partir de crianças menores, as práticas parentais dos pais (MACARINI et al, 2010). Ciente dessa limitação, nesse estudo, optou-se, dada suas características psicométricas e pela sua relação com o modelo da Coerção, em utilizar, o Inventário de Estilo Parentais (GOMIDE, 2011), uma vez que este possui versões que podem ser respondidas pelos responsáveis ou pela própria criança.

Em relação às demais variáveis, reconhece-se uma limitação brasileira na área do Desenvolvimento e da Psicopatologia, em que construtos como Rejeição Social, Desempenho Acadêmico, Associação com grupos desviantes ainda carecem de medidas adequadas, apesar de comumente serem relatados como precursores dos comportamentos socialmente desviantes (BELCHIOR, 2013; PAVARINI; LOUREIRO; SOUZA, 2011; PEREIRA; MATOS,2008;

SIMÕES; FONSECA; LOPES, 2011). Portanto, apesar dessa não ter sido uma dificuldade

que impossibilitou a realização desse estudo, é plausível considerar os possíveis erros advindos das medidas (PASQUALI, 2010) que foram utilizadas, as quais, foram adaptadas para atender unicamente os objetivos dessa dissertação. Sugere-se, posteriormente, estudos que apresentem parâmetros psicométricos desses instrumentos.

Como direções futuras, aponta-se a possibilidade de se realizar análises mais robustas (Modelagens por Equações Estruturais), considerando amostras mais amplas e testando o modelo como um todo, como é possível encontrar em testes empíricos de outras teorias (FORMIGA, 2013; SANTOS, 2008; VASCONCELOS et al, 2008). Sugere-se a replicabilidade deste estudo em amostras clínicas, na medida em que inconsistências observadas em relação a algumas das hipóteses, em especial as do Estudo 3, possam ser averiguadas mais adequadamente. Coloca-se, além disso, a importância de se realizar estudos que controlem o efeito da desejabilidade social, sobretudo nas amostras em que os respondentes sejam os responsáveis da criança.

Complementarmente, recomenda-se análises adicionais que permitam checar as possíveis diferenças entre os problemas de conduta entre os sexos e o possível papel mediador ou moderador de outras variáveis que, embora secundárias, também têm sido vinculadas ao modelo em suas diferentes fases, a exemplo da hiperatividade (PATTERSON; DEGARMO;

problemas emocionais (BLATT-EISENGART et al, 2009; COMPTON et al; 2003) e temperamento da criança (ALVARENGA; PICCININI, 2007; PATTERSON, 2002).

Finalmente, confia-se que esse estudo contribuiu para a literatura acerca dos comportamentos socialmente desviantes, em especial, para a consecução de dados empíricos brasileiros acerca do Modelo da Coerção. Dos estudos apresentados, pode-se concluir três aspectos: 1) Na infância, as práticas parentais ineficazes tem papel central no desenvolvimento dos problemas de conduta; 2) Na Média Infância, os problemas de conduta podem ser precursores no ambiente escolar de dois problemas: a rejeição social e o baixo desempenho acadêmico; 3) Na adolescência, a rejeição social e o fracasso acadêmico não se configuram como variáveis pertinentes para associação com grupos desviantes; ao passo que a associação com grupos de pares desviantes explicam o estabelecimento das condutas socialmente desviantes. No mais, também foi possível observar a influência da família mesmo em etapas finais do Modelo da Coerção. Desse modo, ainda que o presente estudo não tenha cunho eminentemente prático, não se pode deixar de considerar que os dados aqui disponibilizados podem ser úteis na implantação de estratégias de prevenção, principalmente, naquelas voltadas para projetos que priorizem as variáveis familiares, os problemas de conduta e a promoção de políticas públicas que previnam a inserção do jovem em grupos desviantes.

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Benzer Belgeler