• Sonuç bulunamadı

boyutuna kadar değişebilmektedir . Kristal tek bir sıvı kapanım barmdırabildiği gibi,

Belgede Popüler Yerbilim Dergisi Mavi (sayfa 38-42)

O conceito de gênero está embutido no discurso social e político contemporâneo. Antigamente gênero era definido como a relação entre homens e mulheres. Ou seja, tendo como sentido o termo “sexo”. Na atualidade isso seria um insulto às conquistas das mulheres e uma forma de bloquear o progresso futuro, pois o gênero não se limita ao sexo masculino, “transcende a situação das mulheres e a análise da dominação masculina” (OLIVEIRA, 1997, p. 17).

A palavra gênero, segundo Scott (1995, p. 71) é uma representação social da relação entre os sexos, mas que não é diretamente determinada pelo sexo nem está proporcional à sexualidade. Ou seja, uma definição mais sistêmica nos mostra que gênero opera como elemento estruturante do conjunto das relações sociais e como forma primária do significado que as relações de poder, e podem propiciar numa compreensão mais ampla das organizações sociais atualmente.

Joan Scott (1995) ainda dá destaque ao gênero como categoria analítica, dando ênfase a raça e a classe, promovendo a inclusão destes na história e a adoção de um novo paradigma. Ela afirma que as relações de gênero não são fixas e variam dentro do tempo e além dele. Para a autora, o gênero é formado pelo discurso, “o discurso é um instrumento de orientação do mundo, mesmo se não é anterior à orientação da diferença sexual” (p. 90).

Outra boa definição de gênero é dada por Burtler (1990, p. 06), segundo ela; “é uma construção radicalmente independente do sexo, o próprio gênero vem a ser um artifício livre das ataduras, em consequência homem e masculino poderia significar tanto um corpo feminino quanto um masculino; mulher e feminino, tanto um corpo masculino quanto um feminino”.

Para Gebara (2000) falar sobre gênero é discutir sobre o ser no mundo, fundamentado pelo lado biológico do ser humano, e por outro lado, tendo um caráter que vai além da fisiologia do corpo, que são os fatores culturais, históricos, sociais e religiosos. Conforme Santos (2012) a dualidade entre os sexos tem como base as diferenças biológicas da corporeidade e vem confirmar a dominação masculina

gerando homens e mulheres pertencentes a mundos distintos, “e, consequentemente a destinos e direitos diferentes” (p. 191).

Os estudos sobre gênero contribuem também, para muitas análises importantes, tais como as que fazem referência ao corpo. Nessa pesquisa o corpo passa a ser investigado como representação proveniente do modo como cada um o percebe, toma consciência e constrói e consolida uma identidade corporal.

As maneiras como o corpo viaja através do tempo, controla a força ou gasta energia ao estabelecidos culturalmente, assim como são as maneiras que corpos masculinos e femininos interagem: quem tem acesso ao toque no corpo de quem, onde, o que suporta o peso do corpo do outro, quem o acomoda (GOLDBERG, 1997, p. 305).

Hanna (1999) afirma que as experiências corporais possibilita que o corpo na dança seja um elo de comunicação para transmitir sentimentos e ideias. Nessa concepção a autora defende que a dança tem o poder de remeter a fantasias sexuais e a debates relacionados ao gênero. Ela ainda explica que em algumas culturas a dança são dançadas pela maioria das vezes apenas por mulheres e poucas vezes por homens _ para a autora essa característica vem reforçar a dominação masculina. Sendo assim, muitas culturas definem os conceitos de gênero por meio da dança, possibilitando a difusão de mensagens que divulgam “papéis diferentes para os sexos e a superioridade masculina” (p. 149).

É interessante observar que, mesmo a Lapinha sendo dançada por mulheres, é da responsabilidade do Pastor, a organização das Pastoras rumo a Belém e a coordenação do folguedo. Desta forma, percebemos como a figura masculina é superior, sendo ela um “chefe” ou “o cabeça” que irá guiar as Pastoras em sua caminhada. Quinteiro (2012) relata que a identidade da masculinidade e feminilidade se dá na imposição de superioridade sobre o outro, e sustenta o argumento de que a mulher é apenas uma auxiliadora do homem.

“Meu são José Me dê li licença

Para as Pastoras passar Meu São José

Me dê licença

Porém, esse personagem é representado durante as apresentações da Lapinha, por uma menina. Segundo Antônia (Lapinha Jesus de Nazaré) “o meu neto até brincava Lapinha, mas o povo ficava falando que dançar Lapinha era coisa de viado27, ai o menino deixou de frequentar”.

Segundo Giusepp e Romedo (2004), Stinson (1995), Rosa (2006), Andreoli (2010), alguns homens teme a prática da dança, isto consiste no fato de que a dança colocaria em dúvida seu status de macho, pois desta forma ficariam conhecidos por “mulherzinhas” ou “homossexuais”. E é por essa questão que ainda os mantém afastados de atividades consideradas pela cultura, como sendo femininas. Segundo os autores atividades corporais de macho é jogar futebol e não praticar dança. Para Kimmel (1998) cabe aos homens realizar atividades de força, destreza e virilidade, técnicas que os centralize como superiores.

A virilidade, como se vê, é uma noção eminentemente relacional, construída diante de outros homens, para outros homens e contra a feminilidade por uma espécie de medo do feminino, e construída, primeiramente, dentro de si mesmo (BOURDIEU, 2005, p. 67).

Mestre Maciel coordenador da Lapinha Jesus de Nazaré afirma que, “além de não gostar de dançar por serem chamados de “viados”, também têm vergonha de vestir as roupas, mesmo o personagem sendo masculino”. De acordo com Giusepp e Romedo (2004) o vestuário é um símbolo que define a questão de gênero, ele tem o poder de distinção entre indivíduos de um grupo. Usar certo tipo de roupa não condiz às características de um corpo masculino.

Percebemos que a inscrição do gênero masculino nos corpos é realizada num contexto cultural, o qual qualquer tentativa de mudar esse fato seria um indício de anormalidade, algo não natural para os homens. Supondo que a própria definição de natureza feminina e masculina é uma construção histórico-cultural, como nos afirma Merleau-Ponty (2006).

Para um homem, o lado técnico ou atlético da dança é um desafio racional. A razão sempre tem sido a base de sua invocação [...] havia sempre, em sua dança, o propósito de refletir suas tendências masculinas para guiar, progredir, ganhar. A civilização não altera a natureza básica masculina; ela desenvolve imagens progressivas do homem-herói (HANNA, 1999, p. 246).

27

Sendo assim, constatamos que na dança por se utilizar o corpo como parte principal para passar uma mensagem estética, ela está muito fortemente ligada aos processos de linguagem que circundam na construção cultural do corpo. Segundo Andreoli (2010) a dança é uma prática de ritualização dos corpos, funciona como uma pedagogia de gênero, e é por meio dela que as desigualdade sociais de gênero são produzidas através das diferentes maneiras de usar o corpo por homens e mulheres.

Na Lapinha, compreendemos que a dança faz relação com o corpo e com a religião, estabelecendo representações de feminilidade. Em outras palavras, a estética corporal dessa dança é considerada de uma espécie de essência naturalmente feminina. “é uma dança que só meninas participam” (Mestre Nau, Lapinha Menino Deus). Fica aparente que ela é imprópria para provar a masculinidade viril dos meninos, mantendo-os afastados dos grupos de dança da Lapinha, sendo essa característica um obstáculo social entre dança versus meninos versus corpo.

Porém observamos também, que apesar de ficar apenas no cantinho das apresentações, a personagem do Pastor é um dos principais, por ter a função de guiar as Pastoras até Belém, tem ele um “cargo de chefia” diante da figura feminina. A posição de liderança masculina na família e na igreja é acompanhada por uma cultura e uma tradição.

Figura 12: Pastor guiando as Pastoras

Esse conceito é o símbolo sagrado para os que creem e seguem uma religião e que afirma os seus votos nesse ensinamento. Por isso Geertz (2011) afirma que os símbolos sagrados são tidos como o ethos 28de um povo, “o tom, o caráter e a qualidade de sua vida, seu estilo e disposições morais e estéticos” (pp.66 - 67). Segundo o autor supracitado a religião é um sistema de símbolos que formula conceitos existenciais que motiva os homens e formam ideias gerais de ordem.

De acordo com as acepções bíblicas há papéis distintos entre homens e mulheres, o qual há uma ordem que prioriza um desses membros, isso cabe ao homem. De acordo com Bourdieu (2005) a dominação masculina se dá por meio das práticas e a religião contribui para que aconteça esse processo.

O homem é o representante maior da família, ele é o “chefe”, “líder”, o patriarca, o trabalhador remunerado, devendo ganhar mais que a mulher. Já a mulher representa a “mãe”, a “boa esposa”, tendo como obrigação os trabalhos domésticos, cuidar da casa e dos filhos, sem remuneração (PINHEIRO DOS SANTOS, 2006, p. 73).

Uma religião patriarcal é aquela que segue o modelo do patriarcado kyriarcal, onde os homens, considerados “pais”, são os detentores de todo o poder e, como o patriarcado, é sustentado por estruturas multiplicadoras de controle e exploração, seja do ponto de vista de classe social, gênero, raça, orientação sexual, etc. as mulheres, neste tipo de estrutura religiosa, como o catolicismo Romano, são alijadas de todo poder de decisão, não podendo receber nenhum tipo de ministério ordenado (TOMITA, 2006, p.151).

Já para os corpos femininos Pinto (2002) afirma que, a fé cristã deixou marcas particulares na vida religiosa brasileira, existindo o preconceito contra o corpo feminino, regulando a vida de toda uma população. Porém a Virgem Maria era apresentada como um espírito perfeito, ela é um exemplo de virtude e símbolo para os papéis da mulher em sociedade. Conforme Menezes (2009) na história as mulheres aparecem apenas com a função de cuidar da família, do marido, dos filhos e de preservar a memória da família.

A religião, na qualidade de construção sócio-históricas e culturais, é para as mulheres um espaço ambivalente. Trata-se de espaços complexos, lugares de contradições, de reprodução, mas que podem, em certas circunstâncias, propiciar alguma transformação das relações sociais (NUNES, 2005, p. 15).

28

Por isso na Lapinha o corpo das Pastoras deve ser uma analogia da mulher perfeita, numa visão pura que se universalizaram nos Pastoris, elas reforçam as regras da sociedade. “No cristianismo, tornou-se emblemática a imagem da Virgem Maria e seu filho cercados por animais e Pastores, com a Virgem resplandecendo a glória e o prazer de ser mãe” (PINTO, 2002, p. 64). Com isto, partimos de um pressuposto que é por esse “recato corporal” que a coreografia da dança da Lapinha é de movimentos simples que não expõe o corpo das brincantes. Conforme Lemos (2009b) a religião ainda discute sobre a masculinidade, o que interfere diretamente na forma como a mulher representa e é representada na sociedade.

E percebemos que apesar de as meninas serem as principais brincantes na Lapinha, porém, elas ainda deixam de estar na organização, mas essa é a função do personagem masculino que guia, organiza e defende, são eles que estão no comando e que tem o maior cargo, pois ainda somos sujeitos dominados por uma cultura que estabelece hierarquias. “A religião sempre exerceu fortes influências na constituição e manutenção da representação social do homem e da mulher” (LEMOS, 2009a, p. 51).

[...] a cultura imprimi suas marcas no indivíduo, ditando normas e fixando ideais nas dimensões intelectual, afetiva, moral e física, ideais esse que indicam à educação o que deve ser alcançado no processo de socialização. O corpo de cada indivíduo expressa não somente sua singularidade pessoal, mas também [...] a história acumulada de uma sociedade que nele marca seus valores, suas leis, suas crenças e seus sentimentos, que estão na base da vida social. (GONÇALVES, 2004, p. 14).

Desta forma, percebemos como a cultura de uma sociedade interfere no pensamento e ações, segundo Bordo (1997) nosso corpo é o que comemos, o que vestimos, ele é um agente da cultura. Também a religião tem grande influência sobre o agir e o comportamento dos corpos de homens e mulheres. Para Saraiva (2005) a relação de homens e mulheres com a dança é relativa, ou seja, que a resistência dos homens às experiências com a dança está intimamente ligada com a condição sócio-históricas construídas ao longo da nossa história.

Neste capítulo percebemos o quanto a corporeidade está presente na dança da Lapinha e o quanto a percepção corporal das brincantes está relacionada com a história, a cultura, a religião, os sentimentos e emoções. É por meio do corpo que elas fazem relação com o mundo, elas são o ser no mundo vivenciando a história do

Natal, do nascimento de Jesus de Nazaré. Tendo em vista essa expressividade corporal e sua importância, no capítulo III estaremos analisando a linguagem corporal na dança da Lapinha no contexto religioso.

CAPÍTULO III

3. Lapinha: a dança como linguagem corporal no contexto religioso

Neste capítulo buscamos compreender como se dá a linguagem corporal na Lapinha tendo em vista seu contexto religioso, levando em consideração a relação do movimento (expressões e gestos corporais, sentimentos) com a linguagem, utilizando a Análise Estrutural da Narrativa de Roland Barthes (2001). Para compor esta parte da dissertação utilizamos o relato de uma cena da apresentação da Lapinha, que faz parte do diário de campo da pesquisadora.

3.1. Os gestos como linguagem corporal

A comunicação humana é realizada por meio de palavras (linguagem verbal) e por símbolos (linguagem não-verbal). Os gestos e os movimentos fazem parte da comunicação que utilizamos para expressar nossas emoções e personalidade, comunicar atitudes e transmitir informações.

A comunicação é um processo de interação no qual compartilhamos mensagens ideias, sentimentos e emoções, podendo influenciar o comportamento das pessoas que, por sua vez, reagirão a partir de suas crenças, valores, história de vida e cultura (SILVA et al., 2000, p. 52).

Segundo Antério e Gomes-da-Silva (2012) a comunicação corporal é um elemento fundamental para o processo de ação comunicativa do sujeito com o meio ao seu redor. Na perspectiva do ato de movimentar-se vai além de simples deslocamentos, de posturas mais confortáveis, do mover-se por alguma necessidade. Desta forma, compreendemos o verdadeiro significado do vocabulário corporal.

Os seres humanos se expressam e se comunicam por meio do movimento corporal: é a nossa linguagem corporal, ela envolve concomitantemente a organização da percepção de estruturas psicomotoras (locomover-se, a postura), as expressões, bem como também, a percepção dos sentidos (tato, audição, visão), são linguagens peculiares ao corpo.

A linguagem também pode ser entendida como um conjunto de códigos que podem ser transmitidos e compreendidos por meio da fala, da leitura, da arte e do corpo. Esses códigos podem ser entendidos como um sistema que regula os gestos possibilitando uma comunicação, permitindo o conhecimento da construção e compreensão dos gestos. De acordo com Ramos (2000) também pode ser definida como o conjunto de símbolos verbais e não-verbais, e está presente em todo o universo educacional. “Esse objeto em que se inscreve o poder, desde toda eternidade humana, é: a linguagem” (BARTHES, 2007, p. 12).

Para Manser (1990) existem vários tipos de linguagem, uma delas é a linguagem corporal, nela estão os códigos e expressões usadas por determinados grupos em situações diversas. Segundo Gomes-da-Silva (2011) a linguagem tem seu lugar social, ela não é apenas instrumento de pensamento, é ela quem torna possível a comunicação. E quando nessa comunicação os homens falam a mesma linguagem, eles se reconhecem como participantes de uma mesma compreensão do mundo (ALVES, 1987).

Antes de nos comunicarmos por meio das palavras, os seres humanos já se comunicavam através dos movimentos, e principalmente pelo seu corpo, que sente, se expressa e se movimenta. Não podemos levar em consideração que nem sempre a combinação de letras, frases, parágrafos, ou seja, linguagem escrita não é a única forma de comunicação. Podemos aqui citar os movimentos corporais, as expressões faciais, os gestos que integram uma dança, também podem ser entendidos por produtores de textos, envolvendo todas as manifestações de comportamento não expressas por palavras (MATTHIESEN et al., 2008).

Deste modo, o movimentar-se é entendido como forma de comunicação com o mundo, mas que enquanto cultura corporal habita o mundo simbólico. Numa visão mais ampla, toda produção humana, pode ser entendida a partir da cultura29, e ela é rica em símbolos expressos e registrados pela linguagem. Conforme Campelo (1997) os símbolos vivem mais que os próprios seres humanos, sem as pessoas eles perderiam o sentido.

29

Cultu a tudo a uilo ue p oduzisse e ue os dife e iasse do esto do u do, as aç es ue pudessem ter sentido como responsáveis pelo progresso local e, consequentemente, a própria contribuição para o desenvolvimento humano ei a e Nu es, , p. .

Para essa comunicação temos os gestos que é a fala corporal, para Gomes- da-Silva (2011) eles não estão apenas no sentido de comandar o corpo ou das emoções que fazem parte do movimento, mas é a verdadeira zona de comunicação, sendo ele responsável pela corporeidade. O corpo e o gesto aparece em todas a culturas como fenômeno, porém é condicionado por ela.

Toda e qualquer gestualidade, tomada pelo prisma da corporeidade, é uma linguagem que se constitui na matéria do pensamento/sentimento e, simultaneamente, é elemento de comunicação. [...] a consciência dos gestos comunicativos é imprescindível para a comunicação corporal [...] (GOMES-DA-SILVA, 2011, pp. 93-94).

Cascudo (1984) afirma que os gestos além terem o ato intuitivo, inconsciente, automático, reflexo, evita o sentimento doloroso, e ainda existe uma infindável série de gestos intencionais, que expressam o pensamento pela mímica, convencionada pelo tempo.

Assim, para Merleau-Ponty (2006) os gestos humanos possui força intencional que ultrapassa os códigos biológicos e culturais, na medida em que se reorganiza corporalmente, segundo o conjunto de experiências e significações vividas. Ele afirma que o corpo é o meio de ter um mundo e que os gestos são necessários à vida e quando você brinca com os seus gestos, passando de um sentido próprio a um sentido figurado, o nosso corpo é um espaço expressivo. É por meio dos gestos que se manifesta um novo núcleo de significação, como por exemplo, os hábitos motores da dança, que como linguagem expressiva é capaz de transmitir emoções poderosas.

O corpo sente e no sentir encontra-se a relação primeira do homem com o mundo; o corpo expressa a história individual e a história acumulativa de uma sociedade; o corpo comunica, ou seja, possui uma linguagem que se revela no movimento; o corpo cria e significa e por isso mesmo o movimento nunca se repete (NÓBREGA, 2005, 77).

Segundo Merleau-Ponty (2006) para compreendermos os gestos, não é necessário que nos lembremos de sentimentos experimentados ao executá-los. Não é por meio das ações mnemônicas30 que iremos reconhecer um gesto, pois nossa compreensão se dá através da linguagem corporal.

30

Desta forma, o corpo como linguagem pode ser compreendido a partir de um corpo que sente, e que, portanto, é passível de registrar e evidenciar as sensações nele presentes; se expressa realçando marcas, gestos, posturas particulares de cada ser; se movimentando por meio de uma grande quantidade de possibilidades próprias que demonstram um pouco de si.

Belgede Popüler Yerbilim Dergisi Mavi (sayfa 38-42)