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Bir Fazlı Yardımcı Sargılı Asenkron Motorun Çalıştırılması

Belgede MEGEP (MESLEKÎ E (sayfa 53-61)

2. KUMANDA VE GÜÇ DEVRELERİNİ KURMAK

2.1. Motor Kumanda Teknikleri

2.1.8. Bir Fazlı Yardımcı Sargılı Asenkron Motorun Çalıştırılması

Uma vez coletados os dados, é preciso ter definido como serão feitas as análises para que se possa chegar à resposta da questão-problema da pesquisa. Yin (2005, p. 133-136) apresenta duas estratégias gerais de análise: baseando-se em proposições teóricas e desenvolvendo uma descrição do caso. A estratégia geral baseada em proposições teóricas é utilizada quando a teoria levantada sobre o assunto permite ao pesquisador levantar possíveis padrões de comportamento ou possíveis relações de causa e efeito entre as variáveis estudadas. Nesses casos, as proposições teóricas devem servir como guia de quais dados levantar e como analisá-los em conjunto.

Quando não existirem proposições teóricas anteriores à pesquisa de campo, a exemplo desta pesquisa, será utilizada a estratégia de descrição do caso. Esse tipo de estratégia de análise se aplica em situações casos em que o objetivo inicial é exatamente realizar uma descrição de algum fenômeno estudado, ou quando o que se busca não é a descrição do fenômeno, mas onde a análise da teoria não for suficiente para identificar relações causais entre as variáveis. Nesses casos, a abordagem descritiva pode auxiliar a identificação das relações de causa e efeito.

Como o objetivo deste estudo pode ser considerado prioritariamente descritivo, a estratégia geral de análise adotada foi o desenvolvimento da descrição do caso. Cada descrição individual tem a seguinte estrutura:

• Caracterização da empresa: o histórico

o tipo de produto

o segmentação do mercado

• Gestão do desenvolvimento de produtos: o conceito

o estratégia e planejamento do produto

o organização do desenvolvimento do produto o gerenciamento do projeto

o Etapas de desenvolvimento:

ƒ desenvolvimento do conceito ƒ projeto da cadeia de suprimentos ƒ projeto do produto

ƒ teste e validação de desempenho ƒ ramp-up e lançamento.

• Conclusão

No item gestão do desenvolvimento de produtos deve conter um primeiro quadro indicando as etapas e subetapas do processo de GDP da empresa em questão. Nos itens Estratégia e planejamento do produto, Organização do desenvolvimento do produto e Gerenciamento do projeto deve conter, em cada uma, um quadro, similar ao Quadro 9, mas com o acréscimo de uma coluna, à direita, que especifique as decisões tomadas por cada empresa. Serão utilizadas as decisões indicadas no Quadro 9 que fazem menção à cada um dos temas citados. O mesmo deve ser feito com o item Etapas do projeto, sendo que para cada uma das etapas haverá referência a cada linha do Quadro 10.

Quadro 9 - Decisões para organização de projetos de desenvolvimento Organização do Projeto

de Desenvolvimento Decisões para organização de projetos de desenvolvimento

Estratégia e Planejamento do Produto

- Estratégia de Mercado (KRISHNAN; ULRICH, 2001; CLARK;

WHEELWRIGHT, 1993) – produtos que serão ofertados, público-alvo e forma que serão disponibilizados; número, tempo e taxa de mudança da plataforma; e define número, tempo, freqüência e relações de produtos diferenciados; componentes compartilhados entre as plataformas.

- Estratégia Tecnológica – tecnologia necessária; tecnologia que dê vantagem competitiva; fonte externa e interna; tempo para capacitação; maturação da tecnologia; e freqüência das implementações (KRISHNAN; ULRICH, 2001; CLARK; WHEELWRIGHT, 1993).

- Plano Agregado de Projetos – prioridades; escolha do projeto e definição de quando começam e terminam; recursos disponíveis (CLARK; WHEELWRIGHT, 1993).

- Aprendizados e melhorias para projetos futuros – melhoria das capacidades envolvidas no processo e do próprio processo em si (CLARK; WHEELWRIGHT, 1993).

Organização do Desenvolvimento do

Produto

- Time – membros da diretoria, gerente funcional, responsável pela engenharia, gerente de projeto, especialistas e parceiros (ROZENFELD et al, 2006); áreas – marketing, vendas, tecnologia, produção e finanças (COOPER et al, 2002b). - Estrutura de desenvolvimento – individual ou em grupo; formal ou informal (ROZENFELD et al, 2006). Estruturas associadas ao papel da liderança - time funcional, peso leve, peso pesado ou autônomo (CLARK; WHEELWRIGHT, 1993; ROZENFELD et al, 2006). Arranjo físico – em área comum ou cada um em seu setor (KRISHNAN; ULRICH, 2001).

- Investimentos – infra-estrutura, ferramentas e treinamento (CLARK; WHEELWRIGHT, 1993).

- Processo de desenvolvimento – abordagem tradicional de desenvolvimento, engenharia simultânea, funil de desenvolvimento, e stage-gate (CLARK; WHEELWRIGHT, 1993).

Gerenciamento do Projeto

- Monitoramento e controle – através de planos, formal, atuação do gerente e envolvimento, e compromisso da alta administração (BROWN; EISENHARDT, 1995; CLARK; WHEELWRIGHT, 1993; ROZENFELD et al, 2006; GRIFFIN, 1997).

- Priorização dos projetos, tempo de desenvolvimento, seqüência das

atividades, e marcos do projeto – planejamentos com auxílio do PERT e CPM;

cronograma (KRISHNAN; ULRICH, 2001; ROZENFELD et al, 2006).

- Descarte de projetos – critérios para descarte; check list (COOPER et al, 2002b). - Comunicação – integração funcional ou multifuncional (CLARK;

WHEELWRIGHT, 1993); interação e/ou colaboração (FRISHAMMAR, 2005); e monólogo ou diálogo, que acontece nas fases iniciais do projeto (CLARK; WHEELWRIGHT, 1993).

- Desempenho – qualidade do projeto, tempo para colocar o produto no mercado e produtividade; planejado x o que efetivamente aconteceu (CLARK;

WHEELWRIGHT, 1993; CLARK; FUJIMOTO, 1991).

Quadro 10 - Decisões das etapas do processo de desenvolvimento Etapas segundo

Krishnan e Ulrich (2001) Decisões das etapas do processo de desenvolvimento

Desenvolvimento do Conceito

- Interação de todos os envolvidos no processo (SMITH; REINERTSEN, 1998). - Clientes e consumidores finais – participação no processo de desenvolvimento; utilização de ferramentas para conhecer as necessidades do mercado, como QFD (GRIFFIN; HAUSER, 1993).

- Escopo detalhado do produto – tecnologias disponíveis e necessárias; normas; patentes e legislação relacionada ao produto; identificar quem é o cliente, o consumidor e suas necessidades; requisitos do produto; produtos concorrentes e similares; serviços agregados ao produto; objetivos ou metas que o produto deve atender; preço; e outras informações relevantes para a empresa (ROZENFELD et al, 2006, p. 213; SMITH; REINERTSEN, 1998; VON HIPPEL, 1986; THOMKE; VON HIPPEL, 2002; SMITH; REINERTSEN, 1998; COOPER et al, 2002a; SLAUGHTER, 1991); congelamento das características em etapas iniciais ou finais (ROZENFELD et al, 2006; BACON et al, 1994 apud KRISHNAN; ULRICH, 2001); Conceito central – input – technology-driven concept; service concept; design-driven concept; value-driven concept; customer- and market-driven concept (BACKMAN et al, 2007).

- Arquitetura do produto, forma física e projeto industrial – desenho virtual ou croqui (KRISHNAN; ULRICH, 2001).

- Variações do produto – quais serão oferecidas, componentes compartilhados entre as variações (KRISHNAN; ULRICH, 2001).

Projeto da Cadeia de Suprimentos

- Componentes – projetados internamente ou comprados prontos; quem projetará, desenvolverá e produzirá (KRISHNAN; ULRICH, 2001).

- Cadeia física de suprimentos – configuração, incluindo o local de junção dos componentes; seleção de fornecedores das tecnologias e equipamentos; sistema de produção e distribuição; custos diretos de produção; custos entre fornecimento e demanda (KRISHNAN; ULRICH, 2001).

Projeto do Produto

- Especificação dos parâmetros do projeto – projeto detalhado dos componentes; relação entre os componentes do produto; seleção de material e de processo e projeto das ferramentas e equipamentos; planos de processo; desenhos finais com tolerâncias (ROZENFELD et al, 2006).

- Embalagem – avaliação da distribuição do produto, incluindo transporte e entrega; definição das formas e sinalizações das embalagens dos produtos; projeção da embalagem; planejamento do processo de embalagem (ROZENFELD et al, 2006).

- Material de suporte do produto – criação do manual de operação do produto, do material de treinamento e do manual de descontinuidade do produto (ROZENFELD et al, 2006).

Teste e Validação de Desempenho

- Prototipagem para validação – em relação a funcionamento, tamanho e fabricação (KRISHNAN; ULRICH, 2001); avalia reações dos consumidores, projeto industrial, durabilidade, encaixe e finalização, e custos de produção (ROZENFELD et al, 2006; CLARK; WHEELWRIGHT, 1993).

- Teste em pequena escala do projeto – produção piloto (CLARK;

WHEELWRIGHT, 1993); definição dos processos de produção e manutenção (ROZENFELD et al, 2006).

- Tipo de protótipo – rápida resposta à engenharia, sistema de solução integrado (periódico), ou replicação da produção cedo (CLARK; WHEELWRIGHT, 1993). - Processo de construção dos protótipos – simulação virtual, prototipagem rápida (experimentação real), e protótipos de papelão ou argila (CLARK;

WHEELWRIGHT, 1993; THOMKE, 1998; SRINIVASAN et al, 1997; BECKER et al, 2005); seqüencial ou paralela; prototipagem em etapas iniciais do projeto (SRINIVASAN et al, 1997).

- Benefícios do protótipo – contribuem para a identificação de oportunidades; aprendizado da organização; formação de novas capacidades; testa a comunicação entre os membros do projeto; auxilia na resolução de conflitos (CLARK;

WHEELWRIGHT, 1993).

Ramp-up e Lançamento

- Teste de mercado – nível de realização; seqüência de introdução dos produtos no mercado (CLARK; WHEELWRIGHT, 1993).

- Lançamento – tempo para o lançamento do produto; como e quando o concorrente entrará ou entrou no mercado; finalização do desenvolvimento do projeto; desenho dos processos de venda e distribuição; atendimento do cliente e assistência técnica; campanhas de marketing (ROZENFELD et al, 2006). - Ramp-up – aumento da produção (CLARK; WHEELWRIGHT, 1993; ROZENFELD et al, 2006).

- Ao fim cessa ou continua o acompanhamento do produto pelo time (ROZENFELD et al, 2006).

Posteriormente, foi elaborado o Capítulo 6, onde é feita a apresentação comparada dos resultados obtidos a partir da análise individual. Sua estrutura foi a mesma utilizada na descrição dos casos individuais. No Capítulo 7 constam as análises conclusivas, onde foi aplicada a estratégia de construção da explanação, na qual a explanação final pode não ter sido inteiramente estipulada no começo do estudo, permitindo novas ilações baseadas nas

evidências sob uma nova perspectiva, assemelhando-se ao processo de aprimoramento de um conjunto de idéias (YIN, 2005).

5 DESCRIÇÃO DOS CASOS

Belgede MEGEP (MESLEKÎ E (sayfa 53-61)

Benzer Belgeler