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4.5. Bağımlılık Kavramı

4.5.1. Bilgisayar Oyun Bağımlılığı

Para interpretarmos os elementos históricos antecedentes à tríade da obra museológica de Gustavo Barroso, bem como de seu projeto de museu ergológico, continuamos amparados na forma, na metodologia e nos vínculos teóricos dos temas com os quais Weber trabalha, sempre observados por ele a partir de uma perspectiva histórica, tal como ciência do real, porque trabalha com conceitos definidos para a compreensão da determinação dos acontecimentos e de suas relações intrínsecas. Weber nos alerta para se evitar a confusão entre evidência e validade, visto que a validade de uma proposição depende da lógica da verdade, enquanto uma relação pode nos parecer evidente ou hipotética, ou ainda na forma de tipo ideal (1992, p. XX). O que se espera do autor de um texto científico não é somente que nomeie seus

valores, mas que faça todo o empenho para não confundir esses valores com a análise científica, ou seja, que mantenha separados seus valores de seus escritos analíticos. A questão da análise científica não se restringe à explicitação, uma vez que esta é o ponto inicial da constituição conceitual, partindo do princípio de que a construção do argumento científico precisa seguir vias distintas daquelas do argumento político. Enfim, demandam-se novas formas de conhecimento: o primado dos problemas e a seleção da perspectiva, testados pela experiência, tornam-se, para Weber, o pressuposto do conhecimento histórico.

As disciplinas empíricas, que trabalham com a categoria da causalidade e elaboram as qualidades da realidade, e nas quais se integram a história e ainda todas as “ciências da cultura”, utilizam, quase sempre, esta categoria em toda a sua extensão: encaram os estados e as mudanças da realidade como “atuados” e “atuantes”, e procuram, em parte, mediante a abstração, a partir dos contextos concretos, descobrir “regras” de “causação” e, em parte, “explicar” conexões “causais” concretas pela referência a “regras”. Mas que papel ali desempenhará a formulação de “regras” e que forma lógica elas assumirão, se em geral terá lugar uma formulação de regras, é um problema da meta cognitiva específica. A sua formulação em forma de juízos de necessidade causais, porém, não é a sua meta exclusiva; a impossibilidade da forma apodítica

(parte da lógica que tem por objeto a demonstração) de nenhum modo se limita às “ciências do espírito”. Sobretudo na história, a forma da explicação causal provém, ademais, do seu postulado da “interpretação” mediante a compreensão. Sem dúvida, ela quer e deve trabalhar também com conceitos de suficiente precisão, e aspira ao máximo possível de claridade na imputação causal, de acordo com a situação do material das fontes. Mas a interpretação do historiador não se dirige à nossa capacidade de ordenar os “fatos” enquanto exemplares em conceitos genéricos e em fórmulas gerais, mas à nossa familiaridade com a tarefa, que todos os dias se nos apresenta, de “compreender” a ação humana individual nos seus motivos. Em seguida, as “interpretações” hipotéticas, que a nossa “compreensão” empática nos ministra, são, decerto, por nós verificadas com a ajuda da “experiência” [...] Assim também na história: ela só pode estabelecer que houve uma conexão “causal” de determinado tipo e torná-la “compreensível” pela referência a regras do acontecer. Por isso, a “necessidade” estrita do acontecer concreto continua a ser, para a história, não só um postulado ideal, mas um postulado que reside na infinidade; então, não se deve, por outro lado, derivar da irracionalidade, inclusive de cada acontecer individual, enquanto parte do cosmos, nenhum conceito de uma “liberdade” indeterminista, específico e relevante para a investigação histórica. Em especial a “liberdade da vontade” é, para ela, algo de transcendente, e até de absurdo, quando concebido como fundamento do seu trabalho. Em termos negativos, a situação é esta: para a história, ambas as ideias se encontram para lá de toda a experiência” que ela possa verificar; e às duas não é permitido influenciar, de modo efetivo, o seu trabalho prático (WEBER, 2010, p. 25-26).

Weber visa a um "conhecimento cultural histórico pleno", postulado de uma formação histórica do método, segundo distintas vezes observamos em seus escritos. Se todos os fenômenos culturais, sejam as religiões, o gosto artístico de uma época ou o "Estado" como formação normativa, precisam ser submetidos em inicialmente à questão: de que maneira estão economicamente condicionados? Igualmente é necessário indicar o questionamento inversamente: em quais efeitos os fenômenos culturais se tornam economicamente relevantes?

Apenas esse procedimento metodológico dúplice autorizaria o desejado "conhecimento cultural histórico pleno".

Não desejamos o “conhecimento cultural histórico pleno”, pois nessa tese almejamos um micro conhecimento sobre certo momento histórico no Brasil. Começamos pelo nacionalismo na sua acepção moderna, com particular destaque para o nacionalismo extremista do século XX, iniciado entre 1880 e 1914, que institui uma categoria inflamada da consciência nacional e que derivou na disseminação de totalitarismos. No Brasil temos o integralismo, do qual foi figura atuante Gustavo Barroso, vínculo que nunca conseguiu romper, mesmo que o quisesse, dado que a marca de ter sido integralista o acompanha até hoje. O mesmo não aconteceu com outros que aderiram ao movimento integralista, principalmente porque ao se desligarem do movimento, passaram a atuar nas fileiras da esquerda, salvaguarda para suas honras intelectuais.

O integralismo, moldado sobre o fascismo, com adaptações nacionais, se expande em nível nacional, colhendo a herança abandonada da direita nacionalista da década de 20. Segundo um dogma que recebera contribuições antigas e recentes, o liberalismo, entregando a sociedade a si própria, não passava do anarquismo latente, caldo propício ao golpe comunista. A "liberal democracia", de outro lado, segundo a fórmula engendrada para depreciar o regime do voto e dos partidos, além de gerar o caos proporcionaria o domínio do país pelo capitalismo internacional. A organização do Brasil segundo moldes profissionais restauraria a autoridade e afastaria o cosmopolitismo, "isto é, a influência estrangeira, um mal de morte para o nosso nacionalismo".75 Intelectuais se aproximam, senão que aderem, ao movimento, com

as francas simpatias da hierarquia católica e algum favor nas classes armadas, sobretudo na Marinha. O namoro ou a mancebia era natural: sob um quadro importado e nacionalizado oferecia-se a oportunidade de um governo estamental, de comando de cima para baixo, coerente às aspirações de universitários cultivados para o exercício do poder sem a disputa plebéia. Governar seria ofício pedagógico de grupos remanescentes da velha República, remodelada autoritariamente. A classe média, sobretudo a nova classe média (white collar) sem papel político na sociedade, desdenhada pelas camadas dominantes, sente no credo verde a oportunidade de ajustar- se ao Estado, que a banira, durante quarenta anos, como parasitária e improdutiva. Na vertente oposta, o pânico do comunismo, dramaticamente denunciado com a Aliança Nacional Libertadora, sob a ascendência de Luiz Carlos Prestes, agora conciliado ao outrora frágil partido sem expressão, acelera o crescimento do integralismo, já numeroso em 1935. O integralismo seria a fórmula retificada e exacerbada da República Velha, na feição de domínio das camadas médias, sem estadualismo e sem oligarquias, com uma comunidade no poder, liberta dos azares do liberalismo. Ele corresponde, não na forma, mas na essência, tirante o ritual fascista, à manutenção do poder pelos revolucionários de 30 saídos dos grupos dominantes, Osvaldo Aranha, este, na verdade, em rápida conversão à democracia, Gustavo Capanema e, sobretudo, Francisco Campos. Plínio Salgado será o ator ostensivo que, muito breve e com muita facilidade, Getúlio Vargas — tido por Vitório Emanuel em perspectiva — arredará com um piparote (FAORO, 2001, p. 828-829).

É interessante percebermos que nesse fragmento de texto da grande obra Os Donos

do Poder, de Raymundo Faoro, há uma excelência indubitável na narrativa sobre o tema

referência sobre Gustavo Barroso, o chefe das milícias do movimento. Ao mencionarmos isso incorreríamos em uma espécie de complexo de inferioridade em relação ao nosso sujeito social, Gustavo Barroso? Pensamos que a questão mereceria pelo menos um momento de atenção e reflexão. Contudo, retomando a narrativa, notamos que voltado ao debate sobre Modernidade, Faoro fala de um “esquema modernizador”:

A absorção, num só impulso ascensional, do patrimonialismo e do capitalismo moderno, voltado este para a indústria e para a lavoura como empresa, será um destino não possível para o esquema modernizador, comprometido com a comercialização e não com o âmbito produtor. O núcleo modernizador cede, na República, à dispersão e à privatização, com o governo decorativo na teoria e vítima dos assaltos particularistas, estadualmente consagrados. A convergência para a unificação do mercado e para o aliciamento protetor e governamental suscita o centralismo, o protesto antifederal, na surda marcha que leva a 1930 (FAORO, 2001, p. 592).

A surda marcha a que se refere Faoro terá em 1922, data da fundação do MHN, o ano mais emblemático, porque os grandes acontecimentos dessa realidade histórica constituem uma constelação de fatores que colocará em questão os padrões culturais e políticos da Primeira República.

Antes mesmo do ano emblemático de 1922, no limiar da década de 1920, o grande evento do Centenário da Independência contou com diversos eventos preparativos, todos profundamente caracterizados pela obsessão em causar boa impressão aos demais países que se dignaram a participar das celebrações do centenário. Havia um forte desejo de edificar a imagem de um Brasil maduro e preparado para integrar uma civilização, dado que o processo de modernidade era irreversível. Dito isso, logo identificamos que as razões que explicavam e abonavam o arrasamento do Morro do Castelo14 se voltavam para a construção de uma capital

desenvolvida, higienizada, modelo para todo o país.

14 Descendo do Morro do Castelo, surgiu ali o primeiro bairro carioca, a Misericórdia, segundo Brasil Gerson.

Repleto de becos, tomado em parte por um casario irregular, seus moradores eram gente que não se dispunha mais à subida íngreme da Ladeira de mesmo nome. Ao fim, quando a cidade finalmente espraiou-se para os lados do Paço, tornou-se área pouco habitada, quase pacata, destinada aos pequenos armazéns dos ancoradouros da Praia de Dom Manuel e aos asilos mantidos por gente pia. Vizinha à Santa Casa de Misericórdia, fundada em 1582 ou 1612, segundo a opinião variável das fontes, desde muito cedo a região foi, também, associada a lugar de atividades de natureza militar e bélica. Ao contrário da “Cidade Nova”, organizada e planejada segundo o cânone urbanístico de então, esta cidade, a “Velha”, surgia assim, segundo Brasil Gerson, quase de improviso “de acordo com as necessidades imediatas [...], sem calçamento, e nem sempre em linha reta”. Suas ruas não provinham de plantas, mas da transformação por que passava a cidade e pelo modo como seus contornos iam sendo apropriados por seus habitantes e pelos órgãos de poder que a administravam. No contexto de reconstrução da Europa, que acabava de ser destruída pela Grande Guerra, o governo municipal de Carlos Sampaio dá início à remoção do Morro do Castelo, acidente geográfico de profundas identificações com a cidade do Rio de Janeiro. Era também o momento propício para remodelação de toda a área que o circundava – aproveitar para se criar um novo espaço, a partir do qual a cidade poderia verdadeiramente florescer. [...] O arrasamento termina em 1921, sem que se tenham achado os famosos tesouros dos jesuítas, em subterrâneos do morro, como se acreditou na época. Com os escombros do desmanche efetuou-se o aterro da Praia de Santa Luzia e de parte da Baía de Guanabara, onde mais tarde se construiu o Aeroporto Santos Dumont, fazendo desaparecer a antiga Ponta do Calabouço. No imenso descampado

Venceu o discurso em favor da higienização, do embelezamento da cidade, do arejamento, de segurança e facilidade de circulação no centro do Rio de Janeiro. Dessa forma, a extensão aberta pela ruína parcial do morro foi aproveitada, em 1922, para a consumação da Exposição Internacional do Centenário da Independência15. Derrubar o Morro do Castelo foi

uma medida impopular para um governo inseguro, titubeante. Entretanto, oferecer aos brasileiros, principalmente àqueles que viviam na capital da República, uma Exposição Universal, nacionalista, em comemoração ao centenário da Independência do Brasil, poderia ser um momento para renovar a popularidade e desviar a atenção da imprensa e dos intelectuais para outras questões, como a inevitável modernização.

A cidade do Rio de Janeiro, capital da República, em 1922 empreendia, podemos afirmar, uma cruzada cívica para celebrar em grande estilo o Centenário da Independência do Brasil, com a exposição internacional, com a reestruturação e remodelação urbana e o embelezamento da cidade, marcado substancialmente pela demolição do Morro do Castelo, no intuito de erguer um “Brasil Moderno”, de erigir um lócus da modernidade, de edificar e apresentar para o mundo a Nação Brasileira.

A guerra não nos custou sacrifícios de gente, apesar da divisão naval fornecida para o policiamento do Atlântico e do Mediterrâneo. Também não nos trouxe vantagens especiais.

O idealismo, que fora, na Monarquia, o traço característico da nossa intervenção nos negócios diplomáticos, se repetiu na República. Porém a propaganda patriótica produziu os melhores frutos e, em consequência do grande voluntariado, depois das leis referentes à conscrição militar, que se tornou obrigatória (1915), as forças armadas se modificaram completamente. Começamos a ter um Exército feito de todos os cidadãos em idade de servir. A parada dos regimentos de “atiradores”, realizada no Rio de Janeiro em 7 de setembro de 1917, reuniu, em belo conjunto, a mocidade de todos os esta dos. O corolário dessa aproximação e desse movimento cívico-marcial seria a revivescência de um nacionalismo benéfico.

A Wenceslau Braz sucedeu Rodrigues Alves, segunda vez presidente da República. Falecendo o ilustre paulista, foi eleito o Senador Epitácio Pessoa. No seu período de governo, realizou-se o recenseamento geral de 1920, comemoramos o primeiro centenário da Independência, e foram repatriados os restos mortais dos últimos imperadores.

Esses três fatos permitem verificar que a República atingira uma situação de estável prosperidade, podendo não apenas apurar os resultados da sua evolução econômica e social, como também celebrar cem anos de vida autônoma com uma exposição

resultante dessa extraordinária intervenção, seriam erguidos os pavilhões para a realização da Exposição Universal de 1922, comemorativa do centenário da Independência do Brasil. (MHN, 2013, p. 87-89).

15 O conjunto arquitetônico onde seria instalado o MHN fora escolhido para abrigar o Palácio das Indústrias, na

Exposição Universal de 1922. Inseridos no contexto das comemorações do Centenário da Independência, os prédios que o compunham foram alvo de uma reforma, que os deixaram ao gosto do ecletismo tardio, tendência quase sempre identificada como de caráter oficial. As modificações foram introduzidas por dois arquitetos, expoentes naquela escola, Arquimedes Memória e Francisque Cuchet, os quais incorporaram um rol de elementos de decoração ao complexo, classificado como “neocolonial mourisco”, que associava certa ideia de progresso ao gosto pela objetividade. Os monumentos do ecletismo carioca, e entre eles os pavilhões erguidos por ocasião do Centenário da Independência, foram quase todos demolidos sem contestação, subutilizados ou simplesmente modificados ao sabor de outras necessidades (MHN, 2013, p. 87-89).

internacional que facilitaria a comparação do progresso do país com as de mais nações amigas.

O ano de 1922 é um excelente ano-limite. (CALMON (1935), 2002, p. 306-307).

Para o professor de História do Brasil do Curso de Museus do MHN, Pedro Calmon, contemporâneo desses acontecimentos, nesse ano-limite houve, ainda, uma sucessão de eventos que mudaram de forma significativa o panorama político e cultural do país, além da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil. Temos a Semana de Arte Moderna, a formação do Partido Comunista – o primeiro partido de caráter nacional –, o movimento tenentista e a própria sucessão presidencial de 1922 formaram referenciais para os novos ventos que sopravam, pondo em debate os padrões culturais e políticos da República.

Destacamos o movimento tenentista, pois a partir da organização de forças militares é possível vislumbrar os acontecimentos que culminariam com a Revolução de 1930 que, de muitas formas, afetaram a vida dos brasileiros e, no caso de nosso personagem, Gustavo Barroso, comprometeu intensamente a sua trajetória, como veremos à frente. Raymundo Faoro infere sobre o tema:

Certos valores que orientam as organizações militares em todos os países — dedicação à ordem, à hierarquia, à honra profissional — somam-se às peculiaridades da história brasileira. A origem social dos oficiais, bem como seu recrutamento regional, sofrem a interna transformação do estamento, que lhes molda e cunha a personalidade, alheios às classes e despidos de sentimentos de casta. A força armada, o Exército sobretudo, identifica-se à missão de preservar a unidade e a homogeneidade nacionais, exacerbadas nos modelos simbólicos da pátria. Preservar a nação dos extravios antinacionais, da desagregação anárquica, mesmo quando esta traduz a mudança econômica e social, será a expressão mais relevante de sua atividade, com imediatos reflexos políticos. Nesse movimento, a sua intervenção encontra a raiz de legitimidade própria, superior ao quadro do jogo político, tal como interpretado pelos homens do poder. Em segundo lugar, por força de tais imperativos íntimos, opor-se-á — mais por inconciliabilidade do que por ação direta — às oligarquias estaduais, tais como reveladas pelo federalismo. Há, nesse sentido, uma linha de coerência entre Floriano, Hermes com as "salvações" e a conduta seguida depois de 1930. Corolário de tal direção será o desejo de libertar o homem do campo do domínio coronelista, desejo sensível nas revoltas de 1922-24 e 26. Essa diretiva fará supor, sem melhores fundamentos, que há simpatia com a inquietação e a elevação das camadas médias urbanas — com o jacobinismo e o fervor da propaganda presidencial de 1922, no movimento, mais tarde, batizado de tenentismo. Na verdade, em contrário à hipótese, deve-se notar o alheamento do militar à campanha de Rui Barbosa de 1909-10, hostil à força armada, bem como às reivindicações de 1929-30, que já anunciam, as últimas, o populismo predatório. A constelação de desejos e expectativas, armada no quadro institucional da organização militar, não se extremará, malgrado a tendência autoritária, para modelos totalitários, cuja monocracia lhe anularia a autonomia social e política. Como expressão nacional, permanente e estável, manterá o ajustamento entre o curso internacionalista da economia e a guarda dos interesses nacionais, discretamente nacionalista, sobretudo modernizadora. Modernizadora, não no sentido do velho estamento português-colonial e imperial, mas com o acento na independência real do país — com expressão qualitativamente diversa no seu conteúdo, que bem se ajusta ao autonomismo cultural que se irradia no país a partir de 1922 (FAORO, 2001, p. 657).

A guarda dos interesses nacionais, ou melhor, nacionalistas, e a ação modernizadora de que fala Faoro na citação acima, já aludidos por nós anteriormente, são características marcantes do projeto de Museologia inaugurado em 1922, fazendo parte desse projeto para além da direção e existência de Gustavo Barroso.

Benzer Belgeler