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BİNA VE İNŞAAT GÖSTERGELERİ

Aluna I.

P. E. – porque é que gostaste mais da tarefa “Como acender uma lâmpada”?

I. – Porque foi divertido trabalharmos em conjunto, pois tentámos acender uma lâmpada. Foi assim um bocado difícil, para ver se nós ficávamos a saber a acender uma lâmpada . Se houver algum problema e os nossos pais não souberem, ou alguma coisa, nós podemos tentar explicar. Porque agora já sabemos.

P. E. – Depois disseste que aprendeste mais na tarefa de “como acender uma lâmpada”. Porque é que aprendeste mais nesta tarefa?

I. – Porque nós trabalhamos muito para tentar acender a lâmpada. Tentámos com fios de lã, nylon e borracha e conseguimos acender a lâmpada só com a pilha.

P. E. – E quando vocês usaram os fios de borracha, como é que estava organizado o vosso ma- terial?

I. - Tínhamos de fazer um circuito fechado, porque se não, se fosse aberto, os fios não conse- guiam transmitir a eletricidade para a lâmpada acender.

P. E. - Muito bem!

P. E. - Então a energia sai da pilha e vai para a lâmpada? I.- Sim, mas primeiro passa pelos fios.

P. E. – Então e depois a energia volta outra vez para a pilha?

I.- Sim, como é um circuito fechado ela vai. Ela vai num fio e fica na lâmpada, volta pelo outro para a pilha. E vai dando assim sempre voltas.

P. E. – Muito bem Inês, é isso mesmo!

P. E. - Depois disseste ainda que aprendeste mais nessa tarefa porque trabalhámos duas vezes. Podes explicar isto melhor?

I.- Trabalhamos duas vezes e assim trabalhámos mais. P. E. - E é importante para ti trabalharmos mais?

I. - Sim, porque assim aprendemos mais sobre aquilo que estamos a estudar. E podemos expe- rimentar mais vezes e ver como conseguimos acender uma lâmpada.

98 P. E. – Muito bem. Ok, obrigada Inês.

Aluna N.

P. E. – Na terceira avaliação disseste que a tarefa que mais gostaste foi a tarefa de “Como acender uma lâmpada”. Porque é que gostaste mais dessa tarefa?

N.- Porque tive de fazer um circuito e porque consegui.

P. E. – E como é que se faz um circuito, és capaz de me explicar?

N. – Precisamos de uma pilha, de uma lâmpada e três fios: um amarela, um de lã e outro de nylon.

P. E. – Então e com o fio de nylon a lâmpada acendeu? N. – Não!

P. E. – E como o fio de lã, acendeu?

N. – Também não. Só acendeu com o de borracha. P. E. – E quantos fios desses usaste?

N. – Dois.

P. E. – Muito bem. E como é que os fios ligavam a pilha à lâmpada?

N. – Uma ponta do fio estava na pilha e a outra ponta lá na lâmpada. E o outro fio era igual. Assim tínhamos um circuito fechado.

P. E. – Então gostaste dessa tarefa por isso, por teres conseguido acender a lâmpada? N. – Sim.

P. E. – Depois disseste que a tarefa em que aprendeste mais foi na tarefa dos bons e maus con- dutores de energia. O que é que aprendeste?

N. – Aprendi que se forem maus condutores não dão. P. E. – Não dão o quê?

N. – Não dão luz. Os bons condutores dão para acender a lâmpada. P. E. – Então e tu sabes dar um exemplo de um bom condutor? N.- Sim. A chave.

99 Aluno R. B.

P. E. – Porque é que gostaste mais da tarefa das experiências com a luz? R. B. – Porque usámos os óculos para ver se víamos a caneta.

P. E. – E o que é que aprendeste de novo nessa tarefa?

R. B. – Aprendi que alguns objetos conseguem se ver com coisas transparentes. Há outros obje- tos como o cartão que não conseguimos ver a caneta.

P. E. - disseste que a tarefa em que mais aprendeste foi na tarefa de “como acender uma lâmpa- da”. O que é que aprendeste de novo nessa tarefa?

R. B. – aprendi que temos que usar dois fios com um circuito fechado. P. E. – Muito bem. E o que é que há mais num circuito fechado?

R. B. – Há energia consegue passar da pilha, para a lâmpada e depois volta para a pilha.

P. E. – Disseste ainda que aprendeste mais nesta tarefa porque usaste muitos objetos. Porque é que é para ti importante usar muitos objetos para aprender?

R. B. – Porque se tiveres muitos objetos temos de descobrir como é que se acende a lâmpada. Se tiveres poucos objetos não conseguíamos aprender.

Aluno R. N.

P. E. – Disseste que a tarefa em que aprendeste mais foi “como acender uma lâmpada”. Porque é que aprendeste mais nesta tarefa?

R. N. - Porque eu não sabia que se podia acender uma lâmpada a partir de uma pilha. Sem ser com a tomada eu não sabia que conseguíamos acender uma lâmpada.

P. E. – Como é que tu conseguiste acender a lâmpada?

R. N. – Consegui de duas maneiras. Quer dizer de três. A primeira foi colocando a lâmpada em cima da pilha. A segunda foi com a pilha e com os dois fios por baixo da lâmpada. A terceira foi com os dois fios, mas nos ferrinhos que a lâmpada tinha em cima.

P. E. – Então assim dessas maneiras tinhas um circuito quê? R. N. – Um circuito fechado.

100 R. N. – Eu gostei mais dessa porque a dos bons e maus condutores tínhamos materiais que eram bons e maus. Neste caso tínhamos de descobrir quais eram os bons e quais eram os maus. Então eu gostei dessa parte porque achava que a moeda e a colher…eu já sabia que estes iam dar. No caso da rolha, da régua e o cartão eu já sabia que não iam dar. Por isso eu achei engraçado, mesmo assim tentar descobrir quais eram os bons e maus condutores.

P. E. – Portanto apesar de tu já teres a tua previsão sobre o que ia acontecer, tu achaste interes- sante usar os materiais para descobrir se a lâmpada acendia ou não. Por este o motivo por que gostaste mais desta tarefa?

R.N. – Sim, foi. P. E. – Ok, obrigada.

Aluno T.

P. E. – Porque é que tu gostaste mais da tarefa dos órgãos dos sentidos? T. – Porque tive a saber como é que eles se chamavam.

P. E. – O que é que a tarefa teve de diferente que te fez gostar mais? [neste momento o aluno não conseguiu responder à questão]

P. E. – Como é que trabalhamos nesse dia? T. - Em grupo.

P. E. – E gostaste de trabalhar em grupo? T. – Sim.

P. E. – Porquê?

T. – Porque assim conseguimos saber mais coisas.

P. E. – Depois disseste que a tarefa em que mais aprendeste foi na tarefa dos órgãos dos senti- dos, porque aprendeste mais. O que é que aprendeste de novo?

T. – Não sabia que quando não temos um órgão dos sentidos podíamos fazer a mesma coisa que os outros.

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Benzer Belgeler