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BİGİLENDİRME TASARIMI VE UYGULAMA ALANLARI
Na área de estudo ocorreram as famílias Paralichthyidae, Bothidae e Cynoglossidae, sendo Paralichthyidae e Bothidae mais representativas no verão e Paralichthyidae e Cynoglossidae, no inverno. De Paralichthyidae, foram identificados os gêneros Syacium, Etropus, Paralichthys, Cyclopsetta e Citharichthys, sendo a nível específico Cyclopsetta chittendeni e C. fimbriatta, Citharichtys spilopterus e C.
cornutus. De Bothidae, foram identificas larvas de Bothus ocellatus e Monolene
antillarum e, de Cynoglossidae, Symphurus trewavasae, S. ginsburgi, S. plagusia e S.
jenynsi.
As larvas de Pleuronectiformes, a maioria em pré-flexão, foram mais abundantes no verão, principal época de reprodução para a maioria das espécies dessa ordem. A ressurgência próxima à região do cabo Frio deve favorecer a sobrevivência e desenvolvimento das larvas. No inverno, águas ricas provindas do sul atingem a região de Ubatuba e um vórtice entre cabo Frio e cabo de São Tomé, cujo núcleo apresenta águas enriquecidas, devem influenciar a abundância das larvas. Uma possível justificativa para a maioria das larvas em pré-flexão estarem nas camadas superficiais seria a alta concentração de alimento neste estrato. Estágios mais avançados de desenvolvimento são menos frequentes provavelmente devido à rapidez com que alcançam o estágio de transformação, quando ocorre o assentamento das larvas.
Paralichthyidae foi mais abundante nos dois períodos. A distribuição dessas larvas pode ser explicada pelo seu transporte da região costeira, onde espécies dessa família desovam, para águas mais afastadas da costa, o que poderia justificar o fato de larvas da família atingirem águas oceânicas. As larvas de Paralichthyidae ocorreram, em sua maioria, na região intermediária do cabo Frio em ambos os períodos. Etropus spp. e
Syacium spp. foram os táxons mais abundantes da família, sendo Syacium spp. mais
abundante no verão e Etropus spp., no inverno. As espécies C. chittendeni, C.
próxima à costa entre cabo Frio e cabo de São Tomé.
Apesar de na literatura a época de desova das duas espécies de Etropus da região ser primavera-verão, a maior abundância de larvas desse gênero ocorreu no inverno, o que sugere que pelo menos uma delas se reproduz também nessa época do ano.
As larvas de Syacium spp. ocorreram preferencialmente na área intermediária, na camada superficial, sendo mais abundante na região do cabo Frio. Syacium spp. apresentaram as três fases de desenvolvimento larval, sendo pré-flexão a mais abundante, com maior frequência na classe de comprimento de 2 mm. No inverno não houve ocorrência do estágio de pós-flexão.
As espécies de Syacium (S. micrurum e S. papillosum) são de hábitos costeiros, mas larvas desse gênero são transportadas para região oceânica, tendo sido abundantes no verão, época de desova de S. papillosum.
As larvas de Citharichthys sp., C. spilopterus e C. cornutus ocorreram somente no verão entre a região de Angra dos Reis e cabo de São Tomé principalmente na zona costeira na camada superficial.
A família Bothidae foi abundante no verão, especialmente B. ocellatus, seguida por M. antillarum. Ocorreram principalmente nas zonas intermediária e oceânica da região de Ubatuba, até o estrato 40-60 m. No inverno, apenas sete exemplares dessa família foram capturadas.
Bothus ocellatus ocorreu principalmente na zona oceânica de Ubatuba, nos três
primeiros estratos, com a maior densidade média na camada superficial. Por ser a espécie mais abundante de Bothidae o padrão de distribuição vertical foi muito semelhante a da família. As larvas em sua maioria estavam no estágio de pré-flexão, nas classes de comprimento de 10 e 11 mm. Larvas em estágios mais avançados (flexão e pós-flexão) foram capturadas somente na região oceânica. Espécie costeira que se reproduz no verão, B. ocellatus teve as larvas mais abundantes na região oceânica, possivelmente devido a transporte, atingindo a isóbata de 2000 m.
Monolene antillarum ocorreu no verão, principalmente na zona intermediária na
região de Ubatuba. A maioria das larvas estava em pré-flexão, variando entre 5,8 e 11,0 mm. Diferentemente de Bothus ocellatus, as larvas em estágio de desenvolvimento mais avançado foram registradas na região costeira e intermediária. Monolene antillarum provavelmente muda para o estágio de flexão mais ou menos com 10 mm.
Igualmente a Bothus ocellatus, Monolene antillarum se reproduz no verão e na zona costeira, porém como a frequência de ocorrência de larvas foi baixa, é provável que a época de reprodução se estenda por um período maior.
A família Cynoglossidae teve baixa frequência nos dois períodos, sendo pouco mais abundante no inverno.
Larvas de Symphurus trewavasae, espécie costeira, ocorreu até próximo a isóbata de 100 m no estrato superficial. A partir de trabalhos que abrangeram a área desse estudo, é possível sugerir que seu período de desova deve ocorrer no final da primavera e início de verão e as larvas ficam distribuídas até a isóbata de 100 m. As larvas de Symphurus ginsbergi ocorreram zona intermediária em duas regiões distintas, Angra dos Reis e cabo Frio, nos dois primeiro estratos.
Não se pode afirmar que a época reprodutiva da família, ou mesmo das espécies, ocorra no inverno, devido principalmente à escassez da quantidade de larvas coletadas. Isso pôde ocorrer, pois possivelmente o período mais intenso de desova das espécies de
Symphurus ocorra fora dos períodos amostrados, ou é a fase de reprodução é muito
rápida, ou há migração para estuário para se reproduzirem, já que alguns estudos demostram que algumas espécies de Cynoglossidae realizam essa migração.
Apesar de presença das larvas de Pleuronectiformes, com destaque para a família Paralichthyidae, tanto no verão e inverno na região entre cabo de São Tomé e ilha de São Sebastião, são necessários mais informações a respeito dos aspectos biológicos para corroborar com o melhor entendimento deste grupo. Faz-se também necessários outros estudos, como por exemplo, reprodução dos adultos, estudos mensais de ictioplâncton, para tentar entender a influência dos fatores abióticos na comunidade e no padrão de distribuição das larvas de linguado.
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