• Sonuç bulunamadı

BELİRTENLİ VE BELİRTİLEN GRUPLU KELİME GRUPLARI

As atitudes dos profissionais objetivando estabelecer um cuidado de boa qualidade demonstram o envolvimento dos elementos necessários à composição de vários conhecimentos. Os relatos permitem abstrair respostas às indagações iniciais referentes aos conhecimentos empregados pelos enfermeiros, se eles os utilizam ou não e de que maneira eles expressam essa utilização. A partir disso, compreendemos que todos os elementos apontados pelos enfermeiros no que tangem ao saber adquirido por eles sugerem a existência de conhecimentos utilizados no pensar e no agir. Afirmamos, então, que os enfermeiros interagem no ambiente de cuidados críticos por meio de uma observação diferenciada, de experiências acumuladas, de raciocínio clínico e lógico, de aspectos afetivos e intuitivos. Destarte, visando ao cuidado, os enfermeiros utilizam técnicas, princípios científicos e teorias de enfermagem adquiridos pela sua formação em conjunto com o saber individual advindo de suas experiências, coadunando, portanto, com Cestari (2002).

O estudo nos possibilitou encontrar não somente que os enfermeiros utilizam conhecimentos adquiridos ou construídos, mas também exaltar que conhecimentos permeiam o cuidado desses profissionais no ambiente crítico. São eles: conhecimentos científico, filosófico, tácito, popular, religioso, e os padrões de conhecimento empírico pessoal, ético e

estético. Releva notar que o conhecimento científico embasa e se sobrepõe aos outros no processo de cuidar, identificando, assim, a bagagem científica adquirida por esses profissionais para possibilitar uma assistência especializada e voltada ao tratamento intensivo. O conhecimento filosófico se demonstra como o segundo mais presente no meio desses profissionais, no sentido de que, aliados à cientificidade, eles interagem com questões filosóficas adequáveis à assistência crítica. Em seqüência, evidenciamos os conhecimentos tácito e empírico, relacionados com a necessidade do agir em situações inusitadas, lançando- se mão do intuitivo e da experiência, respectivamente.

Os padrões do conhecimento definidos por Carper (1978) são identificados nesse estudo separadamente; no entanto, salientamos que, juntamente com os conhecimentos em geral, eles são utilizados pelos profissionais em associação. O conhecimento pessoal é encontrado e diferenciado do conhecimento tácito, inerente ao ser humano. Já os conhecimentos ético e estético são reconhecidos como aspectos do saber que necessitam dos outros tipos de conhecimento para se concretizarem enquanto instrumento de reflexão profissional.

Completando os conhecimentos manifestados neste estudo, citamos o religioso e o popular, com pouca expressividade no ambiente da UTI.

O processo de coleta dos dados ocorreu de maneira agradável, especialmente devido à transparência e ao senso de solidariedade dos enfermeiros em relação aos objetivos propostos. A despeito disso, algumas dificuldades coexistiram, como a incerteza quanto à escala dos mesmos, acarretando, assim, momentos de incompatibilidade de horário entre o pesquisador e o sujeito.

Releva notar que uma característica importante na coleta dos dados foi o embaraço manifestado pelos enfermeiros ao ser proposta uma reflexão sobre o plantão. Eles se demonstraram confusos ao relembrarem os passos realizados durante sua assistência, desencadeando um resgate anacrônico de suas ações. Entretanto, foi verbalizado de maneira dinâmica, revivendo-se situações e descrevendo-se fatos entremeados de sentimentos e pensamentos particulares. Vale ressaltar que o refletir na ação destaca-se complexo para quem o realiza e é exposto pelos entrevistados mediante a dificuldade percebida em verbalizar seu raciocínio.

Portanto, essa análise traz uma importante contribuição para a prática do enfermeiro intensivista, pois aborda questões do seu cotidiano e o processo decisório presente na realização da assistência diante da necessidade de definir o tratamento ideal ou o cuidado que deverá ser dispensado ao assistido. Ressaltamos que para promover uma qualidade na

assistência a reflexão da prática é indispensável, no intuito de buscar conhecimentos que embasem o cuidar melhor tão almejado pelos profissionais da área. Assim, é possível identificar como a construção do saber necessita de estudos árduos e demonstrações da realidade experienciada dentro da enfermagem, de maneira a tornar públicas e conhecidas as áreas do conhecimento dentro da enfermagem.

Enfim, a concepção da realidade extrapola os limites de teorias, técnicas e fatos conhecidos, o que exalta o processo de reflexão na ação do profissional para a construção da realidade vivenciada. Ao assumir uma postura reflexiva, é possível reduzir a apreensão dos profissionais e desdobrar suas ações para além do monitoramento de aparelhos e do cuidado físico, visando a alcançar cada vez mais a excelência do cuidar.

Referências

“Conhecimento sem transformação não é Sabedoria” (Paulo Coelho)

REFERÊNCIAS

ALBUQUERQUE, N. M. G. Vivência do enfermeiro no cuidado humano na Unidade de Terapia Intensiva adulto. 2006. 134 f. Dissertação (Mestrado) – Programa de Pós- Graduação em Enfermagem, Departamento de Enfermagem, Universidade Federal do Grande do Norte, Natal, 2006.

ALMEIDA, M. C. P. de. A construção do saber na enfermagem: evolução histórica. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE PESQUISA EM ENFERMAGEM, 3., 1984, Florianópolis. Anais ... Florianópolis: ABEN, 1984.

ALMEIDA, M. C. P. Estudo do saber de enfermagem e sua dimensão prática. 1984. 179 f. Tese (Doutorado) – Escola Nacional de Saúde Pública, Rio de Janeiro, 1984. Disponível em: <www.eerp.usp.br/rlae>. Acesso em: 22 out. 2006.

ALFARO-LEFEVRE, R. Aplicação do processo de enfermagem: um guia passo a passo. 4. ed. Porto Alegre (RS): Artes Médicas, 2000.

ARGYRIS, C.; PUTNAM, R; SMITH, D. M. Action Science: concepts, methods, and skills for research and intervention. São Francisco: Jassey-Bass, 1985. Disponível em: <http://www.actiondesign.com/action_science>. Acesso em: 12 dez. 2005.

ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. In: Os Pensadores. São Paulo (SP): Abril Cultural, 1983.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM. A “nova” lei do exercício profissional da enfermagem. Brasília: ABEn, 1987. (Caderno de Legislação/Documentos).

ATKINS, S.; MURPHY, K. Reflection: a review of the literature. Journal of Advanced Nursing, n.18, p. 1188-92, 1993.

BARDIN, L. Análise de Conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1977.

BASTOS, M. A. R. O saber e a tecnologia: mitos de um Centro de Tratamento Intensivo. Revista Latino-americana de Enfermagem, v.10, n. 2, p.131-6, mar./abr., 2002. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rlae/v10n2/10505.pdf> . Acesso em: 13 dez. 2006.

BENINCÁ, C. R.; FERNANDEZ, M.; GRUMANN, C. Cuidado e morte do idoso no hospital – vivência da equipe de enfermagem. Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano, Passo Fundo (RS), p. 17-29, jan./jun. 2005. Disponível em: <http://www.upf.br /seer/index.php/rbceh/article/viewPDFInterstitial/27/19>. Acesso em: 11 nov. 2007.

BOCCHI, S.C.M.; FÁVERO, N. Caracterização das atividades diárias do enfermeiro chefe de seção em um hospital universitário. Revista Latino-Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 4, n. 2, p. 41-59, jul. 1996.

BOEMER, M. R.; ROSSI, L. R., NASTARI, R. R.; A idéia de morte em Unidade de Terapia Intensiva – análise de depoimentos. Revista Gaúcha de Enfermagem; v. 10, n. 2, p. 8-14, jul. 1989.

BOFF, L. Saber cuidar. Ética do humano – compaixão pela terra. 2ª ed. Petrópolis (RJ): Vozes, 1999.

BOYKIN, A.; SCHOENHOFER, S. Nursing as caring: a model for transforming practice. New York: National League for Nursing, 1993.

BRASIL. Congresso. Senado. Resolução nº 196 de 1996. Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisa envolvendo seres humanos. Brasília, 1997.

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Humanização: documento base para gestores e trabalhadores do SUS. Brasília (DF), 2004. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/humanizacao/nov_pub.html>. Acesso em: 11 nov. 2007.

BRUGGER, W. Dicionário de filosofia. 4ª ed. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária, 1987.

CAPRA, F. O ponto de mutação: a ciência, a sociedade e a cultura emergente. São Paulo: Cultrix, 1982.

CARPER, B. A. Fundamental patterns of knowing in nursing. Advanced Nursing Science, v. 1, n. 1, p. 13-23, 1978.

CARRARO, T. E. Enfermagem e Assistência: resgatando Florence Nightingale. 2ª ed. Goiânia: AB Editora, 1997.

CARVALHO, V. Cuidando, pesquisando e ensinando: acerca de significados e implicações da prática da enfermagem. Revista Latino-Americana Enfermagem, v.12, n.5, p. 806-15, set./out. 2004.

CASTRO, D. S. Experiência de pacientes internados em Unidade de Terapia Intensiva: análise fenomenológica. 1990. 137 f. Dissertação (Mestrado) – Escola de Enfermagem da USP, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto (SP), 1990.

CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A. Metodologia Científica. 5ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.

CESARINO, C. B. et al. Percepções dos pacientes em relação à Unidade Terapia Intensiva. Revista Arquivo em Ciências da Saúde, jul. / set. 2005. Disponível em:

<http://www.cienciasdasaude.famerp.br/racs_ol/vol-12-3/07%20-%20ID154.pdf>. Acesso em: 11 nov. 2007.

CESTARI, M.E. O conhecimento como instrumento de trabalho da enfermagem. Cogitare Enfermagem, Curitiba, v.7, n.1, p.30-5, jan./jun. 2002.

CLARKE, M. Action and reflection: practice and theory in nursing. Journal of Advanced Nursing, n.11, p. 3-11, 1986.

CLEMENTS, P.T.; AVERILL, J.B. Finding patterns of knowing in the work of Florence Nightingale. Nursing Outlook, v. 54, n. 5, p. 268-74, 2006.

CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. Natal (RN), 2004.

CORRÊA, C. G. Raciocínio clínico e o desafio do cuidar. 2003. 161 f. Tese (Doutorado) – Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto (SP), 2003.

DINIZ, K. D. O ser enfermeiro de UTI: sentimentos desvelados em uma prática profissional. Monografia (residência em Enfermagem) – Departamento de Enfermagem, Universidade Federal do Pernambuco, Recife (PE), 2005.

DINIZ, S. A.; RUFFINO, Márcia Caron. Influência das crenças do enfermeiro na comunicação com o alcoolista. Revista Latino-Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto (SP), v. 4, n. especial, 1996. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_ arttext&pid=S0104-11691996000700003&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 08 nov. 2007.

DOMINGUES, T. A. M.; CHAVES, E. C. O conhecimento científico como valor no agir do Enfermeiro. Revista da Escola de Enfermagem da USP, Ribeirão Preto (SP), v.39, nº especial, p.580-8, 2005.

ELLEFSEN, B. Frames and perspectives in clinical nursing practice: um estudo com enfermeiras norueguesas em ambientes de cuidados intensivos. Research and Theory for Nursing Practice: an International Journal, v. 18, n. 1, 2004.

ENDERS, B. C; DAVIM, R. M. B. Elaboração de protocolos clínicos: problemas no uso da evidência. Revista RENE, Fortaleza (CE), v. 4, n. 2, p. 88-94, jul./dez. 2003.

FAWCETT, J. Conceptual models and nursing practice: the reciprocal relationship. Journal of Advanced Nursing, v. 17, n. 2, p. 224-8, 1992.

FERREIRA, H.M. A totalidade do conhecimento da enfermagem: uma abordagem curricular. Acta Paulista de Enfermagem, São Paulo, v. 16, n.1, p. 56-65, 2003.

FERREIRA, M. I. P. R. A comunicação entre a equipe de saúde e o paciente em coma: dois mundos diferentes em interação. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2000. Disponível em:<http://teses.eps.ufsc.br/defesa/pdf/4400.pdf>. Acesso em 11 nov. 2007.

FIGUEIREDO, N. M. A. de. Práticas de Enfermagem: Fundamentos, conceitos, situações e exercícios. 2ª ed. São Caetano do Sul (SP): Editora Difusão Enfermagem, 2002.

FIGUEIREDO, N. M. A.; CARVALHO, V. DE. O corpo da enfermeira como instrumento do cuidado. Rio de Janeiro: Editora Revinter, 1999.

GEORGE, J. B. Teorias de Enfermagem: os fundamentos para a prática profissional. Porto Alegre (RS): Artes Médicas, 1993.

GERMANO, R. M. Educação e ideologia da Enfermagem no Brasil. São Paulo. Cortez, 1983.

GOMES, A. M. Enfermagem na Unidade de Terapia Intensiva. 2ª ed. São Paulo: EPU, 1988.

GONZAGA, M.L.de C.; ARRUDA, E.N. Fontes e significados de cuidar e não cuidar em hospital pediátrico. Revista Latino-Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto (SP), v. 6, n. 5, p. 17-26, dez. 1998.

HEIDEGGER, M. Ser e tempo. Petrópolis (RJ): Vozes, 1989.

HORTA, W. A. Processo de enfermagem. São Paulo, EDUSP, 1979.

KANT, I. Crítica da razão pura. In: Os Pensadores. São Paulo (SP): Abril Cultural, 1983.

KIM, H. S. Critical inquiry for knowledge development in nursing practice. Journal of Advanced Nursing, v. 29, n. 3, p. 1205-12, 1999.

KNOBEL, E. Condutas no paciente grave. 2ª ed. São Paulo (SP): Atheneu, 1999.

LAHR, C. Manual de filosofia. 7ª ed. Porto: Apostolado da Imprensa, 1958.

LEININGER, M. M. Culture care diversity and universality: a theory of nursing. New York: National League for Nursing, 1991.

LEITE, M. A.; VILA, V. S. C. Dificuldades vivenciadas pela equipe multiprofissional na Unidade de Terapia Intensiva. Revista Latino-Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto (SP), v. 13, n. 2, 2005 . Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_ arttext&pid=S0104-11692005000200003&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 24 nov. 2007.

LEMOS, R. C. A.; ROSSI, L. A. O significado cultural atribuído ao Centro de Terapia Intensiva por clientes e seus familiares: um elo entre a beira do abismo e a liberdade. Revista Latino-Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto (SP), p. 345-57, maio /jun. 2002.

LEOPARDI, M. T. Teorias em Enfermagem: instrumentos para a prática. Florianópolis (SC): Papa Livros, 1999.

LUCENA, A. de F. et al. Construção do conhecimento e do fazer enfermagem e os modelos assistenciais. Revista da Escola de Enfermagem da USP, São Paulo, v. 40, n.2, p.292-8, 2006.

MACHADO, N. J. A universidade e a organização do conhecimento: a rede, o tácito, a dádiva. Estudos avançados, v.15, nº42, p.333-52, maio/ago. 2001. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ea/v15n42/v15n42a18.pdf>. Acesso em: 09 dez. 2006.

MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2006.

MELEIS, I. A. Theorical Nursing. Development and Progress. 3ª ed. Philadelphia: Lippincott, 1997.

MELO, D. de S. et al. Compreensão sobre precauções padrão pelos enfermeiros de um hospital público de Goiânia – GO. Revista Latino-Americana de Enfermagem, v. 14, n. 5, p. 720-7, set. / out. 2006.

MELO, D. de S. Adesão dos enfermeiros às precauções padrão à luz do modelo de crenças em saúde. 2005, 191 f. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2005. Disponível em: < http://www.fen.ufg.br/mestrado/dissertacoes/2005/Dulcelene .pdf >. Acesso em: 10 nov. 2007.

MINAYO, M. C. de S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 3ª ed. São Paulo: Hucitec, 1994.

MINAYO, M. C. de S; DESLANDES, Suely Ferreira; NETO, Otávio Cruz; GOMES, Romeu. Pesquisa Social. Teoria, método e criatividade. 19ª ed. Petrópolis (RJ): Ed. Vozes, 2001.

MONTENEGRO, T. O cuidado e a formação moral na educação infantil. São Paulo: EDUC, 2001.

MOREIRA, M.L.; CASTRO, M.E. de. Percepção dos pacientes em Unidade de Terapia Intensiva frente à internação. Revista René, Fortaleza (CE), v.7, n.1, p.75-83, abr. 2006. Disponível em: <http://www.portalbvsenf.eerp.usp.br/scielo.php?script=sci_arttext& pid=S1517-38522006000100010&lng=pt&nrm=iso> . Acesso em: 24 nov. 2007.

NASCIMENTO, E. R. P.; TRENTINI, M. O. O cuidado de enfermagem na Unidade de Terapia Intensiva (UTI): teoria humanística de Paterson e Zderad. Revista Latino- Americana de Enfermagem, v.12, n. 2, mar./abr. 2004.

NASCIMENTO, E. M. F. et al. O corpo de conhecimento da enfermagem e o paradigma holístico: uma aproximação possível. Acta Paulista de Enfermagem, São Paulo, v. 10, n. 1, p. 7-18, 1997.

NASCIMENTO, L. R. P.; MARTINS, J. J. Reflexões acerca do trabalho da enfermagem em UTI e a relação com o indivíduo hospitalizado e sua família. Revista Nursing, n.29, p. 26-30, 2000.

NELSON, S. Embodied knowing? The constitution of expertise as moral practice in nursing. Texto e Contexto em Enfermagem, Florianópolis, v.16, n.1, p.136-41, jan./mar. 2007.

NIGHTINGALE, F. Notas sobre enfermagem. Editora Cortez, São Paulo, 1989.

PALHARES G. et al. Utilização do plano de cuidados como estratégia de sistematização da assistência de enfermagem. Ciência e enfermagem, v. 8, n. 2, p. 49-58, dez. 2002. Disponível em: <http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0717-5532002000 200006&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 18 dez. 2006.

PAULI, M. C.; BOUSSO, R. S. Crenças que permeiam a humanização da assistência em Unidade de Terapia Intensiva pediátrica. Revista Latino-Americana de Enfermagem, v. 11, n. 3, p. 280-286, maio/jun. 2003. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_ arttext&pid=S0104-11692003000300003&lng=es&nrm=iso>. Acesso em: 12 nov. 2006.

PEDROSO, G. E. R.; BOUSSO, R. S. O significado de cuidar da família na UTI neonatal: crenças da equipe de enfermagem. Acta Scientiarum, Maringá (PR), v. 26, n. 1, p. 129-134, 2004. Disponível em: <http://bases.bireme.br/cgi-bin/wxislind.exe/iah/online/?IsisScript= iah/ iah.xis&base=LILACS&lang=p&nextAction=lnk&exprSearch=402487&indexSearch=ID>. Acesso em 12 nov. 2006.

PINTO, E. B. A pesquisa qualitativa em Psicologia Clínica. Psicologia USP, São Paulo, v. 15, n. 1-2, jan./jun. 2004. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_ arttext&pid=S0103-65642004000100012>. Acesso em: 12 nov. 2006.

PLATÃO. A república. São Paulo (SP): Ática, 1989.

POWELL, J. H. The reflective practioner in nursing. Journal of Advanced Nursing, v. 14, p. 824-32, 1989.

ROACH, S. M. S. The human act of caring: a blueprint for the health professionals. Ottawa: Canadian Hospital Association Press, 1993.

RODRIGUES, R. M. Enfermagem compreendida como vocação e sua relação com as atitudes dos enfermeiros frente às condições de trabalho. Revista Latino-Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto (SP), v. 9, n. 6, 2001. Disponível em: <http://www. scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-11692001000600013&lng=es&nrm=iso>. Acesso em: 12 nov. 2007.

ROLFE, G. Beyond expertise: theory, practice and the reflexive practioner. Journal of Clinical /Nursing, v. 6, p. 93-7, 1997.

ROSSI, L.A.; CASAGRANDE, L.D.R. O processo de enfermagem em uma unidade de queimados: um estudo etnográfico. Revista Latino-Americana de Enfermagem, v. 9, n. 5, p. 39-46, set./out. 2001. Disponível em:n <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci _arttext&pid=S0104-11692001000500007&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 15 nov. 2006.

SANTOS, B.S. Um discurso sobre as ciências. Porto: Afrontamento, 1988. Disponível em: <http://carla.cristiana.googlepages.com/DiscursoCiencias.pdf>. Acesso em: 24 nov. 2007.

SANTOS S. R. Sistema de Informação em Enfermagem: interação do conhecimento tácito- explícito. Brazilian Journal of Nursing, v. 4, n. 1, abr. 2005. Disponível em: <www.uff.br /nepae/objn401santos.htm>. Acesso em: 12 nov. 2006.

SCHÖN, D. A. Educando o profissional reflexivo: um novo Design para o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre (RS): Artes médicas, 2000.

SILVA, D. M.; BATOCA, E. M. V. O conhecimento científico e a enfermagem. Millenium, n. 27, abr. 2003. Disponível em: <http://www.ipv.pt/millenium/millenium27/13.htm> . Acesso em: 16 mar. 2007.

SILVA, G. B. Enfermagem profissional: análise crítica. São Paulo: Editora Cortez, 1986.

SILVA, M. J. P. Qual o tempo do cuidado? Humanizando os cuidados de enfermagem. São Paulo: Edições Loyola, 2004.

SOUZA, M.F. de. As classificações e a construção do conhecimento na enfermagem. Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília (DF), v. 55, n. 6, p. 691-6, nov./dez. 2002.

SOUZA, M.L.; SARTOR, B. V.; PADILHA, M. I. C. S.; PRADO, M. L. O cuidado em enfermagem: uma aproximação teórica. Texto e Contexto em enfermagem, v.14, n. 2, p. 66- 270, abr. / jun. 2005. Disponível em: <http://bases.bireme.br/cgi-bin/wxislind.exe/iah/online/ ?IsisScript=iah/iah.xis&src=google&base=LILACS&lang=p&nextAction=lnk&exprSearch=4 55846&indexSearch=ID > Acesso em: 19 nov. 2007.

SOUZA, S. R. de O. e S. de et al. Aplicabilidade de indicador de qualidade subjetivo em Terapia Intensiva. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 59, n. 2, p.201-205, mar. 2006. Disponível em: <http://www.portalbvsenf.eerp.usp.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid =S0034-71672006000200015&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 13 dez. 2006.

SPERANDIO, D. J.; ÉVORA, Y.D.M. Proposta para a implementação da sistematização da assistência de enfermagem em Unidade de Terapia Semi-Intensiva. Simpósio Brasileiro de Comunicação em Enfermagem, ano 8, maio 2002. Disponível em: <http://www. proceedings.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=MSC0000000052002000100010&ln g=en&nrm=abn>. Acesso em: 15 nov. 2006.

TANNER, C. A. Thinking like a nurse: a research-based model of clinical judgment in nursing. Journal of Nursing Education, v. 45, n. 6, p. 204-11, 2006.

THIOLLENT, M. Crítica metodológica, investigação social e enquête operária. São Paulo: Editora Polis, 1980.

TOFFLER, A. Aprendendo para o futuro. São Paulo (SP): Artenova, 1990.

VALENÇA, A. C. Eficácia profissional: obra em homenagem aos 23 anos da publicação de Theory in Practice, de Chris Argyris e Donald Schön. Rio de Janeiro: Qualitymark editora, 1997.

VALL, J.; LEMOS, K. I. L.; JANEBRO, A. S. I. O processo de reabilitação de pessoas portadoras de lesão medular baseado nas teorias de enfermagem de Wanda Horta, Dorothea Orem e Callista Roy: um estudo teórico. Cogitare Enfermagem, set. / dez. 2005. Disponível em: <http://calvados.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/cogitare/article/viewFile/5395/3970>. Acesso em: 10 nov. 2007.

WALDOW, V. R. Cuidado humano: o resgate necessário. Porto Alegre (RS): Sagra Luzzato, 2001.

______. Examinando o conhecimento na enfermagem. In: MEYER et al. Marcas da diversidade: saberes e fazeres da enfermagem contemporânea. Porto Alegre (RS): Artmed, 1998.

WALDOW, V. R.; LOPES, M. J. M.; MEYER, D. E. Maneiras de cuidar, maneiras de ensinar: a enfermagem entre a escola e a prática profissional. Porto Alegre (RS): Artes Médicas, 1995.

WATSON, J. Nursing: human science and human care, a theory of nursing. New York: National League for Nursing, 1988.

WESTPHALEN, M. E. A.; CARRARO, T. E. Metodologias para a assistência de enfermagem: teorizações, modelos e subsídios para a pratica. Goiânia (GO): AB Editora, 2001.

WHITE, J. Patterns of knowing: review, critique and update. Ana, v. 17, n. 4, p. 73-86, 1995.

ZINN, Gabriela Rodrigues; SILVA, Maria Júlia Paes da; TELLES, Sandra Cristina Ribeiro. Communicating with the sedated patient: experience of the caretakers. Revista Latino- Americana de Enfermagem. Ribeirão Preto (SP), v. 11, n. 3, 2003. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010411692003000300010&lng=en &nrm=iso>. Acesso em: 11 nov. 2007.

ítulo 5:

Apêndices

“O homem tem por objetivo não o prazer, mas o conhecimento." (Swami Vivekananda )

APÊNDICE I

INSTRUMENTO DE OBSERVAÇÃO

Voluntário nº____.

1. Pseudônimo de identificação: ________________________________________________ 2. Data e turno observado: ___________________________________________________ 3. Hora de início da observação: _____________________________________________ 4. Hora de término da observação: _____________________________________________ 5. Observações pertinentes do contexto (número de profissionais trabalhando no turno, número de pacientes internados na UTI, posição/função do enfermeiro no turno, entre outros)_____________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ 6. Observações do cuidar: OBSERVAÇÕES ANOTAÇÕES Ações relacionadas à assistência ao paciente:

- ações do enfermeiro

- a interação verbal e não-verbal - forma de relacionar-se entre e com o paciente

- a comunicação no momento do cuidado Observações a serem focalizadas no

prontuário:

- anotações da assistência prestada ao paciente

Observações a serem focalizadas na passagem do plantão:

- as informações transmitidas a respeito dos clientes e o tipo de informação

APÊNDICE II

ROTEIRO DA ENTREVISTA

Voluntário nº___.

O PROCESSO DE CUIDAR DO ENFERMEIRO EM UMA UTI: uma análise dos conhecimentos utilizados

I. Instruções sobre a entrevista