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2.4. Beden Dilinin Bölümleri:

2.4.3. Beden Dili ve Coğrafya Dersi İlişkisi:

Sensores de Força Resistivos (SFR) fornecem um método quantitativo de medida de força. Estes sensores utilizam o fato de que alguns dispositivos de finos filmes de polímeros exibem uma resistência diminuída com o aumento da força aplicada. O SFR é composto de duas partes: A primeira é um material resistivo aplicado a uma película. A segunda é um jogo dos contatos aplicados sobre a película (ELBESTAWI, 1999). A FIG B1 mostra esta configuração.

FIGURA B1: Configuração do sensor SFR.

Quando uma força é aplicada a este sensor, uma melhor conexão se estabelece ente os contatos, aumentado a condutividade. A FIG B2 mostra a resistência do sensor em função da força. Nesta figura, percebe-se que existe uma relação força única/resistência em alguns patamares. Estes sensores podem ser assumidos lineares em pequenos patamares de força. Para grandes valores de força (em torno de 60g), percebe-se que a condutividade é aproximadamente uma função linear da força, porém na vizinhança de 10 g a resistência muda muito ràpidamente promovendo

B-2

transições abruptas. Dentre as grandes vantagens desse sensor temos o baixo custo e o fato de apresentarem pouca histerese (ELBESTAWI, 1999).

Os resultados da análise de regressão dos dados da calibração para todos os sensores mostraram que existe um bom Coeficiente de Determinação dos dados de resistência e das respostas de força. A análise de regressão foi conduzida utilizando a fórmula de decaimento exponencial de segunda ordem, demonstrando-se adequada para todas as análises. A FIG. C1 ilustra os resultados da análise de regressão dos dados da calibração do sensor 2. O valor do Coeficiente de Determinação para a curva das quatro medidas ascendentes dos ciclos de calibração foi de 0.99541, FIG. C1a. O Coeficiente de Determinação para a curva das duas medidas descendentes do ciclo de calibração foi de 0,99956, FIG. C1b. Já os seis ciclos de calibração juntos apresentaram um Coeficiente de Determinação de 0, 96053, FIG. C1c.

Os resultados da análise de regressão dos dados da calibração do sensor 3, FIG. C.2, mostraram o valor do Coeficiente de Determinação para a curva das quatro medidas ascendentes dos ciclos de calibração de 0.99924, FIG. C.2a,. 0,99955 para as duas medidas descendentes do ciclo de calibração, FIG. C.2b e 0, 96908 para os seis ciclos de calibração analisados em conjunto, FIG. C.2c.

A FIG C.3 apresenta os resultados da análise de regressão dos dados da calibração do sensor 4. A FIG C.3a mostra que o valor do Coeficiente de Determinação para a curva das quatro medidas ascendentes dos ciclos de calibração foi de 0.99288. A FIG C.3b apresenta o Coeficiente de Determinação para a curva das duas medidas descendentes do ciclo de calibração sendo de 0,99674 e a FIG. C.3c, para os seis ciclos de calibração juntos que apresentaram um Coeficiente de Determinação de 0, 97196.

C-2

(a) (b)

(c)

FIGURA. C.1. Curva de calibração: (a) ciclos ascendentes do sensor 2; (b) ciclos descendentes do sensor 2 e (c) todos os ciclos de calibração.

(a) (b)

(c)

FIGURA. C.2. Curva de calibração: (a) ciclos ascendentes do sensor 3; (b) ciclos descendentes do sensor 3 e (c) todos os ciclos de calibração.

Os resultados da análise de regressão dos dados da calibração do sensor 5, FIG C.4, demonstrou um Coeficiente de Determinação para a curva das quatro medidas ascendentes dos ciclos de calibração de 0.99288, FIG C.4a,. para a curva das duas medidas descendentes do ciclo de calibração de 0,99674, FIG C.4b, e para os seis ciclos de calibração 0, 97196, FIG. C.4c.

C-4

(a) (b)

(c)

FIGURA. C.3. Curva de calibração: (a) ciclos ascendentes do sensor 4 ; (b) ciclos descendentes do sensor 4 e (c) todos os ciclos de calibração.

(a) (b)

(c)

FIGURA. C.4. Curva de calibração: (a) ciclos ascendentes do sensor 5 ; (b) ciclos descendentes do sensor 5 e (c) todos os ciclos de calibração.

A FIG C.5 ilustra os resultados da análise de regressão dos dados da calibração do sensor 6. O valor do Coeficiente de Determinação para a curva das quatro medidas ascendentes dos ciclos de calibração foi de 0.99965, FIG C.5a,. para a curva das duas medidas descendentes

C-6

do ciclo de calibração foi de 0,99963, FIG C.5b e 0, 93791 para os seis ciclos de calibração, FIG. C.5c.

Os resultados da análise de regressão dos dados da calibração do sensor 7, FIG C.6. O valor do Coeficiente de Determinação para a curva das quatro medidas ascendentes dos ciclos de calibração foi de 0.99511, FIG C.6a. O Coeficiente de Determinação para a curva das duas medidas descendentes do ciclo de calibração foi de 0,99527, FIG C.6b. Já os seis ciclos de calibração juntos apresentou um Coeficiente de Determinação de 0, 94488, FIG. C.6c.

A FIG C.7 mostra os resultados da análise de regressão dos dados da calibração do sensor 8. Para este caso, o valor do Coeficiente de Determinação para a curva das quatro medidas ascendentes dos ciclos de calibração foi de 0.99674, FIG C.7ª, 0,99527 para a curva das duas medidas descendentes do ciclo de calibração, FIG C.7b e de 0, 9686 para os seis ciclos de calibração, FIG. C.7c.

(a) (b)

(c)

FIGURA. C.5. Curva de calibração: (a) ciclos ascendentes do sensor 6 ; (b) ciclos descendentes do sensor 6 e (c) todos os ciclos de calibração.

C-8

(a) (b)

(c)

FIGURA. C.6. Curva de calibração: (a) ciclos ascendentes do sensor 7 ; (b) ciclos descendentes do sensor 7 e (c) todos os ciclos de calibração.

(a) (b)

(c)

FIGURA. C.7. Curva de calibração: (a) ciclos ascendentes do sensor 8 ; (b) ciclos descendentes do sensor 8 e (c) todos os ciclos de calibração.

ANEXO D

A FIG. D.1 apresenta o perfil completo da contração do assoalho pélvico da paciente 1. Os valores de força do assoalho pélvico obtidos para esta paciente foram de 1,20 N na primeira contração, 1,10 N na segunda contração e de 1,00 N na terceira contração. O valor médio das médias das três contrações foi de 1,10 N.

FIGURA D.1: Perfil de contração da participante 1.

Analisando o perfil completo da contração do assoalho pélvico da paciente 2, FIG. D.2, encontraram-se os seguintes valores de força do assoalho pélvico: 1,20 N na primeira contração, 1,90 N na segunda contração e de 1,90 N na terceira contração, e conseqüentemente, 1,67 N de força média para as três contrações.

Sensor 1 Sensor 2 Sensor 3 Sensor 4 Sensor 5 Sensor 6 Sensor 7 Sensor 8

FIGURA D.2: Perfil de contração da participante 2.

A FIG. D.3 ilustra o perfil completo da contração do assoalho pélvico da paciente 3.Os valores de força do assoalho pélvico desenvolvidos pela paciente foram de 0,80 N na primeira contração, 1,00 N na segunda contração e de 0,80 N na terceira contração. O valor da força média das médias das três contrações foi de 0,87 N de força.

FIGURA D.3: Perfil de contração da participante 3. Sensor 1 Sensor 2 Sensor 3 Sensor 4 Sensor 5 Sensor 6 Sensor 7 Sensor 8 Sensor 5 Sensor 6 Sensor 7 Sensor 8

D-3

Avaliando-se o perfil completo da contração do assoalho pélvico da paciente 4, FIG. D.4, os valores de força do assoalho pélvico promovidos por esta paciente foram de 0,90 N na primeira contração, 1,20 N na segunda contração e de 0,80 N na terceira contração, e, finalmente, 0,97 N para a média das médias de força.

FIGURA D.4: Perfil de contração da participante 4.

Analisando o perfil completo da contração do assoalho pélvico da paciente 5, FIG. D.5, os valores de força do assoalho pélvico desta paciente foram de 1,90 N na primeira contração, 2,20 N na segunda contração e de 2,20 N na terceira contração. O valor médio das médias das três contrações foi, então, 2,10 N.

Sensor 1 Sensor 2 Sensor 3 Sensor 4 Sensor 5 Sensor 6 Sensor 7 Sensor 8

FIGURA D.5: Perfil de contração da participante 5.

Analisando o perfil completo da contração do assoalho pélvico da paciente 7, FIG. D.6, os valores de força do assoalho pélvico desenvolvidos pela paciente foram de 1,00 N na primeira contração, 1,60 N na segunda contração e de 1,20 N na terceira contração. O valor médio das médias das três contrações foi de 1,27 N de força.

FIGURA D.6: Perfil de contração da participante 7. Sensor 1 Sensor 2 Sensor 3 Sensor 4 Sensor 1 Sensor 2 Sensor 3 Sensor 4 Sensor 5 Sensor 6 Sensor 7 Sensor 8 Sensor 5 Sensor 6 Sensor 7 Sensor 8

D-5

A FIG. D.7 apresenta o perfil completo da contração do assoalho pélvico da paciente 8. Os valores de força do assoalho pélvico encontrados para esta paciente foram de 0,10 N na primeira contração, 0,40 N na segunda contração e de 0,50 N na terceira contração. O valor médio das médias das três contrações foi de 0,33 N.

FIGURA D.7: Perfil de contração da participante 8

Analisando o perfil completo da contração do assoalho pélvico da paciente 9, FIG. D.8, obtém-se os seguintes valores de força do assoalho pélvico: -1,90 N na primeira contração, -0,10 N na segunda contração e de 0,10 N na terceira contração. O valor médio total das três contrações foi de -0,63 de força.

Sensor 1 Sensor 2 Sensor 3 Sensor 4 Sensor 5 Sensor 6 Sensor 7 Sensor 8

FIGURA D.8: Perfil de contração da participante 9

Finalmente, a FIG. D.9 mostra o perfil completo da contração do assoalho pélvico da paciente 10. Os valores de força do assoalho pélvico desta paciente foram de 2,30 N na primeira contração, 2,50 N na segunda contração e de 2,20 N na terceira contração. O valor médio das médias das três contrações foi de 2,33 N de força.

FIGURA D.9: Perfil de contração da participante 10. Sensor 1 Sensor 2 Sensor 3 Sensor 4 Sensor 5 Sensor 6 Sensor 7 Sensor 8 Sensor 1 Sensor 2 Sensor 3 Sensor 4 Sensor 5 Sensor 6 Sensor 7 Sensor 8

Benzer Belgeler