3. ARAŞTIRMA BULGULARI
3.1. Priz Süresi ve Hacim Genleşmesi
3.2.2. Basınç Dayanımları
Observei que é de extrema importância que o grupo tenha argumentos para escolher o conteúdo a ser trabalhado, pois esta escolha deve ocorrer de acordo com os conteúdos que foram abordados anteriormente nas aulas teóricas ministradas no decorrer no semestre. Usualmente, percebemos na prática docente que a maioria dos grupos preferiu temas que sejam de fácil entendimento.
A avaliação do roteiro pode ser feita de maneira colaborativa, pois proporciona trocas de experiências entre as disciplinas de Redação, Física, Língua Portuguesa, entre outras. O roteiro é um documento narrativo utilizado como base para a elaboração do audiovisual, contendo a ordem dos conteúdos apresentados e sua elaboração permite que se saibam quais serão as filmagens que serão feitas.
O roteiro deve conter a íntegra do audiovisual e pode ser dividido em cenas numeradas, que descrevem os personagens e os cenários. Deve incluir todos os diálogos, com indicações para os atores quanto à entonação da voz e à atitude corporal. Deve também ser um instrumento que ajude o aluno na produção do audiovisual. Através do roteiro, o professor pode corrigir os conceitos físicos que estejam mal interpretados pelos seus alunos e apresentar estratégias para que o grupo tenha melhor entendimento sobre o conteúdo escolhido pelo grupo. Propomos
que a correção dos roteiros tenha a participação da professora (ou professor) de redação, como foi feito nesse trabalho.
Para correção dos roteiros, foram levados em consideração os dois critérios essenciais:
1. conteúdo do roteiro: podemos analisar os conceitos prévios e o comprometimento dos alunos com os termos científicos adequados ao tema escolhido, à contextualização, à escrita e verificar se as informações contidas no roteiro são suficientes para o entendimento do conteúdo abordado;
2. características linguísticas do texto, ou seja, se a linguagem é coerente com o público alvo e os diálogos são pertinentes.
Uma vez escolhido o tema, cada grupo elaborou um roteiro que foi também debatido em sala de aula, com todos os critérios que seriam utilizados na filmagem e edição do audiovisual. Depois de elaborado o roteiro, cada grupo me entregou uma cópia impressa. Essa cópia foi enviada para a professora de redação. Os itens que compõem o roteiro de gravação desse trabalho foram elaborados depois de intensas discussões em sala de aula. Essas discussões começaram no ano de 2012. Os primeiros roteiros possuíam 16 itens e, após a discussão em sala de aula com os alunos, esses itens foram reduzidos para 10 itens e estão no anexo A deste trabalho.
Depois de realizada a avaliação dos roteiros, os alunos foram instruídos a produzir o audiovisual, pois alguns alunos possuíam dificuldade em “gravar vídeos”. Nesse ponto do trabalho não me preocupei em criar indivíduos profissionais em formatação e edição de audiovisuais, mas sim em interpretar os conceitos físicos abordados de maneira correta e de fácil compreensão.
É fundamental para esse trabalho a apresentação dos critérios que serão utilizados para a avaliação do audiovisual. Dessa forma, é muito importante que os alunos saibam os critérios utilizados para avaliação do audiovisual produzido por eles no decorrer do trabalho, pois isso ajudará na produção de um produto final mais eficaz.
Depois de revisada toda a literatura no que diz respeito à produção de audiovisuais por alunos do nível médio, foi desenvolvida uma proposta com cinco critérios de avaliação. Os critérios de avaliação analisaram:
1. A Interação entre conteúdo visual e conceitos físicos: o objetivo da interação visual e conceitual está ligado à maneira pela qual outros expectadores, além do grupo, entenderam o que o grupo deseja passar, ou seja, como será o entendimento do tema abordado por parte de outras pessoas.
2. O Áudio de música e efeitos sonoros: a palavra sonoplastia vem do latim e é de uso exclusivo da língua portuguesa, surgindo na década de 60 com o teatro radiofônico, ou seja, efeitos sonoros acompanhados pela ação. Os efeitos sonoros podem ser classificados em duas categorias: efeitos editoriais que são eventos sonoros que não exigem grande complexidade de obtenção e manipulação e os efeitos principais que são eventos sonoros que necessitam de uma produção e pesquisas mais elaboradas, pois são mais complexos. Neste trabalho, será considerada apenas a interação dos efeitos sonoros com o conteúdo abordado, ou seja, se preocupar com os efeitos sonoros editoriais, uma vez que não necessitam de um nível menos complexo.
3. As interações entre som, imagens e linguagem. É importante comentar novamente que o objetivo desse trabalho não é criar alunos com alto grau de capacidade em editar vídeos, mas de criar um aluno capaz de manipular, de maneira básica, os dispositivos tecnológicos. A avaliação das interações entre som, imagem e linguagem se torna importante para melhor entender a proposta de abordagem do conteúdo, pois na maioria das vezes o mau uso ou o uso exagerado desses elementos acarreta em um audiovisual de má qualidade.
4. A socialização e arguição dos audiovisuais: no desenvolvimento do trabalho, sentimos a necessidade de explorar mais essa produção, pois possibilita entender os conceitos prévios do grupo, e como esses conceitos foram desenvolvidos no decorrer do trabalho. Depois de todos os audiovisuais entregues, acontece a socialização dos audiovisuais para seus colegas e em seguida são arguidos sobre o que foi visto no audiovisual. Essas perguntas são referentes aos conceitos físicos que foram vistas no audiovisual e, podem
ser feitas pelo professor ou pelos colegas que compõem a sala. Os grupos foram arguidos de acordo com o tema abordado no audiovisual.
5. A postagem do audiovisual no youtube. Depois de gravados os audiovisuais e avaliados, todos os grupos devem postar seu trabalho no youtube. Muitos integrantes dos grupos já possuíam conta no youtube, porém, para aqueles que não possuíam uma conta foi criada uma. Essa conta foi pouco utilizada, pois como já foi citado, a maioria já tinha hábito de postar audiovisuais nessa rede social.
6. Metodologia e o trabalho desenvolvido