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BÖLÜM 2: DANSTA KULLANILAN HAREKETLE ĐLGĐLĐ

3.2. Dansla Đlgili Hareket Terimleri

3.2.3. Halk Danslarında Kullanılan Temel Hareketlerle Đlgili Terimler

3.2.3.4. Bacak ve Ayak Hareketleri

O Programa de Avaliação e Acompanhamento da Política de Educação Permanente em Saúde traduziu-se por uma pesquisa avaliativa concebida e realizada em 2005/2006 para identificar o estágio de desenvolvimento da política de educação permanente em saúde; atualizar o conhecimento relativo à estrutura e organização dos Pólos-EP, propondo mecanismos capazes de incrementar a eficácia da capacitação e a capilaridade do sistema; sugerir estratégias e ações de curto e médio prazo voltadas para o fortalecimento da integração entre formação, educação permanente e

capacitação e dos elos entre serviços e instituições de ensino. Para o alcance dos objetivos propostos, a pesquisa foi estruturada em quatro módulos.

O primeiro módulo compreendeu uma enquete destinada a obter informações executivas atualizadas sobre o universo de 99 Pólos-EP então existentes, segundo cadastro do Ministério da Saúde. A coleta de dados, junto aos responsáveis pelos Pólos, foi feita através de entrevistas telefônicas assistidas por computador, mediante aplicação de questionário eletrônico com questões destinadas a caracterizar a instituição, sua estrutura, organização e lógica de operação. O estudo foi realizado pelo Núcleo de Pesquisa em Saúde Coletiva e Nutrição (NESCON) da Faculdade de Medicina da UFMG no período compreendido entre novembro de 2005 e março de 2006. Cada entrevista teve a duração média de 70 minutos. A taxa de retorno foi de 58,5%, sendo as mais altas provenientes do Sudeste (89%) e do Centro-Oeste (73%). No que se refere à localização do Pólos-EP por grandes regiões do país, 41% se localizam no Sudeste, 19% no Nordeste, 16% no Sul, 14% no Centro-Oeste e 10% no Norte. Há uma concentração de 55% do total em quatro Estados: Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Bahia. A criação dos Pólos-EP é recente: 67% foram criados em 2003 e 29% em 2004.

O segundo módulo compreendeu o estudo de caso de um Pólo específico cuja atuação abrange um grande centro urbano. Para tanto, foi selecionado o Pólo de Educação Permanente da Região Metropolitana de São Paulo, considerado emblemático em virtude de sua compreensão das metas e

objetivos da educação permanente, com conseqüente execução e concretização de atividades que respondem a estes atributos; seu trabalho de registro e divulgação dos resultados eficazes das atividades implementadas, permitindo a replicação das experiências bem-sucedidas; sua determinação em desenvolver e consolidar inter-relações capazes de permitir a identificação das necessidades de capacitação de pessoal para a saúde. Os atores entrevistados para o estudo de caso, através da utilização de questionários semi-estruturados, são: secretários municipais de saúde dos municípios de Santa Isabel, São Lourenço da Serra e Embu-Guaçu, gestores estaduais, presidente do COSEMS-SP, coordenador do Pólo-EP da Região Metropolitana de São Paulo, além de diretores e coordenadores dos Núcleos de Educação Permanente em Saúde das Diretorias Regionais de Saúde de Mogi das Cruzes e Osasco. Foram utilizados, ainda, dados provenientes de análise documental e da Pesquisa sobre o Projeto de Expansão e Consolidação da Saúde da Família (PROESF). A coleta de dados ocorreu no período de outubro de 2006 a maio de 2007.

O módulo III contemplou o retorno aos 12 Pólos estudados anteriormente com o objetivo principal de viabilizar, mediante estudo comparativo, informações úteis para identificar o impacto das novas diretrizes e o ganho de eficácia resultante de uma estruturação mais inclusiva da sociedade civil e seus representantes.

O módulo IV avaliou os oito Pólos do Estado de São Paulo, uma vez que não foram incluídos no estudo anteriormente realizado. Estes Pólos congregam, entre outros, 61 municípios que estão sendo avaliados no

estudo sobre o PROESF, já citado.

Para efeito desta tese, interessa o detalhamento do Módulo III, referente ao retorno aos Pólos-SF anteriormente avaliados. Portanto, a análise está restrita a esta dimensão, tendo as outras três sido mencionadas apenas para informar sobre o estudo, em sua totalidade.

O retorno aos Pólos-SF avaliados em 2000, como já foi dito, buscou identificar a visão que os profissionais – responsáveis pela implementação das novas diretrizes decorrentes da Portaria 198/04 – têm quanto ao seu impacto, tanto no aprimoramento do serviço quanto na qualidade profissional dos recursos humanos capacitados segundo seus ditames. A indagação básica diz respeito à direção da mudança introduzida pelas novas diretrizes. Os dados foram coletados através da realização de entrevistas semi- estruturadas com os responsáveis pela operação do sistema: organização das agendas de reuniões, registros da estruturação e localização dos colegiados, conselhos e secretarias executivas, viabilidade das condições mínimas para operacionalizar os programas de capacitação gerados consensualmente segundo o modus operandi da gestão de coletivos ou roda. O trabalho de campo foi realizado no período de fevereiro a maio de 2006. Foram entrevistados atores identificados através de antigos coordenadores ou sugeridos pelo Ministério da Saúde, através de suas equipes matriciais. A principal dificuldade residiu na busca de lideranças que não se denominavam coordenadores, atendendo à proposta de estruturação e processo decisório horizontais.

Os Pólos de Educação Permanente avaliados no Módulo III do Programa de Avaliação e Acompanhamento da Política de Educação Permanente em Saúde foram:

− Pólo de Educação Permanente em Saúde Macrorregião Nordeste da Bahia, com sede em Salvador associado à Coordenação da Rede Estadual de Pólos da Bahia.

− Pólo de Educação Permanente em Saúde de Fortaleza. − Pólo de Educação Permanente em Saúde de Maceió.

− Pólo de Educação Permanente em Saúde da Região Macro Centro de Minas Gerais, com sede em Belo Horizonte.

− Pólo de Educação Permanente em Saúde da Região do Sudeste Mineiro, com sede em Juiz de Fora.

− Pólo de Educação Permanente em Saúde da Regional Metropolitana de Curitiba.

− Pólo Locorregional Litoral de Educação Permanente em Saúde do Estado de Santa Catarina com sede em Florianópolis.

− Pólo de Educação Permanente em Saúde de Cuiabá. − Pólo de Educação Permanente em Saúde de Brasília

Neste segundo estudo, não foram incluídos o Pólo de Recife e o do Rio de Janeiro. O primeiro porque Resolução do Conselho Estadual de Saúde, CES nº 281, de 03/11/2004, suspendeu provisoriamente o Projeto de Implantação dos Pólos de Educação Permanente em Saúde no Estado de

Pernambuco, e o segundo porque o Pólo do Rio de Janeiro foi avaliado por outra instituição. Para efeito de análise comparativa, os mesmos eixos estruturantes e os mesmos parâmetros utilizados na avaliação dos Pólos-SF (Quadro 3 anterior) foram considerados, embora nem todos tenham se revelado aplicáveis ao novo modelo. Este é o caso dos recursos inovadores ou reprodutores de gerenciamento, uma vez que, no primeiro estudo, a inovação ou reprodução se refere à relação entre as atividades do Pólo e o PSF e, no segundo estudo, não há um programa de saúde específico orientando a atuação dos Pólos. No Quadro 5 estão assinaladas as dimensões comuns e as restrições de aplicabilidade.

Quadro 5: Eixos e Parâmetros Comuns aos Pólos SF e EP e Especificidade.

PARÂMETROS PARA ANÁLISE EIXOS

ESTRUTURANTES PÓLOS-SF PÓLOS-EP ESPECIFICIDADE

INSTITUIÇÕES PARTICIPANTES: INTEGRAÇÃO E PROCESSO DECISÓRIO ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO − Isolamento x Interação − Hierarquia x Cooperação −Isolamento x interação −Compartilhado x Centralizado

INTEGRAÇÃO ENSINO E SERVIÇO, ABRANGÊNCIA E DIVERSIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES

− Ensino reativo x proativo − Planos isolados x compartilhados

−Ensino reativo x proativo −Planos isolados x compartilhados

PROJETO INSTITUCIONAL

− Atividades restritas x amplas −Atividades restritas x amplas

INTEGRAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE DIFERENTES ESFERAS GOVERNAMENTAIS E COOPERAÇÃO INSTITUCIONAL

− Relacionamento escasso x intenso

− Processo decisório segregado x compartilhado

Ver instituições participantes: integração e processo decisório. Variáveis associadas: instituições participantes e esferas de governo.

No desenho dos Pólos-EP, as esferas municipal e estadual fazem parte do Colegiado de Gestão. DESCENTRALIZAÇÃO E COOPERAÇÃO INSTITUCIONAL − Vertical x Horizontal − Isolamento x Cooperação

Horizontalidade e cooperação devem ser constantes e não variáveis.

O desenho dos Pólos EP não supõe instituições coordenadoras x vinculadas

RECURSOS INSTITUCIONAIS DE GESTÃO, SISTEMA DE AVALIAÇÃO E MONITORAMENTO.

− Inovação x Reprodução: pessoal, materiais e métodos Não se aplica Não há um Programa de Saúde específico para referência, como no caso do PSF. INSTITUCIONALIZAÇÃO E MUDANÇA Sistema de M&A: − Informal/Inoperante x Formal/Operante Sistema de M&A: −Informal/Inoperante x Formal/Operante

Benzer Belgeler