3. MALİ DESTEK PROGRAMINA İLİŞKİN KURALLAR
3.1. Uygunluk Kriterleri
3.1.1. Başvuru Sahiplerinin Uygunluğu: Kimler Başvurabilir?
Solução adotada: amarração de duas trincheiras e a verticalização do platô no topo da área mais antiga do aterro sanitário, com: (BORNNADEL et al, 2007)
• Sistema de impermeabilização entre os dois maciços; • Sistemas de drenagem de chorume para o aterro alteado • Sistema de drenagem e captação de gás para o aterro alteado. Para a realização do projeto faz-se necessário:
• Verificar a estabilidade local do maciço, para evitar danos na camada de impermeabilização e manter a operação do sistema de drenagem de chorume;
• Manutenção dos sistemas de drenagem de chorume e gás do aterro antigo, recalques na base do maciço alteado.
T = Vm . V2
6 RESULTADOS E DISCUSSÃO
Para calcular o volume existente entre as células foram feitos cortes. A partir de suas áreas, calculado no CAD, foi aplicada a EQUAÇÃO 01, achou-se o volume disposto. A vista superior da área a ser preenchida está apresentada na FIGURA 33.
FIGURA 33 - Vista superior da área a ser preenchida.
FIGURA 34 - Corte AA.
FIGURA 36 - Corte CC.
FIGURA 37 - Corte DD.
FIGURA 38 - Corte EE.
De acordo com o calculado o volume conforme Quadro 10:
QUADRO 9 - Cálculo do volume
Volumes A1 (m²) A2 (m²) A1 +A2 L/2 (m) (A1 +A2) x L/2 (m³) V-1 1500,99 1500,99 3001,98 8,2 24.616,24 V-2 1500,99 1566,80 3067,79 50 153.389,50 V-3 1566,80 1616,36 3183,16 50 159.158 V-4 1616,36 1498,91 3115,27 50 155.763,50 V-5 1498,91 1431,45 2930,36 50 146.518 V-6 1431,45 1431,45 2862,9 25 71.572,50 Vtotal 711.017,70
Portanto o volume para junção das células usando o arruamento é de 711.017,70 m³ (Vm).
Para determinar o tempo de uso dessa trincheira usaram-se as EQUAÇÕES 02, 03 e 04.
V1 = 4.714,29 m³/dia
• Volume final da frente diária de trabalho, adotando 20% de material para cobertura das camadas de lixo, EQUAÇÃO 03:
V2 = 4.714,29 m³/dia x 1,20 V2 = 5.657,15 m³/dia
• O tempo de utilização da trincheira, EQUAÇÃO 04.
T = 126 dias ~5 meses.
FIGURA 39 - Proposta do platô com alteamento de 30m.
FIGURA 40 - Corte transversal do volume alteado.
Abase = 215.913,37m² Atopo = 98.030,95m²
• Calculo do Volume alteado conforme QUADRO 10:
QUADRO 10 - Cálculo do volume alteado (Va)
Volumes A1 (m²) A2 (m²) A1 + A2 L/2 (m) (A1 + A2) x L/2 (m³) Va 215.913,37 98.030,95 313.944,32 15 4.709.164,80
Sabendo que o volume de lixo gerado por dia/compactado é de 4.709.164,80m³/dia e o volume final da frente diária de trabalho, adotando 20% de material
V1 = 3300t/dia . 0,70t/m³
T = 711.017,70 m³. . 5.657,15 m³/dia
para cobertura das camadas de lixo é de 5.650.997,76m³/dia (V2) pode-se calcular a vida útil dessa célula por meio da EQUAÇÃO 04:
• O tempo de utilização da trincheira, EQUAÇÃO 04.
T = 832 dias ~28 meses
Assim adotando a proposta de junção das células formando um grande platô e alteando mais 30 metros, pode-se aumentar a vida útil do aterro de 33 meses (5meses usando o arruamento mais 28 meses aumentando 30 m da cota existente).
Pode-se melhorar a utilização dessa área substituindo a cobertura diária de argila por material proveniente de RCD, capina e varrição. Essa ação reduzirá o custo, o tempo de captação e transporte de argila para cobertura contribuindo para o aumento da vida útil do ASMOC.
T = 4.709.164,80m³. . 5.657,15 m³/dia
7 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES
Observando as informações coletadas infere-se que a vida útil do ASMOC é de cinco anos. Mesmo o município de Fortaleza destinando seus resíduos de forma adequada, sua geração de 3.000 t/dia é expressiva e qualquer descontinuidade na prestação desse serviço acarretará em sérios danos ambientais e a saúde pública.
A proposta de junção e elevação das células fechadas torna-se ação de suma importância, considerando que os órgãos competentes ainda não adotaram solução para seus resíduos após o fechamento do ASMOC.
Com base nas discussões apresentadas permite-se concluir que a proposta de junção e elevação das células aumentaria a vida útil do ASMOC em 33 meses, aproximadamente três anos. Assim o poder público teria até 2015 para determinar a destinação dos resíduos do Município de Fortaleza.
Para a implementação da proposta é necessário a elaboração de:
• Projeto da camada de impermeabilização e de cobertura, considerando o sistema de impermeabilidade entre os dois maciços e o sistema de drenagem de chorume e captação de gás para o aterro alteado;
• Projeto de manutenção dos sistemas do aterro existente. Para a operação da proposta faz-se necessário:
• Monitoramento do recalque de base do maciço alteado, como o objetivo de evitar danos na camada de impermeabilização e manter a operação do sistema de drenagem de chorume.
Como melhorias a ser implementadas para obter um aumento na vida útil do aterro, recomenda-se:
• A implementação do plano de gerenciamento de resíduos sólidos de Fortaleza; • A difusão da coleta seletiva no município;
• A compostagem;
• Implementação de programas de educação ambiental; • Ampliação do terreno do ASMOC;
• Início da pesquisa para construção de um novo aterro, considerando o estudo de Domingos (2008).
Com base nessas recomendações, permite-se concluir que a proposta de junção e elevação das células fechadas deva ser considerada como solução imediata para o aumento da vida útil do ASMOC.
O trabalho não encerra o tema abordado: destinação final de resíduos sólidos. No entanto, traz contribuição para referenciar ações e possíveis programas que visem contribuir à gestão sustentável os resíduos sólidos.
REFERÊNCIAS
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 10004 - Resíduos sólidos - Classificação. Rio de Janeiro, 1987.
______. NBR 8419 - Apresentação de projetos de aterros de resíduos sanitários sólidos urbanos - Procedimento. Rio de Janeiro, 1992.
ABRELPE. Panorama dos resíduos sólidos do Brasil. São Paulo: Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especial, 2005.
ABREU, M. F. Do lixo à cidadania: estratégias para a ação. Brasília: Caixa, 2001. 94 p. il.
ARAÚJO, M. P. M. Serviço de limpeza urbana à luz da Lei de Saneamento Básico: regulação jurídica e concessão da disposição final de lixo. Belo Horizonte: Fórum, 2008. 442 p.
ARAÚJO, M. Pesquisa de mestrado [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por <[email protected]> em 4 de jul 2008.
ARFOR, Agência Reguladora de Fortaleza. Obtenção de dados. Fortaleza: ARFOR, 2008.
ASSUNÇÃO, C. D. C. Caracterização dos resíduos sólidos do município de
Pacatuba/CE. 2005. 76 f. Monografia (Graduação Tecnólogo em Saneamento Ambiental) – Centro Federal de Educação Tecnológica do Ceará, Fortaleza, 2005.
BAHIA, S. R. (Org.). Cartilha de limpeza urbana. Brasília: CPU; SNS, [19--].
BARBOSA, L. T. Gerenciamento de resíduos sólidos urbanos no norte de Minas Gerais: estudo relativo à implantação de unidades de reciclagem e compostagem a partir de 1997. 2004. 97 f. Dissertação (Mestrado em Saneamento, Meio Ambiente e Recursos Hídricos) - Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2004. Anais eletrônicos... Disponível em:
<http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/handle/1843/ENGD-679NTD>. Acesso em: 15 de mar. 2008.
BATISTA, H. P. et al. Reintegração de aterros sanitários à paisagem urbana: a experiência de Belo Horizonte. In: SEMINÁRIO SOBRE RESÍDUOS SÓLIDOS. 29 e 30 de abril de 2004, São Paulo. Anais... São Paulo: ABGE, 2004. 1v.
BEL, D. D. Políticas públicas para resíduos industriais: a visão do setor de tratamento. In: AUDIÊNCIA Pública – CMAGRS – Senado Federal. Anais eletrônicos... Disponível em: <http://www.senado.gov.br/web/comissoes/cma/ap/AP_20070627_ABETRE_Politicas_Publi cas_Residuos_Industriais.pdf>. Acesso em: 16 de mar. de 2008.
BENVENUTO, C. Resíduos sólidos domiciliares em pequenas comunidades: aspectos construtivos e ambientais; vantagens e desvantagens. In: SEMINÁRIO SOBRE RESÍDUOS SÓLIDOS. 29 e 30 de abril de 2004, São Paulo. Anais... São Paulo: ABGE, 2004. 1v.
BIDONE, F. R. A.; POVINELLI, J. Conceitos básicos de resíduos sólidos. São Carlos: EESC/USP, 1999. 120 p.: il.
BORELLA, M. F. P. Reintegração de aterros sanitários à paisagem urbana. In: SEMINÁRIO SOBRE RESÍDUOS SÓLIDOS, 2., 2004, São Paulo. Anais: São Paulo, ABGE, 2004. 1v. CD-ROM.
BORNNADEL F. et al. Projeto e construção de alteamento de célula do aterro sanitário BASSE DI STURA em Turim: um aterro sanitário independente sobre células já encerradas. Disponível em: <http://www.ecosdasardenha.com.br/palestras/ecos_2008_francisco.pdf>. Acesso em: 02 jun. 2008.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil - 1988. Brasília, DF: Senado, 1988. Disponível em: <http://legis.senado.gov.br/con1988/index.htm>. Acesso em 11 nov. 2007.
______.Decreto n° 6.017, de 17 de janeiro de 2007a. Regulamenta a Lei n° 11.107, de 6 de abril de 2005, que dispõe sobre normas gerais de contratação de consórcios públicos. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 18 de jan. de 2007. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/Ccivil_03/_Ato2007-
2010/2007/Decreto/D6017.htm>. Acesso em 11 de nov. 2007
______. Lei n° 8.987, de 13 de fevereiro de 1995. Dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos previsto no art. 175 da Constituição Federal, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 de fev. de 1995. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/Ccivil_03/LEIS/L8987cons.htm>. Acesso em 11 de nov. 2007
______. Lei n° 9.974 de 6 de julho de 2000. Altera a Lei no 7.802, de 11 de julho de 1989, que dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação, a exportação, o destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a
classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, seus componentes e afins, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder
Executivo, Brasília, DF, 7 de jun. de 2000. Disponível em: <
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9974.htm>. Acesso em 11 de fev. 2008
______. Lei nº 11.107, de 6 de abril de 2005. Dispõe sobre normas gerais de contratação de consórcios públicos e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 7 de abr. de 2005. Disponível em:
<http://www.leidireto.com.br/lei-11107.html>. Acesso em 11 de nov. 2007
Lei nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007b. Estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico; altera as Leis nos 6.766, de 19 de dezembro de 1979, 8.036, de 11 de maio de 1990, 8.666, de 21 de junho de 1993, 8.987, de 13 de fevereiro de 1995; revoga a Lei no 6.528, de 11 de maio de 1978; e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 8 de jan. de 2007. Disponível em: <http://www.cidades.gov.br/secretarias-nacionais/saneamento-ambiental/legislacao/leis/lei- do-saneamento-1/LeisSaneamentoPortugues.pdf/view>. Acesso em 02 de fev. 2008
BRILHANTE, H. Aterro Metropolitano Oeste de Caucaia – ASMOC. Relatório técnico da situação do ASMOC. Jan. a Dez. de 2006. Fortaleza: ARFOR, 2006.
BROLLO, M. J. Seleção de áreas para implantação de aterros sanitários. In: SEMINÁRIO SOBRE RESÍDUOS SÓLIDOS, 29 e 30 de abril de 2004, São Paulo. Anais... São Paulo: ABGE, 2004. 1v. CD-ROM
CABRAL, N. R. A.. Pesquisa de mestrado [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por <[email protected]> em 7 out. 2008.
CABRAL, A. E. B.; SCHALCH, V. Diagnóstico da geração e gestão dos resíduos de construção e demolição. Cadernos Temáticos: meio ambiente, espaço a ser respeitado. Brasília: Secretaria de Educação Profissional e Tecnológico, 2004.
CAGECE. Execução do Programa SANEFOR / SANEAR. 2008. Disponível em:
<http://www.cagece.com.br/meioambiente/desenvolvimentoinicial/programa_sanear/panel_sa nefor>. Acesso em: 6 de maio de 2008.
CAMARGO, A. L. B. As dimensões e os desafios do desenvolvimento sustentável: concepções, entraves e implicações à sociedade humana. Florianópolis, 2002. 197 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, UFSC, 2002. Disponível em:
<http://teses.eps.ufsc.br/defesa/pdf/6828.pdf>. Acesso em: 16 de fev. de 2008.
CAMPOS, H. K. T.; CHENNA, S. I. M.; VELLOSO, C. H. V. Modelo de gestão integrada de resíduos sólidos urbanos. Anais... Brasília/DF: ABES, 2000.
CAPELO NETO, J.; CASTRO, M. A. H. Simulação e avaliação do desempenho hidrológico da drenagem horizontal de percolado em aterro sanitário. Engenharia Sanitária Ambiental. v. 10, n. 3, p. 229-235. jul-set. 2005.
CAPELO NETO, J. et al. Avaliação do tratamento de percolado de resíduo doméstico em lagoa anaeróbia no semi-árido nordestino In: CONGRESSO BRASILEIRO DE
ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 21., 2001, João Pessoa. Anais eletrônicos... Rio de Janeiro: ABES, 2001. Disponível em:
<http://www.bvsde.paho.org/bvsaidis/aresidua/brasil/ii-078.pdf>. Acesso em: 1 abr. 2008.
CARNEIRO FILHO, F. A. Destino final dos resíduos sólidos de Fortaleza: diagnóstico e proposta de solução integrada. 2001. 118 f. Dissertação (Curso de Mestrado em Gestão e Modernização Pública Municipal e Estadual) - Universidade Estadual Vale do Acaraú e Universidade Internacional. Fortaleza, 2001.
CARVALHO JUNIOR, F. H.; NOGUEIRA, R. C. Gerenciamento de resíduos sólidos urbanos: coleta, transporte, tratamento e destinação final. Fortaleza/CE: ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, 2005.
CARVALHO, B. A. Ecologia aplicada ao saneamento ambiental. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental: Banco Nacional da Habitação: Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente, 1980.
CARVALHO, M. F. Comportamento mecânico de resíduos sólidos urbanos. São Carlos, 1999. 300 f. Tese (Doutorado em Geotecnia) – Escola de Engenharia de São Paulo,
Universidade de São Paulo. Disponível em:
<http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/18/18132/tde-25092007-105128/> . Acesso em: 10 mar. 2008.
CEARÁ. Decreto n° 29.306, de 5 de junho de 2008. Dispõe sobre os critérios de apuração dos índices percentuais destinados à entrega de 25% do ICMS pertencentes aos municípios. Diário Oficial [do] Estado do Ceará. Série 2, ano XI, n. 105. Ceará. 06 jun. 2008.
______. Lei nº 13.103, de 24 de janeiro de 2001. Dispõe sobre a Política Estadual de
Resíduos Sólidos e dá providências correlatas. Diário Oficial [do] Estado do Ceará. Ceará. 05 fev. 2001. Disponível em:
<www.semam.fortaleza.ce.gov.br/arquivos_pdf/grcc_l13103.pdf>. Acesso em: 29 abr. 2008.
______. Secretaria do Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente. Autarquia da Região Metropolitana de Fortaleza. Projeto aterro sanitário metropolitano oeste de Caucaia – Ceará – Relatório de impacto ambiental. Fortaleza: ASTEF/UFC, 1989. v. 1. 74 p. il.
CEGÁS vai comprar gás gerado em aterros sanitários de municípios do Ceará. Jornal da Ciência, 29 mar. 2007. Disponível em:
<http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=45768>. Acesso em: 23 ago. 2008.
CERQUEIRA, L.; MELLO, S. Aterro sanitário: solução para o lixo? Saneamento Ambiental, n. 57, maio/jun 1999. 1 CD-ROM.
COMLURB. Companhia Municipal de Limpeza Urbana. Disponível em: <http://comlurb.rio.rj.gov.br/informa_curi.htm> 2006. Acesso em: 30 abr. 2008.
CONAMA, Resolução COMANA n° 257 de 30 de junho de 1999. Considera a necessidade de se disciplinar o descarte e o gerenciamento ambientalmente adequado de pilhas e baterias usadas, no que tange à coleta, reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final. Brasília: DOU: 22 de julho de 1999. Disponível em:
<http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res99/res25799.html>. Acesso em: 26 fev. 2008.
______. Resolução COMANA n° 275 de 25 de abril de 2001. Estabelece código de cores para diferentes tipos de resíduos na coleta seletiva. Brasília: DOU: 19 de junho de 2001.
Disponível em: <http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res01/res27501.html>. Acesso em: 19 fev. 2008.
______. Resolução COMANA n° 5 de 5 de agosto de 1993. Relativa a definição de normas mínimas para tratamento de resíduos sólidos oriundos de serviços de saúde, portos e
aeroportos, bem como a necessidade de estender tais exigências aos terminais ferroviários e rodoviários. Brasília: DOU: 31 de agosto de 1993. Disponível em:
<http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res93/res0593.html>. Acesso em: 19 fev. 2008.
CONDER, Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia. Manual de operação de aterros sanitários. Disponível em:
<http://www.conder.ba.gov.br/manual_aterro.pdf>. Acesso em: 08 dez. 2007.
CONFEA. Lixo sem fim. Revista do CONFEA - Conselho federal de engenharia, arquitetura e agronomia, ano VIII, n. 20, out.-dez. 2004a. Acesso em:
<http://www.confea.org.br/revista/>. Acesso em: 21 jan. 2008.
______. Nem tudo que é resíduo é lixo. Revista do CONFEA - Conselho federal de engenharia, arquitetura e agronomia ano VIII n° 20 - outubro, novembro, dezembro 2004b. em <http://www.confea.org.br/revista/>. Acesso em: 21 jan. 2008.
COSTA, A. M. et al. Classificação de doenças relacionadas a um saneamento ambiental inadequado (DRSAI) e os sistemas de informações em saúde no Brasil: possibilidades e limitações de análise epidemiológica em saúde ambiental. In: CONGRESO
México. Anais eletrônicos... Disponível em:
<http://www.bvsde.paho.org/bvsaidis/mexico26/ix-009.pdf>. Acesso em: 11 de nov. de 2007.
DALTRO FILHO, J. Saneamento ambiental: doença, saúde e o saneamento da água. São Cristóvão: Editora UFS; Aracaju: Fundação Oviêdo Teixeira, 2004.
DE LAMARE NETO, A. Resistência ao cisalhamento de resíduos sólidos urbanos e de materiais granulares. 2004. 190 f. Tese (Doutorado em Engenharia Civil) – Universidade Federal do Rio de Janeiro. Disponível em:
<http://www.getres.ufrj.br/pdf/NETO_AD_04_t_D_geo.pdf>. Acesso em: 15 mar. 2008.
DIÁRIO DO NORDESTE. Municípios terão que extinguir os lixões clandestinos. Diário do Nordeste, Fortaleza, p. 7, 20 set. 2006.
<http://diariodonordeste.globo.com/arquivo/materia.asp?codigo=368356>. Acesso em: 20 de out. 2007.
DOMINGOS, C. S. Geoprocessamento na escolha de sistemas ambientais para aterros sanitários na Região Metropolitana de Fortaleza –CE. 2007. 144 f. il. Dissertação
(Mestrado Acadêmico em Geografia) – Universidade Estadual do Ceará, Centro de Ciências e Tecnologia. Fortaleza, 2007.
ECOTERRA. Guia para coleta seletiva de pilhas e baterias. Disponível em:
<http://www.resol.com.br/textos/GUIA%20PARA%20COLETA%20SELETIVA%20DE%20 PILHAS%20E%20BATERIAS.pdf>. Acesso em: 25 abr. 2008.
GDF. Serviço de Conservação de Monumentos Públicos e Limpeza Urbana do Distrito Federal. Portal Oficial do Governo do Distrito Federal. Disponível:
<http://www.belacap.df.gov.br>. Acesso em: junho de 2005.
GEA, Instituto GEA Ética e Meio Ambiente. Perguntas freqüentes, dúvidas e curiosidades. Disponível em: <http://www.institutogea.org.br>. Acesso em: 29 abr. 2008.
GUILHERME, C. Coleta seletiva e reciclagem de resíduos sólidos: mais do que uma alternativa, uma necessidade. In: CURSO de gerenciamento de resíduos sólidos urbanos: coleta, transporte, tratamento e destinação final e modelos tecnológicos para tratamento e projeto de aterro sanitário. Fortaleza/CE: ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, 2005.
GUIMARÃES, L. T. Utilização do Sistema de Informação Geográfica (SIG) para Identificação de Áreas Potenciais para Disposição de resíduos na Bacia do Paquequer, Município de Teresópolis-RJ. 2005. 172 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil) - Universidade Federal do Rio de Janeiro. Disponível:
HEMPEL. W. B. ICMS ecológico. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2007. 248 p. il. color.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2000. Departamento de População e Indicadores Sociais Rio de Janeiro: IBGE, 2002a. Disponível em:
<http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/condicaodevida/pnsb/pnsb.pdf>. Acesso em: 02 de jun. de 2008.
______. Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2000. IBGE mapeia os serviços de saneamento básico no país. 2002b Disponível em:
<http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/27032002pnsb.shtm>. Acesso em: 11 de nov. 2007.
______. Perfil dos municípios brasileiros: gestão pública 2001 / IBGE, Coordenação de População e Indicadores Sociais. - Rio de Janeiro: IBGE, 2002c. 245p. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/perfilmunic/2001/munic2001.pdf>. Acesso em: 15 de fev. de 2008.
IMBELLONI R. Processo de reciclagem de lâmpadas. Web-resol, jul. 2004. Disponível em: <http://resol.com.br/curiosidades2.asp?id=15832008>. Acesso em: 7 abr. 2008.
INSTITUTO NACIONAL DE PROCESSAMENTO DE EMBALAGENS VAZIAS. Obtenção de dados. Disponível em:
<http://www.inpev.org.br/destino_embalagens/unidades_recebimento/localizacao_unidades/l ocalizacao.asp>. Acesso em: 23 ago 2008.
JARDIM, F. Destino final: problema ou solução? Gestão de Resíduos. São Paulo, ano I n. 01, p. 14 - 17, mar./abr. 2006.
JUCÁ, J. F. T. Destinação final dos resíduos sólidos no Brasil: situação atual e perspectivas. In: SIMPÓSIO LUSO-BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 10., Braga, Portugal, 16 a 19 de set. de 2002. Anais eletrônicos... Disponível em:
<http://www.bvsde.paho.org/bvsars/fulltext/destina10.pdf>. Acesso em: 17 mar. 2008.
______. Disposição final dos resíduos sólidos urbanos no Brasil. In: CONGRESSO
BRASILEIRO DE GEOTECNIA AMBIENTAL REGEO’2003., 5., Porto Alegre, RS. Anais eletrônicos... Disponível em: <http://etg.ufmg.br/~gustavo/arquivos/relatojuca.pdf>. Acesso em: 1 abr. 2008.
______. Modelos tecnológicos para tratamento e projeto de aterro sanitário.
LEITE, W. C. A. Estudo da gestão de resíduos sólidos: uma proposta de modelo tomando a universidade de gerenciamento de recursos hídricos (UGRH - 5) como referência. 1997. 271 f. Tese (Doutor em Hidráulica e Saneamento) - Escola de Engenharia de São Paulo,
Universidade de São Paulo, São Carlos, 1997.
LIMA, J. D. Gestão de resíduos sólidos urbanos no brasil. João Pessoa: Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, 2001.
LUIS, R. Lixo da capital: aterro em contagem regressiva. O Povo, Fortaleza, p. 7, 16 abr. 2007. Disponível em: < http://www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/687020.html>. Acesso em: 11 de abr de 2008.
MANCINI S. D. A disposição de resíduos sólidos urbanos em Fortaleza-Ce e São Carlos- SP. Nota de aula da disciplina: Tratamento de resíduos sólidos. Graduação em Engenharia Ambiental da Universidade Estadual Paulista, Campus Experimental de Sorocaba. Sorocaba, 2003. Disponível em: