• Sonuç bulunamadı

BAŞKASINA REİKİ UYGULAMASI

22.günden itibaren aşağıdaki çalışma 1 hafta süresince yapılacak

PRATİK NOTLAR

2. BAŞKASINA REİKİ UYGULAMASI

Em busca da compreens•o da violŒncia dom†stica praticada co ntra crian€as e adolescentes, dentro da complexid ade que envo lve o tema, impŽe-se co mo importante exerc‹cio reconhecer as nuances que envolvem a din‘m ica deste processo na sociedade. Apesar de progressos no conhecimento de aspectos determinantes, bem como, nos modos d e preven€•o e interven€•o, imprescind‹veis ‚ revela€•o do fen’meno, resta-nos, ainda, longo cam inho a percorrer. Na expectativa de acelerar esta trajetŠria, esperamos contribu ir com os resultados apresentados no presente estudo.

Neste trabalho apresentamos d ados referentes ‚ abordagem dos maus- tratos infanto-juvenis, no cen„rio envolvendo o educador da Rede Mu nicipal Pƒb lica de ensino de Fortaleza, quanto aos seus saberes e pr„ticas no enfrentamento dessa form a de vio lŒncia, no seu cotidiano de trabalho. A seguir, d iscorreremo s sobre os resultados m ais relevantes, suscitados em decorrŒncia do estudo.

Referente aos d ados sociodemogr„ficos dos educadores, encontramo s co mo aspectos favor„veis ‚ maior percep€•o e interven€•o no ciclo da violŒncia dom†stica, a prevalŒncia do sexo fem inino, observado historicamente entre os profissionais da Educa€•o B„sica e Fundamental, a categoriza€•o socio econ’mica do educador na faixa dos 2 a 5 sal„rio s de referŒncia, considerando apenas a sua renda fam iliar, al†m da dupla jornad a de trabalho com alunos em faixas et„rias diferentes.

No grupo populacional pesquisado, considerando sua distribui€•o entre as seis Secretarias Executivas Regionais de Fortaleza, demonstrou-se uma homogeneidade quanto ‚ percep€•o das ocorrŒncias. Da mesm a form a, quanto ao reconhecimento das diferentes fo rm as de manifesta€•o da vio lŒncia, bem co mo, na atitude adotada apŠs sua percep€•o n•o houve divergŒncia. Importante citar que esse estudo, por ter sido baseado em informa€Žes de casos pregresso s, esteve sujeito ao vi†s de memŠria, que em algu ns casos possib ilita a om iss•o de fato s relativos ao tema, principalmente os mais remotos.

A “externaliza€•o” da violŒncia por parte da crian€a ou adolescente vitim izado, quer seja por altera€•o de seu comportam ento ou por verbaliza€•o, fo i a

principal manifesta€•o percebida pelo s educadores na identifica€•o de m aus-trato s. Ainda no tocante ‚ percep€•o, a negligŒ ncia foi a form a que mais suscitou reconhecimento, seguida d a violŒncia f‹sica, p sicolŠ gica, e por fim, a violŒncia sexual. Quanto ao procedimento de interrup€•o d a vitim iza€•o, a violŒncia sexual foi a que recebeu maior interven€•o e comunica€•o aos Šrg•os de defesa, e a vio lŒncia psicolŠgica, nos pareceu ser tolerada, haja vista nenhum caso ter sido merecedor de interrup€•o devida.

Em que pese os avan€o s alcan€ados em quase vinte anos de vigŒncia do Estatuto da Crian€a e do Adolescente, aind a prevalece, nos dias atuais, um a resistŒncia por parte dos profissio nais do setor d e educa€•o em assum ir sua parcela de responsabilidade no enfrentamento da vio lŒncia dom†stica. O manifesto co nhecim ento do ECA e reco nhecim ento do Conselho Tutelar enqu anto Šrg•o de prote€•o, entretanto, n•o s•o suficientes para um a maior atua€•o desses profissionais no to cante a interrup€•o do fen’m eno.

Concordante com estudos anteriores, realizados por Rib eiro e Martins (2009) e Vago stello et a l. (2006) e outros, constatamos a pr„tica da tentativa de “solu €•o caseira” na resolu€•o dos casos evidenciados nas escolas/creches pesquisadas, com relato dos mesmos a co legas de trabalho, ‚ d ire€•o da escola ou ‚ prŠpria fam‹lia da v‹tima, sem a devida provoca€•o aos Šrg•os competentes. Corrobora essa constata€•o o fato dos educadores, em sua grande maioria, desconhecerem as fichas de notifica€•o de casos, que devem estar acess‹veis nas escolas e serem utilizad as quando do relato dos casos aos Conselhos Tutelares.

A atitude dos educadores d iante dos maus-tratos certam ente decorre de um a complexidade d e fatores socio lŠgicos e valores cu lturais que precisam ser eficazmente trabalhados. Chamou-nos a aten€•o nesse aspecto, o fato de pouco s profissionais haverem participado de capacita€•o sobre o tema da violŒncia dom†stica, a despeito do un‘nim e relato de interesse na atualiza€•o sobre o assunto.

Ressaltamos, po is, que a sociedade e, sobretudo as institu i€Žes que lidam co m os cuidados ‚ inf‘ncia e juventude, devam refletir sobre valores e pr„ticas a serem adotadas no sentido de inibir o processo de vitimiza€•o da inf‘ncia e juventude, objetivando nobilitar o ambiente escolar como protago nista na preven€•o e interrup€•o do ciclo da vio lŒncia dom†stica.

REFERÊNCIAS

ALTHOFF, Co leta Rinald i; ELSEN, Ingrid; NITSCHKE, Rosane Gonçalves (orgs.). Pesquisando a família : olhares contemporâneo. Florianópolis: Papa-Livro, 2004.

ARIÈS, Philippe. História social da criança e da família. Tradução de Dora Flaksman. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1981.

ASSIS, Simone Go nçalves de. Quando crescer é um desafio so cial: estudo sócio- ep idemioló gico sobre violência em escolares de Duque de Caxias- RJ. 1991. 179f. Dissertação (M estrado) - Escola Nacional de Saúde Pública, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 1991.

AZEVEDO, Maria Amélia; GUERRA, Viviane No gueira Azevedo. Crianças vitimizadas: a síndrome do pequeno poder. 2. ed. São Paulo: Iglu, 2007.

______. Infância e violência fatal em família. São Paulo: Iglu, 1998.

BAZON, Marina Rezende. Relatório de pesquisa: o panorama dos m aus-tratos domésticos em Ribeirão Preto. 2004. Dissertação (Mestrado) - Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto, Departamento de Psicologia e Educação. Universidade de S ão Pau lo, 2004.

BELSKY, Jay. Child m altreatment: an ecolo gical integration. American Psychologist, v.35, n. 4, p. 320-335, abr. 1980.

BÍBLIA. Genesis. Português. A Bíblia Sagrada: o Antigo e Novo Testamento. Traduzido por João Ferreira d e Almeida. Socied ade Bíblica do Brasil, 2. ed. 213p, 2001.

BRASIL, Constitu ição (1988). Constitu ição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: S enado, 1988.

______. Lei n.o 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília, DF, 1996a.

BRASIL. Minist†rio d a Educa€•o. Secretaria Especial dos Direitos Humano s. Guia escolar: m †todos para a identifica€•o de sinais e abusos e explora€•o sexual de crian€as e adolescentes. Bras‹lia, DF: Minist†rio da Educa€•o, 2004.

______. Minist†rio da Justi€a. Lei n.o 8.069, de 13 d e Julho de 1990. DispŽe sobre o Estatuto da Crian€a e do Adolescente e d„ outras providŒncias. Dispon‹vel em <http ://www.planalto.go v.br/ccivil_03/Leis/L8069.htm. Acessado em: 02 abr. 2010.

______. Minist†rio da Justi€a. Secretaria de Estado de Direitos Humanos. Plano nacional d e enfrenta mento da violência sexual infanto-juvenil. 3. ed. Bras‹lia: SEDH/DCA, 2002.

______. Minist†rio da Saƒde. Conselho Nacional de Saƒde. ComitŒ d e –tica em Pesquisa em S eres Hum anos. Resolução n.o 196, de 10 de outubro de 1996: diretrizes e norm as regulamentadoras de pesquisa envolvendo seres humanos. Bras‹lia, DF, 1996b.

______. M inist†rio da Saƒde. Secretaria Executiva. Mortalidad e Cid-10, Brasil 1999 – 2006: dados parciais. Dispo n‹vel em: <http://www.datasus.gov.br> Acesso em : 21 jan. 2010.

______. Senado Federal. CŠd igo de Menores. Lei n.º 6.697/79. Compara€Žes, anota€Žes, histŠrico. Bras‹lia: Senado Federal, 1979.

BRINGIOTTI, Maria InŒs. La escuela ante los niños maltratados. Buenos Aires: PaidŠs, 2000.

BRINOS, Rachel de Faria; WILLIAMS, Lƒcia Cavalcante de. Capacita€•o do educador acerca do abuso sexual infantil. Interação em Psicologia, v. 7, n. 2, p. 1- 10, 2003.

BRITO, A. M. et a l. ViolŒncia dom †stica co ntra crian€a e adolescente: estudo de um porque de interven€•o. Ciências e Saúde Coletiva, v. 10, n. 1, p. 143-144, jan./mar. 2005.

BRONFENBRENNER, Urie. A ecologia do desenvolvimento humano:

experimentos naturais e planejados. Tradu€•o de Maria Adriana Ver‹ssimo Veronese. Porto Alegre: Artmed, 2002.

CARDOSO, Emanu ela da Silva; SANTANA, Judith Sena da Silva; FERRIANI, Maria das Graças Carvalho. Crianças e adolescentes vítimas d e maus-tratos: inform ações dos enfermeiros de um hospital público. Revista d e Enfermagem. Universidade Estadual do Rio de Janeiro, v. 14, n. 4, p. 524-30, out./dez. 2006.

CAVALCANTI, Alessandro Leite. Prevalência, características e manifestações bucais de maus-tratos físico s em crian ças e adolescentes na região metropolitana de João Pessoa, PB, Brasil. 2002. 133f. Tese (Doutorado em Odontologia) - Faculdade d e Odontologia da Universidade Federal da P araíba, Jo ão Pessoa, 2002.

CAVALCANTI, Maria de Lourdes Tavares. Estudo descritivo dos registros de violência doméstica no conselho tutelar de Niterói. Cadernos de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 7, n. 1, p 99-123, jan./jun. 1999.

CEARÁ. Secretaria Mu nicipal de Adm inistração de Fortaleza. Bairros e regionais de Fo rtaleza, 2009. Disponível em: <htpp://sam.fortaleza.ce.gov.br/>. Acesso em: 02 jan. 2009.

______. Secretaria Municipal d e Educação de Fortaleza. Portaria n.o 183, de março de 2008. Dispõe sobre a criação de com issões de atendim ento, notificação e prevenção a violência doméstica contra crianças e ado lescentes nas escolas d a rede mu nicipal de ensino, e dá outras providências. Diário Oficial do Município- Sup lemento, Poder Executivo, Fortaleza, CE, 18 jul. 2008.

______. Secretaria Municip al de Educação de Fortaleza. Relação das escolas, 2009. Disponível em : <http://sme.fortaleza.ce.go v.br>. Acesso em: 02 jan. 2009.

CICCHETTI, Dante; RIZLEY, Ro ss. Developmental perspectives o n the etiolo gy, intergenerational transm issio n, and sequelae of child maltreatment. New Directions for Child and Adolescent Development, v. 1981, n. 11, p. 31-55, fev. 1981.

CRUZ NETO, Otávio; MOREIRA, Marcelo Rasga. A concretização de políticas púb licas em direção à prevenção da violência estrutural. Ciência e Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 4, n.1, p. 33-52, 1999.

DAVOLI, Adriana et al. Prevalência de violência física relatada co ntra crianças em um a população de ambulatório ped iátrico. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 10, n. 1, p. 92-98, jan./mar. 1994.

DEL PRIORI, Mary. (org.) História das crianças no Brasil. 3. ed. S•o Paulo: Contexto, 2002.

DELF INO, Vanessa; BIASOLI-ALVES, Z†lia Maria Mendes. A percep€•o que professores e pais tŒm das formas d e educar as crian€as e da violŒncia dom†stica co ntra elas. In: Livro de Artigos do Programa de Pós-Graduação em Psicologia. FFCLRP/USP, Ribeir•o Preto-SP, 2003.

DES LANDES, Suely F. Aten€•o a crian€a e adolescentes v‹timas de violŒncia dom†stica: an„lise de um servi€o. Cad ernos de Saúde Pública. Rio de Janeiro, v. 10, n. 1, p. 177-187, 1994.

DONG, M. et a l. The Interrelatedness of Mu ltiple Form s of Childhood Abuse, Neglect, and Household Dysfunctio n. Child Abuse & Neglect, Orlando, v. 28, n. 7, p. 771–784, jul. 2004.

DURRANT, J.E. ; ROSE-KRASNOR, L.; BROBERG, A. Maternal beliefs about physical punishment in Sweden and Canada. Journal of Comparative Fa mily Studies, v. 34, p. 586-604, 2003.

FALEIROS, Juliana Martins. Estudo da prevalência de maus-tratos em crianças matriculadas de 1ª à 4ª série do ensino fu ndamental em escolas da rede pública e particular de Ribeirão Preto. Disserta€•o. (Mestrado) - Faculdade de Filosofia, CiŒncias e Letras de Ribeir•o Preto/ USP, Departam ento de Psicolo gia e Educa€•o, Ribeir•o Preto, 2006.

FALEIROS, Juliana Martins; MATIAS, Alessandra da S ilva Araƒjo; BAZON, Marina Rezende. ViolŒncia co ntra crian€as na cidade de Rib eir•o Preto, S•o Paulo, Brasil: a prevalŒncia dos maus-tratos calcu lad a com base em informa€Žes do setor educacional. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 25, n.2, p. 337-48, fev. 2009.

FALEIROS, Vicente d e Pau la; FALEIROS, Eva Silveira. Escola que protege: enfrentando a violŒncia contra crian€as e adolescentes. Bras‹lia: Minist†rio da Educa€•o, Secretaria de Educa€•o Continuada, Alfabetiza€•o e Diversidade, 2007.

FIOCRUZ. Fu nda€•o Osvaldo Cruz. Guia de Atua€•o frente a maus-tratos na inf‘ncia e na adolescŒncia. 2. ed. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2001.

FORMOSINHO, Jƒlia Oliveira; ARA•JO, Sara Barros. Entre o risco b iolŠgico e o risco social: um estudo de caso. Educação e Pesquisa. S •o P aulo, v. 28, n.2, p. 87- 103, 2002.

FREYRE, Gilberto. Casa grande e senzala: form a€•o da fam ‹lia brasileira sobre o regime da economia patriarcal. 48. ed. Rio de Janeiro : Global, 2006.

GALV—O, Izabel. Cena s do cotidiano escolar: conflito sim, violŒncia n•o. PetrŠpoles: Vozes, 2004.

GON“ALVES, Hebe S ignorini; FERREIRA, Ana Lƒcia. A no tifica€•o da violŒncia intrafamiliar contra crian€as e adolescentes por profissionais de saƒde. Caderno s de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.18, n.1, p. 315-19, jan./fev. 2002.

GRANVILLE-GARCIA, Ana Fl„via et al. Conhecim entos e percep€•o de professores sobre m aus-tratos em crian€as e adolescentes. Saúde e Sociedad e, S•o Pau lo, v. 18, n. 1, p. 131-140, jan./mar. 2009.

GUERRA, Viviane Nogueira Azevedo. Violên cia d e pais contra filhos: a trag†dia revisitada. 6. ed. S•o Pau lo: Cortez. 2008.

HAHM, Hyeouk C.; GUTERMAN, Neil B. The Em erging problem of p hysical child abuse in South Korea. Child Maltreatment, England, v. 6, n. 2, p. 169–179. 2001.

HEYWOOD, Co lin. Uma história da infância. Tradu€•o de Roberto Cataldo Costa. Porto Alegre: Artmed, 2004.

HIBBARD, R.; SANDERS, B. NegligŒncia e abuso da crian€a. In: Mc DONALD, R.; AVERY, D. Odontopediatria. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanab ara-Koo gan, 2001.

HILDYARD, Kathryn L.; WOLF, David A. Child neglect: developm ental issues and outcom es. Child Abuse & Neglect, v. 26, n. 6-7, 679 – 695, jun. 2002.

IBGE. Instituto Brasilerio de Geo grafia e Estat‹stica. Crianças e adolescentes: indicadores sociais. Rio de Janeiro: IBGE, 2007.

INOQUE, Silvia Regina Viodres; RISTUM, Marilena. ViolŒncia sexual:

caracteriza€•o e an„lise de casos revelados na escola. Estudos de Psicologia de Campinas, v. 25, n. 1, p. 11-21, jan./m ar. 2008.

KOENING, Michael A. et a l. Individual and contextual determ inants of domestic violence in no rth India. American Jornal of Public H ealth, v. 96, n. 1, p 132-138, 2006.

LIMA, Luciana Pereira de. A educação infantil diante da violência doméstica contra a criança: compreendendo sentidos e pr„ticas. Disserta€•o (Mestrado) - Faculdade de F ilosofia, CiŒncias e Letras de Ribeir•o Preto/USP. …rea de co ncentra€•o: Psicologia - Ribeir•o Preto - SP, 2008.

LUNA, Geisy Lanne Muniz. Notificação de maus-tratos em crianças e adolescentes por profissionais da equipe saúde da família. 2007. 97f. Disserta€•o. (Mestrado em Saƒde Coletiva) - Universidade de Fortaleza, Fortaleza/CE, 2007.

MACHADO, Carla. Maus-tratos de m enores, vitim iza€•o e poder: proposta de um modelo integrado de an„lise. Psicologia, Teoria, Investigação e Prática, v.1, n.1, p. 133-147,1996.

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica. 4. ed. S •o Pau lo: Atlas, 2004.

MARTINS, Christiane Baccarat de Godo y. Violên cia contra menores de 15 anos no mu nicíp io de Lon drina, Paraná: an„lise ep idem iolŠ gica de su as notifica€Žes. 2008. 116f. Tese. (Doutorado em Saƒde Pƒblica) - Facu ldade d e Saƒde Pƒblica da Universidade de S•o Paulo, 2008.

MARTINS, Christiane Baccarat de Godo y; JORGE. Maria Helena Prado de Mello. A violŒncia contra crian€as e ado lescentes: caracter‹sticas ep idem iolŠ gicas dos casos notificados aos conselhos tutelares e pro gramas de atendimento em mu nic‹pio do su l do Brasil, 2002 e 2006. Epid emiologia Serviços e Saúde, Bras‹lia v.18, n. 4, p. 315-334, out./dez. 2009.

MARTINS, Edna; SZYMANSKI, Helo isa. A abordagem eco lŠgica de Urie Bro fenbrenner em estudos com fam ‹lias. Estudos e Pesquisa em Psicologia, Rio de Janeiro, v. 4, n. 1, p. 63-77, ju n. 2004.

MATIAS, Alessandra da Silva Araƒ jo. Estudo da prevalência de maus-tratos em crianças de 0 a 6 anos matriculadas em creches e pré-escolas da rede pública e particula r na cidade de Ribeirão Preto. Disserta€•o (Mestrado em P sicologia) – Faculdade de F ilosofia, CiŒncias e Letras de Ribeir•o Preto. Universid ade de S •o Pau lo, Rib eir•o Preto/SP, 2004.

MICHAUD, Yves. A violência. Tradução de L. Garcia. São Paulo: Ática, 1989.

MINAYO, Maria Cecília de Souza; DESLANDES, S. F. Análise d iagnóstica da política nacional de saúde para a redução de acidentes e violência. Rio de Janeiro: Fu ndação Oswaldo Cruz, 2007.

MINAYO, Maria Cecília de Souza; SOUZA, E. R. (Org.). Impacto da violência na saúde dos brasileiros. Ministério da Saúde: Brasília, 2005.

______. Violên cia sob o olhar da saúde: a intrapolítica da contemporaneidade brasileira. Rio de Janeiro : Fundação Oswaldo Cruz, 2003.

MONTEIRO FILHO, Lauro; PHEBO, Luciana Barreto. (coord.). Maus-tratos contra crianças e adolescentes, proteção e prevenção: guia de orientação para educadores. 2. ed. Petrópolis: Autores & Agentes Associados, 1997.

NEVES, Anam aria Silva; ROM ANELLI, Geraldo. A violência doméstica e os desafios da compreensão interdiscip linar. Estudos de Psicologia, Camp inas, v. 23, n.3, p. 299-306, jul./set. 2006.

NOGUEIRA, Maria Angélica. O papel da escola na prevenção dos m aus-tratos na infância e adolescência. Revista Brasileira Saúde do Escolar, Campinas, v. 3, n 1/4, p. 241-243, 1994.

NÚCLEO/2008 - Nú cleo Estadual de Enfrentam ento à Violência Contra Criança e Adolescente. Banco de dados do período de janeiro d e 2006 a fevereiro de 2008. Fortaleza, 2009.

OLIVEIRA, V. L. et a l. Redes de proteção: novo paradigma de atuação : experiência de Curitiba. In: BRASIL. Ministério da Saúde. Violência faz mal à saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2004.

OMS. Organização Mund ial da Saúde. Classificação estatística internacional de doenças e problemas relacionados à saúde, 10ª Revisão, v. 1. São Paulo: Centro Colaborador da OMS p ara Classificação de Doenças em Português, 1993.

______. Trabalhando junto s pela saúd e/ OMS. Brasília: Ministério da Saúde, 2007.

PAN•NCIO-PINTO, M aria P aula. O silêncio dos professores diante da violência doméstica sofrida por seus alunos: uma an„lise do discurso. 2006. 178f. Disserta€•o. (Mestrado) - Instituto d e Psicologia d a Universidade de S•o Paulo, S •o Pau lo, 2006.

PARSE, R.R.; COYNE, A. B.; SMITH, M. J. Nursing research: qualitative methods. Baltimore: Brody Communicatio ns, 1985.

PEREIRA, Ana Cristina Rodrigues; PAIX—O, Divaneide Lira Lim a. Violência doméstica : o que a esco la tem a ver com isso? Monografia (Trabalho de Co nclus•o de Curso de Pedagogia). Universidade CatŠlica d e Bras‹lia, Bras‹lia, DF, 2006.

PEREIRA, Maria Au xiliadora. Violência nas escola s: vis•o de professores do ensino fundamental sobre esta quest•o. 2003. 144f. Disserta€•o (Mestrado em Enferm agem Psiqui„trica) – Escola de Enferm agem de Rib eir•o Preto, Universidade de S•o Paulo, S•o Paulo, 2003.

PEREIRA, Paulo Celso; WILLIAMS, Lƒcia Cavalcanti de Albuquerque. A co ncep€•o de educadores sobre violŒncia dom†stica e desempenho escolar. Revista da Associação Brasileira de Psicologia Educacional (ABRAPEE), v. 12, n. 1, p. 139-152, jan./jun. 2008.

PESCE, R. P.; ASS IS, S. G.; AVANCI, J. Q. Agressividade em criança s: um olhar sobre comportamentos externalizantes e violŒncia na inf‘ncia. Rio de Janeiro, Funda€•o Osvaldo Cruz, 2008.

PIRES, J. M. et a l. Barreiras, para a notifica€•o pelo pediatra, de maus-tratos infantis. Revista Brasileira de Saúde Materno-Infantil, Recife, v.5, n.1, p. 103- 108, jan./mar. 2005.

PMF/FUNCI. Prefeitura Municip al de Fortaleza/Fu nda€•o da Crian€a e Fam ‹lia Cidad•. Projeto Sentinela. Fortaleza: FUNCI, 2007.

POCHMANN, M„rcio; AMORIM, Ricardo. Atlas da exclu são social no Bra sil. S•o Paulo: Cortez, 2003.

PORDEUS, Augediva Maria Juc„; FRAGA, Maria de Nazar† de Oliveira; FAC›, Thais d e Paula Pessoa. A€Žes de preven€•o dos acidentes e violŒncias em crian€as e ado lescentes, desenvolvidas pelo setor pƒblico de saƒde de Fortaleza, Cear„, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 19, n. 4, p. 1201-1204, jul./ago. 2003.

RIBEIRO, M. M.; MARTINS, R. B. Violência doméstica contra criança e o adolescente. 6. ed. Curitiba: Juruá, 2009.

ROAZZI, Antônio; FEDERICCI, F abiana C. B.; CARVALHO. Maria do Rosário. A questão do consenso nas representações sociais: um estudo do m edo entre adulto s. Psicologia: Teoria e Pesquisa, v. 18, n. 2, p 179-192, maio/ago. 2002.

ROSS I, Dalva. Notificação da violência doméstica contra crianças e adolescentes (procedimento s de p rofissionais da saúd e do setor público de Campinas- SP). Tese. (Doutorado em Tocoginecologia). Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Ciências Méd icas, 2004.

ROUQUAYROL, Maria Zélia; ALMEIDA FILHO, Naomar de. A. Epid emiologia e saúde. 6. ed, Rio de Janeiro: Medsi, 2003.

SANTORO Jr, Mário. Maus-tratos contra crianças e adolescentes: u m fenômeno antigo e sempre atual. Revista de Pediatria Moderna, São Pau lo, v. 38, n. 6, p. 279-283, jun. 2002.

SANTOS, Lana Erm elina da Silva dos; FERRIANI, Maria das Graças Carvalho. A violência familiar no mundo da criança de creche e pré-esco la. Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília, v. 60, n.5, p. 524-529, set./out. 2007.

SBP. Sociedade Brasileira de Pediatria. Guia de atuação frente a maus-tratos na infância e adolescência. Rio de Janeiro: SBP/ Brasília: Ministério da Saúde, 2001.

SILVA, Arcelina Maria da; VIEIRA, Luiza Jane Eyre de Souza. Caracterização de crianças e adolescentes atendidas por m aus-tratos em um hospital de emergência no mu nicípio de Fortaleza-CE. Revista da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo, v. 35, n.1, p. 4-10, mar. 2001.

SILVA, Lygia Maria Pereira. Violência doméstica contra crian ças e adolescentes. Recife: EDUPE, 2002.

SIPIA. Sistema de Informação Para a Infância e Adolescência. Relatório diário (01de jan. de 1999 a 30 de abr. de 2010). Presidência da República do Brasil, Ministério da Justiça, Secretaria Especial dos Direitos Hum anos. Disponível em: <http ://www.mj.gov.br/sipia.htm>. Acesso em: 5 maio 2010.

SIPIA. S istema de Info rm a€•o para a Inf‘ncia e AdolescŒncia. Relatório diário - Ceará (01de jan. de 1999 a 30 de abr. de 2010). Presid Œncia da Repƒblica do Brasil, Minist†rio da Ju sti€a, Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Dispon‹vel em : <http://www.m j.gov.br/sipia/htm>. Acesso em: 5 maio 2010b.

TROCM–, Nico M.; TOURING, Marc; M aC LAURIN, Bruce; FAILON, Barbara. Major find ings from the Canadian incid ence study of reported child abuse and neglect. Child Abuse and Neglect, v.27, n.12, p. 1427-1439, 2003.

UNICEF. Fundo das Na€Žes Unid as Para a Inf‘ncia. Relatório da situação da infância e adolescência Brasileiras. Bras‹lia, DF: UNICEF, 2004.

VAGOSTELLO, Lu cilena et a l. Pr„ticas de escolas pƒblicas e privadas diante da violŒncia dom†stica em S•o Pau lo. Psicologia - Revista de Psicologia da Vetor